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Eleições 2020: Câmara dos Deputados vota nesta quarta (1º) prorrogação das eleições para novembro

Foto: Luciano Santos l 97NEWS

O Plenário da Câmara dos Deputados pode votar hoje a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 18/20, que prevê o adiamento das eleições municipais, em razão da pandemia do novo coronavírus, de outubro para os dias 15 e 29 de novembro. A proposta, aprovada pelo Senado no último dia 23, é o único item da sessão de hoje, marcada para as 14h30. De autoria do senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP), o texto, além de adiar as eleições, estabelece novas datas para outras etapas do processo eleitoral de 2020, como registro de candidaturas e início da propaganda eleitoral gratuita (veja quadro abaixo). Apenas a data da posse dos eleitos permanece a mesma (1º de janeiro de 2021). Veja as novas datas:



Maia diz que acordo para votar adiamento das eleições ainda está longe

Foto: Divulgação

O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), disse hoje (29) que ainda está longe de um acordo para votar na Casa a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 18/20, que adia as eleições municipais deste ano, previstas para outubro, em razão da pandemia do novo coronavírus (covid-19). O texto, aprovado na semana passada no Senado, prevê que o pleito seja realizado nos dias 15 e 29 de novembro, em vez das datas oficiais de 4 e 25 de outubro. Rodrigo Maia disse que está trabalhando para que haja consenso para votar a matéria até quarta-feira (1°). “É importante que a Câmara tome a sua decisão. Estamos dialogando para construir o apoio necessário, até a unanimidade, para que a gente possa votar, mas ainda estamos longe disso. A nossa intenção é, com diálogo, chegar até quarta-feira (1º) a uma solução para esse problema”, disse durante coletiva ao lado do prefeito de São Paulo, Bruno Covas, e do deputado federal Baleia Rossi (MDB-SP), depois de uma reunião reservada. Maia, que defende o adiamento do pleito, lembrou que pelo atual calendário eleitoral, o dia 4 de julho já impõe uma série de restrições nas condutas de agentes públicos e servidores que podem afetar a igualdade de oportunidades entre candidatos nos pleitos eleitorais. “A decisão de votar a PEC precisa acontecer essa semana, até porque temos o prazo de 4 de julho, que é muito importante. São milhares de servidores públicos que pretendem disputar a eleição, certamente muitos na área da saúde, que precisam da informação para tomar a sua decisão”, disse. Questionado sobre a pressão de prefeitos e deputados para votar o texto da MP 938/20, que transfere recursos da União para estados, municípios e o Distrito Federal, por meio dos fundos de participação de estados e municípios (FPE e FPM), Maia disse que está trabalhando para “organizar a pauta”. A medida reservou até R$ 16 bilhões para manter os repasses do FPM e do FPE no período de março a junho. Maia disse que, até o momento, foram repassados R$ 10 bilhões e que está avaliando a hipótese de disponibilizar R$ 5 bilhões a R$ 6 bilhões para os entes municipais.



Centrão se mobiliza para barrar adiamento das eleições 2020

Foto: Luciano Santos l 97NEWS

O centrão se mobiliza para impedir o adiamento das eleições municipais. A proposta de emenda à Constituição que altera a data das eleições municipais em virtude da pandemia do coronavírus foi aprovada na última terça (23) no Senado. Porém, precisa ter o aval da Câmara e não existe acordo. O centrão já mandou o recado que não dará os votos necessários. Essa articulação conta com o apoio do presidente Jair Bolsonaro. A pressão para impedir o adiamento vem de prefeitos, que buscam a reeleição ou que querem emplacar os seus sucessores. No entendimento desses políticos, a mudança pode atrapalhar seus planos na disputa eleitoral. Legendas como Progressistas e Republicanos, que compõem o centrão, já se manifestaram contra a alteração. O PL também deve seguir esse caminho. O DEM está dividido, enquanto o MDB liberou a bancada para votar como quiser. “Precisamos manter a data das eleições municipais no dia 4/10 para podermos avançar o mais rápido possível na pauta das reformas que o Brasil precisa. Ao postergar as eleições, fatalmente o Congresso Nacional demorará mais para atacar sobretudo os temas econômicos”, escreveu no Twitter o deputado Marcos Pereira (Republicanos-SP), que é vice-presidente da Câmara. O centrão controla cerca de 200 dos 513 votos na Câmara. Para que o adiamento das eleições seja aprovado é necessário o apoio de 308 deputados, em duas votações. As informações são do site Bahia Notícias.



