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Câmara começa a debater quebra de patente de vacinas contra a Covid-19

Foto: Reprodução

A Secretaria de Relações Internacionais da Câmara dos Deputados começou a debater na terça-feira (1º), com representantes de países que desenvolvem medicamentos e vacinas contra a Covid-19, mudanças na legislação brasileira que facilitem a quebra de patentes no País em casos de interesse público ou de emergência nacional. O ponto central dos debates é o Projeto de Lei 1462/20, que tramita em regime de urgência e altera a Lei de Propriedade Intelectual. O texto autoriza automaticamente, em caso de declarac?a?o de emerge?ncia de sau?de pu?blica de importa?ncia nacional, a exploração temporária e não exclusiva, pelo Estado brasileiro ou por empresas, de produto ou processo protegido por patente. Na prática, o texto determina a emissão, nesses casos, de licenças compulsórias, ou seja, sem a autorização do titular da patente. “Diante da pandemia que vivemos por conta do coronavírus, e de outras situações como esta que poderemos viver no futuro, é fundamental deixar o Brasil preparado”, disse o secretário de Relações Internacionais, deputado Alex Manente (Cidadania-SP). Manente explicou que o objetivo das reuniões é analisar o assunto com representantes das embaixadas do Reino Unido, da China, dos Estados Unidos e da Rússia, e com a diretora da Organização Mundial de Saúde (OMS) no Brasil, Socorro Gross. “Queremos, ao final desses encontros, apresentar um documento [à Casa] para solicitar a aprovação desse projeto.”



Petrobras anuncia reajuste de 5% no gás de cozinha, a partir de hoje (28)

Foto: Luciano Santos l 97News

A partir desta sexta-feira (28), os preços do gás do tipo GLP,  mais  vendido em botijões de 13 quilos para consumo residencial,  estarão 5% em média mais caros nas refinarias da Petrobras.  Este é o  sexto  aumento consecutivo de preços do produto desde maio. No último dia 13, o combustível teve um reajuste médio também de 5%. No início do ano, em função da forte queda dos preços do petróleo no período, a Petrobras realizou cinco reduções no GLP. Com o reajuste anunciado nesta sexta, o GLP acumula uma alta de 5,3% no ano. Segundo a Petrobras, com o novo reajuste, o preço médio nas refinarias será equivalente a R$ 29,27 por botijão de 13 quilos. A estatal explicou que os preços do produto praticados pela companhia têm como referência  o  preço de paridade de importação (PPI), que é formado pelas cotações internacionais do  produto além dos custos de importadores, como frete de navios, taxas portuárias e demais custos de transporte. Desde   novembro do ano passado  a estatal  tem os mesmos preços para GLP nos segmentos residencial e industrial/comercial. A Petrobras destacou ainda que  o GLP é vendido pela companhia  a granel, sendo o preço final ao consumidor definido por distribuidores.



Mais de 40% dos brasileiros simpatiza mais com Bolsonaro do que com outros líderes

Foto: Reprodução

O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) conta com a simpatia de 43,6% dos eleitores brasileiros. Ele é a liderança política mais querida em comparação com os presidentes da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), do Supremo Tribunal Federal (STF), Dias Toffoli, e com o procurador-geral República, Augusto Aras. A informação foi extraída de um levantamento divulgado nesta quarta-feira (26) pelo instituto Paraná Pesquisas. Entre sábado (22) e segunda (24), o instituto ouviu 2.280 pessoas, com idade a partir dos 16 anos, por telefone. Os entrevistados estão espalhados em 208 municípios de todos os estados do país. Com isso, o grau de confiança é de 95% e margem de erro é de 2%. Outros dados indicam que 16% das pessoas simpatizam mais com Maia, 5,9%, com Toffoli, 3%, com Aras, e 2,8% dizem simpatizar mais com Alcolumbre. Outros 23,6% não simpatizam com nenhum deles e 5,2% não souberam responder a questão.



