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Orelhões serão extintos no país até o fim de 2028

Foto: Luciano Santos l 97NEWS

Quem se lembra dos “orelhões”, aqueles telefones de uso público que ficavam espalhados pelas ruas? Pois é, esses aparelhos, que há alguns anos eram indispensáveis no dia a dia da população, serão extintos até o fim de 2028. A rede, que já teve mais de 1,5 milhão de orelhões e que era mantida por concessionárias de telefonia fixa, atualmente, conta com apenas 30 mil. Segundo a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), cerca de nove mil orelhões continuarão funcionando em cidades onde não há, pelo menos, o sinal 4G para a rede móvel. Segundo a Anatel, a população pode continuar utilizando, de forma gratuita, os orelhões que ainda funcionam até o fim de 2028. Os orelhões foram lançados no Brasil em 1972. O desenho deles é de autoria da arquiteta Chu Ming Silveira, chinesa radicada no país. Os contratos que incluíam a manutenção dos orelhões foram firmados em 1998 e terminaram no fim de dezembro de 2025. A solicitação de retirada dos aparelhos que não são mais obrigatórios pode ser feita diretamente com as operadoras ou, caso a tentativa falhe, por meio da central de atendimento da Anatel, 1331, ou no portal da agência.



Fluxo de caixa empresarial: como a antecipação de recebíveis ajuda o negócio a crescer?

Foto: Reprodução l Freepik

Manter o fluxo de caixa equilibrado é um dos principais desafios das empresas que atuam no mercado B2B (business to business), sobretudo aquelas que trabalham com prazos de pagamento estendidos. Mesmo com contratos firmados e faturamento previsto, o intervalo entre a emissão da nota fiscal e o recebimento efetivo pode gerar pressão sobre a gestão financeira. Nesse contexto, a antecipação de recebíveis surge como uma alternativa para reduzir esse intervalo e dar mais previsibilidade ao caixa.

Na prática, a antecipação permite que valores que só seriam recebidos em 60, 90 ou até 120 dias, como notas fiscais emitidas por fornecedores a empresas compradoras, sejam convertidos em recursos disponíveis no mesmo dia. O modelo costuma ser viabilizado a partir de um programa estruturado pela empresa compradora, que mantém seus prazos de pagamento, enquanto oferece aos fornecedores a possibilidade de antecipar o recebimento junto a instituições financeiras.

Ao acessar esse capital de forma antecipada, o fornecedor ganha fôlego para honrar compromissos, planejar investimentos e manter a operação em ritmo estável, sem depender exclusivamente dos prazos negociados com o cliente final.

Previsibilidade para lidar com despesas recorrentes

Um dos principais impactos da antecipação de recebíveis está na previsibilidade do fluxo de caixa do fornecedor. Ao antecipar valores já faturados e reconhecidos em nota fiscal, a empresa consegue alinhar melhor as entradas e saídas de recursos, reduzindo desequilíbrios típicos de operações com vendas a prazo.

Esse alinhamento facilita o pagamento de despesas recorrentes, como salários, tributos, custos operacionais e compras de insumos, que não acompanham, necessariamente, os prazos de recebimento definidos pela empresa compradora. Com mais controle sobre o curto prazo, o gestor reduz a necessidade de soluções emergenciais e passa a operar com uma rotina financeira mais organizada.

Relação equilibrada entre empresa compradora e fornecedor

Do ponto de vista da empresa compradora, a antecipação de recebíveis também cumpre um papel estratégico. Ao estruturar um programa que permita aos fornecedores antecipar suas notas fiscais, a companhia consegue manter políticas de pagamento com prazos mais longos sem comprometer a saúde financeira da cadeia de fornecimento.

Esse equilíbrio contribui para relações comerciais mais estáveis, reduz riscos operacionais e aumenta a previsibilidade na entrega de produtos e serviços. Para o fornecedor, a possibilidade de escolher quando antecipar o recebimento adiciona flexibilidade financeira sem exigir renegociação contratual.

Apoio ao crescimento e à expansão do negócio

A antecipação de recebíveis também tem sido utilizada como instrumento de apoio ao crescimento dos fornecedores. Em muitos casos, oportunidades de expansão exigem capital imediato, seja para assumir novos contratos, ampliar a capacidade produtiva ou investir em estrutura.

Ao antecipar valores já vendidos e reconhecidos, a empresa utiliza recursos que fazem parte do seu próprio faturamento futuro. Essa abordagem permite aproveitar oportunidades com mais agilidade, sem recorrer a empréstimos tradicionais ou comprometer o planejamento financeiro de longo prazo.

Redução da dependência de crédito bancário

Outro benefício observado nesse modelo é a redução da dependência de linhas de crédito. Em vez de buscar empréstimos para cobrir lacunas temporárias no caixa, o fornecedor acessa valores que já tem a receber, ajustando apenas o momento do recebimento.

Como a operação está vinculada a notas fiscais emitidas para empresas com boa reputação financeira, o custo tende a ser mais competitivo do que as modalidades de crédito. Além disso, o gestor passa a trabalhar com receitas já contratadas, o que facilita o controle financeiro e a projeção dos próximos meses.

Uso estratégico exige planejamento

Muitas empresas utilizam a antecipação de recebíveis de forma estratégica, em momentos específicos de necessidade ou oportunidade. Analisar prazos, custos e o volume de valores a antecipar faz parte da gestão. Quando integrada a um planejamento financeiro estruturado, a antecipação contribui para a organização do caixa, sem criar dependência no médio e longo prazo.

O uso da antecipação de recebíveis reflete uma mudança na forma como as empresas administram o tempo do dinheiro. Ao reduzir a distância entre a prestação do serviço e o recebimento, o negócio ganha mais autonomia para cumprir obrigações, planejar investimentos e sustentar o crescimento.

Mais do que uma solução pontual, a antecipação pode atuar como apoio à gestão financeira quando aplicada com critério. Ao alinhar entradas de recursos às necessidades da operação, fornecedores e empresas compradoras fortalecem uma relação mais equilibrada, previsível e sustentável ao longo do tempo.

