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Do banho de mar ao ar-condicionado: 7 erros mais comuns com o cabelo no verão

Foto: Reprodução l Freepik

O verão muda a rotina de milhões de pessoas e, com ela, a forma como o cabelo é tratado no dia a dia. Entre mergulhos no mar, horas de piscina, exposição ao sol e ambientes climatizados, pequenos descuidos acabam se acumulando. O resultado costuma surgir semanas depois: fios ressecados, opacos, quebradiços ou difíceis de controlar. Muitos desses problemas não vêm do excesso de atividades típicas da estação, mas de erros comuns que se repetem ano após ano. Por isso, trouxemos aqui alguns erros para e alguns cuidados com cabelo no verão importantes.

 

1. Não enxaguar o cabelo após o mar ou a piscina

Um dos deslizes mais frequentes do verão é deixar o cabelo secar naturalmente após o banho de mar ou piscina, sem enxágue. O sal da água do mar e o cloro da piscina permanecem nos fios, favorecendo o ressecamento e alterando a textura. Com o tempo, esse hábito pode intensificar a aspereza e contribuir para a quebra, especialmente nas pontas. Um simples enxágue com água doce já ajuda a reduzir esse impacto.

2. Exagerar na lavagem ou usar produtos inadequados

Com o calor intenso, muitas pessoas aumentam a frequência das lavagens sem observar se os produtos utilizados são apropriados. Lavar o cabelo várias vezes ao dia com shampoos de limpeza profunda pode retirar a oleosidade natural que protege os fios. No verão, o couro cabeludo tende a suar mais, mas isso não significa que o cabelo precise ser submetido a fórmulas agressivas constantemente.

3. Ignorar a proteção contra o sol

A exposição prolongada ao sol afeta diretamente a fibra capilar. Ainda assim, é comum que a proteção seja lembrada apenas para a pele. Deixar o cabelo descoberto por longos
períodos, sem barreiras físicas ou produtos específicos, contribui para o ressecamento, o
desbotamento da cor e a perda de brilho. Chapéus, bonés e cuidados específicos ajudam a reduzir esses efeitos, sobretudo em dias de praia ou piscina. 4. Dormir com o cabelo molhado Outro hábito comum durante o verão é dormir com o cabelo ainda úmido, seja após o banho noturno ou depois de um dia de lazer. A umidade prolongada pode favorecer o enfraquecimento dos fios e causar desconforto no couro cabeludo. Além disso, o atrito com o travesseiro tende a aumentar o frizz e os nós, tornando o cabelo mais difícil de pentear no dia seguinte.

5. Expor os fios ao ar-condicionado sem cuidado

Se o calor excessivo agride o cabelo, o frio constante do ar-condicionado também merece atenção. Ambientes climatizados reduzem a umidade do ar e contribuem para o ressecamento dos fios ao longo do dia. Quem passa muitas horas em locais fechados pode notar o cabelo mais áspero e sem movimento, especialmente quando não há reposição de hidratação na rotina.

6. Usar calor em excesso mesmo com altas temperaturas

Mesmo com o clima quente, secadores, chapinhas e modeladores continuam presentes no cotidiano de muita gente. O problema surge quando o uso desses aparelhos se soma aos efeitos do sol, do sal e do cloro. O calor excessivo fragiliza ainda mais os fios, aumentando o risco de quebra e pontas duplas, sobretudo em cabelos que já passaram por processos químicos.

7. Adiar cortes e cuidados básicos

Por fim, postergar o corte das pontas e os cuidados de manutenção é um erro recorrente. O verão costuma acelerar o desgaste do cabelo, e ignorar sinais como ressecamento extremo ou quebra pode agravar o problema. Ajustes simples ajudam a manter os fios mais saudáveis ao longo da estação. Com atenção a esses pontos, o verão pode ser aproveitado sem que o cabelo sofra consequências duradouras. Evitar erros comuns, adaptar hábitos e observar as necessidades dos fios são atitudes que fazem diferença não só durante a estação, mas também nos meses seguintes, quando os efeitos do calor tendem a aparecer com mais clareza.

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Home office e trabalho híbrido: como o mobiliário influencia a produtividade dentro de casa?

Foto: Reprodução l Freepik

A consolidação do home office e dos modelos híbridos transformou a casa em uma extensão permanente do ambiente profissional. O que antes era improvisado, hoje ganha contornos mais definidos, e o mobiliário assume um papel relevante na forma como as pessoas trabalham, produzem e administram o tempo longe dos escritórios tradicionais. Mesa, cadeira de escritório e soluções de organização deixaram de ser itens secundários para se tornarem parte da engrenagem diária do trabalho. Com jornadas que alternam reuniões virtuais, tarefas concentradas e pausas domésticas, o espaço físico passou a influenciar diretamente o rendimento. A adaptação do lar às novas rotinas trouxe à tona debates sobre ergonomia, funcionalidade e limites entre vida pessoal e profissional, todos atravessados pela escolha dos móveis.

Ergonomia deixa de ser detalhe e entra na pauta diária

Um dos primeiros pontos percebidos por quem migrou para o trabalho remoto foi o impacto da postura ao longo do dia. Cadeiras inadequadas, mesas fora de altura e apoios improvisados rapidamente se traduzem em desconforto físico, o que afeta a concentração e
a disposição para cumprir tarefas.

