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Integração entre inteligência de mercado e planejamento urbano redefine o ciclo de empreendimentos

Foto: Reprodução l Freepik

A combinação entre inteligência de mercado e planejamento urbano começa a alterar a forma como os empreendimentos são concebidos no país. Incorporadoras, consultorias e gestores públicos têm recorrido a análises mais profundas de comportamento, mobilidade, usos do solo e projeções econômicas para definir onde e como construir. O movimento aponta para um ciclo em que decisões deixam de se apoiar apenas em avaliações tradicionais de demanda e passam a considerar dinâmicas mais amplas da cidade, da circulação de pessoas ao impacto dos serviços disponíveis nos bairros. Esse processo tem sido debatido em fóruns estratégicos que reúnem incorporadoras, investidores e gestores públicos. Iniciativas como as promovidas pelo GRI Institute, por exemplo, reforçam a importância de integrar inteligência de mercado, planejamento urbano e visão de longo prazo para orientar novos ciclos de desenvolvimento nas cidades. Nos últimos anos, o setor imobiliário evoluiu de simples leitura de tendências de consumo para um processo mais robusto de interpretação da malha urbana. A prática ganha relevância à medida que os municípios atualizam planos diretores e ampliam exigências ambientais e sociais ligadas aos novos projetos.

Com isso, a integração entre análise de dados e diretrizes urbanísticas tem se tornado um elemento decisivo para evitar desperdícios, reduzir riscos e alinhar empreendimentos ao que a população realmente demanda.

Cruzamento de dados orienta escolhas mais precisas

Empresas especializadas em inteligência de mercado passaram a trabalhar com um volume maior de dados georreferenciados, que incluem densidade populacional, renda média, vocação comercial dos bairros e padrões de mobilidade. A consolidação dessas informações permite enxergar lacunas e oportunidades com maior precisão, reduzindo incertezas na fase de prospecção de terrenos. Além de indicar regiões com potencial de valorização, as análises também apontam limitações que antes passavam despercebidas, como gargalos de infraestrutura, restrições ambientais e vulnerabilidades de abastecimento de serviços essenciais. Para as incorporadoras, essa leitura antecipada é determinante para ajustar porte, tipologia e funcionalidades dos futuros empreendimentos. Outra contribuição desse processo é a identificação de mudanças de comportamento no uso dos espaços. Áreas que antes eram predominantemente residenciais, por exemplo, podem ganhar vocação mista quando estudos detectam expansão de serviços e maior circulação de trabalhadores. Esse tipo de diagnóstico orienta projetos que combinam moradia, trabalho e lazer em um mesmo complexo, acompanhando a evolução da vida urbana.

Planejamento urbano deixa de ser etapa isolada

A aproximação entre inteligência de mercado e planejamento das cidades rompe o hábito
de elaborar projetos sem diálogo com diretrizes municipais. A atualização de legislações e a maior exigência de contrapartidas estimulam as incorporadoras a avaliar, desde a origem do empreendimento, como o projeto se encaixa no desenho urbano mais amplo. Ao examinar rotas de transporte público, acessos viários, equipamentos comunitários existentes e prioridades definidas por prefeituras, os empreendedores conseguem alinhar seus projetos às necessidades reais do território. Isso tende a reduzir conflitos, acelerar processos de licenciamento e ampliar as possibilidades de parcerias com o poder público. Essa articulação resulta em empreendimentos que conversam melhor com o entorno, gerando menos impacto e favorecendo soluções de mobilidade e convivência. Nas áreas com forte adensamento, por exemplo, análises conjuntas podem indicar ajustes de altura, recuos e áreas comuns que favoreçam ventilação, circulação e uso comunitário.

Novos padrões de projeto e competitividade urbana

A interação entre estudos de mercado e planejamento urbano também tem influenciado o padrão dos lançamentos. Em diversas capitais, observa-se maior preocupação com integração ao bairro, presença de áreas verdes e desenho arquitetônico que prioriza funcionalidade. Esses elementos surgem como resposta a levantamentos que mostram maior demanda por espaços flexíveis, melhor aproveitamento de áreas comuns e menor
dependência de deslocamentos longos. Para os municípios, a tendência representa oportunidade de promover crescimento mais coerente com estratégias de desenvolvimento sustentável. Quando empreendimentos se alinham a políticas de mobilidade, habitação e equilíbrio ambiental, as cidades ganham atratividade para investimentos, melhoram a qualidade de vida e reduzem pressões sobre infraestrutura.

