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Eleições 2018: ‘Manelão’ tem candidatura deferida por unanimidade pela Justiça Eleitoral

Foto: Luciano Santos l 97NEWS

Como já era esperado pelos apoiadores e, contrariando os adversários, a candidatura a deputado federal de “Manelão” foi deferida, por unanimidade, nesta segunda-feira (03) pela Justiça Eleitoral. Segundo o advogado que apresentou à defesa do candidato, o experiente e renomado Ademir Ismerim, a alegação de doação ilegal na última eleição, que foi pedida pelo Ministério Público Eleitoral caiu por terra, tendo, inclusive, existido a reconsideração por parte do órgão que acabou sendo favorável ao deferimento do recurso. “O Ministério Público Eleitoral estava alegando que a doação era irregular, mas, como não era bem público e sim privado, houve a reconsideração e o colegiado, por unanimidade deferiu a candidatura”, explicou o advogado. Ismerim ainda observou que “o bem em questão era um veículo, oriundo de recurso privado, ou seja, não existia potencialidade para deixar ele inelegível, então a justiça acabou dando a decisão favorável”.



Maioria do STE vota contra a candidatura de Lula

Foto: Reprodução

Por maioria (6 votos a 1), o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) decidiu, na sexta-feira (31), rejeitar a candidatura do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) à Presidência da República. O primeiro voto foi do relator do caso, ministro Luís Roberto Barroso, que decidiu barrar a candidatura do petista e votou para que o PT tenha dez dias para substituir seu candidato. Até fazer a transição, a legenda ficará fora do horário eleitoral gratuito, caso prevaleça o entendimento do relator. O julgamento não havia terminado até a conclusão desta edição, mas a tendência era desfavorável ao petista. O segundo a votar, o ministro Edson Fachin disse que, por conta da recomendação da Comissão Direitos Humanos da ONU, se impõe, em caráter provisório, reconhecer direito de Lula de se candidatar à Presidência da República nas eleições de 2018.



'É bofetada no rosto do povo brasileiro', diz Ciro sobre reajuste para juízes

Foto : José Paulo Lacerda

O presidenciável Ciro Gomes (PDT) criticou a proposta do governo do presidente Michel Temer (MDB) de reajustar os salários dos juízes federais e dos servidores públicos da União. "Isso é uma vergonha. Francamente, falta compostura na elite brasileira. Não é que o salário seja grande. Eu acho que juiz tem que receber salários decentes, os maiores possíveis e, acho, francamente, uma 'impostura' ficar falando mal de salário. Eu estou falando agora é da ocasião", afirmou, durante agenda de campanha na cidade de Campinas, em São Paulo. Pela proposta, o Judicário federal terá um aumento 16,38%, em troca os magistrados vão abrir mão do auxílio-moradia.



MPD lança campanha Vote Inteligente! Eleições 2018 para mostrar o valor do voto consciente aos cidadãos

(Divulgação)

O Movimento do Ministério Público Democrático (MPD) lançou nesta quarta-feira (29), no auditório da USP/Direito, em São Paulo a campanha “Vote Inteligente! Eleições 2018”. A iniciativa recebeu o apoio do Ministério Público Federal (MPF) e tem o objetivo de chamar a atenção da sociedade sobre o valor e a importância do voto pautado na escolha de candidatos confiáveis e honestos. Mais detalhes da campanha estão disponíveis no site. A proposta da campanha é mobilizar a população para o processo eleitoral de 2018, gerando ampla discussão sobre o voto consciente e inteligente. A busca por informações para a escolha dos candidatos, a importância de se ampliar a representação feminina no cenário político e outros temas visam contribuir com o mais importante exercício da cidadania. “A ideia central é enfatizar o valor do voto inteligente, fornecendo dicas para a seleção e incentivando o eleitor a buscar informações confiáveis sobre a trajetória dos candidatos, além de alertá-los sobre os danos provocados pelas fake news”, diz o presidente do MPD, Ricardo Prado Pires de Campos.Nos anúncios para a TV, o ator Cássio Scapin dá dicas de como o eleitorado pode selecionar os candidatos aos Poderes Executivo e Legislativo. Nos vídeos produzidos pela Associação dos Canais Comunitários do Estado de São Paulo (Acesp), o ator alerta para que o eleitor não se iluda com promessas, e não venda, nem troque o voto por nenhum favor ou valor. Já a cantora Kell Smith fala da representação feminina no Congresso e incentiva a participação de mais mulheres na política.