Adiamento das eleições 2020 por causa da pandemia é aprovado no Senado

Foto: Reprodução

Na última terça-feira (23), por 67 votos a 8, o adiamento das eleições municipais 2020 em razão da pandemia do novo coronavírus foi aprovada pelos senadores. O primeiro turno, que estava previsto para 4 de outubro, agora será realizado no dia 15 de novembro. O segundo será no dia 29 de novembro. A proposta de emenda à Constituição ainda precisa passar por uma segunda votação no Senado e depois ir para a Câmara, onde também terá de ser submetida a duas sessões. Outra mudança aprovada pelo plenário do Senado foi o adiamento das convenções partidárias que vão definir os candidatos e as coligações. Elas agora poderão ser realizadas entre 31 de agosto e 17 de setembro – antes, o prazo era entre 20 de julho e 5 de agosto. O prazo para candidatos deixarem as funções públicas ou apresentação de programas de TV passou de 30 de junho para 15 de agosto. Com a mudança, a diplomação dos candidatos ocorrerá no dia 18 de dezembro, a tempo de tomar posse no dia 1º de janeiro de 2021, como estava previsto. Um inconveniente do adiamento das eleições é que os novos prefeitos e vereadores assumirão os seus postos sem que os seus gastos tenham sido julgados pela Justiça Eleitoral -- para o cumprimento dos prazos processuais, a chancela às prestações de contas só ocorrerá em fevereiro de 2021. Dependendo da decisão, os empossados poderão ter de deixar os seus cargos.



Em nota, Wagner esclarece bloqueio de bens pela Justiça

Foto: Divulgação

Após ter seus bens declarados indisponíveis na sexta-feira (19) pela Justiça e poder responder a ação no âmbito da Operação Lava Jato que apura a doação ilegal de R$ 3,5 milhões, da Odebrecht, por intermédio da cervejaria Petrópolis, para a campanha eleitoral do Partido dos Trabalhadores de 2014. Decisão esta dada pelo juiz Glauco Dainese de Campos, titular da 7ª Vara da Fazenda Pública de Salvador. O senador Jaques Wagner( PT), através da assessoria de imprensa, lançou uma nota pública no mesmo dia, em que ressalta a surpresa e o seu posicionamento sobre os seus bens que foram bloqueados pela justiça. "Informamos que o senador Jaques Wagner recebeu com surpresa a decisão de bloqueio parcial de valores. Decisão já revista pelo próprio magistrado que, de ofício, determinou o desbloqueio da quase totalidade da quantia em nome do senador", diz a nota. O documento diz ainda que: "Causa estranheza o fato de o processo, que estava mantido sob sigilo, tenha sido divulgado antes de ouvir o maior interessado, que é o senador." Por fim, a nota ainda diz. "De toda forma, a decisão será objeto de recurso e o senador permanecerá, como sempre esteve, à disposição para os esclarecimentos que forem necessários."

 



Justiça determina bloqueio de bens de Wagner em ação desmembrada da Lava Jato

Foto: Luciano Santos l 97NEWS

Jaques Wagner (PT) teve seus bens declarados indisponíveis nesta sexta-feira (19) pela Justiça. O senador pela Bahia responde a ação no âmbito da Operação Lava Jato que apura a doação ilegal de R$ 3,5 milhões, da Odebrecht, por intermédio da cervejaria Petrópolis, para a campanha eleitoral do Partido dos Trabalhadores de 2014. A decisão pelo congelamento dos bens do ex-governador foi proferida pelo juiz Glauco Dainese de Campos, titular da 7ª Vara da Fazenda Pública de Salvador. Wagner é investigado pela suposta prática de improbidade administrativa em investigação movida pelo Ministério Público da Bahia (MP-BA).