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Venda de motocicletas em 2025 é a maior dos últimos 22 anos

Foto: Luciano Santos l 97NEWS

A venda de motocicletas no país em 2025 foi a maior registrada desde 2003. Foram comercializadas 2.197.851 unidades no ano passado, uma alta de 17,1% em relação a 2024 (1.876.427 unidades). O segundo ano com mais vendas foi 2011 (1.940.543 unidades) e o terceiro, 2008 (1.925.558 unidades). Os dados, divulgados nesta quinta-feira (15), são da Associação Brasileira dos Fabricantes de Motocicletas, Ciclomotores, Motonetas, Bicicletas e Similares (Abraciclo). “O desempenho do setor reflete a demanda aquecida por veículos de duas rodas, impulsionada principalmente pela mobilidade urbana e pelo uso profissional”, destaca o presidente da entidade, Marcos Bento. No ano passado, 1.980.538 motocicletas foram produzidas nas linhas de montagem das fabricantes instaladas em Manaus, volume 13,3% superior ao registrado em 2024. Esse foi o melhor desempenho do setor desde 2011 e o terceiro maior da história da indústria motociclística nacional, desde 2003. As exportações encerraram 2025 com 43.117 motocicletas embarcadas, volume 39,1% superior ao registrado no ano anterior. A Abraciclo estima que a produção em 2026 deverá ser de aproximadamente 2.070.000 motocicletas, volume 4,5% superior às 1.980.538 unidades fabricadas em 2025. A previsão da entidade é que sejam vendidas no país, neste ano, 2.300.000 motocicletas, um avanço de 4,6% em relação às 2.197.851 unidades comercializadas no ano passado. As exportações, segundo a Abraciclo, também devem apresentar elevação. A entidade estima que 45.000 motocicletas sejam destinadas ao mercado externo em 2026, crescimento de 4,4% na comparação com 2025. “As projeções indicam o crescimento consolidado do segmento no Brasil e reforçam o papel estratégico do Polo Industrial de Manaus, o maior polo de produção de duas rodas fora do eixo asiático”, afirma o presidente da Abraciclo.



Mais de 323,4 mil motoristas de todo o Brasil já tiveram CNH renovada automaticamente

Foto: Luciano Santos l 97NEWS

Os motoristas que dirigem de forma responsável já começaram a ser beneficiados pelo bom comportamento no trânsito. Desde a implementação da Medida Provisória do Bom Condutor, 323.459 condutores já tiveram a Carteira Nacional de Habilitação (CNH) renovada automaticamente em todo o país. Além da desburocratização, a renovação automática da CNH representa um alívio no bolso da população. A soma do valor economizado por essas renovações chega a R$226 milhões, recursos que antes eram destinados a taxas, exames e procedimentos administrativos. Entre os condutores beneficiados, a maioria pertence à categoria B, destinada a carros (52%), seguida pela AB, que inclui carros e motocicletas (45%), e pela A, exclusiva para motos (3%). A distribuição regional mostra que o alcance da política é nacional, com maior concentração de renovações no Sudeste. São Paulo lidera o ranking nacional, com 86.770 CNHs renovadas, seguido por Minas Gerais (35.771), Rio de Janeiro (29.343) e Espírito Santo (7.825). No Nordeste, mais de 64 mil condutores foram contemplados. A Bahia aparece à frente, com 15.226 renovações, seguida por Pernambuco (12.927) e Ceará (11.798). Estados como Rio Grande do Norte, Maranhão, Alagoas, Paraíba, Sergipe e Piauí também registraram adesão significativa ao programa. A região Sul soma mais de 53 mil renovações, com Paraná (22.119), Rio Grande do Sul (18.239) e Santa Catarina (13.230). No Centro-Oeste, foram registradas 26.929 renovações automáticas, com destaque para Goiás (12.213) e o Distrito Federal (7.206).Já no Norte, o total chega a 18.257 renovações, lideradas pelo Pará (6.510) e pelo Amazonas (3.768). No grupo dos condutores profissionais, predominam as categorias AD, que incluem motocicletas e ônibus ou micro-ônibus, com 44% dos beneficiados. Em seguida aparecem as categorias D (20%) e AE (18%). As categorias E, voltada a veículos pesados, e AC, que inclui motos e caminhões, representam 7% do total.



Caixa limita saques em caixas eletrônicos à noite por segurança

Foto: Luciano Santos l 97NEWS

Clientes da Caixa Econômica Federal devem ficar atentos ao planejar retiradas de dinheiro em espécie. Seguindo diretrizes de segurança da Febraban para combater fraudes e assaltos, o banco aplica uma redução drástica nos valores permitidos durante a madrugada. Enquanto no período diurno o teto chega a R$ 2.000, o limite despenca para apenas R$ 300 entre 22h e 6h. Essa trava de segurança é automática e afeta inclusive usuários que possuem limites elevados em suas contas. A medida visa proteger o patrimônio do correntista em horários de maior vulnerabilidade, limitando a exposição financeira em terminais de autoatendimento e na Rede Banco24Horas. 

Confira os limites por horário nos caixas eletrônicos:

Das 06h00 às 22h00: saques de até R$ 2.000;

Das 22h01 às 05h59: limite reduzido para até R$ 300.

Variações por canais e tipos de conta

A flexibilidade para sacar dinheiro também muda conforme o local escolhido e a modalidade da conta. Confira as principais regras: 

Casas lotéricas: Oferecem maior liberdade, com saques entre R$ 5 e R$ 5.000 para contas correntes e poupança.

Caixa Tem: A poupança social digital permite retiradas por operação entre R$ 20 e R$ 1.200.

Terminais de autoatendimento: Geralmente limitados a três operações diárias, com valores por retirada entre R$ 500 e R$ 1.500 durante o dia.

Finais de semana e feriados: Os limites permanecem idênticos aos dos dias úteis, respeitando sempre a janela de segurança noturna. Para quem precisa de valores maiores diretamente na boca do caixa, o atendimento presencial também respeita a queda para R$ 300 no período das 23h às 5h. A recomendação é que o cliente antecipe transações de maior volume para o período comercial. Caso a necessidade surja à noite, o uso de meios digitais, como o PIX e cartões de débito, continua sendo a alternativa sem as mesmas restrições impostas ao dinheiro físico.