Datena chama Bolsonaro de 'bundão' e defende jornalistas

Foto: Reprodução l TV Bandeirantes

O apresentador José Luiz Datena rebateu na segunda-feira (24) os comentários do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) contra os jornalistas brasileiros. Em entrevista coletiva, o político chamou os membros da classe de "bundões". Datena, no programa "Brasil Urgente", defendeu a profissão e devolveu o comentário: "'Bundão' é o senhor, Jair".  "Ele [Bolsonaro] abre um caminho de duas mãos, porque ele também não pode ofender qualquer cidadão brasileiro da forma como ele ofendeu, seja ele da imprensa ou não. Eu, por exemplo, sou do jornalismo e não sou 'bundão', senhor presidente Bolsonaro. Agora, o senhor me dá o direito de chamar o Jair de 'bundão', então 'bundão' é o Jair, 'bundão' é o senhor. Não o presidente da República, esse eu respeito, mas a partir do momento que você chama a minha classe toda de 'bundão', eu também posso chamar o senhor de 'bundão'", afirmou. 

 

Foto: Reprodução

Datena também citou as dificuldades enfrentadas na profissão, incluindo perseguição durante o período da Ditadura Militar: "Como todos nós somos 'bundões'? Teve muita gente que perdeu a vida, que deu a sua vida, inclusive durante o regime militar, que deu sua vida fazendo matérias. A imprensa brasileira foi fundamental na mudança desse país em várias oportunidades. Então, os jornalistas brasileiros não são 'bundões', pelo contrário, são gente que vai para a rua trabalhar, enfrentando dificuldades enormes." Apesar dos comentários, Datena deixou claro seu respeito pelo cargo de presidente da República e disse gostar de Jair Bolsonaro. As críticas do apresentador vieram após análise de uma fala do presidente em entrevista coletiva. Um dia depois de dizer a um repórter que desejava "encher a boca" dele de "porrada", Jair Bolsonaro afirmou que, se contaminados pela covid-19, os jornalistas, a quem chamou de "bundões", têm menos chances de sobreviver do que ele, o presidente da República.



Frio de 9°C em MT mata cerca de 100 cabeças de gado

Foto: Reprodução

A chegada da massa de ar frio que derrubou as temperaturas em todo o país causou prejuízo para os pecuaristas de Mato Grosso. No município Reserva do Cabaçal, a 412 km de Cuiabá, cerca de 100 cabeças de gado morreram na madrugada de sábado (22), conforme levantamento preliminar feito pelos próprios fazendeiros em um raio de 5 km. Os termômetros marcaram 9°C, mas, segundo relatos de fazendeiros da região, a sensação térmica chegou a 0°C durante a madrugada. O pecuarista Amauri Nazaro contou ao G1 que cria touro reprodutor da raça nelore. Somente na fazenda dele foram encontrados 12 animais mortos e outros oito debilitados. Até agora, o prejuízo é de R$ 150 mil. Para tentar reanima-los, o proprietário está aplicando medicamentos, no entanto, ele acredita que mais cinco devem morrer. “A gente ouve muito falar que na propriedade de ‘fulano’ morreu um em outra dois. Tem muita gente também que nem sabe, porque isso nunca aconteceu aqui, nunca teve isso aqui”, contou. No domingo (23), as temperaturas na região voltaram a subir. A mínima é de 12°C e a máxima de 33°C, conforme dados do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet). Para segunda-feira (24) a mínima é de 16°C e a máxima de 36°C.



Governo desperdiçou mais de R$ 12 milhões destinados ao combate à Covid-19

Foto: Divulgação

Do montante destinado em Medidas Provisórias (MPs) para o combate à Covid-19, o governo federal já desperdiçou R$ 12,9 milhões. Isso porque as MPs perderam a validade sem que todo o dinheiro previsto fosse gasto. Esses dados são do Conselho Nacional de Saúde (CNS), que tem acompanhado os investimentos do Ministério da Saúde semanalmente. "Estamos em uma situação emergencial. Não tem explicação para a demora em gastar", disse o economista Francisco Funcia, segundo a coluna de Mônica Bergamo, da Folha de S. Paulo. De acordo com a publicação, outras duas medidas vencem em breve: a MP 967, que previa gastos de R$ 5,5 bilhões, mas até agora R$ 3 bilhões permanecem nos cofres públicos, e a MP 969, que previa R$ 10 bilhões e teve 54%, ou seja, R$ 5,4 bilhões gastos até agora. Enquanto a primeira expira no dia 16 de setembro, a segunda vence no dia 17. Em meio à essa situação, o CNS questiona o Ministério da Saúde sobre o cancelamento de empenhos e em que ações os recursos deixaram de ser gastos.



