ÚLTIMAS NOTÍCIAS:

Brumado: Denúncia aponta suposta diferença em pagamentos do transporte escolar e cobra explicações da Prefeitura

Brasil reduz índices de reprovação, abandono e atraso, diz Censo escolar

Homem é preso suspeito de tentar explorar sexualmente adolescente na zona rural de Livramento de Nossa Senhora

Prefeitura de Brumado antecipa salários e injeta R$ 10 milhões na economia local

24º BPM recebe kit de aplicativo tático para reforçar atuação operacional em Brumado

Policia registra queda dos roubos e furtos nos eventos do São João da Bahia 2026

Vídeo de cantor com público reduzido em São João da Bahia viraliza e gera onda de apoio nas redes

Homem é levado à delegacia após ser flagrado com celulares durante festa junina em Presidente Jânio Quadros

Mulher desarma ex-companheiro após ameaças de morte e disparo de arma em Guanambi

Idoso morre após ser atropelado por motocicleta conduzida por adolescente em Livramento de Nossa Senhora

Brumado: Condenado por assalto de quase meio milhão é capturado após ação de inteligência da PM

Brumado: Adolescente fica ferido após colisão entre moto e caminhonete no Bairro Dr. Juracy


Mandetta prevê que Brasil entre em colapso ao fim do prazo de 30 dias

Foto: Reprodução l Isac Nóbrega/PR

A projeção feita pelo ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, é de que o Brasil possui estrutura para funcionar bem por cerca de 30 dias, ao final desse prazo o país deve entrar em colapso. "O colapso pode acontecer não só por causa da saúde", acrecentou o titular do MS. "Nós temos alguns pontos fortes, um sistema de saúde presente, conseguimos amenizar o atendimento, temos um tempo para ganhar, nós temos aí 30 dias para que a gente resista razoavelmente bem, com muitos casos dependendo da dinâmica da sociedade, mas claramente no final de abril nosso sistema entre em colapso", previu Mandetta. O ministro ainda criticou a iniciativa de governadores que fecharam estradas na intenção de conter a disseminação do vírus. "Eu vi algumas medidas de governadores fechando estradas como se o estado vizinho fosse o problema", lamentou o ministro, ao citar os problemas causados pela interrupção de cadeias produtivas. 



Comentários

    Nenhum comentário, seja o primeiro a enviar.

Deixe seu comentário