Apoiadores de Bolsonaro são alvos de operação da PF contra atos antidemocráticos

Foto: Reprodução l G1

A Polícia Federal deflagrou na manhã desta terça-feira (16) uma ação com mandados de busca e apreensão contra o publicitário Sérgio Lima e o empresário Luís Felipe Belmonte. Os dois são ligados ao Aliança pelo Brasil, partido que o presidente Jair Bolsonaro pretende criar. O deputado federal Daniel Silveira (PSL-RJ), bolsonarista, também foi alvo. As buscas e apreensões foram autorizadas pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), dentro do inquérito que investiga a realização de atos antidemocráticos. Moraes é o relator do caso. Ao todo, são 21 mandados, e os alvos estão em Brasília, São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Maranhão e Santa Catarina. O objetivo da ação desta terça, segundo os investigadores ao site G1, é levantar provas sobre a organização dos atos e sobre quem os financia. Os atos atacaram e ameaçaram instituições como o Congresso e o Supremo Tribunal Federal (STF), o que é inconstitucional. Outro alvo da operação desta terça é Allan Santos, dono do canal da internet "Terça Livre", também apoiador de Bolsonaro. A ação foi batizada pela PF como Operação Lume, uma referência à necessidade de iluminar os investigados para que todos fatos relacionados à autoria, materialidade e circunstâncias de financiamentos desses grupos sejam revelados.



Golpe: Jaques Wagner tem WhatsApp clonado por criminosos

Foto: Luciano Santos l 97NEWS

A clonagem de celulares atingem desde o cidadão comum, até o mais alto escalão, como por exemplo: políticos de grandes nomes. A mais recente vítima, foi o senador Jaques Wagner. O fato aconteceu na última quarta-feira (27) e segundo o site Bahia Notícias, a assessoria de imprensa do ex-governador confirmou o episódio. De acordo com a equipe, a Polícia Legislativa do Senado Federal foi acionada no mesmo dia. O golpe foi semelhante ao praticado contra outras vítimas do Brasil. Os criminosos se aproveitaram da agenda telefônica do senador e pediram dinheiro emprestado, via transferência bancária, a amigos, familiares e outros contatos. Segundo a assessoria de imprensa de Wagner, não há a informação de que alguém tenha transferido dinheiro para os criminosos.



Em novo pronunciamento, Bolsonaro volta a defender fim de isolamento

Foto: Reprodução

Na noite de quarta-feira (8), em rede nacional, o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) defendeu o fim do isolamento social e declarou que vai receber no fim de semana matéria-prima da Índia para que o Brasil possa produzir a hidroxicloroquina para o combate ao Covid-19, o novo coronavírus. Segundo o presidente, a decisão foi tomada após conversa com o primeiro-ministro do país asiático, Narenda Modi. “Fruto da minha conversa com o primeiro ministro da Índia receberemos até sábado a matéria-prima para continuar a cloroquina no Brasil”, disse, ao enaltecer o uso do medicamento. No pronunciamento, o presidente fez ainda uma listagem das ações já implementadas pelo governo federal, como o auxílio emergencial de R$ 600, destinado a trabalhadores informais e famílias de baixa renda, o qual será também estendido aos beneficiários do programa Bolsa Família. Bolsonaro citou ainda uma liberação para um saque emergencial do FGTS e demais implementadas para o combate ao coronavírus. Em seguida o chefe do estado defendeu que "os mais humildes não podem deixar de se locomover e buscar o pão de cada dia". Ele ainda afirmou ter certeza que a maioria dos brasileiros querem voltar a trabalhar.



'A sociedade não aguenta ficar três meses parada', diz Bolsonaro

Foto: Reprodução l Rede Social

O presidente Jair Bolsonaro defendeu novamente o fim do isolamento social como método para enfrentar o coronavírus. Ele comparou para apoiadores, na saída do Palácio do Alvorada, o vírus “a uma chuva. Vai molhar 70% de vocês”. “Desses 70%, uma pequena parte vai ter problema sério. O que estão fazendo é adiar para ter espaço nos hospitais. Mas tem um detalhe: a sociedade não aguenta ficar dois, três meses, parada. Vai quebrar tudo”, disse o presidente. Ele acusou ainda que “está uma disputa entre algumas autoridades de quem está mais preocupado com a vida de vocês”. “A opinião pública, aos poucos, tem que vir para o nosso lado”, completou Bolsonaro. Em outro momento, apontando para a imprensa, que acompanhava o diálogo ao lado, o presidente afirmou que continuará firme no cargo. “Eu não cheguei aqui para perder pra esses urubus aí”.