Integração tende a consolidar novo ciclo de desenvolvimento

A convergência entre inteligência de mercado e planejamento urbano mostra sinais de que vai se firmar como padrão no setor. A busca por empreendimentos mais adaptados ao tecido urbano, combinada à necessidade de decisões baseadas em dados, reforça um modelo em que o crescimento das cidades é conduzido de maneira mais coordenada. A perspectiva é de projetos mais eficientes, conectados ao contexto em que se inserem e capazes de contribuir para um desenvolvimento urbano mais equilibrado e sustentável.

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Como adquirir um diploma universitário (do jeito certo)

Foto: Divulgação

Antes de tudo, vou ser chato (porque precisa): diploma universitário não se “adquire” como quem compra um produto. Você obtém um diploma quando cumpre um percurso formal: matrícula válida, disciplinas aprovadas, carga horária concluída, estágios/atividades obrigatórias (quando existirem) e colação de grau. Qualquer “atalho” do tipo comprar diploma, usar documento falso ou “faculdade sem estudo” não é alternativa inteligente — é risco jurídico e profissional. Dito isso, se a sua intenção é conquistar um diploma universitário de forma legítima, aqui vai um passo a passo bem direto, com o que realmente importa.

 

1) Decida para quê você quer o diploma (sem isso você escolhe errado)

Essa etapa parece filosófica, mas é prática. Pergunte:

  • Você quer emprego mais rápido?

  • Quer mudar de área?

  • Precisa do diploma para concurso?

  • Quer crescer onde já trabalha?

  • Quer seguir para pós-graduação?

O diploma “certo” não é o mais bonito. É o que serve ao seu objetivo.

 


 

2) Entenda o tipo de curso superior que você está buscando

“Universitário” pode significar coisas diferentes, e isso muda tempo e estratégia:

  • Tecnólogo: graduação mais curta e prática (muito comum em áreas de gestão e tecnologia).

  • Bacharelado: formação mais ampla (Administração, Direito, Engenharias etc.).

  • Licenciatura: voltada para docência (ensino).

Se você escolhe sem entender isso, depois fica frustrado achando que foi enganado — quando, na verdade, você nem sabia o que estava comprando.

 


 

3) Escolha uma área com demanda real e que você aguente estudar

Dois erros clássicos:

  1. escolher só pelo “salário” e detestar a rotina;

  2. escolher só pelo “amor” e ignorar que o mercado local é fraco.

O melhor meio-termo: uma área que tenha demanda e que você consiga sustentar por anos.

Dica objetiva: pesquise vagas na sua região (e no remoto, se fizer sentido), veja requisitos repetidos e compare com o que o curso entrega. Se as vagas pedem ferramenta X e o curso nem menciona, você vai precisar completar por fora.

 


 

4) Verifique se a instituição e o curso são regulares (essa é a parte que evita desastre)

Aqui você separa uma escolha séria de um problema futuro.

O que conferir:

  • se a instituição é credenciada no órgão regulador do seu país;

  • se o curso está autorizado/reconhecido conforme a regra local;

  • se a modalidade (presencial/EAD) está adequada ao que é permitido.

No Brasil, por exemplo, isso costuma ser checado em bases oficiais ligadas ao MEC. Em Portugal, a lógica passa por entidades como DGES e processos de acreditação/reconhecimento. Se você não sabe onde olhar: procure o “cadastro oficial de instituições e cursos superiores” do seu país.

Regra prática: se a escola foge de transparência, desconversa sobre reconhecimento ou promete diploma “rápido demais”, você já tem sua resposta.

 


 

5) Escolha a modalidade que você consegue manter (não a que parece mais bonita)

Você pode amar a ideia do presencial e abandonar no segundo semestre por falta de tempo. Ou entrar no EAD e descobrir que sem rotina você não faz nada.

Seja honesto:

  • Presencial: costuma dar mais estrutura e cobrança.

  • EAD: exige disciplina e organização (e um ambiente minimamente estável).