O mobiliário pensado para longos períodos de uso contribui para uma rotina mais estável. Ajustes simples, como altura adequada da mesa, apoio correto para os braços e
posicionamento do monitor, ajudam a reduzir tensões e favorecem o foco. Com o passar do tempo, essas escolhas influenciam não apenas o bem-estar, mas também a capacidade de manter o ritmo de trabalho sem interrupções frequentes.

Organização do espaço reflete na organização das tarefas

Além do conforto físico, o mobiliário interfere na maneira como o trabalho é organizado dentro de casa. Ambientes com móveis que oferecem espaço para armazenar documentos, equipamentos e materiais evitam a dispersão e o acúmulo de itens sobre a mesa. Em residências onde o espaço é compartilhado com outras atividades, como estudos, lazer ou tarefas domésticas, móveis multifuncionais ganham relevância. Mesas dobráveis, estantes compactas e gaveteiros móveis ajudam a delimitar o momento de trabalho, mesmo quando o ambiente não é exclusivo. Essa separação simbólica contribui para a concentração e facilita o encerramento da jornada ao final do dia.

Adaptação ao modelo híbrido exige flexibilidade

No trabalho híbrido, em que parte da semana é cumprida fora de casa, a flexibilidade do mobiliário se torna um fator importante. Diferentemente do home office integral, esse modelo exige soluções que se adaptem a diferentes frequências de uso. Móveis que permitem ajustes rápidos ou fácil reorganização do espaço ajudam o profissional a retomar a rotina com agilidade após períodos fora. A possibilidade de montar e desmontar o ambiente de trabalho sem grandes esforços evita que o espaço doméstico fique permanentemente tomado por itens profissionais, algo que pesa para quem busca equilíbrio entre as funções do lar.

Iluminação e disposição também influenciam o rendimento

Embora muitas vezes associada à decoração, a disposição dos móveis em relação à luz
natural e artificial interfere diretamente na produtividade. Mesas posicionadas próximas a
janelas, por exemplo, favorecem a iluminação durante o dia e reduzem o cansaço visual. O mobiliário adequado facilita esse aproveitamento, permitindo ajustar a posição de trabalho conforme a incidência de luz. À noite, a integração entre mesa e luminárias direcionadas ajuda a manter a clareza visual sem comprometer o conforto. Esses detalhes impactam a forma como o tempo é administrado ao longo da jornada.

Escolhas que refletem novos hábitos de trabalho

A ampliação do trabalho remoto também estimulou uma mudança de comportamento dos
consumidores, que passaram a observar o mobiliário não apenas pelo aspecto estético, mas pelo uso prático no dia a dia. O investimento em móveis adequados é visto como parte da adaptação ao novo formato de trabalho, e não mais como um gasto pontual. Para quem busca praticidade, é possível recorrer à compra de móveis e acessórios online, em lojas como a MadeiraMadeira, onde é possível comparar estilos e tamanhos antes da escolha.

Casa e trabalho cada vez mais conectados

À medida que o home office e o trabalho híbrido se consolidam, o debate sobre o papel do mobiliário tende a ganhar mais espaço. A casa deixa de ser apenas local de descanso e passa a abrigar múltiplas funções, exigindo soluções que conciliem conforto, organização e praticidade. Nesse contexto, a escolha dos móveis se mostra decisiva para quem busca manter a produtividade sem perder a identidade do lar. Mais do que tendência passageira, essa integração entre espaço doméstico e trabalho aponta para um novo modo de viver e produzir, em que cada detalhe do ambiente conta.

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Bahia amplia presença nas classes A, B e C entre 2022 e 2024, aponta FGV

Foto: Reprodução l Carlos Augusto l IA

A Bahia registrou um avanço expressivo no perfil de renda da população entre 2022 e 2024. Levantamento da Fundação Getulio Vargas (FGV) indica que 65,34% dos baianos passaram a integrar as classes A, B e C, um crescimento de 14,76 pontos percentuais em relação ao índice anterior, que era de 50,58%. De acordo com a metodologia do estudo, a classe A reúne famílias com renda acima de 20 salários mínimos; a classe B, aquelas com rendimento entre 10 e 20 salários mínimos; e a classe C, famílias com renda mensal entre 4 e 10 salários mínimos. O resultado coloca o estado em linha com uma tendência nacional de melhora nos indicadores de renda. No cenário brasileiro, a FGV identificou que 17,4 milhões de pessoas saíram da pobreza no mesmo período, o que elevou em 8,44 pontos percentuais a participação da população nas faixas de maior renda. Segundo a pesquisa, o desempenho foi impulsionado principalmente pelo aumento da renda do trabalho e pela atuação combinada de políticas públicas. Entre os fatores apontados estão programas de transferência e proteção social, como o Bolsa Família e o Benefício de Prestação Continuada (BPC), além de iniciativas voltadas à ampliação do acesso à educação, ao crédito e ao mercado de trabalho. Esses elementos, segundo o levantamento, contribuíram para a redução da vulnerabilidade social e para a mobilidade econômica de milhões de brasileiros. Para o ministro do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome, Wellington Dias, os dados refletem a efetividade das ações direcionadas à população de baixa renda. De acordo com ele, uma parcela significativa das pessoas que antes dependia de programas sociais hoje integra a classe média, evidenciando que as políticas públicas não se limitam à transferência de renda. “O foco é criar oportunidades reais de ascensão social, por meio da educação, da inserção no mercado de trabalho e do incentivo ao empreendedorismo”, destacou o ministro. A avaliação do governo é que a combinação dessas estratégias tem sido determinante para a melhoria do padrão de vida e para a redução das desigualdades no país.