Correios afirma que paralisação parcial de empregados não afeta os serviços de atendimento da estatal

Foto: Luciano Santos l 97NEWS

Após a paralisação parcial dos empregados dos Correios, iniciada na última segunda-feira (17) pelas representações sindicais da categoria, em nota a empresa afirmou que a greve não afeta os serviços de atendimento da estatal. Segundo os Correios, em levantamento parcial, realizado na terça-feira (18), mostrou que 83% do efetivo total da empresa no Brasil está trabalhando regularmente. "A empresa já colocou em prática seu Plano de Continuidade de Negócios para minimizar os impactos à população. Medidas como o deslocamento de empregados administrativos para auxiliar na operação, remanejamento de veículos e a realização de mutirões estão sendo adotadas", diz parte da nota. De acordo com a Estatal, a rede de atendimento dos Correios está aberta em todo o país e os serviços, inclusive SEDEX e PAC, continuam sendo postados e entregues em todos os municípios. Sobre as negociações, a empresa afirma que o início das conversas com as entidades sindicais, ela teve um objetivo primordial que é de cuidar da sustentabilidade financeira da empresa, a fim de retomar seu poder de investimento e sua estabilidade, para se proteger da crise financeira ocasionada pela pandemia. "A diminuição de despesas prevista com as medidas de contenção em pauta é da ordem de R$ 600 milhões anuais. As reivindicações da Fentect, por sua vez, custariam aos cofres dos Correios quase R$ 1 bilhão no mesmo período, lucro obtido em 2019", destaca a empresa que ainda diz que "trata-se de uma proposta impossível de ser atendida". Conforme a Estatal, nenhum direito do colaborador foi retirado, apenas foram adequados os benefícios que extrapolavam a CLT e outras legislações, de modo a alinhar a estatal ao que é praticado no mercado. "Os trabalhadores continuam tendo acesso ao benefício do Auxílio-creche, para dependentes com até 5 anos de idade. Os tíquetes refeição e alimentação também continuam sendo pagos, conforme previsto na legislação que rege o tema, sendo as quantidades adequadas aos dias úteis no mês, de acordo com a jornada de cada empregado: 22 tíquetes para quem trabalha de segunda a sexta-feira e 26 tíquetes para os empregados que trabalham inclusive aos sábados ou domingos", relata os Correios. A Estatal ainda diz que se veem obrigados a zelar pelo reequilíbrio do caixa financeiro da empresa. "Em parte, isso significa repensar a concessão de benefícios que extrapolem a prática de mercado e a legislação vigente. Assim, a estatal persegue dois grandes objetivos: a sustentabilidade da empresa e a manutenção dos empregos de todos".



Governo do Maranhão investe R$ 1.6 Milhão para garantir visitas íntima a detentos

Foto: Reprodução

O governo do Estado do Maranhão, onde a mortalidade por Covid-19 é mais que o dobro registrada em todo o Brasil, investiu R$ 1.677.469,84, na construção das 22 celas para encontro íntimo no sistema prisional do estado e acabou gerando polêmica com a decisão. “Ao garantir visita íntima à pessoa privada de liberdade, a Seap dá cumprimento às resoluções do Conselho Nacional de Política Criminal e Penitenciária (CNPCP), as quais recomenda aos Departamentos Penitenciários Estaduais ou órgãos congêneres o asseguramento ao direito à visita íntima a pessoa presa”, afirmou a Seap em nota a imprensa. Vale lembrar que a visita íntima tem respaldo na Constituição Federal e na Lei de Execuções Penais, no artigo 41, inciso 10 onde se lê que é direito do preso a visita do cônjuge, da companheira, de parentes e de amigos. Ainda segundo a Seap, as visitas intimas vão além de encontros  que visam atividade sexual.  “O caráter “íntimo” da visita não deve ser interpretado como de cunho meramente sexual. É, portanto, indissociável do viés ressocializador da pena o estímulo à manutenção dos vínculos afetivos, sejam eles maternais, paternais ou conjugais”, diz parte da nota.



