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Cactus Gaming apresenta plataforma com nova identidade visual

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Em um ambiente concorrido, a Cactus Gaming está posicionada na liderança do mercado de iGaming, apresentando tendências de tecnologia e soluções baseadas em inteligência artificial para os players autorizados no Brasil. 

Com a intenção de aprimorar cada vez mais seus processos internos, a companhia passou por uma reorganização interna, aprimorando conceitos como transparência, inovação e governança. Dessa forma, Thiago Garrides foi formalizado como CEO em janeiro deste ano, iniciando uma nova fase da companhia diante de um período de consolidação tanto dos ecossistemas de apostas online quanto de tecnologia no país. 

Além disso, a empresa também investiu significativamente em uma nova identidade visual para sua plataforma oficial, apresentando um estilo muito mais intuitivo, interativo e conforme as necessidades de um setor pujante. A plataforma pode ser acessada a partir deste link

Agora, a Cactus Gaming entende que sua marca virtual agrega ainda mais valor aos produtos e serviços que integram o seu portfólio. Em poucos minutos, os interessados em uma parceria com a empresa líder em desenvolvimento de tecnologia para iGaming podem conferir informações exclusivas e soluções que otimizam os processos de parceiros comerciais. 

Sobre a Cactus Gaming

A Cactus Gaming é uma referência na criação de soluções para o setor de jogos online e apostas em esportes, fornecendo um ecossistema repleto de opções de ponta para as marcas licenciadas no território nacional. 

Portanto, a Cactus atua em conformidade com as regras em vigência no país, a fim de proporcionar diferenciais tecnológicos com elevada performance e conversão. Com mais de 25 anos de serviços prestados no segmento, a empresa é frequentemente homenageada pela excelência de suas operações. 

Além disso, a empresa busca estreitar relações com a indústria internacional e participar dos principais eventos do circuito global, como ICE Barcelona, BiS SiGMA South America, iGB, SBC Summit, entre outros. E essa tendência segue firme em 2026, com a empresa já marcando presença nas feiras mais relevantes do mercado.

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Lula envia projeto que prevê fim da escala 6x1 e jornada de 40 horas

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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva enviou ao Congresso Nacional, na noite de terça-feira (14), um projeto de lei que propõe o fim da escala de trabalho 6x1 e a redução da jornada semanal para, no máximo, 40 horas. A proposta foi publicada em edição extra do Diário Oficial e tramita com urgência constitucional, o que estabelece um prazo de até 45 dias para análise do Legislativo. De acordo com o texto, o objetivo é reduzir a carga horária semanal de 44 para 40 horas, garantindo dois dias de descanso remunerado sem redução salarial. Com isso, a escala passaria a ser de cinco dias trabalhados para dois de folga. Segundo o governo federal, a medida abrange trabalhadores regidos pela Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), incluindo categorias como domésticos, comerciários, atletas, aeronautas e radialistas. Ainda conforme o Executivo, a proposta tem aplicação ampla, alcançando também regimes especiais e escalas diferenciadas, que passariam a seguir o limite máximo de 40 horas semanais. Em publicação nas redes sociais, o presidente destacou que a iniciativa busca ampliar o tempo livre dos trabalhadores, sem impacto nos salários, e reforçou que a proposta está relacionada à melhoria da qualidade de vida e ao equilíbrio entre trabalho e vida pessoal.



Caetité abriga sítios arqueológicos com pinturas rupestres de até 6 mil anos

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O município de Caetité, no sudoeste baiano, concentra alguns dos mais importantes registros de arte rupestre do interior da Bahia. Entre eles, destaca-se o Sítio Moita dos Porcos/Toca do Tapuio, considerado o mais notável da região, com pinturas que remontam a cerca de 6.500 anos. Os painéis rupestres revelam traços da presença humana pré-colonial, com figuras e grafismos que ajudam a compreender aspectos culturais, simbólicos e cotidianos dos antigos povos que habitaram o território. Além da Toca do Tapuio, Caetité reúne outros sítios de relevância, como o Abrigo do Palmito, que também apresenta registros arqueológicos importantes. A riqueza histórica se estende ainda a áreas de monitoramento e preservação, como a Serra do Jacaré, onde foram identificados vestígios que reforçam o potencial arqueológico da região. Especialistas apontam que esses sítios são fundamentais para o estudo das ocupações humanas no semiárido baiano, além de representarem patrimônio cultural que demanda ações contínuas de proteção e valorização.



Comissão do Congresso analisa proposta que pode eliminar exame médico na renovação da CNH

