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PIX é o meio de pagamento mais utilizado por 80% dos consumidores



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PIX é o meio de pagamento mais utilizado por 80% dos consumidores

Foto: Luciano Santos l 97NEWS

Uma nova pesquisa realizada pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e pelo SPC Brasil, em parceria com a Offerwise revela um cenário de transformação acelerada no sistema de pagamento nacional. O estudo, que mapeia o comportamento de internautas nas 27 capitais brasileiras, aponta que o país vive a era da “Agilidade com Medo”: uma transição digital de alta velocidade impulsionada pelo PIX, mas que ainda mantém um pé no conservadorismo por necessidade de segurança financeira. O PIX consolidou-se como o protagonista absoluto do mercado, sendo utilizado por 80% dos consumidores como principal meio de pagamento no dia a dia. Sua ascensão é marcada por um crescimento expressivo em todos os canais de consumo. Quando avaliado os meios de pagamento mais utilizados por canais de compra, nas lojas físicas o PIX é utilizado principalmente por 41% dos consumidores, um aumento de 8 pontos percentuais em relação a 2025. Nas lojas online o uso do PIX é ainda maior, sendo prioridade para 55% dos entrevistados, com um aumento também de 8 pontos percentuais em relação ao ano passado. Nas contas de consumo como água, luz, telefone e internet vemos a maior predominância do PIX, sendo utilizado por 66% dos consumidores, um crescimento de 14% comparado com 2025. A rapidez e praticidade são os maiores atrativos para o uso (69%), mas o ecossistema já evolui para funções mais complexas, como o PIX Parcelado, já utilizado por 38% dos usuários, e o agendamento de contas (36%), desafiando diretamente o território tradicional do cartão de crédito.



Governo federal zera PIS/Cofins do diesel para conter alta dos combustíveis

Foto: Luciano Santos l 97NEWS

O Governo Federal anunciou nesta quinta-feira (12) um conjunto de medidas para reduzir os impactos da alta internacional do petróleo sobre o preço do óleo diesel no Brasil. As ações incluem a edição de uma Medida Provisória e três decretos assinados pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, além do reforço na fiscalização do setor para combater possíveis práticas abusivas na formação de preços. As decisões foram adotadas em meio ao cenário de forte instabilidade no mercado global de petróleo, agravado pelo conflito envolvendo Estados Unidos, Israel e Irã, além das tensões na região do Estreito de Ormuz — rota por onde passa cerca de um quinto de todo o petróleo consumido no mundo. Entre as principais medidas está a decisão de zerar as alíquotas de PIS e Cofins que incidem sobre o diesel. Na prática, a iniciativa elimina os dois únicos tributos federais atualmente cobrados sobre o combustível, o que deve gerar uma redução aproximada de R$ 0,32 por litro. Segundo o governo, o objetivo é diminuir a pressão sobre um insumo considerado essencial para o transporte de cargas, a produção agropecuária e o abastecimento das cidades. O presidente também destacou que o governo está realizando um esforço econômico para proteger a população dos reflexos da instabilidade internacional. “Estamos fazendo um sacrifício enorme, uma engenharia econômica, para evitar que os efeitos da irresponsabilidade das guerras cheguem ao povo brasileiro”, concluiu. As medidas fazem parte de uma estratégia emergencial para tentar estabilizar o preço do combustível no país e reduzir os impactos sobre o transporte, a inflação e o custo dos alimentos.



Câmara discute mudanças na CNH e avalia reduzir a idade mínima para dirigir para 16 anos

Foto: Luciano Santos l 97NEWS

A Câmara dos Deputados instalou uma comissão especial para reavaliar as regras de obtenção da Carteira Nacional de Habilitação (CNH). Entre os temas em discussão está a possibilidade de reduzir a idade mínima para dirigir no Brasil de 18 para 16 anos. A iniciativa ocorre após mudanças recentes nas normas para formação de condutores, que reduziram a carga mínima de aulas práticas de 20 para duas horas e criaram a figura do instrutor autônomo credenciado, desvinculado das autoescolas tradicionais. O movimento do Legislativo também surge em meio a reclamações do setor de autoescolas, que afirma ter registrado queda na receita após as alterações nas regras. Representantes do segmento alegam que cerca de 15 mil empresas e aproximadamente 300 mil empregos podem ser afetados pelas mudanças. O relator da comissão, o deputado federal Áureo Ribeiro (Solidariedade-RJ), afirmou que os debates devem buscar um equilíbrio entre a flexibilização das normas e a segurança no trânsito. Segundo o parlamentar, apesar das mudanças recentes serem consideradas positivas em alguns aspectos, é necessário garantir que novos motoristas tenham formação adequada. “Foi uma medida boa, mas precisamos dar segurança para quem vai estar nas ruas. Vamos debater muito para chegar a um ponto de equilíbrio e garantir um exame rigoroso”, declarou. O plano de trabalho da comissão deverá ser apresentado nesta quarta-feira (11). O grupo terá um prazo de 45 dias para elaborar e apresentar um parecer com possíveis alterações nas regras da CNH.



Educação sexual nas escolas volta ao centro do debate público no Brasil

Foto: Reprodução l IA

A inclusão da educação sexual no ambiente escolar permanece como um dos temas mais controversos do cenário educacional brasileiro. Defendida por especialistas em saúde pública e educação como instrumento de prevenção e formação cidadã, a abordagem enfrenta resistência de grupos que alegam conflito com valores familiares e religiosos. No Brasil, a temática é prevista de forma transversal na Base Nacional Comum Curricular (BNCC), documento que orienta os currículos da educação básica. O texto não estabelece uma disciplina específica, mas recomenda que conteúdos relacionados ao corpo humano, prevenção de infecções sexualmente transmissíveis (ISTs), gravidez na adolescência e respeito à diversidade sejam trabalhados ao longo das etapas de ensino, de maneira adequada à faixa etária.