A modalidade boa é a que você conclui.

 


 

6) Planeje tempo e dinheiro como adulto (porque a vida não pausa)

Para conseguir um diploma, você precisa de constância. Constância custa tempo e custa dinheiro.

Faça um plano simples:

  • quanto você consegue pagar por mês (com folga, não no limite);

  • quantas horas por semana você consegue estudar;

  • qual é o seu “plano B” se apertar (bolsa, financiamento, troca de turno, trancar por um período).

A maioria não desiste por falta de capacidade. Desiste por falta de planejamento.

 


 

7) Faça a matrícula e organize seus documentos desde o primeiro dia

Parece besteira, mas vira problema no final do curso.

Guarde:

  • contrato/termo de matrícula;

  • comprovantes de pagamento;

  • grade curricular;

  • regulamentos (estágio, TCC, atividades complementares);

  • e-mails/protocolos com a secretaria.

Isso resolve discussões futuras em minutos — e evita você depender de “memória” ou do “me disseram”.

 


 

8) Trate o curso como projeto de longo prazo (não como “quando der”)

Diploma sai de rotina. Rotina chata, inclusive.

Uma estratégia que funciona para quase todo mundo:

  • separe 4 a 8 horas semanais fixas (mais se puder);

  • estude em blocos de 40–60 minutos;

  • revise a matéria ao longo do semestre, não só na véspera;

  • faça as entregas antes do prazo (sim, antes).

Se você deixa “para quando sobrar tempo”, você está dizendo “eu não vou terminar”.

 


 

9) Faça estágio, projetos e prática o quanto antes (o diploma sozinho é fraco)

Aqui vai outra parte desagradável: o mercado contrata evidência, não intenção. E evidência vem de prática.

Mesmo durante a faculdade, procure:

  • estágio;

  • projetos (extensão, pesquisa, empresa júnior, labs);

  • trabalhos voluntários na área (quando fizer sentido);

  • portfólio (especialmente em tech, design, comunicação, dados).

A vantagem disso é dupla:

  1. você descobre cedo se gosta da área;

  2. você se forma com experiência — e não só com “papel”.

 


 

10) Entenda as exigências finais: TCC, estágio obrigatório e colação de grau

Muita gente acha que terminou as matérias e pronto. Não.

Normalmente, para obter o diploma, você precisa:

  • cumprir toda a carga horária;

  • concluir estágio (se obrigatório);

  • entregar e aprovar TCC/projeto (se houver);

  • completar atividades complementares (muito comum);

  • participar da colação de grau (ato formal).

Se você ignora essas etapas e deixa para o final, atrasa a formatura por motivos bobos — tipo documento faltando ou horas incompletas.

 


 

11) Emissão do diploma: digital ou físico, mas sempre verificável

Em muitos lugares, o diploma tem migrado para formatos digitais/verificáveis, e isso é positivo: reduz fraude e facilita validação.

O que você deve exigir:

  • canal oficial de emissão/entrega (portal, secretaria, sistema institucional);

  • instruções claras de validação/autenticidade;

  • histórico escolar e documentos de conclusão.

E não caia em “taxas por fora” sem recibo e sem previsão contratual. Se alguém pede dinheiro para “liberar diploma” informalmente, você não achou um facilitador — achou um risco.

 


 

12) Se seu objetivo é usar o diploma em outro país, prepare-se para reconhecimento

Diploma de um país nem sempre “vale automaticamente” em outro. Normalmente existe:

  • equivalência/reconhecimento;

  • análise de carga horária e conteúdo;

  • tradução juramentada/apostilamento (dependendo do caso).

Se isso está no seu plano, pense nisso antes de escolher a instituição e o curso. Depois de formado dá para resolver, mas costuma ser mais burocrático (e mais caro).

 


 

Erros que mais impedem as pessoas de conseguir o diploma

  1. Escolher o curso errado e insistir por vergonha de trocar.

  2. Subestimar a rotina e estudar só em semana de prova.

  3. Ignorar estágio e prática, e se formar “cru”.

  4. Deixar documentos/horas complementares para o final.

  5. Acreditar em atalhos (e cair em golpe).

Se você evitar esses cinco, suas chances de concluir sobem muito.