Nova pesquisa do Sebrae apresenta dados sobre a retomada das atividades econômicas

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A 6ª edição da Pesquisa “O Impacto da Pandemia de Coronavírus nos Pequenos Negócios”, realizada pelo Sebrae nos 26 estados e Distrito Federal, apontou que 76% dos empresários participantes afirmaram que os negócios voltaram a funcionar, sendo a maioria (63%) de forma diferente da que funcionava antes da crise. O levantamento constatou também que houve uma melhora no nível de endividamento dos pequenos negócios. Enquanto no final junho, 40% dos empresários possuíam empréstimos ou dívidas em atraso, um mês depois, esse percentual caiu para 36%. O Sebrae apurou ainda um expressivo crescimento na proporção de empresas que buscaram empréstimos desde o início da crise. Entre a última semana de março e a última semana de julho, o percentual de pequenos negócios que buscou crédito saltou de 30% para 54%. Entretanto, observa-se que esse aumento na procura não tem sido acompanhado, na mesma velocidade, pela oferta de recursos por parte do sistema financeiro. A pesquisa mostrou que 56% dos empreendedores tiveram seus pedidos de empréstimo negados. Com a pandemia, que impactou fortemente a atividade econômica no País, a busca pela inovação e digitalização das empresas (em especial dos canais de venda), deixou de ser uma tendência e se tornou realidade para 66% dos pequenos negócios. Entre as diferentes plataformas, a versão comercial do Whatsapp é a ferramenta digital mais procurada. 46% dos empresários ouvidos já usavam o aplicativo antes da crise e 12% aderiram a esse sistema após a chegada da pandemia. Passados mais de quatro meses do início da crise, a entidade realizou também uma pesquisa qualitativa com microempreendedores individuais, micro e pequenas empresas de 18 estados brasileiros e identificou mudanças e tendências que vieram para ficar no mundo dos pequenos negócios. De acordo com o levantamento, dentre as mudanças definitivas destaca-se a maior digitalização dos negócios. No entanto, em segmentos como a moda, por exemplo, a transformação caracteriza-se por um modelo híbrido, com fortalecimento de experiências presenciais e o intenso uso de canais online em vendas e relacionamento com o mercado. No segmento da alimentação os donos de pequenos negócios destacaram que os clientes vão continuar mais atentos às medidas de higienização e qualidade dos produtos. Para isso, serão necessárias mudanças com uso ou novos usos dos estabelecimentos para reconquistar o cliente e transmitir segurança. Já no ramo do turismo, a tendência é de roteiros regionais e locais, com predominância de ações ao ar livre e grupos em número reduzido.



PIB cai 8,7% no segundo trimestre, aponta monitor da FGV

Foto: Reprodução

O Produto Interno Bruto (PIB), que é a soma de todos os bens e serviços produzidos no país caiu 8,7% no segundo trimestre deste ano, em relação ao período imediatamente anterior, na análise da série dessazonalizada. É o que indica o Monitor do PIB, divulgado nesta terça-feira (18) pela Fundação Getúlio Vargas. De acordo com o coordenador do Monitor do PIB-FGV, Cláudio Considera, o resultado da economia no segundo trimestre foi “o pior já vivenciado pelo país desde 1980”. Já na avaliação mensal, o indicador da atividade econômica do Brasil teve alta de 4,2% em junho, se comparado a maio. Na comparação interanual, a economia recuou 10,5% entre abril em junho e 6,5% em junho. O Monitor do PIB mostrou ainda que a rápida deterioração do PIB foi influenciada por fortes quedas na indústria de 12,8% e nos serviços, de 8,4%, e, ainda, por praticamente todos os componentes da demanda. A exceção ficou por conta da exportação, que cresceu 1,3% de abril a junho. Ainda conforme o indicador, embora a economia brasileira tenha sido diretamente atingida pela pandemia da Covid-19 a partir de março, a maior retração contra o período imediatamente anterior ocorreu em abril. Apesar das taxas interanuais ainda mostrarem retrações muito fortes, a economia voltou a crescer nos meses de maio e junho. Segundo a FGV, a situação da economia permanece muito pior do que a do ano passado, mas a retração interanual de junho de 6,5% é praticamente a metade do que ocorreu em abril, com o recuo de 12,3%, e em maio, de 12,6%.