Prevenção e dados de saúde

Segundo o Ministério da Saúde, a informação precoce e qualificada é um dos principais fatores de redução da gravidez não planejada na adolescência e da disseminação de ISTs. Dados do próprio ministério indicam queda gradual nos índices de gravidez entre adolescentes nos últimos anos, movimento atribuído, entre outros fatores, ao acesso ampliado a informações e métodos contraceptivos. Especialistas também citam o papel da escola na identificação e prevenção de abusos. Ao compreender limites corporais e noções de consentimento, crianças e adolescentes tendem a reconhecer situações de violência e buscar ajuda com maior rapidez.

Divergências ideológicas

A pauta, no entanto, tem sido alvo de embates políticos. Em 2023 e 2024, projetos apresentados na Câmara dos Deputados e no Senado Federal propuseram restringir ou regulamentar de forma mais rígida a abordagem do tema em sala de aula. Parlamentares favoráveis à limitação defendem maior protagonismo das famílias na orientação sobre sexualidade. Por outro lado, entidades como a UNESCO sustentam que programas estruturados de educação sexual não estimulam a iniciação precoce da vida sexual, mas contribuem para decisões mais responsáveis e redução de riscos.

O que dizem educadores

Professores e gestores escolares relatam que a ausência de debate formal não impede que o assunto chegue à sala de aula. Pelo contrário: dúvidas sobre sexualidade, identidade de gênero e relacionamentos surgem cada vez mais cedo, muitas vezes influenciadas por conteúdos acessados na internet e redes sociais. Para profissionais da educação, a escola cumpre papel complementar ao da família, oferecendo informação científica, linguagem adequada e mediação pedagógica.

Caminhos possíveis

Especialistas apontam que a construção de consensos passa pela transparência curricular, formação continuada de professores e diálogo com pais e responsáveis. A tendência é que o debate continue presente na agenda pública, especialmente em períodos eleitorais, quando temas ligados a costumes ganham maior visibilidade. Enquanto isso, a discussão sobre educação sexual nas escolas permanece dividindo opiniões — entre a defesa da saúde pública e a disputa por valores no espaço educacional.



Senado aprova aumento de penas para furto, roubo e receptação Fonte: Agência Senado

Foto: Luciano Santos l 97NEWS

O Plenário do Senado Federal aprovou nesta terça-feira (3) o substitutivo apresentado pelo senador Efraim Filho ao Projeto de Lei 3.780/2023, que amplia as penas para os crimes de furto, roubo e receptação. Como o relator promoveu mudanças significativas na proposta original, o texto retorna à Câmara dos Deputados para nova análise dos parlamentares. A proposta altera dispositivos do Código Penal para endurecer as punições e incluir novas qualificadoras, como o furto e a receptação de animais domésticos e o roubo de arma de fogo. O texto também trata de maneira mais rigorosa crimes envolvendo dispositivos eletrônicos, especialmente telefones celulares. Segundo Efraim Filho, o projeto busca adequar a legislação à realidade enfrentada pela população. De acordo com dados mencionados pelo senador, mais de 2.700 celulares são furtados ou roubados diariamente no país. Ele argumenta que o aparelho deixou de ser um bem comum, concentrando informações pessoais, financeiras e profissionais dos usuários. “O furto do dispositivo eletrônico, do celular, hoje, não é tipificado no Código Penal como uma qualificadora; é como um objeto comum. Mas esse dispositivo eletrônico ganhou outra dimensão dentro da vida de cada cidadão”, afirmou o relator durante a votação.

Principais mudanças

Entre os pontos destacados no substitutivo estão:

  • Aumento das penas para furto e roubo de celulares;

  • Inclusão de qualificadoras para furto e receptação de animais domésticos;

  • Agravamento das sanções para roubo e subtração de armas de fogo;

  • Elevação das penas para o crime de interrupção de serviço telefônico ou informático;

  • Ampliação das hipóteses de prisão preventiva para o crime de furto, inclusive para réus não reincidentes.

O senador defendeu que o endurecimento das penas tem como objetivo “coibir crimes e viabilizar a punição rigorosa a criminosos, protegendo a sociedade”, além de harmonizar a legislação penal diante das novas dinâmicas criminosas. O projeto original é de autoria do deputado federal Kim Kataguiri. Agora, com as alterações promovidas no Senado, a matéria será novamente apreciada pelos deputados federais antes de seguir para eventual sanção presidencial.



TSE aprova restrições para uso de IA nas eleições de 2026

Foto: Reprodução

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) aprovou nesta segunda-feira (2) as regras sobre utilização de inteligência artificial (IA) durante as eleições gerais de outubro deste ano. As normas valem para candidatos e partidos. Por unanimidade, o tribunal decidiu proibir postagens nas redes sociais de conteúdos modificados no período de 72 horas antes do pleito e 24 horas após a votação. A restrição vale para modificações com imagem e voz de candidatos ou pessoas públicas. O primeiro turno está marcado para 4 de outubro. As regras foram definidas com a aprovação de diversas resoluções que vão nortear o pleito, no qual serão escolhidos o presidente da República, governadores, senadores, deputados federais, estaduais e distritais. Os ministros também proibiram que provedores de IA permitam, ainda que solicitado pelos usuários, sugestões de candidatos para votar. O objetivo é evitar a interferência de algoritmos na livre escolha dos eleitores. Para combater a misoginia digital, o TSE proibiu postagens nas redes sociais com montagens envolvendo candidatas e fotos e vídeos com nudez e pornografia. A Corte eleitoral também reafirmou que os provedores de internet poderão ser responsabilizados pela Justiça se não retirarem perfis falsos e postagens ilegais de seus usuários.