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O Congresso Nacional do Brasil instalou uma comissão para analisar a Medida Provisória nº 1.327/2025, que propõe mudanças significativas nas regras de renovação da Carteira Nacional de Habilitação (CNH). Entre os pontos mais sensíveis está a possibilidade de renovação automática do documento, sem a exigência de exame médico periódico para avaliar as condições físicas e mentais dos condutores. A proposta gerou reação imediata de entidades da área da saúde. Mais de 35 organizações médicas assinaram um manifesto contrário à medida, liderado pela Associação Brasileira de Medicina do Tráfego. No documento, especialistas alertam que a aptidão para dirigir não é estática e precisa ser monitorada ao longo do tempo. Segundo as entidades, doenças como diabetes, problemas cardíacos, epilepsia e outras condições neurológicas podem comprometer diretamente a capacidade de condução -- muitas vezes sem que o motorista tenha cometido qualquer infração de trânsito. A Medida Provisória prevê, além da renovação automática da CNH, a dispensa de exames periódicos em determinados casos, a ampliação do uso do documento em formato digital e benefícios para condutores cadastrados no Registro Nacional Positivo de Condutores. Para os críticos, a flexibilização pode reduzir o controle sobre fatores de risco invisíveis aos sistemas de fiscalização. “Nem todo risco aparece em multa ou radar -- muitos estão na condição clínica do motorista”, destacam os especialistas no manifesto. A proposta segue agora para debate no Congresso e deve enfrentar resistência. O embate coloca em lados opostos a promessa de desburocratização e o alerta de que mudanças excessivamente flexíveis podem impactar a segurança no trânsito.



Aposentados têm até 20 de junho para contestar descontos não autorizados no INSS

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Aposentados e pensionistas têm mais 90 dias para contestar descontos associativos não autorizados em seus benefícios. O Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) publicou nesta sexta-feira (27) a Portaria Conjunta n.º 12, no Diário Oficial da União, prorrogando o prazo que havia encerrado em 20 de março até o dia 20 de junho.  A medida atende a um requerimento da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do INSS, que investigou o esquema de cobranças ilegais nas folhas de pagamento desde agosto de 2025. A prorrogação foi publicada no mesmo dia em que a CPMI encerrou suas atividades por determinação do Supremo Tribunal Federal (STF). Quem identificou valores suspeitos no extrato pode solicitar o ressarcimento gratuitamente pelo aplicativo ou site Meu INSS, pela Central 135, de segunda a sábado das 7h às 22h, ou presencialmente em qualquer agência dos Correios. Ligações pelo 135 via telefone fixo são gratuitas; pelo celular, há cobrança de tarifa local.



Aneel mantém bandeira verde e contas de energia seguem sem cobrança extra em abril

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A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) informou que a bandeira tarifária permanecerá verde no mês de abril, mantendo as contas de energia elétrica sem cobrança adicional para os consumidores em todo o país. A definição ocorre em meio ao cenário positivo registrado em março, quando o volume de chuvas contribuiu para a recuperação dos níveis dos reservatórios das hidrelétricas. Com isso, a geração de energia segue em condições favoráveis, dispensando o uso mais intenso de usinas termelétricas, que possuem custo mais elevado. A manutenção da bandeira foi anunciada na sexta-feira (27/3) e reforça o bom desempenho do regime de chuvas ao longo do primeiro trimestre, fator que tem permitido a continuidade de custos mais baixos na produção de energia. O sistema de bandeiras tarifárias, criado em 2015, funciona como um indicativo das condições de geração de energia no país, levando em consideração fatores como a disponibilidade hídrica, o uso de diferentes fontes e os custos envolvidos na produção.



Palestras corporativas ajudam a transformar colaboradores em aliados da segurança digital

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O avanço das ameaças digitais tem levado organizações de diversos setores a apostar na educação dos colaboradores como linha de defesa fundamental. A palestra de segurança digital surge como ferramenta estratégica para transformar funcionários em agentes ativos na proteção de dados e sistemas, reduzindo vulnerabilidades que poderiam comprometer operações e informações sensíveis. Embora tecnologias e firewalls sejam essenciais, o comportamento humano ainda é um dos principais vetores de risco em ataques digitais. Senhas fracas, cliques em links suspeitos e compartilhamento inadvertido de informações podem abrir portas para cibercriminosos. Nesse contexto, a conscientização por meio de uma palestra se torna um instrumento eficaz para educar e engajar equipes.

Engajamento e cultura de segurança

Mais do que transmitir conhecimento, as palestras corporativas buscam criar uma cultura de segurança digital. Quando colaboradores entendem que sua postura influencia diretamente a proteção da empresa, eles passam a adotar práticas preventivas de forma espontânea, reportando tentativas de fraude, mantendo sistemas atualizados e reforçando senhas. Organizações com programas de treinamento contínuo apresentam menor incidência de incidentes decorrentes de falhas humanas. A conscientização regular também ajuda a reduzir o impacto de novas ameaças e promove o alinhamento entre diferentes áreas, fortalecendo a postura de segurança de toda a empresa.

Medição de resultados e adaptação

Empresas inovam ao medir os efeitos das palestras por meio de indicadores de engajamento, testes de conhecimento e simulações de ataques controlados. Essa abordagem permite avaliar o nível de compreensão e identificar pontos que ainda necessitam de reforço. Além disso, o feedback dos colaboradores sobre o conteúdo e a forma de apresentação ajuda a aprimorar futuras sessões. Temas emergentes, como ameaças em dispositivos móveis ou riscos de compartilhamento em plataformas de colaboração, podem ser incorporados de forma contínua, mantendo o treinamento atualizado com a evolução das tecnologias e dos ataques digitais.