Seguro-desemprego tem reajuste de 3,9% e eleva valor máximo para R$ 2.518,65

Foto: Luciano Santos l 97NEWS

Os trabalhadores demitidos sem justa causa passaram a receber valores maiores do seguro-desemprego a partir desta segunda-feira (12). O reajuste foi aplicado após a atualização da tabela de cálculo do benefício, corrigida em 3,9% com base no Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) de 2024. A mudança vale tanto para novos pedidos quanto para quem já está recebendo o benefício. Com a atualização, o valor máximo do seguro-desemprego subiu de R$ 2.424,11 para R$ 2.518,65. Já o valor mínimo acompanhou o aumento do salário mínimo nacional e passou de R$ 1.518 para R$ 1.621. O seguro-desemprego é calculado com base na média dos três últimos salários recebidos pelo trabalhador antes da demissão. A nova tabela estabelece três faixas de pagamento. Para quem teve média salarial de até R$ 2.222,17, o valor da parcela corresponde a 80% da média salarial, respeitado o piso do salário mínimo. Já os trabalhadores com salários entre R$ 2.222,18 e R$ 3.703,99 recebem 50% do valor que exceder R$ 2.222,17, acrescido de R$ 1.777,74. Aqueles que ganhavam acima de R$ 3.703,99 passam a receber uma parcela fixa de R$ 2.518,65, que corresponde ao teto do benefício. O seguro-desemprego é pago em três a cinco parcelas, de acordo com o tempo de trabalho e o número de solicitações anteriores do benefício. Para ter direito, o trabalhador precisa estar desempregado, não possuir outra fonte de renda ou vínculo formal de trabalho e cumprir o tempo mínimo de atividade exigido por lei. O pedido do benefício deve ser feito entre o 7º e o 120º dia após a demissão, exclusivamente pelos canais oficiais do governo, como o Portal Emprega Brasil.



Anvisa aprova medicamento injetável para prevenir o HIV

Foto: Reprodução

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou, nesta segunda-feira (12), uma nova indicação para o medicamento Sunlenca (lenacapavir), que passa a ser autorizado para uso como profilaxia pré-exposição (PrEP) na prevenção da infecção pelo HIV-1 por via sexual. A medida representa um avanço relevante nas estratégias de enfrentamento ao vírus no país. A autorização contempla adultos e adolescentes a partir de 12 anos, com peso mínimo de 35 quilos, desde que apresentem teste negativo para HIV-1 antes do início do tratamento. O Sunlenca é considerado um antirretroviral inovador por conter o lenacapavir, um fármaco de primeira classe que atua diretamente no capsídeo do HIV-1, bloqueando diferentes etapas do ciclo viral e impedindo a replicação do vírus ao comprometer a transcrição reversa. O medicamento é disponibilizado em duas apresentações: uma injeção subcutânea de longa duração, aplicada a cada seis meses, e comprimidos orais utilizados na fase inicial do tratamento. A posologia semestral é apontada como um diferencial importante, especialmente por favorecer a adesão e a continuidade do uso. A PrEP é uma das principais ferramentas de prevenção do HIV e consiste no uso de antirretrovirais por pessoas que não vivem com o vírus, mas que estão em maior risco de infecção. A estratégia integra a chamada prevenção combinada, que inclui ainda testagem regular para HIV, uso de preservativos, tratamento antirretroviral (TARV), profilaxia pós-exposição (PEP) e cuidados específicos para gestantes soropositivas. Em julho de 2025, a Organização Mundial da Saúde (OMS) passou a recomendar o lenacapavir como uma opção adicional de PrEP, classificando-o como a melhor alternativa disponível após uma vacina. A decisão foi baseada em resultados expressivos de estudos clínicos internacionais. No estudo PURPOSE 1, o medicamento demonstrou redução de 100% na incidência do HIV-1 entre mulheres cisgênero. Já o estudo PURPOSE 2 apontou 96% de eficácia em relação à incidência basal do vírus, além de desempenho 89% superior quando comparado à PrEP oral diária. Os dados também indicaram boa adesão e persistência ao regime semestral. Apesar da aprovação regulatória pela Anvisa, o Sunlenca ainda depende da definição do preço máximo pela Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (CMED). A possível incorporação do fármaco ao Sistema Único de Saúde (SUS) será avaliada pela Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no SUS (Conitec) e pelo Ministério da Saúde.



Homem causa prejuízo após ser demitido e danifica veículos de empresa em Campinas

Foto: Reprodução l Rede Social

Um homem de 34 anos provocou uma série de danos em uma empresa de telecomunicações na última quinta-feira (8), em Campinas, no interior de São Paulo, após ser informado de sua demissão. Segundo a Polícia Civil, o prejuízo incluiu a destruição de veículos e de parte da estrutura do local. Imagens gravadas por funcionários mostram o momento em que o ex-colaborador utiliza um dos carros da empresa para colidir propositalmente contra outros veículos estacionados no pátio, além de derrubar o portão principal. Ao todo, dez automóveis foram danificados — nove caminhonetes e um carro. Um notebook corporativo também foi quebrado durante a ação. Em depoimento, o homem afirmou que agiu por desespero. Ele relatou que havia sido orientado pela empresa a ir a um posto de combustíveis para pagar o abastecimento, já que o cartão utilizado para esse fim apresentou problemas. Após o pagamento, recebeu uma ligação solicitando seu retorno à empresa para receber a relação de clientes que atenderia ao longo do dia. No entanto, ao chegar ao local, foi informado de sua demissão. O ex-funcionário declarou ainda que não recebeu atendimento adequado da gerente de recursos humanos, que teria se recusado a dialogar, e que foi avisado de que a empresa não ofereceria auxílio para seu retorno a São Paulo, cidade onde reside. Ainda segundo o depoimento, a preocupação com o sustento dos filhos menores teria motivado a reação impulsiva. O representante da empresa informou à polícia que tentou conversar com o ex-funcionário para conter a situação, mas não obteve êxito, sendo necessário acionar a Polícia Militar. O homem permaneceu no local até a chegada das autoridades. O caso foi registrado como crime de dano no 7º Distrito Policial de Campinas.



CNH do Brasil: Quase 2 milhões de brasileiros já iniciaram o processo de habilitação pelo aplicativo

Foto: Reprodução

A procura pela Carteira Nacional de Habilitação (CNH) alcança números expressivos em todo o País. Desde o lançamento do novo modelo, quase 2 milhões de brasileiros iniciaram o processo de habilitação por meio do aplicativo CNH do Brasil. Conforme dados da Secretaria Nacional de Trânsito (Senatran), até a quinta-feira (1°), foram feitos mais de 1,8 milhão de requerimentos para carteira nacional de habilitação. O número supera o modelo tradicional: no mesmo período, foram feitas 57 mil solicitações diretamente nos Departamentos Estaduais de Trânsito (Detrans). No novo modelo, o pedido de abertura de requerimento é o primeiro passo para a obtenção da CNH. São Paulo lidera o ranking de solicitações, com mais de 320 mil pedidos, seguido por Minas Gerais, com 193.144, e Rio de Janeiro, com 168.468 pedidos.