Multas de trânsito podem ser parceladas? Entenda caminhos disponíveis aos condutores

Foto: Reprodução l Freepik

Receber uma multa de trânsito nunca é agradável e, quando o valor pesa no orçamento, a preocupação aumenta. Diante desse cenário, muitos motoristas se perguntam se é possível parcelar a infração. A resposta é sim, mas o caminho depende do órgão responsável pela autuação e das regras adotadas em cada estado ou município. A possibilidade de dividir o pagamento foi regulamentada nacionalmente, permitindo que órgãos e entidades de trânsito ofereçam a quitação por meio de cartão de crédito ou débito, à vista ou parcelado. No entanto, a adesão ao modelo não é automática nem obrigatória para todos os entes federativos. Por isso, antes de buscar como parcelar multas de trânsito, é necessário identificar quem aplicou a multa e quais são as alternativas disponíveis.

O que diz a regulamentação?

A legislação de trânsito autoriza os órgãos autuadores a firmarem convênios com empresas para viabilizar o pagamento de multas com cartão. Nesses casos, o valor pode ser dividido em parcelas, conforme as condições da operadora financeira. O parcelamento não altera a natureza da infração nem suspende prazos para apresentação de defesa ou recurso. Trata-se apenas de uma forma de pagamento. É importante destacar que eventuais encargos financeiros, como juros cobrados pela administradora do cartão, ficam a cargo do condutor. Nem todos os órgãos oferecem essa modalidade, o que torna a consulta prévia indispensável.

Como verificar se é possível parcelar?

O primeiro passo é acessar o site do órgão responsável pela multa e verificar se há opção de pagamento parcelado. Em muitos casos, o próprio portal indica empresas credenciadas para realizar a transação. O motorista escolhe a infração, seleciona a forma de pagamento e conclui a operação na plataforma indicada. Também é possível obter informações presencialmente em unidades de atendimento. Antes de confirmar o parcelamento, o condutor deve conferir o valor final, incluindo eventuais taxas cobradas pela operadora financeira. Parcelamento e licenciamento do veículo Uma dúvida comum envolve o impacto do parcelamento no licenciamento anual. Em geral, ao optar pelo pagamento parcelado por meio de empresa credenciada, o órgão de trânsito recebe o valor integral à vista da operadora, permitindo a baixa do débito no sistema. Assim, o veículo pode ser licenciado, desde que não existam outras pendências. No entanto, atrasos no pagamento das parcelas junto à administradora do cartão podem gerar cobranças financeiras, ainda que a multa já esteja considerada quitada perante o órgão autuador. Manter as parcelas em dia evita problemas adicionais.

Atenção aos prazos e descontos

O parcelamento não impede que o motorista aproveite eventuais descontos oferecidos para pagamento antecipado, quando disponíveis. Algumas plataformas permitem aplicar o abatimento legal antes de dividir o valor. Também é fundamental respeitar os prazos para indicação de condutor, apresentação de defesa prévia e interposição de recurso, se for o caso. Optar pelo parcelamento não significa abrir mão do direito de contestar a autuação, desde que o procedimento seja realizado dentro do prazo legal. Guardar comprovantes e acompanhar a situação da multa no sistema ajuda a evitar inconsistências. A possibilidade de parcelar multas de trânsito representa uma alternativa para quem precisa reorganizar as finanças sem deixar o veículo irregular. Ainda assim, a decisão deve ser acompanhada de atenção às regras do órgão autuador e às condições financeiras da operadora escolhida. Ao buscar informação nos canais oficiais e avaliar o custo total da operação, o motorista transforma uma obrigação em compromisso administrável, reduzindo o impacto imediato no bolso e mantendo a regularidade do veículo em dia.

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Conta de luz deve subir acima da inflação em 2026 e pressionar orçamento das famílias

Foto: Luciano Santos l 97NEWS

Especialistas do setor elétrico projetam que a tarifa de energia elétrica residencial terá aumento real de cerca de 4% em 2026, índice superior à inflação prevista de 3,91%, conforme estimativas do Boletim Focus. A expectativa reforça uma tendência recente de encarecimento da energia no país e acende alerta para o impacto direto no orçamento das famílias brasileiras. O reajuste previsto ocorre após um aumento expressivo registrado em 2025, quando a conta de luz subiu 12,3%, bem acima do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que fechou o ano em 4,26%. Entre os principais fatores apontados por especialistas estão a renegociação de contratos entre distribuidoras e geradoras de energia, a ampliação de subsídios ao setor elétrico e as condições climáticas menos favoráveis. A redução no volume de chuvas preocupa o setor, pois afeta diretamente os reservatórios das hidrelétricas, responsáveis por grande parte da geração elétrica brasileira. Com menor disponibilidade hídrica, cresce a necessidade de acionamento das usinas termelétricas, cuja geração possui custo mais elevado. Caso o fenômeno climático El Niño provoque redução de chuvas nas regiões Norte e Nordeste, a tendência é de pressão adicional sobre os preços da energia ao longo do ano. A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) projeta que os subsídios do setor somarão R$ 47,8 bilhões em 2026, valor 15,4% superior ao registrado no ano anterior. Especialistas avaliam que, embora importantes para políticas públicas e expansão energética, esses mecanismos acabam redistribuindo custos dentro do sistema, elevando a tarifa final ao consumidor residencial. Dados históricos mostram que o encarecimento da energia elétrica vem ocorrendo de forma contínua. Nos últimos 15 anos, a tarifa média passou de R$ 112 para R$ 310 por megawatt-hora (MWh), uma alta acumulada de 177%, enquanto a inflação no mesmo período foi de 122%. Entre as razões estruturais apontadas estão contratos de longo prazo indexados à inflação, decisões políticas em leilões de energia e a extensão de contratos de usinas termelétricas para garantir segurança energética. A expectativa do setor é de que a evolução das condições climáticas e as decisões regulatórias ao longo do ano serão determinantes para confirmar — ou ampliar — o aumento projetado nas contas de luz.



