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Como adquirir um diploma universitário (do jeito certo)

Foto: Divulgação

Antes de tudo, vou ser chato (porque precisa): diploma universitário não se “adquire” como quem compra um produto. Você obtém um diploma quando cumpre um percurso formal: matrícula válida, disciplinas aprovadas, carga horária concluída, estágios/atividades obrigatórias (quando existirem) e colação de grau. Qualquer “atalho” do tipo comprar diploma, usar documento falso ou “faculdade sem estudo” não é alternativa inteligente — é risco jurídico e profissional. Dito isso, se a sua intenção é conquistar um diploma universitário de forma legítima, aqui vai um passo a passo bem direto, com o que realmente importa.

 

1) Decida para quê você quer o diploma (sem isso você escolhe errado)

Essa etapa parece filosófica, mas é prática. Pergunte:

  • Você quer emprego mais rápido?

  • Quer mudar de área?

  • Precisa do diploma para concurso?

  • Quer crescer onde já trabalha?

  • Quer seguir para pós-graduação?

O diploma “certo” não é o mais bonito. É o que serve ao seu objetivo.

 


 

2) Entenda o tipo de curso superior que você está buscando

“Universitário” pode significar coisas diferentes, e isso muda tempo e estratégia:

  • Tecnólogo: graduação mais curta e prática (muito comum em áreas de gestão e tecnologia).

  • Bacharelado: formação mais ampla (Administração, Direito, Engenharias etc.).

  • Licenciatura: voltada para docência (ensino).

Se você escolhe sem entender isso, depois fica frustrado achando que foi enganado — quando, na verdade, você nem sabia o que estava comprando.

 


 

3) Escolha uma área com demanda real e que você aguente estudar

Dois erros clássicos:

  1. escolher só pelo “salário” e detestar a rotina;

  2. escolher só pelo “amor” e ignorar que o mercado local é fraco.

O melhor meio-termo: uma área que tenha demanda e que você consiga sustentar por anos.

Dica objetiva: pesquise vagas na sua região (e no remoto, se fizer sentido), veja requisitos repetidos e compare com o que o curso entrega. Se as vagas pedem ferramenta X e o curso nem menciona, você vai precisar completar por fora.

 


 

4) Verifique se a instituição e o curso são regulares (essa é a parte que evita desastre)

Aqui você separa uma escolha séria de um problema futuro.

O que conferir:

  • se a instituição é credenciada no órgão regulador do seu país;

  • se o curso está autorizado/reconhecido conforme a regra local;

  • se a modalidade (presencial/EAD) está adequada ao que é permitido.

No Brasil, por exemplo, isso costuma ser checado em bases oficiais ligadas ao MEC. Em Portugal, a lógica passa por entidades como DGES e processos de acreditação/reconhecimento. Se você não sabe onde olhar: procure o “cadastro oficial de instituições e cursos superiores” do seu país.

Regra prática: se a escola foge de transparência, desconversa sobre reconhecimento ou promete diploma “rápido demais”, você já tem sua resposta.

 


 

5) Escolha a modalidade que você consegue manter (não a que parece mais bonita)

Você pode amar a ideia do presencial e abandonar no segundo semestre por falta de tempo. Ou entrar no EAD e descobrir que sem rotina você não faz nada.

Seja honesto:

  • Presencial: costuma dar mais estrutura e cobrança.

  • EAD: exige disciplina e organização (e um ambiente minimamente estável).

A modalidade boa é a que você conclui.

 


 

6) Planeje tempo e dinheiro como adulto (porque a vida não pausa)

Para conseguir um diploma, você precisa de constância. Constância custa tempo e custa dinheiro.

Faça um plano simples:

  • quanto você consegue pagar por mês (com folga, não no limite);

  • quantas horas por semana você consegue estudar;

  • qual é o seu “plano B” se apertar (bolsa, financiamento, troca de turno, trancar por um período).

A maioria não desiste por falta de capacidade. Desiste por falta de planejamento.

 


 

7) Faça a matrícula e organize seus documentos desde o primeiro dia

Parece besteira, mas vira problema no final do curso.

Guarde:

  • contrato/termo de matrícula;

  • comprovantes de pagamento;

  • grade curricular;

  • regulamentos (estágio, TCC, atividades complementares);

  • e-mails/protocolos com a secretaria.

Isso resolve discussões futuras em minutos — e evita você depender de “memória” ou do “me disseram”.