Benefícios além da prevenção

A capacitação em segurança digital traz benefícios que vão além da proteção tecnológica. Colaboradores mais conscientes tendem a agir com maior responsabilidade no manuseio de informações confidenciais, o que impacta positivamente em processos internos, conformidade regulatória e reputação da empresa. Ao transformar o entendimento da segurança digital em um valor coletivo, as empresas fortalecem a confiança interna e externa, reduzindo riscos e promovendo um ambiente de trabalho mais seguro e colaborativo.

Colaboradores como primeira linha de defesa

Palestras corporativas sobre segurança digital demonstram que a proteção de dados depende tanto de tecnologias robustas quanto de pessoas bem informadas. O investimento em conscientização transforma colaboradores em aliados estratégicos, capazes de identificar ameaças, adotar boas práticas e contribuir para a integridade das informações da empresa. Essa abordagem educacional cria uma rede de vigilância proativa dentro das organizações, mostrando que, em segurança digital, a primeira linha de defesa é muitas vezes formada por indivíduos atentos e preparados. Ao integrar conhecimento, prática e cultura, as empresas fortalecem sua resiliência frente aos riscos cibernéticos e consolidam uma postura preventiva eficaz.

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Regularização veicular: quanto custa manter um carro apto a circular no Brasil?

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Manter um carro regularizado no Brasil envolve mais do que abastecer e realizar manutenção mecânica. Para que o veículo possa circular legalmente pelas vias do país, o proprietário precisa cumprir uma série de obrigações administrativas e financeiras ao longo do ano. Tributos, taxas e eventuais custos extras fazem parte desse processo, que pode variar conforme o estado e o tipo de veículo. Entre os compromissos mais conhecidos estão o pagamento do Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA) e a emissão do licenciamento anual. No entanto, a lista pode incluir outras despesas que, somadas, representam uma parcela significativa do orçamento de quem possui automóvel. Compreender esses custos ajuda a evitar atrasos e problemas burocráticos. Além disso, o planejamento permite que o motorista organize melhor as despesas e evite surpresas ao longo do ano.

Tributos e taxas obrigatórias

O principal custo associado à regularização de um veículo é o IPVA. O imposto é cobrado pelos governos estaduais e calculado com base no valor venal do automóvel. Cada estado define a própria alíquota, o que explica por que o valor pode variar de uma região para outra. O pagamento do IPVA costuma ocorrer no início do ano, com prazos que seguem os calendários definidos pelos departamentos estaduais de trânsito. O contribuinte pode escolher entre pagar à vista ou parcelar o valor.

Outro compromisso obrigatório é o licenciamento anual. A taxa é necessária para emitir o documento que comprova que o veículo está autorizado a circular. Para obter o licenciamento, o proprietário precisa quitar todos os débitos relacionados ao automóvel, incluindo IPVA, multas e eventuais taxas pendentes. Sem esse documento atualizado, o carro é considerado irregular em uma eventual fiscalização de trânsito. Por isso, é importante consultar o licenciamento 2026 e regularizá-lo no prazo.

Multas e pendências administrativas

Embora não façam parte das despesas planejadas, as multas de trânsito também entram no cálculo do custo para manter o veículo regularizado. Infrações registradas pelos órgãos de fiscalização ficam vinculadas ao cadastro do automóvel e precisam ser quitadas antes da emissão do licenciamento. Quando o motorista não acompanha essas pendências, os débitos podem se acumular ao longo do tempo. Em alguns casos, a soma das multas acaba superando outros custos obrigatórios do veículo. Além das infrações, existem situações específicas que podem gerar despesas adicionais, como a necessidade de segunda via de documentos ou atualização de dados cadastrais. Esses serviços costumam envolver o pagamento de taxas administrativas.

Custos indiretos da regularização

Outro ponto que pesa no orçamento é a manutenção preventiva. Embora não seja uma exigência administrativa direta para emissão de documentos, manter o veículo em boas condições contribui para evitar problemas em fiscalizações e garante segurança ao motorista. Itens como pneus, sistema de iluminação, freios e equipamentos obrigatórios precisam estar em funcionamento adequado. Caso apresentem falhas durante uma abordagem ou vistoria, o proprietário pode ser orientado a regularizar a situação dentro de um prazo determinado.

Planejamento ajuda a manter o veículo em dia

Diante da soma de despesas, é recomendado que o motorista trate os custos de regularização como parte do planejamento anual. Organizar o pagamento do IPVA, acompanhar o calendário de licenciamento e monitorar possíveis multas ajudam a evitar atrasos e encargos adicionais. Também é importante manter atenção aos prazos definidos pelos órgãos de trânsito, que variam de acordo com o final da placa do veículo. Perder essas datas pode resultar em penalidades e dificultar a regularização posterior. No fim das contas, manter um carro apto a circular no Brasil exige disciplina financeira e acompanhamento das obrigações administrativas. Quando o proprietário entende quais são os custos envolvidos e se antecipa aos prazos, a regularização deixa de ser um problema inesperado e passa a fazer parte da rotina de quem depende do veículo no dia a dia.

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Curadoria de conteúdo ganha força no SEO: como agências escolhem o que vale publicar?