Mulher registra ocorrência após ter foto adulterada por IA e usada em montagens pornográficas no X

Foto: Reprodução l Canva imagens

Uma mulher registrou boletim de ocorrência na Polícia Civil do Rio de Janeiro após ter uma foto pessoal manipulada de forma ofensiva com o uso de inteligência artificial. Julie Yukari denunciou o uso indevido de sua imagem depois que usuários passaram a alterar uma fotografia publicada por ela na rede social X, por meio do Grok, ferramenta de IA vinculada à plataforma. Segundo o relato, Julie havia compartilhado uma foto comum ao lado de seu gato. No entanto, ao acordar no dia seguinte, percebeu que a imagem havia viralizado, acumulando milhares de curtidas. Ao investigar o motivo da repercussão, descobriu que usuários estavam utilizando a inteligência artificial para criar montagens em que ela aparecia sem roupas e em posições de cunho sexual. “Não imaginava que usariam a foto para me colocar em poses e roupas sexuais, como se eu fosse um brinquedo pornográfico”, afirmou Julie, demonstrando indignação com a situação. O caso foi registrado na 10ª Delegacia de Polícia (Botafogo), na zona sul da capital fluminense. Apesar da denúncia, Julie ressaltou que não atribui culpa direta à tecnologia. Para ela, a inteligência artificial apenas executa comandos fornecidos por pessoas. Ainda assim, destacou a necessidade de limites e responsabilidade no uso dessas ferramentas. “É preciso ter cuidado com o que é gerado por essa tecnologia”, pontuou. A vítima defende que os usuários que utilizam recursos de IA de forma criminosa sejam responsabilizados. Além disso, levantou o debate sobre o papel das próprias tecnologias no enfrentamento desse tipo de crime. Julie questiona se a inteligência artificial também poderia ser usada para auxiliar vítimas na identificação e no combate aos agressores. O caso reacende discussões sobre o uso ético da inteligência artificial, a proteção da imagem e a responsabilização criminal em situações envolvendo manipulação digital e violência de gênero no ambiente virtual.



Gás de cozinha deve ficar cerca de R$ 5 mais caro na Bahia a partir deste mês

Foto: Luciano Santos l 97NEWS

O preço do botijão de gás de 13 quilos deve sofrer um aumento médio de aproximadamente R$ 5 em todo o estado da Bahia. A informação foi confirmada pelo presidente do Sindicato dos Revendedores de Gás do Estado (Sinrevgas), Robério Souza, e já preocupa consumidores, especialmente famílias de baixa renda. De acordo com o sindicato, o reajuste é resultado da combinação de fatores tributários, custos de suprimento e despesas operacionais do setor. Um dos principais impactos vem do aumento do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) sobre o Gás Liquefeito de Petróleo (GLP). A elevação foi definida pelo Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz), vinculado ao Ministério da Fazenda, que reajustou a alíquota de R$ 1,39 para R$ 1,47 por quilo. Com isso, o acréscimo por botijão chega a R$ 1,04. Outro fator determinante é o reajuste no preço do gás fornecido pela Acelen, empresa responsável pela Refinaria de Mataripe. Segundo o Sinrevgas, houve aumento de R$ 1,00 no valor praticado pela refinaria, além de um repasse adicional de R$ 0,40 por parte das distribuidoras. Juntos, esses reajustes representam um acréscimo de R$ 1,40 nos custos de suprimento para os revendedores. Somados, os aumentos relacionados a tributos e fornecimento totalizam R$ 2,44. A esse valor, ainda se acrescentam os impactos do reajuste salarial dos trabalhadores do setor, o que eleva o repasse final ao consumidor para cerca de R$ 5. Atualmente, o botijão de 13 kg é comercializado na Bahia por valores que variam entre R$ 130,00 e R$ 165,00, dependendo da localidade e do ponto de venda. Com o novo reajuste, a tendência é de que os preços se aproximem do teto dessa faixa ou até o ultrapassem em algumas regiões. O aumento ocorre em um momento de maior pressão sobre o orçamento das famílias. A partir do dia 1º, também entrou em vigor o novo valor do salário mínimo, que passou de R$ 1.518 para R$ 1.621, conforme publicado no Diário Oficial da União. Apesar do reajuste, especialistas alertam que a alta em itens essenciais, como o gás de cozinha, pode reduzir o poder de compra da população.



Correios anunciam plano de recuperação com fechamento de mil agências e corte de 15 mil empregos até 2027

Foto: Luciano Santos l 97NEWS

Os Correios divulgaram no dia 29 de dezembro um plano de recuperação financeira que prevê medidas drásticas para reequilibrar as contas da estatal. Entre as principais ações anunciadas estão o fechamento de cerca de mil agências em todo o país e a demissão de aproximadamente 15 mil funcionários até 2027. Segundo a direção da empresa, o pacote tem como objetivo reduzir custos operacionais e modernizar a estrutura da estatal, que enfrenta prejuízos acumulados. Apenas em 2025, até o mês de setembro, o déficit já soma R$ 6 bilhões, o que, de acordo com a administração, tornou inevitável a adoção de ajustes profundos. O plano também contempla a revisão de contratos, ampliação de investimentos em tecnologia e a busca por novas parcerias estratégicas, com foco na expansão de serviços digitais. A expectativa é que essas medidas permitam aos Correios recuperar a sustentabilidade financeira e manter a competitividade no mercado de logística e comunicação. As mudanças, no entanto, devem gerar impacto direto sobre trabalhadores e comunidades que dependem das agências físicas, especialmente em municípios de menor porte. Entidades sindicais já se posicionaram contra o plano, argumentando que a redução da estrutura pode comprometer o acesso da população a serviços essenciais e provocar desemprego em larga escala. O Governo Federal, acionista controlador da estatal, acompanha o processo e sustenta que as medidas são necessárias para garantir a sobrevivência e a continuidade dos Correios nos próximos anos.