MP vai evitar candidatos 'turbinados' com verba de fundo partidário

Foto: Reprodução

Na tentativa de prevenir irregularidades e evitar a concentração do fundo partidário nas eleições municipais deste ano, o Ministério Público Eleitoral busca convencer os partidos a assinar uma carta de intenções em que se comprometam a manter “boas práticas” durante a campanha. Entre as discutidas, está a proposta para que as legendas garantam que irão distribuir melhor o fundo entre os seus candidatos, lançar candidaturas femininas reais e competitivas, combater o caixa dois e contratar empresas fornecedoras que assegurem sua efetiva prestação de serviços. A discussão foi anterior à crise do novo coronavírus e depende que o fundão não seja usado para combater os efeitos da pandemia, como sugeriu o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ). A fiscalização de uso do fundo eleitoral, que este ano será de R$ 2 bilhões distribuídos por todo o país, preocupa autoridades para as eleições municipais deste ano. A atual legislação exige que 30% das candidaturas sejam do sexo feminino e que 30% do fundo eleitoral seja destinados a candidatas mulheres. Esse fundo, custeado pelos cofres públicos, foi criado para financiar campanhas após a proibição da doação de empresas, decidida pelo Supremo Tribunal Federal em 2015.

 



Auxílio emergencial de R$ 600 ainda precisa ser regulamentado pelo Governo Federal

Foto: Luciano Santos l 97NEWS

O auxílio emergencial de R$ 600, apelidado de “Coronavoucher”, foi aprovado pelo Plenário do Senado Federal na segunda-feira (30) após aprovação na semana passada pela Câmara dos Deputados. O valor será destinado a trabalhadores informais de baixa renda durante a pandemia do novo coronavírus. A princípio, o pagamento será feito por três meses, mas poderá ser prorrogado, caso os efeitos da pandemia perdurem por mais tempo. Serão beneficiados os cidadãos maiores de idade sem emprego formal, mas que estão na condição de trabalhadores informais, microempreendedores individuais (MEI) ou contribuintes da Previdência Social. Também é necessário ter renda familiar mensal inferior a meio salário mínimo per capita ou três salários mínimos no total e não ser beneficiário de outros programas sociais ou do seguro-desemprego. O texto aprovado prevê a concessão do auxílio emergencial de R$ 600, sendo limitado a dois membros, de modo que cada grupo familiar poderá receber até R$ 1.200. No caso de “mães solteiras”, o benefício será de R$ 1.200. É importante ressaltar que ninguém deve procurar os bancos por enquanto para obter informações sobre o auxílio emergencial, uma vez que o pagamento precisa ainda ser regulamentado pelo Governo Federal. A ida às agências neste momento só irá piorar o quadro de aglomeração de pessoas nestes locais.



Coronavírus: Bolsonaro pede reabertura de comércio, escolas e fim do 'confinamento'

Foto: Reprodução

Contrariando tudo o que especialistas e autoridades sanitárias do país e do mundo inteiro vêm pregando como forma de evitar que o novo coronavírus se espalhe, o presidente Jair Bolsonaro criticou em pronunciamento em rede nacional de televisão o pedido para que todas aqueles que possam fiquem em casa. Segundo o site G1, Bolsonaro culpou os meios de comunicação por espalhar uma sensação de "pavor". E disse que se ele contrair o vírus não pegará mais do que uma "gripezinha". "O vírus chegou, está sendo enfrentado por nós e brevemente passará. Nossa vida tem que continuar. Os empregos devem ser mantidos. O sustento das famílias deve ser preservado. Devemos sim voltar à normalidade. Algumas poucas autoridades estaduais e municipais devem abandonar o conceito de terra arrasada, a proibição de transportes, o fechamento de comércios e o confinamento em massa. O que se passa no mundo tem mostrado que o grupo de risco é o das pessoas acima dos 60 anos. Por que fechar escolas?" "Raros são os casos fatais de pessoas sãs com menos de 40 anos de idade. 90% de nós não teremos qualquer manifestação caso se contamine. Devemos sim é ter extrema preocupação em não transmitir o vírus para os outros, em especial aos nosso queridos pais e avós, respeitando as orientações do Ministério da Saúde."