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Produzir conteúdo para a internet já não significa apenas publicar textos com frequência. Em um ambiente digital cada vez mais saturado de informações, empresas e agências de marketing passaram a adotar processos mais seletivos sobre o que realmente merece ser publicado. Esse movimento vem reforçando a importância da curadoria de conteúdo dentro das estratégias de otimização para mecanismos de busca. A curadoria consiste em analisar temas, fontes e formatos antes de transformar uma ideia em material editorial. Em vez de produzir conteúdos em grande volume, muitas equipes passaram a priorizar relevância, utilidade e alinhamento com o público que desejam alcançar. Essa abordagem busca evitar a publicação de materiais repetitivos ou pouco informativos, que podem ter impacto limitado na visibilidade digital. Ao selecionar cuidadosamente os temas, uma agência de SEO procura construir uma base de conteúdo mais consistente ao longo do tempo.

Escolha de temas começa pela análise do público

O primeiro passo da curadoria costuma ser a identificação dos interesses do público que o site pretende atingir. Para isso, equipes analisam perguntas frequentes feitas por usuários, tendências de busca e temas recorrentes dentro de determinado setor. Esse processo ajuda a compreender quais assuntos realmente despertam interesse e quais tipos de conteúdo podem responder dúvidas comuns. Em muitos casos, o objetivo é produzir materiais que expliquem temas de forma clara, em vez de apenas repetir informações já disponíveis em diversos sites. Além disso, a análise do público também envolve compreender o nível de conhecimento do leitor. Um conteúdo voltado para iniciantes, por exemplo, exige abordagem diferente de um material destinado a profissionais especializados. Com base nesses dados, as equipes definem quais temas têm maior potencial de gerar interesse e utilidade. 

Avaliação de relevância antes da publicação

Depois da escolha inicial do tema, as agências costumam avaliar se o assunto possui relevância suficiente para se transformar em conteúdo publicado. Isso envolve observar fatores como atualidade do tema, volume de interesse e relação com a área de atuação do site. Se o tema já foi amplamente explorado em outros conteúdos semelhantes, pode ser necessário encontrar um novo ângulo ou abordagem que ofereça algo diferente ao leitor. Esse cuidado busca evitar a criação de materiais que apenas repetem informações
disponíveis em outros lugares. Em vez disso, a curadoria procura identificar oportunidades para aprofundar explicações ou organizar informações de maneira mais clara. A qualidade do conteúdo passa a ser considerada tão importante quanto a quantidade de publicações.

Organização editorial ajuda a manter consistência

Outro aspecto relevante na curadoria de conteúdo é a organização editorial. Muitas agências trabalham com calendários de publicação que ajudam a distribuir os temas ao longo do tempo. Esse planejamento permite equilibrar diferentes tipos de conteúdo, como textos explicativos, guias práticos e análises sobre determinado assunto. A organização também ajuda a evitar sobreposição de temas ou repetição de informações dentro do próprio site. Dessa forma, cada publicação passa a ocupar um papel específico dentro da estratégia de conteúdo. Ao longo do tempo, essa estrutura contribui para formar um acervo mais organizado e coerente.

Conteúdo passa a ser visto como patrimônio digital

A valorização da curadoria reflete uma mudança na forma como empresas encaram a produção de conteúdo. Em vez de tratar cada publicação como um material isolado, muitas organizações passaram a considerar o conjunto de textos como um patrimônio digital que se constrói gradualmente. Quando os temas são escolhidos de maneira estratégica, o conteúdo pode continuar relevante por longos períodos, atraindo leitores interessados em determinado assunto. Essa abordagem também permite revisar e atualizar materiais antigos, mantendo o site alinhado com novas informações ou mudanças no setor. Com isso, a curadoria de conteúdo se consolida como parte importante das estratégias digitais. Ao selecionar cuidadosamente o que publicar, agências e empresas buscam construir uma presença online baseada em informação útil, organizada e voltada para as necessidades do público.

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Áudio em evento oficial coloca deputado sob suspeita de conflito de interesse em obra milionária

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O deputado estadual Valmir Moretto (Republicanos) comemorando o resultado de uma licitação durante um evento oficial em Mato Grosso, gerou questionamentos sobre possível conflito de interesses nesta terça-feira (17). O assunto virou alvo de polêmica após a circulação de um áudio captado durante um evento oficial que sugere possível ligação com uma empresa envolvida em uma obra pública avaliada em mais de R$ 200 milhões. O episódio ocorreu durante a assinatura da ordem de serviço do projeto. Nas imagens divulgadas nas redes sociais, o parlamentar aparece comemorando a iniciativa, enquanto o áudio, registrado por uma transmissão paralela, acabou ganhando repercussão e levantando questionamentos sobre a relação entre o agente público e a empresa contratada. Diante da repercussão, o deputado se manifestou por meio de nota, na qual reconheceu que já teve vínculo com a empresa citada, mas afirmou que não integra a gestão desde 2018. Ele também destacou que não há irregularidade em sua atuação no caso. A situação, no entanto, reacende o debate sobre possíveis conflitos de interesse envolvendo agentes públicos, especialmente em contratos de grande porte. O caso deve ser analisado por órgãos de controle, que poderão apurar se houve alguma irregularidade ou violação de princípios da administração pública.