Arrecadação federal bate recorde de R$ 2,89 trilhões em 2025

Foto: Luciano Santos l 97NEWS

A arrecadação da União com impostos e outras receitas teve recorde em 2025, alcançando R$ 2,89 bilhões, segundo dados divulgados nesta quinta-feira (22) pela Receita Federal, junto aos resultados do mês de dezembro. Em comparação com 2024, houve aumento anual real de 3,75%, ou seja, considerada a inflação em valores corrigidos pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). Também é o melhor desempenho arrecadatório para os meses de dezembro. No último mês de 2025, a arrecadação alcançou R$ 292,72 bilhões, representando um acréscimo, corrigido pelo IPCA, de 7,46%. Os valores se referem a tributos federais, como Imposto de Renda (IR) de pessoas físicas e empresas, receita previdenciária, Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), Imposto sobre Operações Financeiras (IOF), Programa de Integração Social/Contribuição para Financiamento da Seguridade Social (PIS/Cofins), entre outros.



Anvisa determina recolhimento de chocolate Laka por erro na embalagem

Foto: Reprodução

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou o recolhimento de um lote do chocolate Laka, fabricado pela Mondelez. A decisão foi publicada no Diário Oficial da União nesta quinta-feira (22). De acordo com a agência, o lote CC28525493 apresenta erro na embalagem. Durante o processo de fabricação, o produto foi rotulado como chocolate branco Laka, mas, na verdade, continha chocolate na versão com biscoito. O equívoco representa um risco à saúde de consumidores, especialmente pessoas com alergias ou intolerâncias alimentares, já que a embalagem do chocolate branco não informa a presença de glúten, ingrediente existente na versão com biscoito. A Anvisa informou que a medida foi adotada após um comunicado de recolhimento voluntário feito pela própria Mondelez, responsável pela produção do chocolate. A agência orienta que consumidores que tenham adquirido o lote citado não consumam o produto e entrem em contato com o fabricante para mais informações.



Piso do magistério tem reajuste de 5,4% e vai a R$ 5,1 mil em 2026

Foto: Divulgação

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva assinou nesta quarta-feira (21) a Medida Provisória (MP) que atualiza o cálculo do piso salarial nacional para os profissionais do magistério público da educação básica. Para este ano, o valor será reajustado em 5,4%, passando de R$ 4.867,77 para R$ 5.130,63, válido para a rede pública de todo o país, com jornada de 40 horas semanais. O percentual representa um ganho real de 1,5% acima da inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) de 2025, que foi de 3,9%. O piso salarial é o valor mínimo que professores devem ganhar no Brasil. A legislação determina a recomposição anual do valor. A norma define que o piso será atualizado a partir da soma do INPC do ano anterior e de 50% da média da variação percentual da receita real, com base no INPC, relativa à contribuição de estados, Distrito Federal e municípios ao Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb), realizada nos cinco anos anteriores ao ano da atualização. A lei também determina que o percentual estabelecido nunca poderá ser inferior à inflação do ano anterior, medida pelo INPC. No ano passado, seguindo a mesma regra, o reajuste foi de 6,27%.  As remunerações dos profissionais da educação básica são pagas por prefeituras e estados a partir de recursos do Fundeb, bem como de complementações da União. Por ser uma MP, a medida tem validade imediata, mas precisará ser confirmada pelo Congresso Nacional.



Orelhões serão extintos no país até o fim de 2028

Foto: Luciano Santos l 97NEWS

Quem se lembra dos “orelhões”, aqueles telefones de uso público que ficavam espalhados pelas ruas? Pois é, esses aparelhos, que há alguns anos eram indispensáveis no dia a dia da população, serão extintos até o fim de 2028. A rede, que já teve mais de 1,5 milhão de orelhões e que era mantida por concessionárias de telefonia fixa, atualmente, conta com apenas 30 mil. Segundo a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), cerca de nove mil orelhões continuarão funcionando em cidades onde não há, pelo menos, o sinal 4G para a rede móvel. Segundo a Anatel, a população pode continuar utilizando, de forma gratuita, os orelhões que ainda funcionam até o fim de 2028. Os orelhões foram lançados no Brasil em 1972. O desenho deles é de autoria da arquiteta Chu Ming Silveira, chinesa radicada no país. Os contratos que incluíam a manutenção dos orelhões foram firmados em 1998 e terminaram no fim de dezembro de 2025. A solicitação de retirada dos aparelhos que não são mais obrigatórios pode ser feita diretamente com as operadoras ou, caso a tentativa falhe, por meio da central de atendimento da Anatel, 1331, ou no portal da agência.



Fluxo de caixa empresarial: como a antecipação de recebíveis ajuda o negócio a crescer?