 

Segundo o procurador de Justiça do MP/SP, a iniciativa é fundamental para o atual cenário da política brasileira, marcado pelos inúmeros casos de corrupção desvendados pela operação Lava-Jato. “Temos de criar uma nova forma de pensar as eleições. O cidadão precisa entender a importância do seu voto para combater a corrupção e melhorar o país.” Além de engajar o cidadão comum, a campanha busca mobilizar os filiados aos partidos políticos para que entendam a sua responsabilidade nas mudanças necessárias para restabelecer a moralidade e a ética na política e na gestão pública. Outro objetivo é estimular e fornecer informações não apenas aos associados da entidade, mas a todos os integrantes do Ministério Público, que atuam como fiscalizadores do processo eleitoral.

A ideia é orientar o eleitor a mudar de atitudes para votar com inteligência. Além de pesquisar as propostas dos candidatos, a campanha recomenda a pesquisa do seu histórico em sites confiáveis para certificar a idoneidade do seu passado e, se já foi eleito, como atuou nos mandatos anteriores. Entre os cuidados recomendados está o de se informar sobre as necessidades do seu bairro, cidade ou estado, e checar se elas foram contempladas na proposta do possível candidato. 


Acompanhar as propagandas e os debates, também, é fundamental para o processo de avaliação. A iniciativa chama a atenção para um tema cada vez mais relevante: as chamadas fake news. A população precisa tomar cuidado antes de compartilhar as notícias, para não contribuir com a circulação de informações falsas. Checar a atuação do partido dos candidatos, também, faz parte dessa conscientização.

Outro ponto relevante: descartar candidatos envolvidos em corrupção ou ficha-suja. A campanha indica sites importantes para a pesquisa na web, como os dos Tribunais Eleitorais, da Transparência Brasil, Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral, entre outros. 

Sobre o MPD – O MPD é uma associação civil sem fins lucrativos, fundada por membros do Ministério Público Brasileiro, em 1991. Conta com mais de 300 associados em 22 estados e tem como objetivos promover a democracia e maior justiça para a população.

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Camisetas pró-Bolsonaro estão à venda em site das Lojas Americanas

Foto : Divulgação/Lojas Americanas

Camisetas em apoio ao candidato do PSL a Palácio do Planalto, Jair Bolsonaro, estão à venda nos sites das Lojas Americanas e Submarino. Os 38 modelos vendidos por uma empresa terceirizada têm estampas com frases como "É melhor Jair se acostumando" e "Bolsonaro Presidente". De acordo com a coluna de Mônica Bergamo, da Folha de São Paulo, a mesma empresa também vende camisetas com os dizeres "Fora Ladrão Lula". Em nota enviada ao 97NEWS, as lojas Americanas diz, "a companhia desautoriza a venda de qualquer material de campanha política. Os produtos foram retirados dos sites e os sellers, suspensos". 

 



TSE multa Facebook por descumprimento de ordem judicial

(Foto: Reprodução)

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) multou o Facebook em R$ 3,23 milhões por descumprir uma ordem judicial. A plataforma não repassou informações de um perfil responsável pela veiculação de mensagens contra uma coligação nas eleições do município de Amambaí (MS), em 2012. Na época, o juízo eleitoral da cidade determinou o repasse de dados do responsável pelo perfil. Foi considerado que mensagens divulgadas por ele atingiram a honra e imagem de candidatos da Coligação União e Trabalho. O juízo estabeleceu multa diária de R$ 30 mil caso a decisão não fosse respeitada, o valor aumentado para R$ 60 mil posteriormente. O Facebook alegou que não tinha as informações por ter removido a conta. Como não cumpriu a ordem judicial, a empresa foi multada em mais de R$ 9 milhões. A empresa recorreu ao Tribunal Regional Eleitoral do Mato Grosso do Sul e, depois, ao TSE. A rede social pediu a redução da multa para R$ 100 ao dia, enquanto a Procuradoria-Geral Eleitoral recomendou que o valor da punição ficasse em R$ 10 mil ao dia.O recurso foi analisado inicialmente pelo ministro Tarcísio Vieira, que emitiu decisão contrária à companhia no dia 25 de junho. O tema foi então analisado pelo plenário do Tribunal na última semana, que optou por manter a decisão do ministro.. Em nota, a assessoria de imprensa do Facebook informou que a empresa está avaliando como irá proceder. “O Facebook respeita a justiça brasileira. Neste caso, o Facebook entende que a multa é indevida e está avaliando suas opções legais”, afirmou.



Eleições 2018: Rádio pode ter forte impacto na escolha do eleitor

Foto: Luciano Santos l 97NEWS

O horário eleitoral gratuito começa nesta sexta-feira (31) e vai até 4 de outubro, três dias antes das eleições. No rádio, o programa será veiculado em dois horários, às 7h e às 12h. Além disso, as emissoras de rádio devem destinar 70 minutos por dia para a propaganda eleitoral, na forma de inserções de 30 e 60 segundos cada, conforme as regras de distribuição entre os candidatos estabelecidas pela Justiça Eleitoral. Especialistas em radiodifusão no Brasil, acreditam que esse veículo de comunicação é subestimado pelos candidatos a cargos eletivos. Um dos erros mais comuns é repetir no rádio os programas pensados para a televisão, o que pode desagradar os ouvintes.



