ÚLTIMAS NOTÍCIAS:

Homem é preso com revólver e drogas durante abordagem em bar em Barra da Estiva

Mulher é contida pela PM após ameaçar outra com facão em via pública em Brumado

Motociclista cai após frear para evitar colisão com ciclista em Livramento de Nossa Senhora

Projeto Glaucoma realiza atendimentos em Brumado neste sábado (26) e domingo (27)

Greve dos Correios termina após 15 dias; trabalhadores começam a retornar às atividades

Polícia Militar conclui 9ª edição da Operação Força Total com 16 armas apreendidas na Bahia

Colisão frontal entre ônibus e carro funerário deixa dois mortos na BR-020, em Correntina

Fiat Uno com restrição por furto ou roubo é recuperado pela PM em Caetité

Policial aposentado de 103 anos é condenado por homicídio em Salvador

Homem preso com revólver e maconha recebe liberdade provisória em Brumado

Hospital Municipal de Brumado inaugura nova emergência e adota sistema de classificação de risco

Brumado: Motorista perde controle de carro, bate em motociclista e atinge porta de loja no Centro

Setembro Amarelo - um simples abraço pode salvar uma vida

Mulher aciona PM após relatar agressão do companheiro durante discussão em Brumado


Investigação da PF aponta suposto recebimento de apartamento por Jaques Wagner, que nega irregularidades

Foto: Luciano Santos l 97NEWS

A decisão do ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), que autorizou a nona fase da Operação Compliance Zero, deflagrada nesta quinta-feira (18), teve como base uma investigação da Polícia Federal (PF) que apura um suposto esquema de favorecimento envolvendo o senador Jaques Wagner (PT-BA) e o banqueiro Augusto Ferreira Lima, ex-sócio do Banco Master. Segundo a PF, Wagner teria recebido um apartamento avaliado em R$ 2,45 milhões de Augusto Lima. O imóvel estaria localizado no Residencial Poème Horto, empreendimento situado no bairro do Horto Florestal, área nobre de Salvador. Em entrevista à BandNews, o senador negou qualquer irregularidade e afirmou estar tranquilo em relação às investigações. “Até agora, não sou réu; não sou culpado; não sou nada. É uma investigação em cima do que eu imagino que a Polícia Federal encontrou em celulares [apreendidos] ou em alguma delação de alguém que eu desconheço”, declarou. Na decisão que autorizou as medidas da nova fase da operação, o ministro André Mendonça cita que a Polícia Federal apresentou “elementos indicativos de recebimento de vantagens econômicas indevidas pelo parlamentar, direta ou indiretamente, por intermédio de familiares, pessoas de confiança e estruturas societárias vinculadas ao grupo econômico investigado”. Os investigadores sustentam ainda que a relação entre Wagner e Augusto Lima seria antiga, próxima e marcada por elevado grau de confiança pessoal, circunstância que, segundo a PF, teria criado um ambiente favorável para negociações reservadas voltadas à defesa de interesses privados ligados ao Banco Master. De acordo com o relatório policial, o próprio senador teria escolhido a unidade residencial. A investigação aponta que Wagner encaminhou ao banqueiro informações sobre o empreendimento e os dados do corretor responsável pela negociação do imóvel. A apuração segue em andamento no Supremo Tribunal Federal. Até o momento, não há denúncia formal apresentada contra o senador, que nega qualquer envolvimento em irregularidades.



Comentários

    Nenhum comentário, seja o primeiro a enviar.

Deixe seu comentário