Desemprego no Brasil cai a 5,2% e atinge menor nível da série histórica

Foto: Luciano Santos l 97NEWS

A taxa de desocupação no Brasil recuou para 5,2% no trimestre encerrado em novembro de 2025, alcançando o menor patamar desde o início da série histórica da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua), iniciada em 2012. Os dados confirmam a trajetória de queda observada ao longo do ano, com sucessivos recordes negativos desde o trimestre encerrado em junho. De acordo com a pesquisa, o contingente de pessoas em busca de trabalho somou 5,644 milhões no período analisado, o menor número de desocupados já registrado pelo levantamento do IBGE. O resultado contrasta fortemente com o cenário observado durante o auge da pandemia de Covid-19, quando, no trimestre encerrado em março de 2021, o país contabilizou 14,979 milhões de pessoas sem ocupação — o maior volume da série. A redução do desemprego veio acompanhada de um novo recorde no total de pessoas ocupadas. Ao todo, 103,0 milhões de brasileiros estavam trabalhando no trimestre encerrado em novembro, o maior número já apurado pela PNAD Contínua. Com esse desempenho, o nível de ocupação — indicador que mede a proporção de pessoas com 14 anos ou mais que estão inseridas no mercado de trabalho — alcançou 59,0%, também o maior percentual desde o início da série histórica. Os números reforçam o aquecimento do mercado de trabalho brasileiro em 2025, marcado pela ampliação do emprego e pela redução consistente do desemprego ao longo do ano.



Combustíveis ficam mais caros em 2026 com novo aumento do ICMS

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Os brasileiros iniciam 2026 enfrentando alta nos preços dos combustíveis em razão do reajuste do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS). O aumento do tributo estadual, que incide sobre gasolina, diesel e gás de cozinha, passou a valer nesta quinta-feira (1º) em todo o país. A elevação foi definida pelo Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz) em setembro do ano passado e representa o segundo reajuste consecutivo do imposto. Em fevereiro de 2025, os combustíveis já haviam sofrido aumento da carga tributária.

Com a mudança, os novos valores do ICMS são os seguintes:

  • Gasolina: acréscimo de R$ 0,10 por litro, passando para R$ 1,57;

  • Diesel: aumento de R$ 0,05 por litro, chegando a R$ 1,17;

  • Gás de cozinha: reajuste de R$ 1,05 por botijão.

De acordo com o Comitê Nacional de Secretários de Fazenda, Finanças, Receita ou Tributação dos Estados e do Distrito Federal (Comsefaz), o reajuste considera os preços médios mensais dos combustíveis divulgados pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). A base de cálculo leva em conta a comparação entre os valores registrados no período de fevereiro a agosto de 2025 com o mesmo intervalo de 2024. A expectativa é de que o aumento do imposto tenha impacto direto no bolso do consumidor e pressione os custos do transporte e da cadeia produtiva, podendo refletir também nos preços de produtos e serviços ao longo dos próximos meses.



Brasil pode registrar até 1,8 milhão de casos de dengue em 2026, aponta projeção internacional

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O Brasil pode chegar a 1,8 milhão de casos prováveis de dengue em 2026, segundo projeções divulgadas pelo InfoDengue–Mosqlimate Dengue Challenge, iniciativa internacional que reúne pesquisadores de diferentes países. A estimativa indica que mais da metade das infecções — cerca de 54% — deve se concentrar no estado de São Paulo. Apesar do volume elevado, o cenário projetado é considerado menos grave do que o registrado em 2024, quando o país enfrentou a pior epidemia de dengue da série histórica, com mais de 6,5 milhões de casos prováveis e ao menos 6,3 mil mortes. A análise considera um período de 12 meses a partir de outubro de 2025 e aponta que 2026 tende a se tornar o segundo ano com maior número de registros desde 2010. De acordo com os pesquisadores, o comportamento esperado é de um ano epidêmico, porém distante dos picos extremos observados dois anos antes. Os números estimados para 2026 se aproximam do cenário de 2025, que acumulou aproximadamente 1,6 milhão de casos prováveis e 1.761 óbitos até o início de dezembro. Ainda assim, o estudo reforça a necessidade de vigilância contínua e de ações preventivas, especialmente nas regiões com maior risco. O InfoDengue–Mosqlimate Dengue Challenge contou com a participação de 52 pesquisadores do Brasil, Estados Unidos, Reino Unido, Alemanha, Itália, Espanha e África do Sul, com apoio da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) e da Fundação Getulio Vargas (FGV). A iniciativa tem como objetivo aprimorar a capacidade de previsão de surtos de dengue no país por meio da integração de dados climáticos e epidemiológicos. As projeções também indicam que estados de todas as regiões brasileiras devem ultrapassar o coeficiente de 300 casos por 100 mil habitantes, patamar classificado como epidêmico pela Organização Mundial da Saúde (OMS). Estão nesse grupo Acre, Tocantins, Rio Grande do Norte, São Paulo, Minas Gerais e Espírito Santo, além de todos os estados das regiões Sul e Centro-Oeste. Especialistas destacam que fatores climáticos, como aumento das temperaturas e períodos de chuvas irregulares, aliados a desafios estruturais no controle do mosquito Aedes aegypti, seguem como elementos centrais para a manutenção do risco elevado da doença no país.



2026: Salário Mínimo é fixado em R$ 1.621 com reajuste de 6,79%

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Publicado no Diário Oficial da União desta quarta-feira (24), o Decreto nº 12.797, assinado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que estabelece o novo valor do salário mínimo nacional. A partir de 1º de janeiro de 2026, o piso salarial passará de R$ 1.518 para R$ 1.621, representando um aumento de 6,79%. Com a mudança, o valor diário corresponderá a R$ 54,04 e o valor horário a R$ 7,37. O reajuste segue a Política de Valorização do Salário Mínimo, vigente desde 2024 e aprovada pelo Congresso Nacional em agosto de 2023. A regra determina que o mínimo seja corrigido anualmente pela inflação do período, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) dos 12 meses anteriores, somada à taxa de crescimento real do Produto Interno Bruto (PIB) de dois anos antes. Caso não haja crescimento econômico, aplica-se apenas a reposição inflacionária. A evolução do salário mínimo nos últimos anos mostra que o valor era de R$ 1.212 em 2022, passou para R$ 1.320 em 2023 e, com a nova política, chegou a R$ 1.412 em 2024 e a R$ 1.518 em 2025, antes do valor no estabelecido para 2026.



Por que a intuição pode ser uma aliada nas suas decisões?

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Tomar decisões não é um processo 100% racional e, mesmo quando você analisa prós e contras, existe uma camada mais sutil que também pesa. Sabe aquela sensação de “faz sentido” ou “tem algo errado aqui”? Essa mesma! A intuição, nesse caso, não se trata de um palpite aleatório, mas sim uma percepção rápida que pode sinalizar alinhamentos e riscos antes mesmo de você conseguir explicar o motivo.