Projeções para 2026 e o ciclo pré-Copa movimentam o setor

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O mercado de apostas no Brasil em janeiro de 2026 proporcionou uma arrecadação federal de R$ 1,496 bilhão em janeiro de 2026. De acordo com dados divulgados pela Receita Federal, corresponde a uma elevação de 2.642,16% em relação à marca de R$ 55 milhões da mesma época do ano passado. 

Conforme a autarquia federal, esse crescimento do setor de betting está relacionado à consolidação da legislação específica para a atividade, com a implementação das normas para atuação legal das companhias no território nacional. 

Dessa maneira, o impacto econômico das apostas somente no primeiro mês de 2026 representa 15% em comparação aos quase R$ 10 bilhões obtidos ao longo de 2025. Caso o ritmo seja mantido nos próximos meses, a Receita Federal projeta uma arrecadação com apostas no Brasil de até 18 bilhões de reais em 2026. 

Mas, esses números podem ser impulsionados pelo principal evento esportivo do planeta. Trata-se da Copa do Mundo da Fifa que ocorrerá entre junho e julho no Canadá, Estados Unidos e México. Com o formato inédito de 48 seleções, os fãs da modalidade tendem a aquecer ainda mais esse mercado.

Vale salientar que essa será a primeira Copa do Mundo com a indústria brasileira devidamente licenciada. Sendo assim, o crescimento do setor de betting tem tudo para continuar impressionante no decorrer deste ano. 

A prova disso passa pelo estudo do banco britânico Barclays. O levantamento indicou que o Mundial no Catar, em 2022, rendeu em torno de US$ 35 bilhões em apostas esportivas globalmente, o equivalente a R$ 186,9 bilhões. Esse montante apontou um crescimento do setor mundial de betting de 65% em relação à disputa na Rússia, quatro anos antes. 

Para essa edição, as projeções da indústria internacional indicam fluxos ainda maiores, alavancados por alterações regulatórias, justamente o que aconteceu no Brasil. Para analisar esse caminho traçado pelo nosso país no seu primeiro ano de mercado regulado, o BiS SiGMA South America desponta como parada obrigatória para players nacionais e internacionais. 

O evento de apostas acontecerá de 6 a 9 de abril, em São Paulo (SP), no Transamérica Expo Center. Com o segmento em ascensão no território nacional, a feira também deve replicar esses números e superar a edição passada. A organização prevê mais de 18500 participantes ao longo dos dias de feira. 

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Prazo para contestar descontos indevidos do INSS termina nesta sexta-feira (20)

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Aposentados e pensionistas do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) têm até esta sexta-feira, 20 de março, para contestar descontos associativos não autorizados em benefícios previdenciários. O procedimento é necessário para quem deseja aderir ao acordo de ressarcimento corrigido oferecido pelo Governo Federal. Quem não cumprir o prazo pode ficar fora da possibilidade de receber os valores pela via administrativa. Até o momento, cerca de 6,38 milhões de beneficiários já contestaram as cobranças, sendo que 4,3 milhões aderiram ao acordo. Em todo o país, já foram devolvidos R$ 2,95 bilhões. Outros 758.332 segurados ainda estão aptos a ingressar na negociação. Após a adesão, os valores corrigidos são pagos em até três dias úteis. Para ter direito à devolução dos descontos realizados entre março de 2020 e março de 2025, o beneficiário deve inicialmente contestar a cobrança, verificando possíveis descontos não autorizados e informando a situação ao INSS, seja pelo aplicativo ou site Meu INSS ou nas agências dos Correios. Em seguida, é necessário aguardar a resposta da entidade responsável, que tem prazo de até 15 dias úteis para se manifestar. Caso não haja retorno ou sejam apresentadas irregularidades, como assinaturas divergentes, o sistema libera a opção para adesão ao acordo de ressarcimento. 



PIX é o meio de pagamento mais utilizado por 80% dos consumidores

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Uma nova pesquisa realizada pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e pelo SPC Brasil, em parceria com a Offerwise revela um cenário de transformação acelerada no sistema de pagamento nacional. O estudo, que mapeia o comportamento de internautas nas 27 capitais brasileiras, aponta que o país vive a era da “Agilidade com Medo”: uma transição digital de alta velocidade impulsionada pelo PIX, mas que ainda mantém um pé no conservadorismo por necessidade de segurança financeira. O PIX consolidou-se como o protagonista absoluto do mercado, sendo utilizado por 80% dos consumidores como principal meio de pagamento no dia a dia. Sua ascensão é marcada por um crescimento expressivo em todos os canais de consumo. Quando avaliado os meios de pagamento mais utilizados por canais de compra, nas lojas físicas o PIX é utilizado principalmente por 41% dos consumidores, um aumento de 8 pontos percentuais em relação a 2025. Nas lojas online o uso do PIX é ainda maior, sendo prioridade para 55% dos entrevistados, com um aumento também de 8 pontos percentuais em relação ao ano passado. Nas contas de consumo como água, luz, telefone e internet vemos a maior predominância do PIX, sendo utilizado por 66% dos consumidores, um crescimento de 14% comparado com 2025. A rapidez e praticidade são os maiores atrativos para o uso (69%), mas o ecossistema já evolui para funções mais complexas, como o PIX Parcelado, já utilizado por 38% dos usuários, e o agendamento de contas (36%), desafiando diretamente o território tradicional do cartão de crédito.



