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Correios afirma que paralisação parcial de empregados não afeta os serviços de atendimento da estatal

Foto: Luciano Santos l 97NEWS

Após a paralisação parcial dos empregados dos Correios, iniciada na última segunda-feira (17) pelas representações sindicais da categoria, em nota a empresa afirmou que a greve não afeta os serviços de atendimento da estatal. Segundo os Correios, em levantamento parcial, realizado na terça-feira (18), mostrou que 83% do efetivo total da empresa no Brasil está trabalhando regularmente. "A empresa já colocou em prática seu Plano de Continuidade de Negócios para minimizar os impactos à população. Medidas como o deslocamento de empregados administrativos para auxiliar na operação, remanejamento de veículos e a realização de mutirões estão sendo adotadas", diz parte da nota. De acordo com a Estatal, a rede de atendimento dos Correios está aberta em todo o país e os serviços, inclusive SEDEX e PAC, continuam sendo postados e entregues em todos os municípios. Sobre as negociações, a empresa afirma que o início das conversas com as entidades sindicais, ela teve um objetivo primordial que é de cuidar da sustentabilidade financeira da empresa, a fim de retomar seu poder de investimento e sua estabilidade, para se proteger da crise financeira ocasionada pela pandemia. "A diminuição de despesas prevista com as medidas de contenção em pauta é da ordem de R$ 600 milhões anuais. As reivindicações da Fentect, por sua vez, custariam aos cofres dos Correios quase R$ 1 bilhão no mesmo período, lucro obtido em 2019", destaca a empresa que ainda diz que "trata-se de uma proposta impossível de ser atendida". Conforme a Estatal, nenhum direito do colaborador foi retirado, apenas foram adequados os benefícios que extrapolavam a CLT e outras legislações, de modo a alinhar a estatal ao que é praticado no mercado. "Os trabalhadores continuam tendo acesso ao benefício do Auxílio-creche, para dependentes com até 5 anos de idade. Os tíquetes refeição e alimentação também continuam sendo pagos, conforme previsto na legislação que rege o tema, sendo as quantidades adequadas aos dias úteis no mês, de acordo com a jornada de cada empregado: 22 tíquetes para quem trabalha de segunda a sexta-feira e 26 tíquetes para os empregados que trabalham inclusive aos sábados ou domingos", relata os Correios. A Estatal ainda diz que se veem obrigados a zelar pelo reequilíbrio do caixa financeiro da empresa. "Em parte, isso significa repensar a concessão de benefícios que extrapolem a prática de mercado e a legislação vigente. Assim, a estatal persegue dois grandes objetivos: a sustentabilidade da empresa e a manutenção dos empregos de todos".



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