Chuvas no Sudeste deixam ao menos 28 mortos e dezenas de desaparecidos

Foto: Reprodução

As fortes chuvas que atingem o Sudeste deixaram ao menos 28 mortos e dezenas de desaparecidos em Minas Gerais, Rio de Janeiro e São Paulo. O cenário mais crítico foi registrado na Zona da Mata mineira, especialmente nos municípios de Juiz de Fora, Ubá e Matias Barbosa. Em Minas Gerais, foram confirmadas 22 mortes, 16 em Juiz de Fora e seis em Ubá, além de pelo menos 45 pessoas desaparecidas. Em Juiz de Fora, a prefeitura decretou estado de calamidade pública após deslizamentos de terra, alagamentos e o registro de centenas de moradores fora de casa. Já em Matias Barbosa, o município também decretou calamidade para agilizar ações emergenciais e solicitar recursos. No Rio de Janeiro, uma idosa de 85 anos morreu durante o temporal que atingiu a Região Metropolitana na segunda-feira (23). A vítima morava em São João de Meriti, na Baixada Fluminense, onde cerca de 600 pessoas ficaram desalojadas. O município decretou alerta máximo, o nível mais alto de uma escala de cinco estágios. Durante a chuva, a Rodovia Presidente Dutra chegou a ser totalmente interditada no sentido São Paulo, mas já foi liberada, embora o tráfego siga com retenções. No estado de São Paulo, cinco pessoas morreram em decorrência das chuvas apenas neste mês, segundo a Defesa Civil. O caso mais recente foi registrado em Natividade da Serra, no Vale do Paraíba, onde um homem de 67 anos morreu após o desabamento da casa durante vendavais no domingo (22). Desde o início do período chuvoso, em dezembro de 2025, o estado já soma 19 mortes relacionadas aos temporais. Os temporais recentes também provocaram alagamentos, deslizamentos e levaram cidades do litoral norte e do interior paulista a decretar estado de emergência. Autoridades mantêm o alerta para a possibilidade de novos episódios de chuva intensa na região.



Caixa Econômica Federal inicia pagamento do abono salarial 2026

Foto: Luciano Santos l 97NEWS

A Caixa Econômica Federal começou na segunda-feira (16) o pagamento do abono salarial calendário 2026, referente ao ano-base 2024. O crédito será feito de forma escalonada, conforme o mês de nascimento dos trabalhadores. Neste primeiro momento, serão liberados cerca de R$ 2,2 bilhões para aproximadamente 1,8 milhão de beneficiários nascidos em janeiro. Ao longo de todo o calendário, a estimativa é de que cerca de 22,2 milhões de trabalhadores recebam o benefício. Quem possui conta corrente ou poupança na Caixa terá o valor creditado diretamente na conta. Já os demais beneficiários receberão por meio da Poupança Social Digital, aberta automaticamente pelo banco, sem custos. A movimentação pode ser feita pelo aplicativo Caixa Tem, que permite pagar contas, realizar transferências, compras e pagamentos com cartão de débito virtual. Caso a conta digital não seja aberta, o saque poderá ser feito com o Cartão Social e senha em terminais de autoatendimento, casas lotéricas, correspondentes Caixa Aqui ou nas agências, mediante apresentação de documento oficial com foto. Também é possível realizar saques sem cartão nos caixas eletrônicos, utilizando a biometria previamente cadastrada em uma agência do banco.



Homem arrasta ex-namorada com carro por 400 metros após flagrá-la com atual

Foto: Reprodução l Vídeo

Uma mulher de 27 anos foi vítima de uma violenta agressão no último domingo (15) no município de Morro do Pilar, após ser arrastada por aproximadamente 400 metros pelo ex-namorado. O suspeito segue foragido. Segundo informações da Polícia Militar de Minas Gerais, a vítima trafegava pelo centro da cidade acompanhada do atual companheiro quando foi surpreendida pelo ex, que conduzia um veículo da Volkswagen. Conforme relato policial, o homem se aproximou do casal e afirmou que não aceitava o novo relacionamento. Na sequência, o suspeito deu marcha à ré, atingiu e bloqueou o carro onde estavam a mulher e o namorado. Ainda de acordo com a PM, ao tentar acalmar o ex-companheiro, a vítima desceu do veículo e caminhou em direção a ele, momento em que caiu ao solo após o agressor abrir a porta do automóvel. Durante a ação, o pé da mulher ficou preso entre o para-lama e o pneu dianteiro do carro. O homem então arrancou com o veículo, arrastando a vítima por cerca de 400 metros pelas ruas da cidade. A mulher foi abandonada na Rua Capitão Modesto Vieira. Ela foi socorrida e encaminhada ao Hospital João XXIII, onde recebeu atendimento médico. O estado de saúde dela não foi divulgado. A Polícia Militar realiza buscas para localizar o suspeito, que poderá responder por tentativa de homicídio e outros crimes relacionados ao caso.