 


 

Um plano simples de 90 dias para começar com força

Se você ainda vai iniciar (ou recomeçar), faça assim:

Semana 1–2

  • escolha área e tipo de curso;

  • verifique regularidade da instituição e do curso;

  • feche um plano financeiro básico.

Semana 3–6

  • organize rotina de estudos;

  • faça resumos curtos por aula;

  • pegue o hábito de entrega antecipada.

Semana 7–12

  • procure estágio/projeto (mesmo que pequeno);

  • monte um portfólio inicial (1 projeto bem feito já ajuda);

  • revise conteúdos e fortaleça o básico.

Não é “motivação”. É processo.

 


 

Conclusão

Você “adquire” um diploma universitário do único jeito que presta: matriculando-se em um curso regular, estudando de forma consistente, cumprindo todas as exigências e formalizando a conclusão. O resto é ilusão — e, em alguns casos, crime.

Se você me disser seu país (Brasil/Portugal/outro), a área desejada e se pretende EAD ou presencial, eu ajusto o artigo para a sua realidade com um roteiro mais específico (tempo médio, passos burocráticos típicos e uma trilha prática de estágio/portfólio).

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Lula critica Zezé Di Camargo após polêmica com filhas de Silvio Santos

Foto: Reprodução l Ricardo Stuckert / PR

Lula criticou, nesta quinta-feira (18), durante um encontro com jornalistas, o cantor Zezé Di Camargo, no Palácio do Planalto, em Brasília. Na última segunda-feira (15), o artista se envolveu em uma polêmica após acusar as filhas de Silvio Santos, Patrícia, Rebeca e Silvia Abravanel, que hoje administram o SBT, de estarem “se prostituindo” após a emissora receber o presidente Lula durante o lançamento do SBT News. "Transmita às filhas do Silvio Santos a minha solidariedade pela cretinice do ataque que Zezé Di Camargo fez a elas. Ele não teria coragem de fazer aquele ataque a um homem, mas ele fez às mulheres. E quero dizer a vocês, mulheres: a minha luta contra o feminicídio é de verdade. Eu vou dedicar um tempo da minha governança para tentar combater o feminicídio e a violência contra a mulher nesse país", disparou o presidente.



Lançamento do primeiro foguete comercial brasileiro é adiado para sexta-feira (19)

Foto: Divulgação

O primeiro lançamento de um foguete comercial no Brasil, o HANBIT-Nano, previsto para esta quarta-feira (17), foi adiado para sexta-feira (19). A informação foi divulgada pela Innospace, empresa sul-coreana responsável pelo veículo, e confirmada pela Força Aérea Brasileira (FAB). O adiamento ocorreu para permitir a substituição de componentes do sistema de resfriamento do primeiro estágio, após a detecção de uma anomalia nas inspeções finais. A Innospace destacou que o foguete não apresenta defeitos estruturais e que a substituição das peças poderá ser realizada com o veículo já na plataforma de lançamento. Esta é a segunda vez que a missão é remarcada, após ajustes adicionais terem sido necessários em novembro. A FAB afirmou que mantém toda a infraestrutura e equipes técnicas prontas para o lançamento. A missão Spaceward, coordenada pela FAB e pela Agência Espacial Brasileira (AEB), levará cinco satélites e três dispositivos de pesquisa ao espaço, beneficiando instituições do Brasil e da Índia. O HANBIT-Nano possui 21,9 metros de altura, 20 toneladas, 1,4 metro de diâmetro e pode atingir até 30 mil km/h, equivalente a quase 30 vezes a velocidade de um avião comercial.