Foto: Reprodução l Freepik

Manter o fluxo de caixa equilibrado é um dos principais desafios das empresas que atuam no mercado B2B (business to business), sobretudo aquelas que trabalham com prazos de pagamento estendidos. Mesmo com contratos firmados e faturamento previsto, o intervalo entre a emissão da nota fiscal e o recebimento efetivo pode gerar pressão sobre a gestão financeira. Nesse contexto, a antecipação de recebíveis surge como uma alternativa para reduzir esse intervalo e dar mais previsibilidade ao caixa.

Na prática, a antecipação permite que valores que só seriam recebidos em 60, 90 ou até 120 dias, como notas fiscais emitidas por fornecedores a empresas compradoras, sejam convertidos em recursos disponíveis no mesmo dia. O modelo costuma ser viabilizado a partir de um programa estruturado pela empresa compradora, que mantém seus prazos de pagamento, enquanto oferece aos fornecedores a possibilidade de antecipar o recebimento junto a instituições financeiras.

Ao acessar esse capital de forma antecipada, o fornecedor ganha fôlego para honrar compromissos, planejar investimentos e manter a operação em ritmo estável, sem depender exclusivamente dos prazos negociados com o cliente final.

Previsibilidade para lidar com despesas recorrentes

Um dos principais impactos da antecipação de recebíveis está na previsibilidade do fluxo de caixa do fornecedor. Ao antecipar valores já faturados e reconhecidos em nota fiscal, a empresa consegue alinhar melhor as entradas e saídas de recursos, reduzindo desequilíbrios típicos de operações com vendas a prazo.

Esse alinhamento facilita o pagamento de despesas recorrentes, como salários, tributos, custos operacionais e compras de insumos, que não acompanham, necessariamente, os prazos de recebimento definidos pela empresa compradora. Com mais controle sobre o curto prazo, o gestor reduz a necessidade de soluções emergenciais e passa a operar com uma rotina financeira mais organizada.

Relação equilibrada entre empresa compradora e fornecedor

Do ponto de vista da empresa compradora, a antecipação de recebíveis também cumpre um papel estratégico. Ao estruturar um programa que permita aos fornecedores antecipar suas notas fiscais, a companhia consegue manter políticas de pagamento com prazos mais longos sem comprometer a saúde financeira da cadeia de fornecimento.

Esse equilíbrio contribui para relações comerciais mais estáveis, reduz riscos operacionais e aumenta a previsibilidade na entrega de produtos e serviços. Para o fornecedor, a possibilidade de escolher quando antecipar o recebimento adiciona flexibilidade financeira sem exigir renegociação contratual.

Apoio ao crescimento e à expansão do negócio

A antecipação de recebíveis também tem sido utilizada como instrumento de apoio ao crescimento dos fornecedores. Em muitos casos, oportunidades de expansão exigem capital imediato, seja para assumir novos contratos, ampliar a capacidade produtiva ou investir em estrutura.

Ao antecipar valores já vendidos e reconhecidos, a empresa utiliza recursos que fazem parte do seu próprio faturamento futuro. Essa abordagem permite aproveitar oportunidades com mais agilidade, sem recorrer a empréstimos tradicionais ou comprometer o planejamento financeiro de longo prazo.

Redução da dependência de crédito bancário

Outro benefício observado nesse modelo é a redução da dependência de linhas de crédito. Em vez de buscar empréstimos para cobrir lacunas temporárias no caixa, o fornecedor acessa valores que já tem a receber, ajustando apenas o momento do recebimento.

Como a operação está vinculada a notas fiscais emitidas para empresas com boa reputação financeira, o custo tende a ser mais competitivo do que as modalidades de crédito. Além disso, o gestor passa a trabalhar com receitas já contratadas, o que facilita o controle financeiro e a projeção dos próximos meses.

Uso estratégico exige planejamento

Muitas empresas utilizam a antecipação de recebíveis de forma estratégica, em momentos específicos de necessidade ou oportunidade. Analisar prazos, custos e o volume de valores a antecipar faz parte da gestão. Quando integrada a um planejamento financeiro estruturado, a antecipação contribui para a organização do caixa, sem criar dependência no médio e longo prazo.

O uso da antecipação de recebíveis reflete uma mudança na forma como as empresas administram o tempo do dinheiro. Ao reduzir a distância entre a prestação do serviço e o recebimento, o negócio ganha mais autonomia para cumprir obrigações, planejar investimentos e sustentar o crescimento.

Mais do que uma solução pontual, a antecipação pode atuar como apoio à gestão financeira quando aplicada com critério. Ao alinhar entradas de recursos às necessidades da operação, fornecedores e empresas compradoras fortalecem uma relação mais equilibrada, previsível e sustentável ao longo do tempo.

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Venda de motocicletas em 2025 é a maior dos últimos 22 anos