MEC suspende edital para novos cursos de medicina e bloqueia abertura de 5,9 mil vagas na rede privada

Foto: Reprodução l IA

O Ministério da Educação (MEC) suspendeu, nesta terça-feira (10), o edital que autorizava a criação de novos cursos de medicina em todo o país. A decisão foi oficializada por meio de ato assinado pelo ministro da Educação, Camilo Santana, e publicada em edição extra do Diário Oficial da União. Além disso, o governo federal também determinou a suspensão do pedido de abertura de aproximadamente 5,9 mil novas vagas em cursos de medicina já existentes na rede privada. A medida foi adotada após a divulgação dos resultados do Exame Nacional de Avaliação da Formação Médica (Enamed), que apontou desempenho considerado insatisfatório em parte significativa das instituições avaliadas. Dos 351 cursos analisados em todo o Brasil, 107 — cerca de 30% do total — obtiveram resultados classificados como ruins pelo MEC. Segundo os dados do exame, apenas 24 cursos atingiram conceito 1, considerado o melhor desempenho na avaliação. Outros 83 cursos receberam conceito 2. Já a maior parte das graduações avaliadas ficou com conceitos entre 3 e 4, considerados abaixo do padrão ideal de qualidade. Um dos cursos avaliados ficou sem conceito por não atingir o número mínimo de dez estudantes participantes. Diante do cenário, o MEC aplicou sanções administrativas às instituições que apresentaram desempenho abaixo da média. Entre as penalidades estão a proibição de ampliação de vagas e o cancelamento de processos seletivos, incluindo vestibulares, nas faculdades com resultados mais baixos. As punições seguem critérios baseados na pontuação obtida pelas instituições, em uma escala que varia de 1 a 5. A pasta afirmou que a decisão busca garantir a qualidade da formação médica no país e evitar a expansão de cursos sem a infraestrutura e o padrão pedagógico adequados. O ministério não informou prazo para eventual retomada do edital ou reavaliação das autorizações suspensas. A medida deve impactar diretamente o planejamento de expansão de cursos superiores privados e o ingresso de novos estudantes na área médica nos próximos anos.



Baiano relata drama após lutar na guerra da Ucrânia: fome, ferimentos e morte de colegas marcaram experiência

Foto: Reprodução

O baiano Redney Miranda viveu meses de terror após decidir se alistar como combatente voluntário na guerra entre Ucrânia e Rússia. Motivado pelo desejo antigo de seguir carreira militar — frustrado após não conseguir ingressar no Exército Brasileiro — ele afirma ter viajado ao Leste Europeu em busca de “adrenalina”. O que seria uma permanência de apenas 30 dias acabou se transformando em 172 dias no front, marcados por bombardeios constantes, fome extrema e a morte de companheiros de combate. Sem experiência militar formal, Redney decidiu integrar as forças ucranianas no início do conflito. Durante o período em que esteve na linha de frente, ele relata ter enfrentado condições severas de sobrevivência. Segundo o ex-combatente, a alimentação era precária e, em alguns momentos, praticamente inexistente. Ao retornar ao Brasil, em janeiro deste ano, ele havia perdido cerca de 28 quilos. Além das dificuldades físicas, Redney também enfrentou situações de risco extremo. Em um dos ataques, ele foi atingido por estilhaços de granada, o que provocou uma paralisia temporária em parte do corpo. Durante os confrontos, ele presenciou a morte de 17 colegas de batalha. Entre as vítimas, estava o paranaense Wagner, conhecido como “Braddock”, que também atuava como voluntário no conflito. O retorno ao Brasil, no entanto, não ocorreu de forma tranquila. Redney afirma que, ao tentar deixar a linha de frente, passou a ser perseguido por integrantes do próprio exército ucraniano, situação que o obrigou a deixar o país às pressas. Durante os meses em que permaneceu na guerra, o baiano manteve contato com a família por meio de chamadas de vídeo. A filha pequena, sem compreender a gravidade da situação, chamava a trincheira onde o pai se escondia de “buraco”. Já a mãe do ex-combatente relata que passou meses sem notícias e chegou a acreditar que o filho não voltaria vivo. De volta ao Brasil, Redney tenta reconstruir a rotina, mas afirma que ainda enfrenta dificuldades para lidar com as lembranças dos combates. Assim como outros brasileiros que participaram do conflito como voluntários, ele agora busca retomar a vida civil enquanto lida com as marcas físicas e psicológicas deixadas pela guerra. Informações G1.



Benefício assistencial: como organizar a renda e evitar dívidas

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Viver com benefícios assistenciais exige atenção constante ao orçamento e às despesas do
dia a dia. Como a renda costuma ser fixa e limitada, qualquer desequilíbrio pode gerar dificuldades financeiras.

Continue a leitura e aprenda como organizar a renda e evitar dívidas de forma prática, incluindo como o uso do cartão benefício pode ajudar.

Benefício assistencial como principal fonte de renda no Brasil

Para milhões de brasileiros, os benefícios assistenciais representam a principal ou única fonte de renda mensal. Aposentadoria, pensão e auxílios, como o BPC/LOAS, garantem o pagamento de contas básicas e sustentam o orçamento familiar.

Por isso, a forma como esse valor é administrado impacta diretamente a estabilidade financeira de muitos. Além disso, como o benefício tem valor definido, não há margem para aumentos mensais na renda.

Isso torna o planejamento ainda mais importante para evitar o endividamento, já que imprevistos precisam ser absorvidos dentro de um orçamento limitado.

Os principais desafios financeiros de quem vive com benefício

Um dos principais desafios é conciliar despesas fixas, como moradia, água e luz, com gastos inesperados, como a compra de medicamentos ou a manutenção de algum eletrodoméstico.

Outro ponto sensível é o acesso ao crédito sem planejamento financeiro adequado. Nesse caso, parcelamentos muito extensos ou taxas de juros muito altas reduzem a renda disponível nos meses seguintes.

A regra é clara: sem controle financeiro, as dívidas podem se tornar recorrentes,
comprometendo o orçamento.