Governo federal zera PIS/Cofins do diesel para conter alta dos combustíveis

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O Governo Federal anunciou nesta quinta-feira (12) um conjunto de medidas para reduzir os impactos da alta internacional do petróleo sobre o preço do óleo diesel no Brasil. As ações incluem a edição de uma Medida Provisória e três decretos assinados pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, além do reforço na fiscalização do setor para combater possíveis práticas abusivas na formação de preços. As decisões foram adotadas em meio ao cenário de forte instabilidade no mercado global de petróleo, agravado pelo conflito envolvendo Estados Unidos, Israel e Irã, além das tensões na região do Estreito de Ormuz — rota por onde passa cerca de um quinto de todo o petróleo consumido no mundo. Entre as principais medidas está a decisão de zerar as alíquotas de PIS e Cofins que incidem sobre o diesel. Na prática, a iniciativa elimina os dois únicos tributos federais atualmente cobrados sobre o combustível, o que deve gerar uma redução aproximada de R$ 0,32 por litro. Segundo o governo, o objetivo é diminuir a pressão sobre um insumo considerado essencial para o transporte de cargas, a produção agropecuária e o abastecimento das cidades. O presidente também destacou que o governo está realizando um esforço econômico para proteger a população dos reflexos da instabilidade internacional. “Estamos fazendo um sacrifício enorme, uma engenharia econômica, para evitar que os efeitos da irresponsabilidade das guerras cheguem ao povo brasileiro”, concluiu. As medidas fazem parte de uma estratégia emergencial para tentar estabilizar o preço do combustível no país e reduzir os impactos sobre o transporte, a inflação e o custo dos alimentos.



Câmara discute mudanças na CNH e avalia reduzir a idade mínima para dirigir para 16 anos

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A Câmara dos Deputados instalou uma comissão especial para reavaliar as regras de obtenção da Carteira Nacional de Habilitação (CNH). Entre os temas em discussão está a possibilidade de reduzir a idade mínima para dirigir no Brasil de 18 para 16 anos. A iniciativa ocorre após mudanças recentes nas normas para formação de condutores, que reduziram a carga mínima de aulas práticas de 20 para duas horas e criaram a figura do instrutor autônomo credenciado, desvinculado das autoescolas tradicionais. O movimento do Legislativo também surge em meio a reclamações do setor de autoescolas, que afirma ter registrado queda na receita após as alterações nas regras. Representantes do segmento alegam que cerca de 15 mil empresas e aproximadamente 300 mil empregos podem ser afetados pelas mudanças. O relator da comissão, o deputado federal Áureo Ribeiro (Solidariedade-RJ), afirmou que os debates devem buscar um equilíbrio entre a flexibilização das normas e a segurança no trânsito. Segundo o parlamentar, apesar das mudanças recentes serem consideradas positivas em alguns aspectos, é necessário garantir que novos motoristas tenham formação adequada. “Foi uma medida boa, mas precisamos dar segurança para quem vai estar nas ruas. Vamos debater muito para chegar a um ponto de equilíbrio e garantir um exame rigoroso”, declarou. O plano de trabalho da comissão deverá ser apresentado nesta quarta-feira (11). O grupo terá um prazo de 45 dias para elaborar e apresentar um parecer com possíveis alterações nas regras da CNH.



Educação sexual nas escolas volta ao centro do debate público no Brasil

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A inclusão da educação sexual no ambiente escolar permanece como um dos temas mais controversos do cenário educacional brasileiro. Defendida por especialistas em saúde pública e educação como instrumento de prevenção e formação cidadã, a abordagem enfrenta resistência de grupos que alegam conflito com valores familiares e religiosos. No Brasil, a temática é prevista de forma transversal na Base Nacional Comum Curricular (BNCC), documento que orienta os currículos da educação básica. O texto não estabelece uma disciplina específica, mas recomenda que conteúdos relacionados ao corpo humano, prevenção de infecções sexualmente transmissíveis (ISTs), gravidez na adolescência e respeito à diversidade sejam trabalhados ao longo das etapas de ensino, de maneira adequada à faixa etária.

Prevenção e dados de saúde

Segundo o Ministério da Saúde, a informação precoce e qualificada é um dos principais fatores de redução da gravidez não planejada na adolescência e da disseminação de ISTs. Dados do próprio ministério indicam queda gradual nos índices de gravidez entre adolescentes nos últimos anos, movimento atribuído, entre outros fatores, ao acesso ampliado a informações e métodos contraceptivos. Especialistas também citam o papel da escola na identificação e prevenção de abusos. Ao compreender limites corporais e noções de consentimento, crianças e adolescentes tendem a reconhecer situações de violência e buscar ajuda com maior rapidez.

Divergências ideológicas

A pauta, no entanto, tem sido alvo de embates políticos. Em 2023 e 2024, projetos apresentados na Câmara dos Deputados e no Senado Federal propuseram restringir ou regulamentar de forma mais rígida a abordagem do tema em sala de aula. Parlamentares favoráveis à limitação defendem maior protagonismo das famílias na orientação sobre sexualidade. Por outro lado, entidades como a UNESCO sustentam que programas estruturados de educação sexual não estimulam a iniciação precoce da vida sexual, mas contribuem para decisões mais responsáveis e redução de riscos.