Mandetta prevê que Brasil entre em colapso ao fim do prazo de 30 dias

Foto: Reprodução l Isac Nóbrega/PR

A projeção feita pelo ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, é de que o Brasil possui estrutura para funcionar bem por cerca de 30 dias, ao final desse prazo o país deve entrar em colapso. "O colapso pode acontecer não só por causa da saúde", acrecentou o titular do MS. "Nós temos alguns pontos fortes, um sistema de saúde presente, conseguimos amenizar o atendimento, temos um tempo para ganhar, nós temos aí 30 dias para que a gente resista razoavelmente bem, com muitos casos dependendo da dinâmica da sociedade, mas claramente no final de abril nosso sistema entre em colapso", previu Mandetta. O ministro ainda criticou a iniciativa de governadores que fecharam estradas na intenção de conter a disseminação do vírus. "Eu vi algumas medidas de governadores fechando estradas como se o estado vizinho fosse o problema", lamentou o ministro, ao citar os problemas causados pela interrupção de cadeias produtivas. 



Sem partido, presidente da Câmara de Brumado aproveita janela partidária e busca 'novos rumos'

Foto: Luciano Santos l 97NEWS

Desde o dia 5 de março, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) anunciou a abertura da janela partidária, período estipulado pelo calendário das eleições municipais de outubro deste ano em que os vereadores podem trocar de partidos visando o novo pleito, sem risco de perder suas cadeiras nas câmaras municipais. O prazo para a troca de legenda se encerra no próximo dia 3 de abril, ou seja, 6 meses antes da realização do 1º turno das eleições, marcado para o próximo dia 4 de outubro. E a abertura da janela deve confirmar mudanças no cenário político de Brumado. Em um deles, por exemplo, os vereadores Leonardo Vasconcelos, Wanderlei, Lia Teixeira e Ilka Abreu do Partido Democrático Trabalhista (PDT) já anunciaram que deixarão a legenda, mas só o presidente da câmara, Léo Vasconcelos anunciou seu possível destino, o partido do prefeito Eduardo Vasconcelos, Partido Socialista Brasileiro (PSB). Segundo comentários nos bastidores da política, o presidente da câmara brumadense estaria insatisfeito com a sigla PDT, e por isso decidiu buscar "novos rumos". Ao 97NEWS, o parlamentar confirmou a decisão. “Nessa janela agora que dá brecha a quem tem mandato eletivo poder mudar de partido sem sofrer qualquer punição, já tomei a posição de sair do PDT. Estamos procurando a melhor situação para filiarmos a um partido. Por ora, estamos sem partido”, esclareceu. Segundo ele, até o dia 3 de abril, ele decidirá à qual agremiação irá se juntar. “A gente pensa no PSB, que é o partido que o prefeito está filiado”, disse o parlamentar.



Janela para trocas partidárias começou na quinta-feira (05)

Foto: Luciano Santos l 97NEWS

Começou na quinta-feira (5) a chamada "janela partidária", tempo no qual vereadores que pretendem disputar a reeleição ou cargo de prefeito nas eleições municipais de 2020 podem solicitar a troca de partido sem o risco de perder o mandato. O prazo fica aberto até 3 de abril, exatamente seis meses antes do pleito eleitoral, marcado para 4 de outubro. A Resolução 23.606/2019, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) define ainda o dia 4 de abril como a data máxima para que os candidatos estejam com a filiação aprovada pelo novo partido e tenham domicílio eleitoral na cidade em que desejam concorrer. 



Governadores pedem que Bolsonaro reduza tributos sobre combustíveis

Foto: Luciano Santos l 97News

Governadores pediram na segunda-feira (3) ao presidente que reduza os tributos federais sobre combustíveis e reveja a política de preços da Petrobras. "Consideramos que o governo federal pode e deve imediatamente abrir mão das receitas de PIS, COFINS e CIDE, advindas de operações com combustíveis", diz o documento assinado por 22 dos 27 governadores, incluindo todos os estados do Sul, Sudeste e Nordeste. Ficaram de fora da lista Distrito Federal, Goiás, Rondônia, Acre e Tocantins. "O governo federal controla os preços nas refinarias e obtém dividendos com sua participação indireta no mercado de petróleo -- motivo pelo qual se faz necessário que o governo federal explique e reveja a política de preços praticada pela Petrobras", afirmam os signatários. No domingo (2), o presidente publicou mensagens nas redes sociais afirmando que vai encaminhar ao Congresso um projeto de lei para que o ICMS (Imposto sobre a Circulação de Mercadorias e Serviços) de combustíveis, recolhido pelos estados, tenha um valor fixo por litro. O presidente culpou os chefes dos executivos estaduais pelo fato de os valores não baixarem nas bombas, apesar de reduções anunciadas pela Petrobras nas refinarias. Os governadores afirmam que o ICMS sobre combustíveis responde por, em média, 20% do total da arrecadação deste imposto nas unidades da Federação e que 25% do tributo é repassado aos municípios. Afirmam também que o impacto é de cerca de 15% no preço final do combustível ao consumidor e que, segundo o pacto federativo constante da Constituição Federal, não cabe à esfera federal estabelecer tributação sobre consumo.