Como se planejar financeiramente com a renda do benefício

Para planejar melhor o uso do benefício assistencial, o titular deve começar registrando todas as entradas e saídas de dinheiro ao longo do mês. Isso inclui tanto as despesas fixas, indispensáveis para o dia a dia, quanto as variáveis, que representam os gastos
adicionais.

Essa atitude ajuda a entender quanto sobra da renda do benefício. Esse valor deve ser
tratado com cautela, pois serve como margem para imprevistos.

Criar um controle financeiro simples, mesmo que seja feito em um caderno ou planilha,
facilita o acompanhamento do orçamento.

Estabelecer limites claros para cada tipo de gasto possibilita evitar também tomar decisões impulsivas, como pedir lanches por delivery ou assinar algum serviço extra.

Com essas atitudes, a renda do benefício passa a ser utilizada de forma mais consciente, trazendo segurança para a família.

Quando o crédito pode ajudar no orçamento do beneficiário

Para quem recebe aposentadoria, pensão ou Benefício de Prestação Continuada (BPC/LOAS) e precisa lidar com gastos fora do planejamento, o cartão benefício pode ser uma alternativa vantajosa para manter o orçamento em dia.

Essa modalidade permite maior previsibilidade, já que o desconto das parcelas ocorre diretamente no benefício. Além disso, tem taxas mais baixas e aprovação facilitada até para quem está negativado.

Quando utilizado com planejamento, o cartão benefício do INSS pode ajudar a conseguir ter uma renda extra para pagar dívidas mais caras, sem comprometer todo o orçamento de um único mês.

Cuidados para não transformar o crédito em problema financeiro

O crédito consignado é vantajoso e acessível, mas é fundamental que o beneficiário compreenda o impacto das parcelas sobre a renda mensal.

Transformar o limite do cartão em dinheiro na conta pode ser útil, porém também implica no comprometimento de parte do benefício. O excesso de parcelas pode dificultar o pagamento das despesas básicas.

Além disso, recomenda-se evitar o uso frequente do crédito para gastos recorrentes. O ideal é reservá-lo para situações pontuais, como a compra do gás no meio do mês. Dessa forma, o orçamento se mantém mais equilibrado ao longo do tempo.

Dicas para manter a saúde financeira vivendo com benefício

Acompanhar o extrato de pagamento mensal pelo portal do Meu INSS e os gastos familiares ajuda a identificar os valores recebidos e repassados, permitindo corrigir excessos rapidamente.

Esse hábito melhora a relação com o dinheiro e reduz o risco de endividamento do beneficiário, melhorando a saúde financeira a longo prazo.

Evitar assumir novos compromissos financeiros enquanto houver vários parcelamentos em andamento também contribui para a estabilidade.

Lembre-se: com organização e disciplina, é possível manter as contas em dia mesmo vivendo exclusivamente com benefício assistencial.

O valor dos benefícios previdenciários e assistenciais do governo pode ser fixo, mas, com boas decisões e utilizando o cartão benefício como aliado, é possível viver sem apertos financeiros.

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Do banho de mar ao ar-condicionado: 7 erros mais comuns com o cabelo no verão

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O verão muda a rotina de milhões de pessoas e, com ela, a forma como o cabelo é tratado no dia a dia. Entre mergulhos no mar, horas de piscina, exposição ao sol e ambientes climatizados, pequenos descuidos acabam se acumulando. O resultado costuma surgir semanas depois: fios ressecados, opacos, quebradiços ou difíceis de controlar. Muitos desses problemas não vêm do excesso de atividades típicas da estação, mas de erros comuns que se repetem ano após ano. Por isso, trouxemos aqui alguns erros para e alguns cuidados com cabelo no verão importantes.

 

1. Não enxaguar o cabelo após o mar ou a piscina

Um dos deslizes mais frequentes do verão é deixar o cabelo secar naturalmente após o banho de mar ou piscina, sem enxágue. O sal da água do mar e o cloro da piscina permanecem nos fios, favorecendo o ressecamento e alterando a textura. Com o tempo, esse hábito pode intensificar a aspereza e contribuir para a quebra, especialmente nas pontas. Um simples enxágue com água doce já ajuda a reduzir esse impacto.

2. Exagerar na lavagem ou usar produtos inadequados

Com o calor intenso, muitas pessoas aumentam a frequência das lavagens sem observar se os produtos utilizados são apropriados. Lavar o cabelo várias vezes ao dia com shampoos de limpeza profunda pode retirar a oleosidade natural que protege os fios. No verão, o couro cabeludo tende a suar mais, mas isso não significa que o cabelo precise ser submetido a fórmulas agressivas constantemente.

3. Ignorar a proteção contra o sol

A exposição prolongada ao sol afeta diretamente a fibra capilar. Ainda assim, é comum que a proteção seja lembrada apenas para a pele. Deixar o cabelo descoberto por longos
períodos, sem barreiras físicas ou produtos específicos, contribui para o ressecamento, o
desbotamento da cor e a perda de brilho. Chapéus, bonés e cuidados específicos ajudam a reduzir esses efeitos, sobretudo em dias de praia ou piscina. 4. Dormir com o cabelo molhado Outro hábito comum durante o verão é dormir com o cabelo ainda úmido, seja após o banho noturno ou depois de um dia de lazer. A umidade prolongada pode favorecer o enfraquecimento dos fios e causar desconforto no couro cabeludo. Além disso, o atrito com o travesseiro tende a aumentar o frizz e os nós, tornando o cabelo mais difícil de pentear no dia seguinte.

5. Expor os fios ao ar-condicionado sem cuidado

Se o calor excessivo agride o cabelo, o frio constante do ar-condicionado também merece atenção. Ambientes climatizados reduzem a umidade do ar e contribuem para o ressecamento dos fios ao longo do dia. Quem passa muitas horas em locais fechados pode notar o cabelo mais áspero e sem movimento, especialmente quando não há reposição de hidratação na rotina.