O que dizem educadores

Professores e gestores escolares relatam que a ausência de debate formal não impede que o assunto chegue à sala de aula. Pelo contrário: dúvidas sobre sexualidade, identidade de gênero e relacionamentos surgem cada vez mais cedo, muitas vezes influenciadas por conteúdos acessados na internet e redes sociais. Para profissionais da educação, a escola cumpre papel complementar ao da família, oferecendo informação científica, linguagem adequada e mediação pedagógica.

Caminhos possíveis

Especialistas apontam que a construção de consensos passa pela transparência curricular, formação continuada de professores e diálogo com pais e responsáveis. A tendência é que o debate continue presente na agenda pública, especialmente em períodos eleitorais, quando temas ligados a costumes ganham maior visibilidade. Enquanto isso, a discussão sobre educação sexual nas escolas permanece dividindo opiniões — entre a defesa da saúde pública e a disputa por valores no espaço educacional.



Senado aprova aumento de penas para furto, roubo e receptação Fonte: Agência Senado

Foto: Luciano Santos l 97NEWS

O Plenário do Senado Federal aprovou nesta terça-feira (3) o substitutivo apresentado pelo senador Efraim Filho ao Projeto de Lei 3.780/2023, que amplia as penas para os crimes de furto, roubo e receptação. Como o relator promoveu mudanças significativas na proposta original, o texto retorna à Câmara dos Deputados para nova análise dos parlamentares. A proposta altera dispositivos do Código Penal para endurecer as punições e incluir novas qualificadoras, como o furto e a receptação de animais domésticos e o roubo de arma de fogo. O texto também trata de maneira mais rigorosa crimes envolvendo dispositivos eletrônicos, especialmente telefones celulares. Segundo Efraim Filho, o projeto busca adequar a legislação à realidade enfrentada pela população. De acordo com dados mencionados pelo senador, mais de 2.700 celulares são furtados ou roubados diariamente no país. Ele argumenta que o aparelho deixou de ser um bem comum, concentrando informações pessoais, financeiras e profissionais dos usuários. “O furto do dispositivo eletrônico, do celular, hoje, não é tipificado no Código Penal como uma qualificadora; é como um objeto comum. Mas esse dispositivo eletrônico ganhou outra dimensão dentro da vida de cada cidadão”, afirmou o relator durante a votação.

Principais mudanças

Entre os pontos destacados no substitutivo estão:

  • Aumento das penas para furto e roubo de celulares;

  • Inclusão de qualificadoras para furto e receptação de animais domésticos;

  • Agravamento das sanções para roubo e subtração de armas de fogo;

  • Elevação das penas para o crime de interrupção de serviço telefônico ou informático;

  • Ampliação das hipóteses de prisão preventiva para o crime de furto, inclusive para réus não reincidentes.

O senador defendeu que o endurecimento das penas tem como objetivo “coibir crimes e viabilizar a punição rigorosa a criminosos, protegendo a sociedade”, além de harmonizar a legislação penal diante das novas dinâmicas criminosas. O projeto original é de autoria do deputado federal Kim Kataguiri. Agora, com as alterações promovidas no Senado, a matéria será novamente apreciada pelos deputados federais antes de seguir para eventual sanção presidencial.



TSE aprova restrições para uso de IA nas eleições de 2026

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O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) aprovou nesta segunda-feira (2) as regras sobre utilização de inteligência artificial (IA) durante as eleições gerais de outubro deste ano. As normas valem para candidatos e partidos. Por unanimidade, o tribunal decidiu proibir postagens nas redes sociais de conteúdos modificados no período de 72 horas antes do pleito e 24 horas após a votação. A restrição vale para modificações com imagem e voz de candidatos ou pessoas públicas. O primeiro turno está marcado para 4 de outubro. As regras foram definidas com a aprovação de diversas resoluções que vão nortear o pleito, no qual serão escolhidos o presidente da República, governadores, senadores, deputados federais, estaduais e distritais. Os ministros também proibiram que provedores de IA permitam, ainda que solicitado pelos usuários, sugestões de candidatos para votar. O objetivo é evitar a interferência de algoritmos na livre escolha dos eleitores. Para combater a misoginia digital, o TSE proibiu postagens nas redes sociais com montagens envolvendo candidatas e fotos e vídeos com nudez e pornografia. A Corte eleitoral também reafirmou que os provedores de internet poderão ser responsabilizados pela Justiça se não retirarem perfis falsos e postagens ilegais de seus usuários.



Multas de trânsito podem ser parceladas? Entenda caminhos disponíveis aos condutores

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Receber uma multa de trânsito nunca é agradável e, quando o valor pesa no orçamento, a preocupação aumenta. Diante desse cenário, muitos motoristas se perguntam se é possível parcelar a infração. A resposta é sim, mas o caminho depende do órgão responsável pela autuação e das regras adotadas em cada estado ou município. A possibilidade de dividir o pagamento foi regulamentada nacionalmente, permitindo que órgãos e entidades de trânsito ofereçam a quitação por meio de cartão de crédito ou débito, à vista ou parcelado. No entanto, a adesão ao modelo não é automática nem obrigatória para todos os entes federativos. Por isso, antes de buscar como parcelar multas de trânsito, é necessário identificar quem aplicou a multa e quais são as alternativas disponíveis.