Foto: Luciano Santos l 97NEWS

A venda de motocicletas no país em 2025 foi a maior registrada desde 2003. Foram comercializadas 2.197.851 unidades no ano passado, uma alta de 17,1% em relação a 2024 (1.876.427 unidades). O segundo ano com mais vendas foi 2011 (1.940.543 unidades) e o terceiro, 2008 (1.925.558 unidades). Os dados, divulgados nesta quinta-feira (15), são da Associação Brasileira dos Fabricantes de Motocicletas, Ciclomotores, Motonetas, Bicicletas e Similares (Abraciclo). “O desempenho do setor reflete a demanda aquecida por veículos de duas rodas, impulsionada principalmente pela mobilidade urbana e pelo uso profissional”, destaca o presidente da entidade, Marcos Bento. No ano passado, 1.980.538 motocicletas foram produzidas nas linhas de montagem das fabricantes instaladas em Manaus, volume 13,3% superior ao registrado em 2024. Esse foi o melhor desempenho do setor desde 2011 e o terceiro maior da história da indústria motociclística nacional, desde 2003. As exportações encerraram 2025 com 43.117 motocicletas embarcadas, volume 39,1% superior ao registrado no ano anterior. A Abraciclo estima que a produção em 2026 deverá ser de aproximadamente 2.070.000 motocicletas, volume 4,5% superior às 1.980.538 unidades fabricadas em 2025. A previsão da entidade é que sejam vendidas no país, neste ano, 2.300.000 motocicletas, um avanço de 4,6% em relação às 2.197.851 unidades comercializadas no ano passado. As exportações, segundo a Abraciclo, também devem apresentar elevação. A entidade estima que 45.000 motocicletas sejam destinadas ao mercado externo em 2026, crescimento de 4,4% na comparação com 2025. “As projeções indicam o crescimento consolidado do segmento no Brasil e reforçam o papel estratégico do Polo Industrial de Manaus, o maior polo de produção de duas rodas fora do eixo asiático”, afirma o presidente da Abraciclo.



Mais de 323,4 mil motoristas de todo o Brasil já tiveram CNH renovada automaticamente

Foto: Luciano Santos l 97NEWS

Os motoristas que dirigem de forma responsável já começaram a ser beneficiados pelo bom comportamento no trânsito. Desde a implementação da Medida Provisória do Bom Condutor, 323.459 condutores já tiveram a Carteira Nacional de Habilitação (CNH) renovada automaticamente em todo o país. Além da desburocratização, a renovação automática da CNH representa um alívio no bolso da população. A soma do valor economizado por essas renovações chega a R$226 milhões, recursos que antes eram destinados a taxas, exames e procedimentos administrativos. Entre os condutores beneficiados, a maioria pertence à categoria B, destinada a carros (52%), seguida pela AB, que inclui carros e motocicletas (45%), e pela A, exclusiva para motos (3%). A distribuição regional mostra que o alcance da política é nacional, com maior concentração de renovações no Sudeste. São Paulo lidera o ranking nacional, com 86.770 CNHs renovadas, seguido por Minas Gerais (35.771), Rio de Janeiro (29.343) e Espírito Santo (7.825). No Nordeste, mais de 64 mil condutores foram contemplados. A Bahia aparece à frente, com 15.226 renovações, seguida por Pernambuco (12.927) e Ceará (11.798). Estados como Rio Grande do Norte, Maranhão, Alagoas, Paraíba, Sergipe e Piauí também registraram adesão significativa ao programa. A região Sul soma mais de 53 mil renovações, com Paraná (22.119), Rio Grande do Sul (18.239) e Santa Catarina (13.230). No Centro-Oeste, foram registradas 26.929 renovações automáticas, com destaque para Goiás (12.213) e o Distrito Federal (7.206).Já no Norte, o total chega a 18.257 renovações, lideradas pelo Pará (6.510) e pelo Amazonas (3.768). No grupo dos condutores profissionais, predominam as categorias AD, que incluem motocicletas e ônibus ou micro-ônibus, com 44% dos beneficiados. Em seguida aparecem as categorias D (20%) e AE (18%). As categorias E, voltada a veículos pesados, e AC, que inclui motos e caminhões, representam 7% do total.



Caixa limita saques em caixas eletrônicos à noite por segurança

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Clientes da Caixa Econômica Federal devem ficar atentos ao planejar retiradas de dinheiro em espécie. Seguindo diretrizes de segurança da Febraban para combater fraudes e assaltos, o banco aplica uma redução drástica nos valores permitidos durante a madrugada. Enquanto no período diurno o teto chega a R$ 2.000, o limite despenca para apenas R$ 300 entre 22h e 6h. Essa trava de segurança é automática e afeta inclusive usuários que possuem limites elevados em suas contas. A medida visa proteger o patrimônio do correntista em horários de maior vulnerabilidade, limitando a exposição financeira em terminais de autoatendimento e na Rede Banco24Horas. 

Confira os limites por horário nos caixas eletrônicos:

Das 06h00 às 22h00: saques de até R$ 2.000;

Das 22h01 às 05h59: limite reduzido para até R$ 300.

Variações por canais e tipos de conta

A flexibilidade para sacar dinheiro também muda conforme o local escolhido e a modalidade da conta. Confira as principais regras: 

Casas lotéricas: Oferecem maior liberdade, com saques entre R$ 5 e R$ 5.000 para contas correntes e poupança.

Caixa Tem: A poupança social digital permite retiradas por operação entre R$ 20 e R$ 1.200.

Terminais de autoatendimento: Geralmente limitados a três operações diárias, com valores por retirada entre R$ 500 e R$ 1.500 durante o dia.

Finais de semana e feriados: Os limites permanecem idênticos aos dos dias úteis, respeitando sempre a janela de segurança noturna. Para quem precisa de valores maiores diretamente na boca do caixa, o atendimento presencial também respeita a queda para R$ 300 no período das 23h às 5h. A recomendação é que o cliente antecipe transações de maior volume para o período comercial. Caso a necessidade surja à noite, o uso de meios digitais, como o PIX e cartões de débito, continua sendo a alternativa sem as mesmas restrições impostas ao dinheiro físico.