6. Usar calor em excesso mesmo com altas temperaturas

Mesmo com o clima quente, secadores, chapinhas e modeladores continuam presentes no cotidiano de muita gente. O problema surge quando o uso desses aparelhos se soma aos efeitos do sol, do sal e do cloro. O calor excessivo fragiliza ainda mais os fios, aumentando o risco de quebra e pontas duplas, sobretudo em cabelos que já passaram por processos químicos.

7. Adiar cortes e cuidados básicos

Por fim, postergar o corte das pontas e os cuidados de manutenção é um erro recorrente. O verão costuma acelerar o desgaste do cabelo, e ignorar sinais como ressecamento extremo ou quebra pode agravar o problema. Ajustes simples ajudam a manter os fios mais saudáveis ao longo da estação. Com atenção a esses pontos, o verão pode ser aproveitado sem que o cabelo sofra consequências duradouras. Evitar erros comuns, adaptar hábitos e observar as necessidades dos fios são atitudes que fazem diferença não só durante a estação, mas também nos meses seguintes, quando os efeitos do calor tendem a aparecer com mais clareza.

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Home office e trabalho híbrido: como o mobiliário influencia a produtividade dentro de casa?

Foto: Reprodução l Freepik

A consolidação do home office e dos modelos híbridos transformou a casa em uma extensão permanente do ambiente profissional. O que antes era improvisado, hoje ganha contornos mais definidos, e o mobiliário assume um papel relevante na forma como as pessoas trabalham, produzem e administram o tempo longe dos escritórios tradicionais. Mesa, cadeira de escritório e soluções de organização deixaram de ser itens secundários para se tornarem parte da engrenagem diária do trabalho. Com jornadas que alternam reuniões virtuais, tarefas concentradas e pausas domésticas, o espaço físico passou a influenciar diretamente o rendimento. A adaptação do lar às novas rotinas trouxe à tona debates sobre ergonomia, funcionalidade e limites entre vida pessoal e profissional, todos atravessados pela escolha dos móveis.

Ergonomia deixa de ser detalhe e entra na pauta diária

Um dos primeiros pontos percebidos por quem migrou para o trabalho remoto foi o impacto da postura ao longo do dia. Cadeiras inadequadas, mesas fora de altura e apoios improvisados rapidamente se traduzem em desconforto físico, o que afeta a concentração e
a disposição para cumprir tarefas.

O mobiliário pensado para longos períodos de uso contribui para uma rotina mais estável. Ajustes simples, como altura adequada da mesa, apoio correto para os braços e
posicionamento do monitor, ajudam a reduzir tensões e favorecem o foco. Com o passar do tempo, essas escolhas influenciam não apenas o bem-estar, mas também a capacidade de manter o ritmo de trabalho sem interrupções frequentes.

Organização do espaço reflete na organização das tarefas

Além do conforto físico, o mobiliário interfere na maneira como o trabalho é organizado dentro de casa. Ambientes com móveis que oferecem espaço para armazenar documentos, equipamentos e materiais evitam a dispersão e o acúmulo de itens sobre a mesa. Em residências onde o espaço é compartilhado com outras atividades, como estudos, lazer ou tarefas domésticas, móveis multifuncionais ganham relevância. Mesas dobráveis, estantes compactas e gaveteiros móveis ajudam a delimitar o momento de trabalho, mesmo quando o ambiente não é exclusivo. Essa separação simbólica contribui para a concentração e facilita o encerramento da jornada ao final do dia.

Adaptação ao modelo híbrido exige flexibilidade

No trabalho híbrido, em que parte da semana é cumprida fora de casa, a flexibilidade do mobiliário se torna um fator importante. Diferentemente do home office integral, esse modelo exige soluções que se adaptem a diferentes frequências de uso. Móveis que permitem ajustes rápidos ou fácil reorganização do espaço ajudam o profissional a retomar a rotina com agilidade após períodos fora. A possibilidade de montar e desmontar o ambiente de trabalho sem grandes esforços evita que o espaço doméstico fique permanentemente tomado por itens profissionais, algo que pesa para quem busca equilíbrio entre as funções do lar.

Iluminação e disposição também influenciam o rendimento

Embora muitas vezes associada à decoração, a disposição dos móveis em relação à luz
natural e artificial interfere diretamente na produtividade. Mesas posicionadas próximas a
janelas, por exemplo, favorecem a iluminação durante o dia e reduzem o cansaço visual. O mobiliário adequado facilita esse aproveitamento, permitindo ajustar a posição de trabalho conforme a incidência de luz. À noite, a integração entre mesa e luminárias direcionadas ajuda a manter a clareza visual sem comprometer o conforto. Esses detalhes impactam a forma como o tempo é administrado ao longo da jornada.

Escolhas que refletem novos hábitos de trabalho

A ampliação do trabalho remoto também estimulou uma mudança de comportamento dos
consumidores, que passaram a observar o mobiliário não apenas pelo aspecto estético, mas pelo uso prático no dia a dia. O investimento em móveis adequados é visto como parte da adaptação ao novo formato de trabalho, e não mais como um gasto pontual. Para quem busca praticidade, é possível recorrer à compra de móveis e acessórios online, em lojas como a MadeiraMadeira, onde é possível comparar estilos e tamanhos antes da escolha.

Casa e trabalho cada vez mais conectados

À medida que o home office e o trabalho híbrido se consolidam, o debate sobre o papel do mobiliário tende a ganhar mais espaço. A casa deixa de ser apenas local de descanso e passa a abrigar múltiplas funções, exigindo soluções que conciliem conforto, organização e praticidade. Nesse contexto, a escolha dos móveis se mostra decisiva para quem busca manter a produtividade sem perder a identidade do lar. Mais do que tendência passageira, essa integração entre espaço doméstico e trabalho aponta para um novo modo de viver e produzir, em que cada detalhe do ambiente conta.