O que é intuição e como ela se manifesta

A intuição pode ser entendida como uma percepção rápida que surge sem um raciocínio consciente detalhado. Ela se manifesta por sensações, impressões ou alertas internos diante de determinadas situações. Muitas vezes, está ligada a experiências anteriores e ao reconhecimento de padrões. Além disso, a intuição costuma aparecer em momentos de incerteza. Quando não há todas as informações disponíveis, essa percepção interna pode auxiliar na tomada de decisão. Ela funciona como um complemento ao pensamento racional. Reconhecer esses sinais exige atenção ao próprio estado emocional. Quanto maior o autoconhecimento, mais clara tende a ser a intuição.

A relação entre emoção e tomada de decisão

As emoções influenciam diretamente a forma como as decisões são tomadas. Ignorar esse fator pode gerar conflitos internos e escolhas desalinhadas. A intuição surge justamente nesse ponto de contato entre emoção e razão. Quando uma decisão provoca desconforto imediato, esse sinal merece ser observado. Da mesma forma, sensações de tranquilidade podem indicar alinhamento com valores pessoais. A intuição atua como um termômetro emocional. Entender essa relação ajuda a equilibrar escolhas. A decisão não precisa ser apenas racional ou emocional, mas integrada.

Astrologia como mapa emocional

A astrologia é frequentemente utilizada como uma forma simbólica de compreender emoções e comportamentos. Para quem se identifica com uma abordagem mais sensível, acompanhar o horóscopo peixes pode ajudar a entender tendências emocionais do dia e fortalecer a conexão intuitiva. Esse tipo de leitura costuma destacar aspectos ligados à sensibilidade, empatia e percepção interna. Ao refletir sobre essas tendências, muitas pessoas passam a observar melhor suas reações emocionais. Isso favorece decisões mais alinhadas ao estado emocional do momento. A astrologia não determina escolhas, mas oferece um contexto simbólico. Esse apoio pode ampliar a consciência emocional e intuitiva.

Quando confiar na intuição pode fazer diferença

Confiar na intuição pode ser especialmente útil em decisões pessoais. Situações envolvendo relações, mudanças de rotina ou escolhas subjetivas costumam ativar esse tipo de percepção. Nesses casos, a intuição ajuda a identificar o que faz sentido internamente. Além disso, decisões tomadas apenas pela lógica nem sempre consideram o impacto emocional. A intuição atua como um alerta para possíveis desalinhamentos. Esse equilíbrio reduz arrependimentos futuros. No entanto, confiar na intuição não significa agir sem reflexão. O ideal é integrar percepção interna e análise consciente.

Desenvolvendo uma escuta intuitiva mais consciente

A escuta intuitiva pode ser desenvolvida com práticas de atenção e reflexão.
Reservar momentos para observar sentimentos e reações ajuda a identificar padrões
internos. Com o tempo, a percepção se torna mais clara. Além disso, reduzir estímulos excessivos favorece a conexão com a intuição. Silêncio, pausa e auto-observação contribuem para decisões mais alinhadas. O excesso de informação pode abafar sinais internos importantes. Desenvolver essa escuta não é imediato. Trata-se de um processo gradual de autoconhecimento.

Limites da intuição nas decisões

Apesar de seu valor, a intuição possui limites. Emoções intensas, como medo ou ansiedade, podem distorcer percepções. Nesses momentos, é importante buscar equilíbrio antes de decidir. Além disso, decisões que envolvem riscos elevados exigem análise racional mais aprofundada. A intuição deve atuar como apoio, não como único critério. Reconhecer esse limite evita escolhas precipitadas. O uso consciente da intuição fortalece decisões mais equilibradas. O excesso ou a negação desse recurso podem gerar conflitos internos. A intuição pode ser uma aliada valiosa quando integrada ao raciocínio consciente. Ela amplia a percepção emocional e ajuda a identificar caminhos mais alinhados aos próprios valores. Ao desenvolver essa conexão de forma equilibrada, as decisões ganham mais coerência. Assim, a intuição torna-se um recurso complementar no processo de escolha, sem substituir a análise racional.

 

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Mega da Virada tem prêmio estimado em R$ 1 bilhão, o maior da história

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O prêmio da Mega da Virada atingiu a marca histórica de R$ 1 bilhão, tornando-se o maior já oferecido pelas Loterias Caixa. O sorteio está marcado para o dia 31 de dezembro, às 22h (horário de Brasília), e, como determina a regra da modalidade especial, o valor não acumula. Caso não haja ganhadores na faixa principal, com o acerto das seis dezenas, o prêmio será dividido entre os acertadores da segunda faixa, que fizerem cinco acertos, e assim sucessivamente. O montante estimado representa um crescimento de 57% em relação ao prêmio de R$ 635 milhões pago na Mega da Virada de 2024. Segundo a Caixa Econômica Federal, o aumento expressivo é resultado do crescimento nas vendas e de duas alterações na mecânica de cálculo do prêmio. A primeira mudança elevou de 5% para 10% a parcela da arrecadação dos concursos regulares da Mega-Sena destinada ao prêmio acumulado da Mega da Virada. Já a segunda ampliou para 90% a fatia do prêmio reservada à faixa principal, destinada aos apostadores que acertam as seis dezenas. Desde domingo (21), todas as apostas da modalidade Mega-Sena passaram a ser direcionadas exclusivamente para a Mega da Virada. As apostas podem ser realizadas até as 20h do dia 31 de dezembro, também no horário de Brasília. De acordo com estimativa divulgada pela Caixa, caso apenas um apostador seja contemplado e aplique o prêmio na Poupança, o rendimento aproximado no primeiro mês seria de R$ 6,6 milhões. O valor total do prêmio também permitiria, por exemplo, a compra de cerca de 10 mil carros populares elétricos, considerando o preço médio de R$ 100 mil por unidade.



Integração entre inteligência de mercado e planejamento urbano redefine o ciclo de empreendimentos

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A combinação entre inteligência de mercado e planejamento urbano começa a alterar a forma como os empreendimentos são concebidos no país. Incorporadoras, consultorias e gestores públicos têm recorrido a análises mais profundas de comportamento, mobilidade, usos do solo e projeções econômicas para definir onde e como construir. O movimento aponta para um ciclo em que decisões deixam de se apoiar apenas em avaliações tradicionais de demanda e passam a considerar dinâmicas mais amplas da cidade, da circulação de pessoas ao impacto dos serviços disponíveis nos bairros. Esse processo tem sido debatido em fóruns estratégicos que reúnem incorporadoras, investidores e gestores públicos. Iniciativas como as promovidas pelo GRI Institute, por exemplo, reforçam a importância de integrar inteligência de mercado, planejamento urbano e visão de longo prazo para orientar novos ciclos de desenvolvimento nas cidades. Nos últimos anos, o setor imobiliário evoluiu de simples leitura de tendências de consumo para um processo mais robusto de interpretação da malha urbana. A prática ganha relevância à medida que os municípios atualizam planos diretores e ampliam exigências ambientais e sociais ligadas aos novos projetos.