Ministério da Saúde confirma primeiro caso de 'super gripe' no Brasil

Foto: Reprodução

O Ministério da Saúde confirmou o primeiro registro no Brasil do subclado K da Influenza A (H3N2), conhecido como gripe K ou “super gripe”. A identificação foi feita em amostras analisadas no estado do Pará e divulgada no Informe de Vigilância das Síndromes Gripais da Semana Epidemiológica 49, publicado em 12 de dezembro. Também foi detectado o subclado J.2.4, ambos já registrados anteriormente em países da América do Norte, Europa e Ásia. Segundo a pasta, não há indícios de que o subclado K esteja associado a quadros mais graves, mantendo o comportamento típico da Influenza A sazonal. O informe aponta aumento ou estabilidade das internações por Influenza A em estados do Norte, Nordeste e em Santa Catarina, enquanto o Sudeste apresenta tendência de queda. Especialistas alertam para a circulação do vírus em diferentes regiões, com relatos de sintomas gripais intensos. Mesmo com a identificação das novas variantes, o Ministério da Saúde reforça que a vacinação segue como a principal medida de prevenção contra casos graves, internações e mortes, especialmente entre idosos, crianças e pessoas com comorbidades. Organismos internacionais, como a Opas (Organização Pan-Americana de Saúde) e a OMS (Organização Mundial de Saúde), alertam para a possibilidade de uma temporada de gripe mais precoce e intensa, recomendando o reforço da vigilância e da cobertura vacinal.



'O Agente Secreto' entra na pré-lista do Oscar 2026

Foto: Divulgação

O cinema brasileiro ganhou destaque na corrida pelo Oscar 2026 com a inclusão de “O agente secreto” na pré-lista de melhor filme internacional. Dirigido por Kleber Mendonça Filho e estrelado por Wagner Moura, o longa figura entre os 15 títulos ainda na disputa por uma vaga entre os indicados finais, que serão anunciados no dia 22 de janeiro. Além da categoria principal, o filme também aparece na pré-seleção da nova categoria de direção de elenco, ampliando suas chances na premiação. Ambientada nos anos 1970, a produção acompanha a trajetória de um professor universitário que retorna ao Recife durante a ditadura militar. Outras produções brasileiras também avançaram nas listas divulgadas pela Academia. O documentário “Apocalipse nos trópicos”, o curta-metragem “Amarela” e o diretor de fotografia Adolpho Veloso, pelo trabalho em “Sonhos de Trem”, estão entre os pré-selecionados em suas respectivas categorias, reforçando a presença do Brasil entre os destaques do cinema internacional.



Novas regras nacionais padronizam diárias e horários de check-in e check-out em meios de hospedagem

Foto: Luciano Santos l 97NEWS

Passam a valer a partir desta segunda-feira (15) as novas regras nacionais que alteram a organização dos horários de check-in, check-out e a duração da diária em hotéis, pousadas, resorts, hostels e demais meios de hospedagem em todo o país. As medidas foram aprovadas pelo Congresso Nacional após meses de debate e regulamentadas pelo Ministério do Turismo, com o objetivo de modernizar e padronizar os serviços oferecidos ao consumidor. A principal mudança estabelece que a diária passa a ter duração mínima de 24 horas. De acordo com a nova norma, o estabelecimento poderá utilizar até três horas desse período para limpeza e preparação do quarto, garantindo ao hóspede, no mínimo, 21 horas de uso efetivo da acomodação. A proposta busca dar mais transparência à relação entre clientes e meios de hospedagem, evitando divergências quanto ao tempo real de permanência. Apesar da padronização da duração da diária, hotéis e similares continuam livres para definir seus próprios horários de entrada e saída. A exigência é que essas informações sejam claras, objetivas e informadas previamente ao consumidor, preferencialmente no momento da reserva. Outra novidade prevista na regulamentação é a adoção da ficha digital do hóspede. O preenchimento poderá ser feito por meio de link ou QR Code, medida que visa agilizar o processo de check-in, reduzir burocracias e facilitar o controle das informações pelos estabelecimentos. A expectativa do Ministério do Turismo é que as novas regras contribuam para a melhoria da experiência do hóspede e para a modernização do setor de hospedagem no Brasil.



Segunda parcela do 13º salário deve ser paga até a próxima sexta-feira

Foto: Luciano Santos l 97NEWS

A segunda parcela do décimo terceiro salário deve ser depositada a 95,3 milhões de brasileiros até a próxima sexta-feira (19). A primeira foi paga até 28 de novembro, conforme a legislação. Um dos principais benefícios trabalhistas do país, o salário extra injetará R$ 369,4 bilhões na economia neste ano, segundo cálculos do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese). Em média, cada trabalhador com carteira assinada deverá receber R$ 3.512, somadas as duas parcelas. Essas datas valem apenas para os trabalhadores na ativa. Como nos últimos anos, o décimo terceiro dos aposentados e pensionistas do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) foi antecipado. A primeira parcela foi paga entre 24 de abril e 8 de maio e a segunda, entre 26 de maio e 6 de junho.