Seguro-desemprego tem reajuste de 3,9% e eleva valor máximo para R$ 2.518,65

Foto: Luciano Santos l 97NEWS

Os trabalhadores demitidos sem justa causa passaram a receber valores maiores do seguro-desemprego a partir desta segunda-feira (12). O reajuste foi aplicado após a atualização da tabela de cálculo do benefício, corrigida em 3,9% com base no Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) de 2024. A mudança vale tanto para novos pedidos quanto para quem já está recebendo o benefício. Com a atualização, o valor máximo do seguro-desemprego subiu de R$ 2.424,11 para R$ 2.518,65. Já o valor mínimo acompanhou o aumento do salário mínimo nacional e passou de R$ 1.518 para R$ 1.621. O seguro-desemprego é calculado com base na média dos três últimos salários recebidos pelo trabalhador antes da demissão. A nova tabela estabelece três faixas de pagamento. Para quem teve média salarial de até R$ 2.222,17, o valor da parcela corresponde a 80% da média salarial, respeitado o piso do salário mínimo. Já os trabalhadores com salários entre R$ 2.222,18 e R$ 3.703,99 recebem 50% do valor que exceder R$ 2.222,17, acrescido de R$ 1.777,74. Aqueles que ganhavam acima de R$ 3.703,99 passam a receber uma parcela fixa de R$ 2.518,65, que corresponde ao teto do benefício. O seguro-desemprego é pago em três a cinco parcelas, de acordo com o tempo de trabalho e o número de solicitações anteriores do benefício. Para ter direito, o trabalhador precisa estar desempregado, não possuir outra fonte de renda ou vínculo formal de trabalho e cumprir o tempo mínimo de atividade exigido por lei. O pedido do benefício deve ser feito entre o 7º e o 120º dia após a demissão, exclusivamente pelos canais oficiais do governo, como o Portal Emprega Brasil.



Anvisa aprova medicamento injetável para prevenir o HIV

Foto: Reprodução

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou, nesta segunda-feira (12), uma nova indicação para o medicamento Sunlenca (lenacapavir), que passa a ser autorizado para uso como profilaxia pré-exposição (PrEP) na prevenção da infecção pelo HIV-1 por via sexual. A medida representa um avanço relevante nas estratégias de enfrentamento ao vírus no país. A autorização contempla adultos e adolescentes a partir de 12 anos, com peso mínimo de 35 quilos, desde que apresentem teste negativo para HIV-1 antes do início do tratamento. O Sunlenca é considerado um antirretroviral inovador por conter o lenacapavir, um fármaco de primeira classe que atua diretamente no capsídeo do HIV-1, bloqueando diferentes etapas do ciclo viral e impedindo a replicação do vírus ao comprometer a transcrição reversa. O medicamento é disponibilizado em duas apresentações: uma injeção subcutânea de longa duração, aplicada a cada seis meses, e comprimidos orais utilizados na fase inicial do tratamento. A posologia semestral é apontada como um diferencial importante, especialmente por favorecer a adesão e a continuidade do uso. A PrEP é uma das principais ferramentas de prevenção do HIV e consiste no uso de antirretrovirais por pessoas que não vivem com o vírus, mas que estão em maior risco de infecção. A estratégia integra a chamada prevenção combinada, que inclui ainda testagem regular para HIV, uso de preservativos, tratamento antirretroviral (TARV), profilaxia pós-exposição (PEP) e cuidados específicos para gestantes soropositivas. Em julho de 2025, a Organização Mundial da Saúde (OMS) passou a recomendar o lenacapavir como uma opção adicional de PrEP, classificando-o como a melhor alternativa disponível após uma vacina. A decisão foi baseada em resultados expressivos de estudos clínicos internacionais. No estudo PURPOSE 1, o medicamento demonstrou redução de 100% na incidência do HIV-1 entre mulheres cisgênero. Já o estudo PURPOSE 2 apontou 96% de eficácia em relação à incidência basal do vírus, além de desempenho 89% superior quando comparado à PrEP oral diária. Os dados também indicaram boa adesão e persistência ao regime semestral. Apesar da aprovação regulatória pela Anvisa, o Sunlenca ainda depende da definição do preço máximo pela Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (CMED). A possível incorporação do fármaco ao Sistema Único de Saúde (SUS) será avaliada pela Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no SUS (Conitec) e pelo Ministério da Saúde.



Homem causa prejuízo após ser demitido e danifica veículos de empresa em Campinas