Funcionários dos Correios entram em greve em todo o país

Foto: Luciano Santos l 97NEWS

A Federação Nacional dos Trabalhadores em Empresas dos Correios e Similares (FENTECT) decidiu entrar em greve na segunda-feira (17). Segundo a entidade, não há prazo para o fim da paralisação na estatal, que começou às 22h. De acordo com a federação, os grevistas são contra a privatização da estatal, reclamam do que chamam de "negligência com a saúde dos trabalhadores" na pandemia e pedem que direitos trabalhistas sejam garantidos. A entidade afirma que desde julho os sindicatos tentam dialogar com a direção dos Correios sobre estes pedidos, o que, segundo eles, não aconteceu. Alegam que, em agosto, foram surpreendidos com a revogação do atual Acordo Coletivo que estaria em vigência até 2021. "Foram retiradas 70 cláusulas com direitos como 30% do adicional de risco, vale alimentação, licença maternidade de 180 dias, auxílio creche, indenização de morte, auxílio creche, indenização de morte, auxílio para filhos com necessidades especiais, pagamento de adicional noturno e horas extras", diz em nota a FENTECT. Outro motivo da greve, segundo a federação, é a possível privatização dos Correios e o "aumento da participação dos trabalhadores no Plano de Saúde, gerando grande evasão, e o descaso e negligência com a saúde e vida dos ecetistas na pandemia da Covid-19", diz parte do texto divulgado.

 



Medicamentos a base de maconha deverão ser incluídos em lista do SUS, decide TRF-1

Foto: Reprodução

Por determinação judicial, o Sistema Único de Saúde (SUS) deverá incluir medicamentos à base de Cannabidiol (CBD) e Tetraidrocanabinol (THC) – substâncias provenientes da planta Cannabis sativa na lista de fármacos ofertados gratuitamente. Os medicamentos já são registrados pela Agência de Vigilância Sanitária (Anvisa). A decisão é do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1), que negou um recurso da União contra a sentença da Justiça Federal de 1ª Instância, de fevereiro de 2019. O pedido pela inclusão dos medicamentos na lista do SUS foi feito pelo Ministério Público Federal (MPF). Pela decisão, a União deve, ainda, providenciar a incorporação no SUS de outros medicamentos à base de CBD ou THC que venham a ser registrados, além de efetuar o regular oferecimento à população, com devida prescrição e relatório médico, desde que as alternativas atualmente disponibilizadas pelo SUS para enfermidade não surtam efeitos no paciente. 



Poderosa incursão polar com potencial histórico e de neve afetará metade do Brasil

Foto: Reprodução l Metsul

A MetSul Meteorologia adverte para uma massa de ar polar enorme e muito intensa que vai atingir praticamente a metade do território brasileiro e grande parte da América do Sul nesta semana com potencial de ser um evento histórico de frio e neve. Verdadeira bolha de ar antártico avançará pela Argentina e vai atingir pela sua trajetória continental o Sul, o Centro-Oeste, o Sudeste e parte do Norte do Brasil, além de Paraguai, Bolívia, Uruguai, Peru e mesmo Equador, Colômbia e Venezuela. Assim, a influência do ar frio, mesmo que modesta, deve atravessar a linha do Equador e chegar ao Hemisfério Norte, onde é verão. Massas de ar frio fortes ocorrem virtualmente quase todos os anos no Sul do Brasil, mas esta será excepcionalmente forte e abrangente para a segunda metade do mês de agosto. A queda da temperatura será sentida a partir da quarta-feira no Rio Grande do Sul e entre quinta e sexta-feira será percebida nas demais regiões brasileiras. A quinta, a sexta e o começo do sábado serão dias de muito frio no Sul do Brasil. Como a massa de ar será por demais gelada, é comum que chegue com vento moderado a forte que vai trazer sensação térmica com valores muito baixos, negativos em muitas localidades. A cada rodada, e a cada modelo, as projeções de neve são diferentes e variam bastante. Ora, muito mais abrangente e ora mais limitada aos locais tradicionais do fenômeno como os Aparados da Serra e o Planalto Sul Catarinense. O que chama atenção, porém, é que diversos modelos e em diversas rodadas de hoje e dos últimos dias indicaram que pode nevar de forma mais abrangente e em locais pouco acostumados a ver neve ou que não testemunham o fenômeno por décadas. Os modelos nas últimas horas e dias já indicaram neve no Uruguai, perto da cidade de Buenos Aires e nas províncias argentinas de Santa Fé e Entre Rios, na maior parte do Rio Grande do Sul, Santa Catarina e o Paraná, e até em Curitiba e no Sul do estado de São Paulo.