Cassino online: como a análise de dados molda estratégias e padrões de jogo

Foto: Reprodução

A análise de dados se tornou essencial para compreender como jogadores interagem com um cassino online. Cada clique, cada acesso e cada movimento dentro da plataforma gera informações que podem ser processadas para revelar padrões de comportamento. Com isso, a experiência se torna mais eficiente, personalizada e segura. A ciência de dados permite prever tendências, identificar preferências e aprimorar decisões estratégicas. No contexto do entretenimento digital, esses insights são preciosos para estruturar ambientes mais funcionais e atrativos.

Padrões de navegação e comportamento

Ao analisar padrões de navegação, as plataformas de cassino online como o www.novibet.bet.br conseguem entender quais áreas recebem mais atenção, quais jogos geram maior interesse e quais elementos visuais contribuem para o engajamento. Dados sobre tempo de permanência, cliques e transições entre telas ajudam a mapear o comportamento do usuário e otimizar o layout da plataforma. Ajustes com base nesses dados tornam a experiência mais fluida e eliminam obstáculos que possam levar à frustração.

Personalização baseada em dados

Uma das maiores vantagens da análise de dados é a personalização. Ao identificar preferências individuais, um cassino online pode sugerir jogos compatíveis, destacar funcionalidades relevantes e adaptar notificações ao perfil do jogador. Essa abordagem cria uma experiência única para cada usuário e aumenta o engajamento. Além disso, dados preditivos ajudam a antecipar comportamentos e a ajustar a plataforma em tempo real.

Deteção de padrões incomuns

A análise de dados também desempenha papel fundamental na deteção de
comportamentos incomuns dentro do cassino online. Padrões que fogem do normal
podem indicar erros, inconsistências ou até atividades suspeitas. Algoritmos
avançados são capazes de verificar grandes quantidades de dados rapidamente,
alertando sistemas de segurança para possíveis problemas. Isso aumenta a
confiabilidade do ambiente digital e protege tanto a plataforma quanto os usuários.

Otimização de mecânicas de jogo

A análise de dados não só possibilita, como também potencializa o ajuste preciso de
probabilidades, ritmos e elementos estéticos, sempre alinhados ao comportamento
real dos jogadores. Dentro de um cassino online, essa abordagem significa muito
mais do que simples ajustes técnicos: trata-se de calibrar cada mecânica de jogo de
forma equilibrada, garantindo que sejam simultaneamente justas, desafiadoras e atrativas. Ao examinar padrões de interação, as plataformas conseguem identificar
não apenas quais estímulos visuais ou sonoros são mais eficazes, mas também
quais combinações de ritmo e recompensa geram maior engajamento.

Tendências e previsões futuras

Por fim, a análise de dados não se limita a entender o presente — ela é uma
ferramenta poderosa para identificar tendências emergentes e prever o
comportamento futuro dos jogadores. Ao examinar padrões de jogo, preferências e
hábitos de consumo, um cassino online consegue antecipar demandas antes
mesmo que se tornem evidentes. Essa visão estratégica permite que as plataformas
se adaptem com agilidade, introduzindo novos recursos, modalidades de jogo ou até
mesmo campanhaspersonalizadas que atendam às expectativas em constante
evolução dos usuários. A capacidade de ler e interpretar esses dados não só
fortalece a experiência de entretenimento, como também garante que a plataforma
se mantenha relevante e competitiva em um mercado dinâmico e altamente
disputado.