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Bahia amplia presença nas classes A, B e C entre 2022 e 2024, aponta FGV

Foto: Reprodução l Carlos Augusto l IA

A Bahia registrou um avanço expressivo no perfil de renda da população entre 2022 e 2024. Levantamento da Fundação Getulio Vargas (FGV) indica que 65,34% dos baianos passaram a integrar as classes A, B e C, um crescimento de 14,76 pontos percentuais em relação ao índice anterior, que era de 50,58%. De acordo com a metodologia do estudo, a classe A reúne famílias com renda acima de 20 salários mínimos; a classe B, aquelas com rendimento entre 10 e 20 salários mínimos; e a classe C, famílias com renda mensal entre 4 e 10 salários mínimos. O resultado coloca o estado em linha com uma tendência nacional de melhora nos indicadores de renda. No cenário brasileiro, a FGV identificou que 17,4 milhões de pessoas saíram da pobreza no mesmo período, o que elevou em 8,44 pontos percentuais a participação da população nas faixas de maior renda. Segundo a pesquisa, o desempenho foi impulsionado principalmente pelo aumento da renda do trabalho e pela atuação combinada de políticas públicas. Entre os fatores apontados estão programas de transferência e proteção social, como o Bolsa Família e o Benefício de Prestação Continuada (BPC), além de iniciativas voltadas à ampliação do acesso à educação, ao crédito e ao mercado de trabalho. Esses elementos, segundo o levantamento, contribuíram para a redução da vulnerabilidade social e para a mobilidade econômica de milhões de brasileiros. Para o ministro do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome, Wellington Dias, os dados refletem a efetividade das ações direcionadas à população de baixa renda. De acordo com ele, uma parcela significativa das pessoas que antes dependia de programas sociais hoje integra a classe média, evidenciando que as políticas públicas não se limitam à transferência de renda. “O foco é criar oportunidades reais de ascensão social, por meio da educação, da inserção no mercado de trabalho e do incentivo ao empreendedorismo”, destacou o ministro. A avaliação do governo é que a combinação dessas estratégias tem sido determinante para a melhoria do padrão de vida e para a redução das desigualdades no país.



Arrecadação federal bate recorde de R$ 2,89 trilhões em 2025

Foto: Luciano Santos l 97NEWS

A arrecadação da União com impostos e outras receitas teve recorde em 2025, alcançando R$ 2,89 bilhões, segundo dados divulgados nesta quinta-feira (22) pela Receita Federal, junto aos resultados do mês de dezembro. Em comparação com 2024, houve aumento anual real de 3,75%, ou seja, considerada a inflação em valores corrigidos pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). Também é o melhor desempenho arrecadatório para os meses de dezembro. No último mês de 2025, a arrecadação alcançou R$ 292,72 bilhões, representando um acréscimo, corrigido pelo IPCA, de 7,46%. Os valores se referem a tributos federais, como Imposto de Renda (IR) de pessoas físicas e empresas, receita previdenciária, Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), Imposto sobre Operações Financeiras (IOF), Programa de Integração Social/Contribuição para Financiamento da Seguridade Social (PIS/Cofins), entre outros.



Anvisa determina recolhimento de chocolate Laka por erro na embalagem

Foto: Reprodução

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou o recolhimento de um lote do chocolate Laka, fabricado pela Mondelez. A decisão foi publicada no Diário Oficial da União nesta quinta-feira (22). De acordo com a agência, o lote CC28525493 apresenta erro na embalagem. Durante o processo de fabricação, o produto foi rotulado como chocolate branco Laka, mas, na verdade, continha chocolate na versão com biscoito. O equívoco representa um risco à saúde de consumidores, especialmente pessoas com alergias ou intolerâncias alimentares, já que a embalagem do chocolate branco não informa a presença de glúten, ingrediente existente na versão com biscoito. A Anvisa informou que a medida foi adotada após um comunicado de recolhimento voluntário feito pela própria Mondelez, responsável pela produção do chocolate. A agência orienta que consumidores que tenham adquirido o lote citado não consumam o produto e entrem em contato com o fabricante para mais informações.



Piso do magistério tem reajuste de 5,4% e vai a R$ 5,1 mil em 2026

Foto: Divulgação

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva assinou nesta quarta-feira (21) a Medida Provisória (MP) que atualiza o cálculo do piso salarial nacional para os profissionais do magistério público da educação básica. Para este ano, o valor será reajustado em 5,4%, passando de R$ 4.867,77 para R$ 5.130,63, válido para a rede pública de todo o país, com jornada de 40 horas semanais. O percentual representa um ganho real de 1,5% acima da inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) de 2025, que foi de 3,9%. O piso salarial é o valor mínimo que professores devem ganhar no Brasil. A legislação determina a recomposição anual do valor. A norma define que o piso será atualizado a partir da soma do INPC do ano anterior e de 50% da média da variação percentual da receita real, com base no INPC, relativa à contribuição de estados, Distrito Federal e municípios ao Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb), realizada nos cinco anos anteriores ao ano da atualização. A lei também determina que o percentual estabelecido nunca poderá ser inferior à inflação do ano anterior, medida pelo INPC. No ano passado, seguindo a mesma regra, o reajuste foi de 6,27%.  As remunerações dos profissionais da educação básica são pagas por prefeituras e estados a partir de recursos do Fundeb, bem como de complementações da União. Por ser uma MP, a medida tem validade imediata, mas precisará ser confirmada pelo Congresso Nacional.