Eleições 2018: Bolsonaro tem embate tenso com Renata Vasconcellos no Jornal Nacional

Foto: Reprodução l TV Globo

O candidato à Presidência pelo Partido Social Liberal (PSL), Jair Bolsonaro protagonizou um embate com Renata Vasconcellos nesta terça-feira (28) no Jornal Nacional. Em uma parte da entrevista, o candidato foi questionado pela jornalista sobre declarações anteriores em que minimizou a importância da desigualdade salarial entre homens e mulheres. Bolsonaro perguntou primeiro se ela tinha “lido, vido ou ouvido” essa declaração. Ela disse que “viu e ouviu” e ele retrucou: “Me desculpe, a senhora não ouviu”. O candidato levantou a questão de Renata supostamente receber menos que Bonner apesar deles serem ambos âncoras do jornal. “Temos aqui uma senhora e um senhor, não sei ao certo, mas com toda certeza há uma diferença salarial aqui, parece que é muito maior pra ele que para a senhora”. Renata negou que o foco fosse o colocado sobre ela: “Eu poderia até como cidadã e como qualquer cidadão brasileiro fazer questionamentos sobre seus proventos porque o senhor é um funcionário público há 27 anos e eu como contribuinte ajudo a pagar o seu salário. O meu salário não diz respeito a ninguém e eu posso garantir ao senhor, como mulher, que eu jamais aceitaria receber um salário menor de um homem que exercesse as mesmas funções e atribuições que eu”. O candidato retrucou que a Globo rece bemilhões de propaganda oficial. Apesar de ambos os jornalistas exercerem a função de âncoras do jornal, Vasconcellos é editora-executiva e Bonner é editor-chefe, cargos hierarquicamente diferentes.



Tribunal nega pedido para obrigar cobertura de Lula em telejornais

Foto: Reprodução

O Tribunal Superior Eleitoral negou ontem (28), por 6 votos a 1, pedido feito pelo PT para que as emissoras de televisão façam a cobertura da campanha do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. O PT argumentava que a TV Globo, Band, Record e SBT deveriam dar igualdade de condição a todos os candidatos por funcionarem por meio de concessões públicas.  O partido ressaltou ainda que Lula lidera as pesquisas de intenção de votos e deveria ter espaço destinado à cobertura jornalística dos atos de campanha.



Campanha de Rui é condenada por propaganda irregular em comitê; coligação vai recorrer

(Foto: Reprodução)

O Tribunal Regional Eleitoral (TRE-BA) julgou procedente ação que aponta propaganda eleitoral irregular no comitê da coligação "Mais Trabalho Por Toda Bahia", encabeçada pelo governador Rui Costa (PT). O QG está localizado na Avenida ACM, próximo ao Detran. O pedido foi ajuizado pela candidata a deputada federal pelo Partido Novo, Priscila Chammas Dau, e assinado pelo advogado eleitoralista Lucas Ribeiro, sob o argumento de que na fachada do local foi afixado um painel de grandes proporções contendo as fotos dos respectivos candidatos da composição majoritária — João Leão (PP), Jaques Wagner (PT) e Angelo Coronel (PSD). Em decisão liminar (provisória) proferida nesta segunda-feira (27), a juíza eleitoral Carmen Lucia Santos Pinheiro determinou a imediata retirada das peças no prazo de 72h —contadas a partir da notificação acerca da sentença— e estipulou que cada um dos representados pague multa no valor mínimo de R$ 5 mil. Cabe recurso. Na ação, Chammas também questiona o fato de o comitê ter sido instalado em área de grande circulação de veículos e pessoas. Procurada, a assessoria do candidato Rui Costa informou que a coligação está recorrendo na decisão no pleno do TRE por acreditar que não há irregularidade na propaganda.



Eleições 2018: Justiça demonstra que será implacável contra postagens de ofensa pessoal entre candidatos e correligionários no Whatsapp

(Imagem Ilustrativa)