Lula é indiciado pela PF sob suspeita de propina de R$ 4 milhões da Odebrecht a instituto

Foto: Reprodução

A Polícia Federal no Paraná indiciou o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) sob suspeita de corrupção passiva e lavagem de dinheiro relacionados a repasses de R$ 4 milhões feitos pela Odebrecht ao Instituto Lula. O relatório final da PF foi assinado na última segunda-feira (23) pelo delegado Dante Pegoraro Lemos e faz parte de uma investigação aberta em 2015 para apurar o recebimento de valores de empreiteiras investigadas na Lava Jato pela Lils, a empresa de palestras de Lula. Atualmente, Lula é réu na primeira instância de Curitiba por outro caso que envolve o Instituto Lula, sob acusação de ter recebido propina da Odebrecht por meio da compra de terreno para a sede da entidade. O novo indiciamento foi feito em um processo relacionado a esse caso da compra, que ainda aguarda decisão do juiz Luiz Antônio Bonat. Após o indiciamento da Polícia Federal, os autos são encaminhados ao Ministério Público Federal, que decide se apresenta ou não uma denúncia à Justiça. Em Curitiba, Lula já foi condenado por corrupção passiva e lavagem de dinheiro nos casos do tríplex de Guarujá (SP) e do sítio de Atibaia (SP), em primeira e segunda instância -e, no caso do tríplex, também no STJ (Superior Tribunal de Justiça).



TRF-4 decide se anula condenação de Lula no caso do sítio de Atibaia

Foto: Reprodução

O Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4) decide nesta quarta-feira (27) se anula a condenação do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em primeira instância no caso do sítio de Atibaia (SP). O julgamento começou às 9h. Já falaram os advogados, e, às 11h10, o juiz João Pedro Gebran Neto iniciou seu voto. Outros dois magistrados votarão. Fora da cadeia desde o último dia 8, Lula já atingiu a marca de um sexto da pena cumprida na condenação do tríplex de Guarujá (SP), que garante que ele não voltará ao regime fechado nesse processo. Dessa forma, o caso do sítio pode ser decisivo para a liberdade do petista, já que há uma articulação no Congresso Nacional para a volta da prisão de condenados em segunda instância, derrubada pelo STF no último dia 7. Em fevereiro, a juíza Gabriela Hardt condenou Lula a 12 anos e 11 meses de prisão por ter aceito benfeitorias no sítio em troca de favorecimento a empreiteiras em contratos na Petrobras.



Na próxima terça-feira TSE julga ação que pede a cassação da chapa de Bolsonaro e Mourão

Foto: Reprodução l Evaristo Sá l AFP

Na terça-feira (26), o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) deve julgar  uma ação que pede a cassação da chapa de Jair Bolsonaro e do vice, Hamilton Mourão, por abuso eleitoral envolvendo a atuação de hackers no Facebook. Em 2018, um grupo criou o perfil “Mulheres Unidas contra Bolsonaro”, com críticas ao então presidenciável. Com um milhão de seguidores, ele acabou invadido por hackers e passou a elogiar o candidato. Até o nome foi mudado, para “Mulheres com Bolsonaro”. A ação diz que a invasão, além de criminosa, configurou abuso pois conturbou o pleito e contou com o apoio do candidato. O Ministério Público sugere que ela seja considerada improcedente pois, na opinião dos procuradores, não teve impacto eleitoral. No mesmo dia o TSE deve julgar a ação sobre a validade de assinaturas eletrônicas para a criação de um novo partido. Ela interessa diretamente a Bolsonaro, que está organizando uma legenda.