Auxílio Emergencial deve ser prorrogado até março com valor de R$ 300

Foto: Reprodução

O Governo Federal está estudando a possibilidade de prorrogar o auxílio emergencial até março do próximo ano. Porém, a parcela do benefício seria inferior a R$ 600, um valor entre R$ 200 e R$ 300. A medida está passando por resistência de integrantes do Ministério da Economia. A redução do valor do auxílio precisa ser aprovada pelos parlamentares. O decreto que definiu o estado de calamidade também precisaria ser renovado para que o auxílio possa ser estendido até o mês de março de 2021. O auxílio emergencial é pago a mais de 60 milhões de brasileiros e foi criado para socorrer trabalhadores informais, microempreendedores individuais (MEIs), desempregados e outras pessoas de baixa renda impactadas pela pandemia do coronavírus.



Covid-19: Vacinação em massa pode apresentar dificuldades por falta de seringas no Brasil

Foto: Divulgação

Mesmo que haja uma aprovação da vacina contra a Covid-19, o Brasil enfrenta um problema que pode dificultar a imunização em massa da população: a falta de agulhas para aplicação. “A demanda pelo insumo vai crescer exponencialmente no mundo todo”, disse Paulo Henrique Fraccaro, superintendente da Abimo, a associação brasileira de produtores de itens hospitalares. “E o governo vai ter que continuar com as campanhas normais contra o sarampo, a dengue etc”, continuou. De acordo com o jornal Folha de S. Paulo, Fraccaro afirmou que a capacidade anual máxima de produção de seringas no Brasil é de 1,5 bilhão. Segundo ele, o tempo de produção de 50 milhões de seringas é de cinco meses, o que é um problema, já que, apenas para vacinar contra a Covid-19, será necessário, no mínimo, 300 milhões de seringas em um prazo de três ou quatro meses, se baseando no tamanho da população brasileira, com 210 milhões de habitantes. Na Europa, a situação não muda. Na semana passada, a União Europeia fez um alerta aos seus países-membros sobre o risco de falta de seringas. No Brasil, a pasta comandada pelo general Eduardo Pazzuelo afirmou ao jornal que o Sistema Único de Saúde (SUS) possui “um dos maiores programas de vacinação do mundo” e que “o Brasil já prepara a rede de logística para o desafio de vacinar a população contra a Covid-19”. Foi garantido ainda que as seringas e agulhas serão compatíveis à necessidade de imunização da população.



Entregador vítima de racismo em SP ganha moto nova e mais de R$ 125 mil em vaquinha

Foto: Reprodução

No último dia 31 de julho, o vídeo de um homem branco, morador de condomínio de luxo em Valinhos (SP), humilhando o entregador por aplicativo Matheus Pires, que é negro, com ofensas racistas viralizou no país. O vídeo com os ataques, repercutiu nas redes sociais. Nas imagens, é possível o acusado sem máscara, chamar Pires de semianalfabeto e lixo. O homem racista ainda diz que o rapaz tem inveja das casas do condomínio e da cor de pele dele. O profissional registrou boletim de ocorrência por causa das agressões e por crime de racismo. Apesar do episódio traumático vivido, o motoboy Matheus Pires tem alguns motivos para sorrir. Após a viralização do vídeo na internet, o entregador ganhou a simpatia e o apoio de anônimos e famosos, a exemplo do humorista Matheus Ceará, que resolveu presentear o xará com uma moto nova. A história sensibilizou tanta gente, que o grupo Razões para Acreditar resolveu ainda criar uma vaquinha virtual com o objetivo de arrecadar R$ 150 mil para o entregador. “Vaquinha para motoboy humilhado em Valinhos (SP) dar a volta por cima e se manter nessa pandemia”, diz a campanha, que até então arrecadou R$ 125.358,00 com a ajuda de 2.427 apoiadores.



Pandemia do coronavírus vai custar R$ 700 bilhões no Brasil

Foto: Luciano Santos l 97News

A pandemia da Covid-19, o novo coronavírus, vai custar ao Brasil pelo menos R$ 700 bilhões apenas em 2020. Segundo um levantamento feito pelo jornal Estadão, o valor equivale a 10% do Produto Interno Bruto (PIB) do país e a R$ 3,3 mil para cada brasileiro. Os dados foram coletados com base em estimativas do governo e dos bancos. Ainda conforme a publicação, o “orçamento de guerra” aprovado pela Câmara de Deputados daria para pagar o Bolsa Família por 21 anos, já levando em consideração o aumento de beneficiários. O valor representa quase seis vezes o déficit esperado para este ano, que era de R$ 124,1 bilhões antes da pandemia.