Com o início da campanha eleitoral de 2018, ficou claro que as redes sociais, em especial o aplicativo de mensagens Whatsapp, será um dos “terrenos” mais explorados pelos candidatos, não só pelo dinamismo e propagação do mesmo, mas também porque, ainda, muitos pensam que a referida plataforma é uma espécie de “terra sem lei”, onde tudo pode. Só que a realidade é bem diferente do que esse pensamento, tanto que a Justiça, tanto a Eleitoral como a Cível, já dão demonstrações de que serão implacáveis contra os candidatos, ou seus correligionários, que utilizarem de artifícios como a ofensa pessoal, injúria e calúnias, essas últimas que se enquadrariam nas cada vez mais combatidas Fake News. Em Brumado, uma representação ajuizada pelo candidato à reeleição, Vitor Bonfim contra o vice-prefeito de Brumado, Édio Pereira, já sinalizou nesse sentido. O pedido de concessão liminar de medida de urgência, sob o fundamento da prática de propaganda eleitoral negativa extemporânea que teve como relatora a juíza Carmem Lúcia Santos Pinheiro, apontou que, além da questão eleitoral, que existiu ofensa pessoal e ridicularização do representante, sendo que o representado teve sob si a determinação de retirar imediatamente as postagens ofensivas, bem como ficar impedido de efetuar novas veiculações da mensagem impugnada. Segundo informações colhidas junto a assessores do candidato Vitor Bonfim, após a decisão eleitoral, será dada entrada uma representação na Vara Crime e Cível, pedindo ressarcimento de danos morais ao vice-prefeito Édio Pereira, que já declarou estar totalmente arrependido do fato. Então fica aqui o alerta para os candidatos, correligionários, cabos eleitorais e simpatizantes para pensar uma dezena de vezes antes de postarem mensagens ofensivas nos grupos de Whatsapp, porque a possibilidade de uma punição por parte da justiça é bem factível. Confira a referida representação (Clique). 



Genivaldo Azevedo tem candidatura a deputado federal deferida pelo TSE

Genivaldo Azevedo disputa as eleições pela Rede de Sustentabilidade (Foto: 97NEWS Conteúdo)

O deferimento das candidaturas já está sendo divulgado pela Justiça Eleitoral, isso quer dizer, trocando em miúdos, que os candidatos que preencherem esse perfil estão aptos para a disputa do pleito, tendo todos os seus votos registrados e computados. Em contato com o 97NEWS, o candidato pela Rede de Sustentabilidade Genivaldo Azevedo, informou que ele foi o primeiro brumadense a ter o deferimento do registro de sua candidatura. Genivaldo disputou as eleições municipais de 2018 e, agora, busca uma vaga na Câmara Federal. “O deferimento de minha candidatura vem atestar que estamos completamente em ordem perante a justiça eleitoral”, destacou o candidato que ainda citou que “agora iremos intensificar a nossa campanha, levando as nossas propostas aos eleitores”.



Pesquisa: Ibope expõe fraquezas de candidatos

(Foto: Reprodução)

Jair Bolsonaro (PSL) enfrenta forte resistência no eleitorado feminino. Marina Silva (Rede) patina entre os homens. Ciro Gomes (PDT) não convence os evangélicos. Geraldo Alckmin (PSDB) não atrai os mais jovens. Fernando Haddad (PT), provável substituto de Luiz Inácio Lula da Silva, tem desempenho pífio no interior. Além de mostrar quem lidera a corrida eleitoral, a pesquisa Ibope/Estado/TV Globo expôs os segmentos do eleitorado em que os candidatos têm desempenho mais fraco que a média. É provável que esse quadro se mantenha, em um primeiro momento: as equipes de campanha dos principais concorrentes não planejam fazer agora esforços para conquistar eleitores mais resistentes. Pelo contrário, a estratégia é reforçar os laços com eleitores de perfil mais afeito ao discurso de cada um.

Apenas um terço do eleitorado de Bolsonaro é formado por mulheres - sendo que as eleitoras são 53% do eleitorado nacional O deputado, que costuma obter alto engajamento de seguidores nas redes sociais, também enfrenta resistências no eleitorado mais velho e menos conectado à internet.

Eliane Souza, que vive em Teresina, no Piauí, é contundente ao explicar os motivos que a levam não cogitar o candidato do PSL nas eleições. "Ele entra em polêmicas sobre racismo, mulheres, homofobia... Não acho que ele tenha condições de governar o nosso país", afirmou.

Moradora da periferia de Salvador, a aposentada Maria José dos Santos, de 76 anos, não possui celular nem para fazer ligações e não usa aplicativos como WhatsApp ou se conecta em redes sociais "Não sei quem é esse cara, nunca ouvi falar", disse ela, ao ser questionada sobre a candidatura de Bolsonaro, que concentra simpatizantes no segmento mais escolarizado e de maior renda. No outro extremo, é escasso o apoio entre os mais pobres e que estudaram até a quarta série.

"Quem quiser que vote nele, eu não", disse Maria José, surpresa ao saber que lidera as sondagens eleitorais quando o ex-presidente Lula não é incluído entre os candidatos.

Se dois terços do eleitorado de Bolsonaro é masculino, com o contingente que apoia Marina ocorre o contrário. Segundo o Ibope, somente 37% dos eleitores da candidata da Rede ao Planalto são homens. Ela também tem desempenho abaixo da média nacional entre os eleitores mais velhos, brancos, de renda alta e do interior.