Com isso, a integração entre análise de dados e diretrizes urbanísticas tem se tornado um elemento decisivo para evitar desperdícios, reduzir riscos e alinhar empreendimentos ao que a população realmente demanda.

Cruzamento de dados orienta escolhas mais precisas

Empresas especializadas em inteligência de mercado passaram a trabalhar com um volume maior de dados georreferenciados, que incluem densidade populacional, renda média, vocação comercial dos bairros e padrões de mobilidade. A consolidação dessas informações permite enxergar lacunas e oportunidades com maior precisão, reduzindo incertezas na fase de prospecção de terrenos. Além de indicar regiões com potencial de valorização, as análises também apontam limitações que antes passavam despercebidas, como gargalos de infraestrutura, restrições ambientais e vulnerabilidades de abastecimento de serviços essenciais. Para as incorporadoras, essa leitura antecipada é determinante para ajustar porte, tipologia e funcionalidades dos futuros empreendimentos. Outra contribuição desse processo é a identificação de mudanças de comportamento no uso dos espaços. Áreas que antes eram predominantemente residenciais, por exemplo, podem ganhar vocação mista quando estudos detectam expansão de serviços e maior circulação de trabalhadores. Esse tipo de diagnóstico orienta projetos que combinam moradia, trabalho e lazer em um mesmo complexo, acompanhando a evolução da vida urbana.

Planejamento urbano deixa de ser etapa isolada

A aproximação entre inteligência de mercado e planejamento das cidades rompe o hábito
de elaborar projetos sem diálogo com diretrizes municipais. A atualização de legislações e a maior exigência de contrapartidas estimulam as incorporadoras a avaliar, desde a origem do empreendimento, como o projeto se encaixa no desenho urbano mais amplo. Ao examinar rotas de transporte público, acessos viários, equipamentos comunitários existentes e prioridades definidas por prefeituras, os empreendedores conseguem alinhar seus projetos às necessidades reais do território. Isso tende a reduzir conflitos, acelerar processos de licenciamento e ampliar as possibilidades de parcerias com o poder público. Essa articulação resulta em empreendimentos que conversam melhor com o entorno, gerando menos impacto e favorecendo soluções de mobilidade e convivência. Nas áreas com forte adensamento, por exemplo, análises conjuntas podem indicar ajustes de altura, recuos e áreas comuns que favoreçam ventilação, circulação e uso comunitário.

Novos padrões de projeto e competitividade urbana

A interação entre estudos de mercado e planejamento urbano também tem influenciado o padrão dos lançamentos. Em diversas capitais, observa-se maior preocupação com integração ao bairro, presença de áreas verdes e desenho arquitetônico que prioriza funcionalidade. Esses elementos surgem como resposta a levantamentos que mostram maior demanda por espaços flexíveis, melhor aproveitamento de áreas comuns e menor
dependência de deslocamentos longos. Para os municípios, a tendência representa oportunidade de promover crescimento mais coerente com estratégias de desenvolvimento sustentável. Quando empreendimentos se alinham a políticas de mobilidade, habitação e equilíbrio ambiental, as cidades ganham atratividade para investimentos, melhoram a qualidade de vida e reduzem pressões sobre infraestrutura.

Integração tende a consolidar novo ciclo de desenvolvimento

A convergência entre inteligência de mercado e planejamento urbano mostra sinais de que vai se firmar como padrão no setor. A busca por empreendimentos mais adaptados ao tecido urbano, combinada à necessidade de decisões baseadas em dados, reforça um modelo em que o crescimento das cidades é conduzido de maneira mais coordenada. A perspectiva é de projetos mais eficientes, conectados ao contexto em que se inserem e capazes de contribuir para um desenvolvimento urbano mais equilibrado e sustentável.

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Como adquirir um diploma universitário (do jeito certo)

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Antes de tudo, vou ser chato (porque precisa): diploma universitário não se “adquire” como quem compra um produto. Você obtém um diploma quando cumpre um percurso formal: matrícula válida, disciplinas aprovadas, carga horária concluída, estágios/atividades obrigatórias (quando existirem) e colação de grau. Qualquer “atalho” do tipo comprar diploma, usar documento falso ou “faculdade sem estudo” não é alternativa inteligente — é risco jurídico e profissional. Dito isso, se a sua intenção é conquistar um diploma universitário de forma legítima, aqui vai um passo a passo bem direto, com o que realmente importa.

 

1) Decida para quê você quer o diploma (sem isso você escolhe errado)

Essa etapa parece filosófica, mas é prática. Pergunte:

  • Você quer emprego mais rápido?

  • Quer mudar de área?

  • Precisa do diploma para concurso?

  • Quer crescer onde já trabalha?

  • Quer seguir para pós-graduação?

O diploma “certo” não é o mais bonito. É o que serve ao seu objetivo.

 


 

2) Entenda o tipo de curso superior que você está buscando

“Universitário” pode significar coisas diferentes, e isso muda tempo e estratégia:

  • Tecnólogo: graduação mais curta e prática (muito comum em áreas de gestão e tecnologia).

  • Bacharelado: formação mais ampla (Administração, Direito, Engenharias etc.).

  • Licenciatura: voltada para docência (ensino).

Se você escolhe sem entender isso, depois fica frustrado achando que foi enganado — quando, na verdade, você nem sabia o que estava comprando.

 


 

3) Escolha uma área com demanda real e que você aguente estudar

Dois erros clássicos:

  1. escolher só pelo “salário” e detestar a rotina;

  2. escolher só pelo “amor” e ignorar que o mercado local é fraco.

O melhor meio-termo: uma área que tenha demanda e que você consiga sustentar por anos.

Dica objetiva: pesquise vagas na sua região (e no remoto, se fizer sentido), veja requisitos repetidos e compare com o que o curso entrega. Se as vagas pedem ferramenta X e o curso nem menciona, você vai precisar completar por fora.