 


 

8) Trate o curso como projeto de longo prazo (não como “quando der”)

Diploma sai de rotina. Rotina chata, inclusive.

Uma estratégia que funciona para quase todo mundo:

  • separe 4 a 8 horas semanais fixas (mais se puder);

  • estude em blocos de 40–60 minutos;

  • revise a matéria ao longo do semestre, não só na véspera;

  • faça as entregas antes do prazo (sim, antes).

Se você deixa “para quando sobrar tempo”, você está dizendo “eu não vou terminar”.

 


 

9) Faça estágio, projetos e prática o quanto antes (o diploma sozinho é fraco)

Aqui vai outra parte desagradável: o mercado contrata evidência, não intenção. E evidência vem de prática.

Mesmo durante a faculdade, procure:

  • estágio;

  • projetos (extensão, pesquisa, empresa júnior, labs);

  • trabalhos voluntários na área (quando fizer sentido);

  • portfólio (especialmente em tech, design, comunicação, dados).

A vantagem disso é dupla:

  1. você descobre cedo se gosta da área;

  2. você se forma com experiência — e não só com “papel”.

 


 

10) Entenda as exigências finais: TCC, estágio obrigatório e colação de grau

Muita gente acha que terminou as matérias e pronto. Não.

Normalmente, para obter o diploma, você precisa:

  • cumprir toda a carga horária;

  • concluir estágio (se obrigatório);

  • entregar e aprovar TCC/projeto (se houver);

  • completar atividades complementares (muito comum);

  • participar da colação de grau (ato formal).

Se você ignora essas etapas e deixa para o final, atrasa a formatura por motivos bobos — tipo documento faltando ou horas incompletas.

 


 

11) Emissão do diploma: digital ou físico, mas sempre verificável

Em muitos lugares, o diploma tem migrado para formatos digitais/verificáveis, e isso é positivo: reduz fraude e facilita validação.

O que você deve exigir:

  • canal oficial de emissão/entrega (portal, secretaria, sistema institucional);

  • instruções claras de validação/autenticidade;

  • histórico escolar e documentos de conclusão.

E não caia em “taxas por fora” sem recibo e sem previsão contratual. Se alguém pede dinheiro para “liberar diploma” informalmente, você não achou um facilitador — achou um risco.

 


 

12) Se seu objetivo é usar o diploma em outro país, prepare-se para reconhecimento

Diploma de um país nem sempre “vale automaticamente” em outro. Normalmente existe:

  • equivalência/reconhecimento;

  • análise de carga horária e conteúdo;

  • tradução juramentada/apostilamento (dependendo do caso).

Se isso está no seu plano, pense nisso antes de escolher a instituição e o curso. Depois de formado dá para resolver, mas costuma ser mais burocrático (e mais caro).

 


 

Erros que mais impedem as pessoas de conseguir o diploma

  1. Escolher o curso errado e insistir por vergonha de trocar.

  2. Subestimar a rotina e estudar só em semana de prova.

  3. Ignorar estágio e prática, e se formar “cru”.

  4. Deixar documentos/horas complementares para o final.

  5. Acreditar em atalhos (e cair em golpe).

Se você evitar esses cinco, suas chances de concluir sobem muito.

 


 

Um plano simples de 90 dias para começar com força

Se você ainda vai iniciar (ou recomeçar), faça assim:

Semana 1–2

  • escolha área e tipo de curso;

  • verifique regularidade da instituição e do curso;

  • feche um plano financeiro básico.

Semana 3–6

  • organize rotina de estudos;

  • faça resumos curtos por aula;

  • pegue o hábito de entrega antecipada.

Semana 7–12

  • procure estágio/projeto (mesmo que pequeno);

  • monte um portfólio inicial (1 projeto bem feito já ajuda);

  • revise conteúdos e fortaleça o básico.

Não é “motivação”. É processo.

 


 

Conclusão

Você “adquire” um diploma universitário do único jeito que presta: matriculando-se em um curso regular, estudando de forma consistente, cumprindo todas as exigências e formalizando a conclusão. O resto é ilusão — e, em alguns casos, crime.

Se você me disser seu país (Brasil/Portugal/outro), a área desejada e se pretende EAD ou presencial, eu ajusto o artigo para a sua realidade com um roteiro mais específico (tempo médio, passos burocráticos típicos e uma trilha prática de estágio/portfólio).



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