"Ah, não dá, Marina tem um sério problema de confiabilidade governamental", disse Rinaldo Gomes da Silva, de Pitangueiras, cidade na região de Ribeirão Preto, em São Paulo. Do Paraná vem mais um "não" para Marina. "Ela não me inspira confiança. Tem que ter pulso firme, tem que ter a última palavra e nos discursos ela não demonstra isso", afirmou Paulo Juliano Choma, da cidade de Mallet. 

Mulher, branca, evangélica e moradora da região Centro-Oeste, a radialista Yara Galvão, de Aparecida de Goiânia (GO), é representante de vários segmentos nos quais Ciro tem desempenho ruim. Para ela, o "histórico político" do representante do PDT "desabona o candidato".

Lucas Morais, de 26 anos, morador de Fortaleza, considera Alckmin um candidato dos "empresários sulistas", o que afasta qualquer possibilidade de votar no ex-governador. Morais encarna, ao mesmo tempo, dois segmentos em que o tucano tem desempenho inferior à média: nordestinos e jovens. 

Na divisão das intenções de voto por gênero e por religião, porém, a distribuição dos simpatizantes de Alckmin espelha exatamente a composição do eleitorado do País.

Haddad ainda nem se apresenta como possível candidato, apesar de o PT apostar nele como "plano B" para quando Lula for declarado inelegível por problemas legais - o ex-presidente foi condenado em segunda instância na Lava Jato e está preso desde o dia 7 de abril.

Pouco conhecido no País, Haddad é ainda mais ignorado fora das capitais. "É um cara que não se destaca", disse Gilmar Baioto, 51 anos, comerciante de Porto Belo (SC). "Não conheço o trabalho dele", afirmou em discurso parecido ao de Rosângela Souza, de Florianópolis. 

'Convertidos'

Para o cientista político Glauco Peres, da USP, a fragmentação das candidaturas faz com que as campanhas deem prioridade a preservar o eleitorado mais convertido, evitando avançar com tanta avidez nas parcelas da população em que são mais desconhecidos ou rejeitados. "É muito custoso avançar (em outras parcelas) e ter o risco de perder o seu eleitorado. Tem sido uma estratégia conservadora nas duas lógicas: de não avançar e de não perder o seu", disse. Segundo ele, o candidato Jair Bolsonaro (PSL) é quem aplica esse artifício com mais clareza.

Segundo Peres, que vê a possibilidade de um candidato ir ao segundo turno com votação entre 15% e 20%, o tempo curto de campanha reforça essa lógica. "Se tivesse mais tempo, seria muito arriscado ficar parado. O ideal seria ir angariando mais votos aos poucos, pelas bordas."

A diminuição de recursos financeiros, com a proibição da doação empresarial, é outro fator responsável por evitar deslocamentos que podem se mostrar inúteis. Bolsonaro, por exemplo, é de um partido nanico, que não tem uma máquina consolidada nos Estados e municípios Brasil afora. "Ele vai lá (a cidades em que não tem muitos votos) fazer o quê? Não dá para ir a furadas. É uma eleição de muito cuidado", afirmou Peres.

Por outro lado, quem está em situação delicada é Geraldo Alckmin (PSDB). Para chegar ao segundo turno, o candidato que mais tem tempo de TV no horário eleitoral gratuito se vê obrigado a tirar votos de Bolsonaro, que tem sido uma pedra no sapato do tucano até em São Paulo, Estado que governou por quatro vezes e é o principal reduto político da legenda. "Alckmin precisa ser muito mais incisivo contra o Bolsonaro. Está perdendo voto para ele e precisa reverter isso muito rápido", avaliou Peres.

No entanto, a estratégia de pregar para convertidos tem seus riscos. Ao avançar para o segundo turno, o candidato precisa moderar o discurso a fim de atrair os eleitores "mais difíceis", avaliou o cientista político Cláudio Couto, da FGV-SP. "Existem momentos para cada coisa: o foco prioritário nesse momento do primeiro turno pode ser os eleitores 'garantidos'", disse Couto, lembrando que a opção de Alckmin pela gaúcha Ana Amélia (PP-RS) como vice foi certeira ao focar no Sul, onde tem grandes chances de angariar votos na campanha.

Couto vê a necessidade de Bolsonaro investir no eleitorado feminino, considerado pelo professor questão indispensável. "O desprestígio do Alckmin no Nordeste não é comparável ao desprestígio do Bolsonaro com as mulheres, que é muito ligado às posições históricas que ele já tomou, de discurso", disse. "O candidato não pode priorizar o eleitorado mais difícil, mas também não pode abandonar esse eleitorado. O ponto é saber dosar isso, modular o discurso."