 


 

4) Verifique se a instituição e o curso são regulares (essa é a parte que evita desastre)

Aqui você separa uma escolha séria de um problema futuro.

O que conferir:

  • se a instituição é credenciada no órgão regulador do seu país;

  • se o curso está autorizado/reconhecido conforme a regra local;

  • se a modalidade (presencial/EAD) está adequada ao que é permitido.

No Brasil, por exemplo, isso costuma ser checado em bases oficiais ligadas ao MEC. Em Portugal, a lógica passa por entidades como DGES e processos de acreditação/reconhecimento. Se você não sabe onde olhar: procure o “cadastro oficial de instituições e cursos superiores” do seu país.

Regra prática: se a escola foge de transparência, desconversa sobre reconhecimento ou promete diploma “rápido demais”, você já tem sua resposta.

 


 

5) Escolha a modalidade que você consegue manter (não a que parece mais bonita)

Você pode amar a ideia do presencial e abandonar no segundo semestre por falta de tempo. Ou entrar no EAD e descobrir que sem rotina você não faz nada.

Seja honesto:

  • Presencial: costuma dar mais estrutura e cobrança.

  • EAD: exige disciplina e organização (e um ambiente minimamente estável).

A modalidade boa é a que você conclui.

 


 

6) Planeje tempo e dinheiro como adulto (porque a vida não pausa)

Para conseguir um diploma, você precisa de constância. Constância custa tempo e custa dinheiro.

Faça um plano simples:

  • quanto você consegue pagar por mês (com folga, não no limite);

  • quantas horas por semana você consegue estudar;

  • qual é o seu “plano B” se apertar (bolsa, financiamento, troca de turno, trancar por um período).

A maioria não desiste por falta de capacidade. Desiste por falta de planejamento.

 


 

7) Faça a matrícula e organize seus documentos desde o primeiro dia

Parece besteira, mas vira problema no final do curso.

Guarde:

  • contrato/termo de matrícula;

  • comprovantes de pagamento;

  • grade curricular;

  • regulamentos (estágio, TCC, atividades complementares);

  • e-mails/protocolos com a secretaria.

Isso resolve discussões futuras em minutos — e evita você depender de “memória” ou do “me disseram”.

 


 

8) Trate o curso como projeto de longo prazo (não como “quando der”)

Diploma sai de rotina. Rotina chata, inclusive.

Uma estratégia que funciona para quase todo mundo:

  • separe 4 a 8 horas semanais fixas (mais se puder);

  • estude em blocos de 40–60 minutos;

  • revise a matéria ao longo do semestre, não só na véspera;

  • faça as entregas antes do prazo (sim, antes).

Se você deixa “para quando sobrar tempo”, você está dizendo “eu não vou terminar”.

 


 

9) Faça estágio, projetos e prática o quanto antes (o diploma sozinho é fraco)

Aqui vai outra parte desagradável: o mercado contrata evidência, não intenção. E evidência vem de prática.

Mesmo durante a faculdade, procure:

  • estágio;

  • projetos (extensão, pesquisa, empresa júnior, labs);

  • trabalhos voluntários na área (quando fizer sentido);

  • portfólio (especialmente em tech, design, comunicação, dados).

A vantagem disso é dupla:

  1. você descobre cedo se gosta da área;

  2. você se forma com experiência — e não só com “papel”.

 


 

10) Entenda as exigências finais: TCC, estágio obrigatório e colação de grau

Muita gente acha que terminou as matérias e pronto. Não.

Normalmente, para obter o diploma, você precisa:

  • cumprir toda a carga horária;

  • concluir estágio (se obrigatório);

  • entregar e aprovar TCC/projeto (se houver);

  • completar atividades complementares (muito comum);

  • participar da colação de grau (ato formal).

Se você ignora essas etapas e deixa para o final, atrasa a formatura por motivos bobos — tipo documento faltando ou horas incompletas.

 


 

11) Emissão do diploma: digital ou físico, mas sempre verificável

Em muitos lugares, o diploma tem migrado para formatos digitais/verificáveis, e isso é positivo: reduz fraude e facilita validação.

O que você deve exigir:

  • canal oficial de emissão/entrega (portal, secretaria, sistema institucional);

  • instruções claras de validação/autenticidade;

  • histórico escolar e documentos de conclusão.

E não caia em “taxas por fora” sem recibo e sem previsão contratual. Se alguém pede dinheiro para “liberar diploma” informalmente, você não achou um facilitador — achou um risco.

 


 

12) Se seu objetivo é usar o diploma em outro país, prepare-se para reconhecimento

Diploma de um país nem sempre “vale automaticamente” em outro. Normalmente existe:

  • equivalência/reconhecimento;

  • análise de carga horária e conteúdo;

  • tradução juramentada/apostilamento (dependendo do caso).

Se isso está no seu plano, pense nisso antes de escolher a instituição e o curso. Depois de formado dá para resolver, mas costuma ser mais burocrático (e mais caro).

 


 

Erros que mais impedem as pessoas de conseguir o diploma

  1. Escolher o curso errado e insistir por vergonha de trocar.

  2. Subestimar a rotina e estudar só em semana de prova.

  3. Ignorar estágio e prática, e se formar “cru”.

  4. Deixar documentos/horas complementares para o final.

  5. Acreditar em atalhos (e cair em golpe).

Se você evitar esses cinco, suas chances de concluir sobem muito.

 


 

Um plano simples de 90 dias para começar com força

Se você ainda vai iniciar (ou recomeçar), faça assim:

Semana 1–2

  • escolha área e tipo de curso;

  • verifique regularidade da instituição e do curso;

  • feche um plano financeiro básico.

Semana 3–6

  • organize rotina de estudos;

  • faça resumos curtos por aula;

  • pegue o hábito de entrega antecipada.

Semana 7–12

  • procure estágio/projeto (mesmo que pequeno);

  • monte um portfólio inicial (1 projeto bem feito já ajuda);

  • revise conteúdos e fortaleça o básico.

Não é “motivação”. É processo.

 


 

Conclusão

Você “adquire” um diploma universitário do único jeito que presta: matriculando-se em um curso regular, estudando de forma consistente, cumprindo todas as exigências e formalizando a conclusão. O resto é ilusão — e, em alguns casos, crime.

Se você me disser seu país (Brasil/Portugal/outro), a área desejada e se pretende EAD ou presencial, eu ajusto o artigo para a sua realidade com um roteiro mais específico (tempo médio, passos burocráticos típicos e uma trilha prática de estágio/portfólio).

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