O que diz a regulamentação?

A legislação de trânsito autoriza os órgãos autuadores a firmarem convênios com empresas para viabilizar o pagamento de multas com cartão. Nesses casos, o valor pode ser dividido em parcelas, conforme as condições da operadora financeira. O parcelamento não altera a natureza da infração nem suspende prazos para apresentação de defesa ou recurso. Trata-se apenas de uma forma de pagamento. É importante destacar que eventuais encargos financeiros, como juros cobrados pela administradora do cartão, ficam a cargo do condutor. Nem todos os órgãos oferecem essa modalidade, o que torna a consulta prévia indispensável.

Como verificar se é possível parcelar?

O primeiro passo é acessar o site do órgão responsável pela multa e verificar se há opção de pagamento parcelado. Em muitos casos, o próprio portal indica empresas credenciadas para realizar a transação. O motorista escolhe a infração, seleciona a forma de pagamento e conclui a operação na plataforma indicada. Também é possível obter informações presencialmente em unidades de atendimento. Antes de confirmar o parcelamento, o condutor deve conferir o valor final, incluindo eventuais taxas cobradas pela operadora financeira. Parcelamento e licenciamento do veículo Uma dúvida comum envolve o impacto do parcelamento no licenciamento anual. Em geral, ao optar pelo pagamento parcelado por meio de empresa credenciada, o órgão de trânsito recebe o valor integral à vista da operadora, permitindo a baixa do débito no sistema. Assim, o veículo pode ser licenciado, desde que não existam outras pendências. No entanto, atrasos no pagamento das parcelas junto à administradora do cartão podem gerar cobranças financeiras, ainda que a multa já esteja considerada quitada perante o órgão autuador. Manter as parcelas em dia evita problemas adicionais.

Atenção aos prazos e descontos

O parcelamento não impede que o motorista aproveite eventuais descontos oferecidos para pagamento antecipado, quando disponíveis. Algumas plataformas permitem aplicar o abatimento legal antes de dividir o valor. Também é fundamental respeitar os prazos para indicação de condutor, apresentação de defesa prévia e interposição de recurso, se for o caso. Optar pelo parcelamento não significa abrir mão do direito de contestar a autuação, desde que o procedimento seja realizado dentro do prazo legal. Guardar comprovantes e acompanhar a situação da multa no sistema ajuda a evitar inconsistências. A possibilidade de parcelar multas de trânsito representa uma alternativa para quem precisa reorganizar as finanças sem deixar o veículo irregular. Ainda assim, a decisão deve ser acompanhada de atenção às regras do órgão autuador e às condições financeiras da operadora escolhida. Ao buscar informação nos canais oficiais e avaliar o custo total da operação, o motorista transforma uma obrigação em compromisso administrável, reduzindo o impacto imediato no bolso e mantendo a regularidade do veículo em dia.

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Conta de luz deve subir acima da inflação em 2026 e pressionar orçamento das famílias

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Especialistas do setor elétrico projetam que a tarifa de energia elétrica residencial terá aumento real de cerca de 4% em 2026, índice superior à inflação prevista de 3,91%, conforme estimativas do Boletim Focus. A expectativa reforça uma tendência recente de encarecimento da energia no país e acende alerta para o impacto direto no orçamento das famílias brasileiras. O reajuste previsto ocorre após um aumento expressivo registrado em 2025, quando a conta de luz subiu 12,3%, bem acima do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que fechou o ano em 4,26%. Entre os principais fatores apontados por especialistas estão a renegociação de contratos entre distribuidoras e geradoras de energia, a ampliação de subsídios ao setor elétrico e as condições climáticas menos favoráveis. A redução no volume de chuvas preocupa o setor, pois afeta diretamente os reservatórios das hidrelétricas, responsáveis por grande parte da geração elétrica brasileira. Com menor disponibilidade hídrica, cresce a necessidade de acionamento das usinas termelétricas, cuja geração possui custo mais elevado. Caso o fenômeno climático El Niño provoque redução de chuvas nas regiões Norte e Nordeste, a tendência é de pressão adicional sobre os preços da energia ao longo do ano. A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) projeta que os subsídios do setor somarão R$ 47,8 bilhões em 2026, valor 15,4% superior ao registrado no ano anterior. Especialistas avaliam que, embora importantes para políticas públicas e expansão energética, esses mecanismos acabam redistribuindo custos dentro do sistema, elevando a tarifa final ao consumidor residencial. Dados históricos mostram que o encarecimento da energia elétrica vem ocorrendo de forma contínua. Nos últimos 15 anos, a tarifa média passou de R$ 112 para R$ 310 por megawatt-hora (MWh), uma alta acumulada de 177%, enquanto a inflação no mesmo período foi de 122%. Entre as razões estruturais apontadas estão contratos de longo prazo indexados à inflação, decisões políticas em leilões de energia e a extensão de contratos de usinas termelétricas para garantir segurança energética. A expectativa do setor é de que a evolução das condições climáticas e as decisões regulatórias ao longo do ano serão determinantes para confirmar — ou ampliar — o aumento projetado nas contas de luz.