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Irmão Lázaro chama atenção por 'ocultar' campanha eleitoral em perfis oficiais nas redes

(Foto: Reprodução)

Diferentemente dos correligionários, o candidato ao Senado na Bahia, Irmão Lázaro (PSC), mantém uma postura incomum nas redes sociais. Quem acompanha os perfis oficiais do deputado federal no Facebook e Instagram têm a ligeira impressão de que ele nem sequer é o postulante do grupo do candidato José Ronaldo (DEM). Lázaro é considerado o político mais popular do Facebook no Brasil, com mais de 8,5 milhões de seguidores - número maior do que o do presidenciável Jair Bolsonaro (PSL), que acumula 5,5 milhões. O ex-vocalista do Olodum segue com postagens relacionadas à carreira de cantor gospel e pastor evangélico. Ele publica fotos de shows e panfletos divulgando apresentações de cunho religioso pelo interior da Bahia.  Conforme já informou, Lázaro tem sido isolado em eventos que participa com os correligionários de Zé Ronaldo. Nas redes sociais, o prefeito ACM Neto (DEM), considerado o maior cabo eleitoral do grupo, também não tem citado o deputado. Procurado pela imprensa, Lázaro afirma que utiliza perfis alternativos para fazer a campanha. "Em relação às redes sociais, tenho um Facebook em que a gente fala da palavra de Deus, com os assuntos à respeito da Bíblia e da nossa fé, e eu tenho o Facebook de deputado em que tenho divulgado nossas caminhadas", explica. "Chegando mais próximo das eleições, a gente vai estar apenas comunicando que estamos fazendo parte do pleito e pedindo oração no nosso Facebook, que tem um número maior de seguidores", completa. Em entrevista à revista Piauí, em maio, ele já havia comentado sobre a popularidade nas redes. "Meu Face não é político. [...] A política anda sem credibilidade, as pessoas entram na página dos políticos pra brigar, é uma gritaria. Outro dia entrei na página do [senador] Magno Malta e tinha xingamento que eu nem conhecia. Eu uso o Face para levantar minhas bandeiras, que são a defesa da família e das escrituras sagradas, e essa é minha forma de dar meu recado político", afirmou, na época.



TSE nega pedido de Lula para garantir cobertura jornalística na TV

(Foto: Reprodução)

O ministro Sérgio Banhos, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), decidiu na noite desta sexta-feira (24) negar um pedido da defesa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) para que emissoras de TV “incluam” em suas coberturas jornalísticas a campanha presidencial do petista e sua coligação, intitulada “O Povo Feliz de Novo”. Lula, que tem Fernando Haddad como vice na chapa, está preso em Curitiba (PR) após ser condenado em segunda instância por corrupção passiva e lavagem de dinheiro no caso do tríplex do Guarujá. “No caso em exame, ao menos em juízo de cognição sumária, não se extraem dos autos elementos suficientes para configuração da transgressão ao dever de conceder tratamento isonômico aos candidatos a cargo de presidente da República, ante a ausência de quaisquer provas sobre o alegado”, ponderou o ministro Sérgio Banhos. “Ademais, diante da contraposição de valores constitucionais de inegável relevo, no caso, liberdade jornalística e isonomia entre candidatos, entendo que a matéria apresenta complexidade que exige análise verticalizada a demandar a oitiva das representadas e a manifestação do Ministério Público Eleitoral”, concluiu o ministro. Banhos ainda pediu que as emissoras de televisão apresentem uma manifestação dentro de dois dias e, posteriormente, vai aguardar uma manifestação do Ministério Público Eleitoral.



Brumado: Campanhas nas ruas já começam a atrair a atenção dos eleitores

As equipes de bandeiras já estão nas ruas (Foto: Luciano Santos | 97NEWS)

O aparente desinteresse dos eleitores brumadenses pela corrida eleitoral de 2018, neste primeiro momento, já começa a sentir as primeiras modificações, já que as campanhas já foram para as ruas na manhã desta sexta-feira (24). Aproveitando o movimento da feira livre, alguns candidatos já enviaram suas equipes de bandeira, trazendo o colorido eleitoral para a campanha. O panorama já teve mesmo uma alteração, onde as opiniões e preferências começaram a ganhar mais espaço nas discussões, o que “apimentará” o clima das discussões. Neste ano o componente local dará um tom mais agudo à campanha, já que vários candidatos naturais de Brumado estão indo para a disputa, não só a deputado estadual, como também a federal. Na noite de hoje acontecerão outros eventos e caminhadas que deverão reunir um grande número de pessoas, o que vai “esquentar os tamborins” e dar o start para o corpo-a-corpo dos candidatos que intensificarão as suas ações na busca do convencimento dos milhares de eleitores brumadenses.