Foto: Reprodução l Rede Social

Um homem de 34 anos provocou uma série de danos em uma empresa de telecomunicações na última quinta-feira (8), em Campinas, no interior de São Paulo, após ser informado de sua demissão. Segundo a Polícia Civil, o prejuízo incluiu a destruição de veículos e de parte da estrutura do local. Imagens gravadas por funcionários mostram o momento em que o ex-colaborador utiliza um dos carros da empresa para colidir propositalmente contra outros veículos estacionados no pátio, além de derrubar o portão principal. Ao todo, dez automóveis foram danificados — nove caminhonetes e um carro. Um notebook corporativo também foi quebrado durante a ação. Em depoimento, o homem afirmou que agiu por desespero. Ele relatou que havia sido orientado pela empresa a ir a um posto de combustíveis para pagar o abastecimento, já que o cartão utilizado para esse fim apresentou problemas. Após o pagamento, recebeu uma ligação solicitando seu retorno à empresa para receber a relação de clientes que atenderia ao longo do dia. No entanto, ao chegar ao local, foi informado de sua demissão. O ex-funcionário declarou ainda que não recebeu atendimento adequado da gerente de recursos humanos, que teria se recusado a dialogar, e que foi avisado de que a empresa não ofereceria auxílio para seu retorno a São Paulo, cidade onde reside. Ainda segundo o depoimento, a preocupação com o sustento dos filhos menores teria motivado a reação impulsiva. O representante da empresa informou à polícia que tentou conversar com o ex-funcionário para conter a situação, mas não obteve êxito, sendo necessário acionar a Polícia Militar. O homem permaneceu no local até a chegada das autoridades. O caso foi registrado como crime de dano no 7º Distrito Policial de Campinas.



CNH do Brasil: Quase 2 milhões de brasileiros já iniciaram o processo de habilitação pelo aplicativo

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A procura pela Carteira Nacional de Habilitação (CNH) alcança números expressivos em todo o País. Desde o lançamento do novo modelo, quase 2 milhões de brasileiros iniciaram o processo de habilitação por meio do aplicativo CNH do Brasil. Conforme dados da Secretaria Nacional de Trânsito (Senatran), até a quinta-feira (1°), foram feitos mais de 1,8 milhão de requerimentos para carteira nacional de habilitação. O número supera o modelo tradicional: no mesmo período, foram feitas 57 mil solicitações diretamente nos Departamentos Estaduais de Trânsito (Detrans). No novo modelo, o pedido de abertura de requerimento é o primeiro passo para a obtenção da CNH. São Paulo lidera o ranking de solicitações, com mais de 320 mil pedidos, seguido por Minas Gerais, com 193.144, e Rio de Janeiro, com 168.468 pedidos.



Mulher registra ocorrência após ter foto adulterada por IA e usada em montagens pornográficas no X

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Uma mulher registrou boletim de ocorrência na Polícia Civil do Rio de Janeiro após ter uma foto pessoal manipulada de forma ofensiva com o uso de inteligência artificial. Julie Yukari denunciou o uso indevido de sua imagem depois que usuários passaram a alterar uma fotografia publicada por ela na rede social X, por meio do Grok, ferramenta de IA vinculada à plataforma. Segundo o relato, Julie havia compartilhado uma foto comum ao lado de seu gato. No entanto, ao acordar no dia seguinte, percebeu que a imagem havia viralizado, acumulando milhares de curtidas. Ao investigar o motivo da repercussão, descobriu que usuários estavam utilizando a inteligência artificial para criar montagens em que ela aparecia sem roupas e em posições de cunho sexual. “Não imaginava que usariam a foto para me colocar em poses e roupas sexuais, como se eu fosse um brinquedo pornográfico”, afirmou Julie, demonstrando indignação com a situação. O caso foi registrado na 10ª Delegacia de Polícia (Botafogo), na zona sul da capital fluminense. Apesar da denúncia, Julie ressaltou que não atribui culpa direta à tecnologia. Para ela, a inteligência artificial apenas executa comandos fornecidos por pessoas. Ainda assim, destacou a necessidade de limites e responsabilidade no uso dessas ferramentas. “É preciso ter cuidado com o que é gerado por essa tecnologia”, pontuou. A vítima defende que os usuários que utilizam recursos de IA de forma criminosa sejam responsabilizados. Além disso, levantou o debate sobre o papel das próprias tecnologias no enfrentamento desse tipo de crime. Julie questiona se a inteligência artificial também poderia ser usada para auxiliar vítimas na identificação e no combate aos agressores. O caso reacende discussões sobre o uso ético da inteligência artificial, a proteção da imagem e a responsabilização criminal em situações envolvendo manipulação digital e violência de gênero no ambiente virtual.



Gás de cozinha deve ficar cerca de R$ 5 mais caro na Bahia a partir deste mês

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O preço do botijão de gás de 13 quilos deve sofrer um aumento médio de aproximadamente R$ 5 em todo o estado da Bahia. A informação foi confirmada pelo presidente do Sindicato dos Revendedores de Gás do Estado (Sinrevgas), Robério Souza, e já preocupa consumidores, especialmente famílias de baixa renda. De acordo com o sindicato, o reajuste é resultado da combinação de fatores tributários, custos de suprimento e despesas operacionais do setor. Um dos principais impactos vem do aumento do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) sobre o Gás Liquefeito de Petróleo (GLP). A elevação foi definida pelo Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz), vinculado ao Ministério da Fazenda, que reajustou a alíquota de R$ 1,39 para R$ 1,47 por quilo. Com isso, o acréscimo por botijão chega a R$ 1,04. Outro fator determinante é o reajuste no preço do gás fornecido pela Acelen, empresa responsável pela Refinaria de Mataripe. Segundo o Sinrevgas, houve aumento de R$ 1,00 no valor praticado pela refinaria, além de um repasse adicional de R$ 0,40 por parte das distribuidoras. Juntos, esses reajustes representam um acréscimo de R$ 1,40 nos custos de suprimento para os revendedores. Somados, os aumentos relacionados a tributos e fornecimento totalizam R$ 2,44. A esse valor, ainda se acrescentam os impactos do reajuste salarial dos trabalhadores do setor, o que eleva o repasse final ao consumidor para cerca de R$ 5. Atualmente, o botijão de 13 kg é comercializado na Bahia por valores que variam entre R$ 130,00 e R$ 165,00, dependendo da localidade e do ponto de venda. Com o novo reajuste, a tendência é de que os preços se aproximem do teto dessa faixa ou até o ultrapassem em algumas regiões. O aumento ocorre em um momento de maior pressão sobre o orçamento das famílias. A partir do dia 1º, também entrou em vigor o novo valor do salário mínimo, que passou de R$ 1.518 para R$ 1.621, conforme publicado no Diário Oficial da União. Apesar do reajuste, especialistas alertam que a alta em itens essenciais, como o gás de cozinha, pode reduzir o poder de compra da população.



