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Brasil pode registrar até 1,8 milhão de casos de dengue em 2026, aponta projeção internacional

Foto: Luciano Santos l 97NEWS

O Brasil pode chegar a 1,8 milhão de casos prováveis de dengue em 2026, segundo projeções divulgadas pelo InfoDengue–Mosqlimate Dengue Challenge, iniciativa internacional que reúne pesquisadores de diferentes países. A estimativa indica que mais da metade das infecções — cerca de 54% — deve se concentrar no estado de São Paulo. Apesar do volume elevado, o cenário projetado é considerado menos grave do que o registrado em 2024, quando o país enfrentou a pior epidemia de dengue da série histórica, com mais de 6,5 milhões de casos prováveis e ao menos 6,3 mil mortes. A análise considera um período de 12 meses a partir de outubro de 2025 e aponta que 2026 tende a se tornar o segundo ano com maior número de registros desde 2010. De acordo com os pesquisadores, o comportamento esperado é de um ano epidêmico, porém distante dos picos extremos observados dois anos antes. Os números estimados para 2026 se aproximam do cenário de 2025, que acumulou aproximadamente 1,6 milhão de casos prováveis e 1.761 óbitos até o início de dezembro. Ainda assim, o estudo reforça a necessidade de vigilância contínua e de ações preventivas, especialmente nas regiões com maior risco. O InfoDengue–Mosqlimate Dengue Challenge contou com a participação de 52 pesquisadores do Brasil, Estados Unidos, Reino Unido, Alemanha, Itália, Espanha e África do Sul, com apoio da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) e da Fundação Getulio Vargas (FGV). A iniciativa tem como objetivo aprimorar a capacidade de previsão de surtos de dengue no país por meio da integração de dados climáticos e epidemiológicos. As projeções também indicam que estados de todas as regiões brasileiras devem ultrapassar o coeficiente de 300 casos por 100 mil habitantes, patamar classificado como epidêmico pela Organização Mundial da Saúde (OMS). Estão nesse grupo Acre, Tocantins, Rio Grande do Norte, São Paulo, Minas Gerais e Espírito Santo, além de todos os estados das regiões Sul e Centro-Oeste. Especialistas destacam que fatores climáticos, como aumento das temperaturas e períodos de chuvas irregulares, aliados a desafios estruturais no controle do mosquito Aedes aegypti, seguem como elementos centrais para a manutenção do risco elevado da doença no país.



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