A feira livre é um dos locais preferidos dos candidatos (Foto: Whatsapp 97NEWS)


Ministras do STF conclamam as mulheres a buscarem a igualdade pelo voto

(Foto: Divulgação)

A ministra Cármen Lúcia, presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), e a ministra Rosa Weber, também do STF e presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), fizeram apelo hoje (20) para que as mulheres exerçam seu direito a voto com consciência, de modo a aumentar a participação feminina na política. Ambas pariciparam do seminário Elas por Elas, organizado pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), sobre a temática da mulher no poder estatal e na sociedade. Durante o evento foi comemorado o fato inédito de mulheres ocuparem nesta semana, simultaneamente, os cargos máximos de cinco órgãos de Justiça brasileiros. Também participou do evento a presidente do Superior Tribunal de Justiça (STJ), a procuradora-geral da República, Raquel Dodge, e a advogada-geral da União, ministra Grace Mendonça.

Em seu discurso, Rosa Weber destacou que as mulheres constituem 52,5% do eleitorado (73.337.919 eleitoras) nas próximas eleições, mas constam como candidatas em apenas 30,7% (8.353) dos pedidos de registro para os 1.654 cargos eletivos em disputa neste ano.

A ministra ressaltou que, mesmo entre esses registros, há provavelmente muitos casos de candidaturas “fantasma”, feitas por partidos cujas candidatas não entram de fato na disputa. Destacou ainda o fato de que menos de 10% dos cargos para deputado federal serem ocupados por mulheres e apenas 18% para senadoras. Rosa Weber conclamou as brasileiras a reverterem “o paradoxo desse quadro, quando a maioria do eleitorado é feminino”.

“Façamos, mulheres, ao exercer todas nós esse direito essencial da cidadania que é o voto, a diferença para um fortalecimento do estado democrático de direito, conquista diária e permanente de todas nós, com a consciência de que em nossas mãos, mulheres, está o destino do país, com a construção de sociedade que todas queremos igualitária, justa e inclusiva”, disse.

Consciência

Em seguida, Cármen Lúcia afirmou ser excepcional o fato de tantas mulheres ocuparem posições de poder no campo da Justiça, e que isso somente intensifica os preconceitos, não os diminui. Ela defendeu que as mulheres tomem consciência de sua condição feminina para avançar na libertação de outras que ainda não têm a liberdade de falar, pensar e se posicionar no mundo.

“Para não termos mais o quadro que a ministra Rosa Weber acaba de traçar aqui, em termos de representação, é preciso que a mulher esteja presente para se fazer representar”, afirmou Cármen Lúcia, também conclamando as eleitoras a fazerem diferença pelo voto na busca pela igualdade.

Ao mencionar as eleições deste ano, a ministra Laurita Vaz disse que a situação “rara” da presença de mulheres em posições de comando na Justiça não significa que elas deixaram de ser preteridas ao buscar crescer em suas carreiras. Como exemplo, ela citou o fato de as mulheres serem quase metade dos aprovados em concursos para juiz de primeira instância, sendo que há apenas seis ministras entre os 33 ministros do STJ. “Essa realidade distorcida precisa ser mudada”, afirmou.

“Precisamos ter a plena consciência de que estamos aqui hoje vivendo um momento mais do que especial, mas esse momento não é a regra, e tanto não é regra que hoje ainda é notícia”, disse a advogada-geral da União, Grace Mendonça. “A notícia de que as cinco principais instituições inseridas no sistema de Justiça no Brasil hoje são comandadas por mulheres. Quando teríamos o mundo ideal? O dia em que as mulheres ocuparem essas funções, e isso será visto de modo tão natural que nem será notícia mais”.

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‘Ele está tranquilo e já entrou com a defesa’, afirma assessoria de ‘Manelão’

'Manelão' já está em plena campanha (Foto: 97NEWS Conteúdo)

Após a divulgação pelo Ministério Público Federal do pedido de impugnação da candidatura a deputado federal do empresário do ramo de comunicação, Emanoel Araújo Lima, o “Manelão”, por meio do procurador geral eleitoral, Cláudio Gusmão, o 97NEWS buscou contato com a assessoria do referido candidato que estava em Salvador cuidando exatamente de sua defesa na referida representação do MPE. A representação enviada ao TSE é substanciada no histórico ASE, extraída do sistema ELO–Cadastro Eleitoral-TRE/BA, que, no entendimento da procuradoria do órgão, considera que “Manelão” tem sobre si o status de inelegibilidade, em face de decisão relacionada ao processo n. 8-29.2015.6.05.0090. Segundo a sua assessoria, ele se encontra tranquilo e relata que o processo em questão é de 2014 e ainda não houve o julgamento, o que lhe dá o amplo direito de se defender. 