Correios anunciam plano de recuperação com fechamento de mil agências e corte de 15 mil empregos até 2027

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Os Correios divulgaram no dia 29 de dezembro um plano de recuperação financeira que prevê medidas drásticas para reequilibrar as contas da estatal. Entre as principais ações anunciadas estão o fechamento de cerca de mil agências em todo o país e a demissão de aproximadamente 15 mil funcionários até 2027. Segundo a direção da empresa, o pacote tem como objetivo reduzir custos operacionais e modernizar a estrutura da estatal, que enfrenta prejuízos acumulados. Apenas em 2025, até o mês de setembro, o déficit já soma R$ 6 bilhões, o que, de acordo com a administração, tornou inevitável a adoção de ajustes profundos. O plano também contempla a revisão de contratos, ampliação de investimentos em tecnologia e a busca por novas parcerias estratégicas, com foco na expansão de serviços digitais. A expectativa é que essas medidas permitam aos Correios recuperar a sustentabilidade financeira e manter a competitividade no mercado de logística e comunicação. As mudanças, no entanto, devem gerar impacto direto sobre trabalhadores e comunidades que dependem das agências físicas, especialmente em municípios de menor porte. Entidades sindicais já se posicionaram contra o plano, argumentando que a redução da estrutura pode comprometer o acesso da população a serviços essenciais e provocar desemprego em larga escala. O Governo Federal, acionista controlador da estatal, acompanha o processo e sustenta que as medidas são necessárias para garantir a sobrevivência e a continuidade dos Correios nos próximos anos.



Desemprego no Brasil cai a 5,2% e atinge menor nível da série histórica

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A taxa de desocupação no Brasil recuou para 5,2% no trimestre encerrado em novembro de 2025, alcançando o menor patamar desde o início da série histórica da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua), iniciada em 2012. Os dados confirmam a trajetória de queda observada ao longo do ano, com sucessivos recordes negativos desde o trimestre encerrado em junho. De acordo com a pesquisa, o contingente de pessoas em busca de trabalho somou 5,644 milhões no período analisado, o menor número de desocupados já registrado pelo levantamento do IBGE. O resultado contrasta fortemente com o cenário observado durante o auge da pandemia de Covid-19, quando, no trimestre encerrado em março de 2021, o país contabilizou 14,979 milhões de pessoas sem ocupação — o maior volume da série. A redução do desemprego veio acompanhada de um novo recorde no total de pessoas ocupadas. Ao todo, 103,0 milhões de brasileiros estavam trabalhando no trimestre encerrado em novembro, o maior número já apurado pela PNAD Contínua. Com esse desempenho, o nível de ocupação — indicador que mede a proporção de pessoas com 14 anos ou mais que estão inseridas no mercado de trabalho — alcançou 59,0%, também o maior percentual desde o início da série histórica. Os números reforçam o aquecimento do mercado de trabalho brasileiro em 2025, marcado pela ampliação do emprego e pela redução consistente do desemprego ao longo do ano.



Combustíveis ficam mais caros em 2026 com novo aumento do ICMS

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Os brasileiros iniciam 2026 enfrentando alta nos preços dos combustíveis em razão do reajuste do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS). O aumento do tributo estadual, que incide sobre gasolina, diesel e gás de cozinha, passou a valer nesta quinta-feira (1º) em todo o país. A elevação foi definida pelo Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz) em setembro do ano passado e representa o segundo reajuste consecutivo do imposto. Em fevereiro de 2025, os combustíveis já haviam sofrido aumento da carga tributária.

Com a mudança, os novos valores do ICMS são os seguintes:

  • Gasolina: acréscimo de R$ 0,10 por litro, passando para R$ 1,57;

  • Diesel: aumento de R$ 0,05 por litro, chegando a R$ 1,17;

  • Gás de cozinha: reajuste de R$ 1,05 por botijão.

De acordo com o Comitê Nacional de Secretários de Fazenda, Finanças, Receita ou Tributação dos Estados e do Distrito Federal (Comsefaz), o reajuste considera os preços médios mensais dos combustíveis divulgados pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). A base de cálculo leva em conta a comparação entre os valores registrados no período de fevereiro a agosto de 2025 com o mesmo intervalo de 2024. A expectativa é de que o aumento do imposto tenha impacto direto no bolso do consumidor e pressione os custos do transporte e da cadeia produtiva, podendo refletir também nos preços de produtos e serviços ao longo dos próximos meses.