Instituto Butantan diz ser possível ter vacina da Covid-19 para registro em outubro

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O diretor do Instituto Butantan, Dimas Covas, afirmou ser possível ter uma vacina contra a covid-19, doença causada pelo coronavírus, pronta para registro em outubro. Em junho, o Butantan firmou parceria com a farmacêutica chinesa Sinovac para produção e testes avançados de uma vacina. As declarações foram dadas em audiência pública virtual da Câmara dos Deputados para debater o desenvolvimento da imunização na quinta-feirra (06). No momento, a vacina está sendo testada em cerca de 9.000 voluntários em seis unidades federativas, sob a coordenação e o acompanhamento do Butantan. Se a vacina for clinicamente bem-sucedida, o Butantan a submeterá para registro na Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária). Caso aprovada pela agência, poderá ser distribuída para o SUS (Sistema Único de Saúde) por meio do governo federal. A vacina, terá um prazo de 60 dias para a análise do eventual registro após a entrega da documentação necessária por parte do interessado, mas a avaliação será prioridade e deverá acontecer em menos tempo. Na semana passada, o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) valorizou à vacina da China contra a covid-19 desenvolvida pela Universidade de Oxford e pela farmacêutica AstraZeneca, no Reino Unido, e testada no Brasil em parceria com a Fiocruz (Fundação Oswaldo Cruz). "Não é daquele outro país, não. Tá ok, pessoal?", declarou.



Bolsonaro diz que não vai continuar pagando auxílio emergencial por muito tempo

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Na quarta-feira (05) o presidente Jair Bolsonaro afirmou que o governo federal não vai continuar pagando o auxílio emergencial por muito tempo. Segundo Bolsonaro, a economia tem que funcionar, pois o benefício custa R$ 50 bilhões por mês aos cofres públicos. Além disso, o presidente também criticou a postura de governadores que estão optando por medidas mais duras e rigorosas em relação a protocolos adotados no combate a pandemia do novo coronavírus. O ministro da economia, Paulo Guedes afirmou que uma boa opção seria reduzir o valor das parcelas. “Se fosse R$ 200 ou R$ 300 dava para segurar seis meses, um ano, uma coisa assim. Sendo R$ 600, nós não conseguimos estender mais do que estamos fazendo até agora”. Vale lembrar que o auxílio é pago a trabalhadores informais e microempreendedores individuais (MEIs) que perderam renda com a pandemia, além de beneficiários do Bolsa Família.



Governo Federal espera que 15 milhões de brasileiros estejam vacinados até dezembro de 2020

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A expectativa do presidente Bolsonaro é de que, cerca de 15,2 milhões de brasileiros já estarão vacinados contra a Covid-19 até dezembro deste ano. A ideia diverge da apresentada pelo diretor do Instituto Bio Manguinhos da Fiocruz, Maurício Zuma. Ele afirmou que o prmeiro lote da vacina deve ser distribuído a partir de janeiro de 2021. De acordo com o Uol, as falas foram registradas em audiência pública virtual da Câmara dos deputados, que debateu a estratégia nacional de vacinação. O governo federal está negociando um acordo com a farmacêutica AstraZeneca, que produz uma das vacinas que está sendo testada no país, em parceria com a Universidade de Oxford. Ainda falta definir como será feita a fabricação e transferência de tecnologia da vacina, além do registro na Agência Nacional de VigiLância Sanitária, validação e distribuição. Cerca de 100 milhões de doses serão compradas em três parcelas de entrega, com previsão de que 15,2 milhões sejam entregues ao Brasil em dezembro, caso a vacina tenha sua eficácia comprovada. O segundo lote chegaria em janeiro de 2021, com outras 15 milhões de doses, e restante ainda não tem previsão. Quando houver a transferência de tecnologia, a expectativa do Instituto Bio-Manguinhos é de que 40 milhões de doses da vacina contra a Covid-19 sejam produzidas por mês.