No site do TSE está colocado que o candidato está aguardando julgamento (Reprodução TRE)

Ainda segundo a assessoria existem indícios de possível irregularidade na emissão da certidão, o que seria a base para que a candidatura venha a seguir normalmente, tanto que a sua assessoria jurídica afirma que está tudo em perfeitas condições. Um dos pontos abordados por lideranças políticas brumadenses é que, dificilmente, ele poderá concorrer às eleições deste ano, pois, segundo as mesmas, os seus direitos políticos devem ser cassados por 8 anos em julgamento, se baseando ainda que o número de votos na última eleição municipal de 2016, onde “Manelão” foi candidato a prefeito, ainda estão zerados. A situação é, inclusive, no entendimento desses analistas, muito parecida, o que daria o direito, sob liminar, de disputar o pleito, mas, no final os votos não seriam computados. Quem “baterá o martelo” na questão porém é a Justiça Eleitoral que irá analisar o pedido de impugnação do MPF e dar o seu parecer se acata ou não a representação. Confira o pedido de impugnação do MPF na íntegra (Clique).



Campanha, debates e o dilema em não saber em quem votar

(Imagem Ilustrativa)

A campanha eleitoral começou oficialmente na última quinta-feira. No entanto, há tempos os candidatos jorram ideias e críticas aos adversários e poucos são efetivamente propositivos. Como observadores da cena política por obrigação profissional, quase sempre os jornalistas são obrigados a responder a uma questão básica: "já sabe em quem vai votar?". Por enquanto, é mais fácil e cômodo dizer em quem não vamos votar - e aqui não é espaço para campanha política, por isso a informação não será pública. E não está sendo nada fácil escolher os candidatos - desde a Presidência da República aos deputados federais e estaduais. Até agora são raros os postulantes que produziram um discurso mínimo que possamos endossar. Até o momento, os extremos estão bem explícitos. Já as posições mais moderadas, mais palatáveis para a maioria da população, acabam diluídas em meio a profusão de informações desconexas apresentadas pelos candidatos.

As candidaturas ao governo e à presidência, pelo menos, tiveram a oportunidade de serem debatidas na televisão. Ainda que de maneira pouco interessante para o eleitor, foi possível ver o comportamento dos principais nomes a concorrer aos cargos. Para o Palácio do Planalto, a confusão deve ser prolongada. Enquanto não houver um caminho final sobre  eventual candidatura do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, existe um limbo difícil de ser transposto. O PT vai insistir ainda mais na tese de inocência do ex-presidente, amparado pela liminar concedida pela Comissão Internacional de Direitos Humanos da ONU. É como se os problemas brasileiros fossem pequenos, aí a decisão internacional coloca álcool em um país em chamas. Enquanto no plano federal ainda paira muita incerteza, a cena baiana está bem desenhada. Pena que o debate que tenha sido tão pouco aproveitável para entender quais são as propostas reais daqueles que desejam ser governadores. Rui Costa (PT) ainda segue no tom de usar o atual mandato para se impulsionar e defender um lulismo pós-Lula - sem tocar nas fragilidades visíveis dos sucessivos governos petistas. José Ronaldo (DEM) omite que as gestões dele não foram tão boas quanto os discursos dele os são e também quais são os principais aliados do DEM em Brasília. João Santana (MDB) vive em um mundo nostálgico onde o MDB era um partido sério e preocupado com o futuro do Brasil. Marcos Mendes (PSOL) faz um debate necessário, mas repleto de contradições que a esquerda ainda não conseguiu responder. Restam João Henrique (PRTB) e Célia Sacramento (Rede), que devem ser levados tão a sério quanto eles se levam. Ainda falta a propaganda de rádio e TV, considerada um marco para as campanhas eleitorais. Diante do que se viu até agora, aguardar por ela talvez seja a alternativa possível para conhecer efetivamente os candidatos. E torcer para que no dia 7 de outubro não apenas os jornalistas saibam responder em quem vão votar. Este texto integra o comentário desta segunda-feira (11) para a RBN Digital, veiculado às 7h e às 12h30, e para as rádios Excelsior, Irecê Líder FM, Clube FM.

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Lúcio Vieira Lima lança campanha com jingle 'o que trabalha todo dia'

(Foto: 97NEWS Conteúdo)

As campanhas eleitorais começaram oficialmente e. entre os lançamentos, está a música de candidatura do deputado federal Lúcio Vieira Lima (MDB), que tenta a reeleição. O jingle a ele se refere como “o que trabalha todo dia”. Porém, neste ano, depois que o processo do parlamentar foi aceito no Conselho de Ética da Câmara Federal, vale a pena destacar que Lúcio faltou a 31,6% das sessões em Plenário. Os dados estão disponíveis no relatório de presença do site da Câmara dos Deputados. Lúcio tem R$ 11 milhões em bens cadastrados neste ano, a maior parte referente a ações e aplicações. Em 2014, ele havia declarado R$ 7,7 milhões, e  em 2010, R$ 5 milhões.