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Aneel define novas regras para tarifa social e exige que conta de luz esteja no nome do beneficiário

Foto: Luciano Santos l 97NEWS

A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) aprovou, no último dia 9 de dezembro, a regulamentação das novas regras da Tarifa Social de Energia Elétrica, que passam a estabelecer critérios mais rigorosos para a concessão de descontos na conta de luz. Entre as principais mudanças está a exigência de que a fatura esteja em nome de um integrante da família beneficiária para que o desconto seja mantido. A medida segue recomendações de auditoria da Controladoria-Geral da União (CGU), que apontou a necessidade de ajustes no programa para evitar concessões indevidas. Com a nova regulamentação, as famílias também deverão manter os dados de endereço atualizados tanto no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico) quanto no Benefício de Prestação Continuada (BPC), em conformidade com as informações repassadas às distribuidoras de energia. Para viabilizar a adaptação às novas regras, a Aneel estabeleceu prazo até 31 de dezembro de 2026 para que as concessionárias convoquem os beneficiários que precisarem regularizar a titularidade da conta ou atualizar dados cadastrais. O objetivo é assegurar que o benefício seja direcionado exclusivamente a quem atende aos critérios legais. Atualmente, cerca de 17,1 milhões de famílias são atendidas pela Tarifa Social de Energia Elétrica em todo o país. O programa garante desconto integral na conta de luz para consumidores com gasto mensal de até 80 kWh, desde que estejam inscritos no CadÚnico com renda de até meio salário mínimo por pessoa. Também são contemplados idosos e pessoas com deficiência beneficiárias do BPC, além de famílias indígenas, quilombolas e moradores de áreas atendidas por sistemas isolados. Já o Desconto Social será destinado a famílias inscritas no CadÚnico com renda mensal por pessoa entre meio e um salário mínimo. Nesses casos, a regulamentação prevê tarifa reduzida para consumo de até 120 kWh por mês, além da isenção das cotas da Conta de Desenvolvimento Energético (CDE), que compõem parte do valor final da fatura de energia.



Câmara aprova projeto que reduz penas de Bolsonaro e condenados por tentativa de golpe

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A Câmara dos Deputados aprovou às 2h26 desta quarta-feira (10) o texto-base do projeto de lei que reduz penas de condenados por atos golpistas, incluindo o ataque de 8 de janeiro de 2023. A medida pode beneficiar o ex-presidente Jair Bolsonaro, condenado a 27 anos e 3 meses por participação em um suposto plano de golpe de Estado e atualmente preso na sede da Polícia Federal, em Brasília. O chamado “PL da Dosimetria” segue agora para o Senado, onde o presidente da Casa, Davi Alcolumbre (União-AP), afirmou que deve ser votado até o fim do ano. Se o projeto for aprovado pelos senadores, Bolsonaro poderá ter a pena diminuída, reduzindo o tempo de prisão. Ainda assim, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva poderá vetar o texto total ou parcialmente. A inclusão repentina do tema na pauta surpreendeu líderes partidários e foi anunciada na terça-feira (9) pelo presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), retomando um debate que havia perdido força nos últimos meses. O dia no Congresso foi marcado por tensão. Pela manhã, Motta confirmou a votação, enquanto à tarde o deputado Glauber Braga (PSOL-RJ) ocupou a cadeira da presidência em protesto contra sua possível cassação. Ele foi retirado à força por policiais legislativos, e, durante o tumulto, a segurança da Câmara expulsou a imprensa do plenário e cortou o sinal da TV Câmara, em uma decisão inédita durante sessões deliberativas.



Correios cancelam vale-Natal de R$ 2,5 mil e aguardam aporte de até R$ 6 bilhões do Tesouro

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A Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos (ECT) cancelou neste ano o vale-Natal no valor de R$ 2,5 mil que havia sido pago em 2024 a carteiros e demais funcionários. A medida faz parte de um pacote de contenção de despesas adotado diante da grave situação financeira da estatal. Além da suspensão do benefício, os Correios aguardam um aporte emergencial do Tesouro Nacional entre R$ 5 bilhões e R$ 6 bilhões até o próximo dia 16 de dezembro. O objetivo é garantir recursos para o pagamento de salários, 13º salário e compromissos com fornecedores. A necessidade do socorro ocorreu após a empresa não conseguir avançar nas negociações para obtenção de um empréstimo de aproximadamente R$ 20 bilhões. Como parte do plano de reestruturação financeira, a estatal também ampliou o Plano de Demissão Voluntária (PDV). A expectativa é de que até 15 mil funcionários deixem a empresa até o ano de 2027. Além disso, a direção estuda o fechamento de cerca de mil agências e centros de distribuição em todo o país. As medidas refletem o esforço da empresa para tentar equilibrar as contas diante do aumento das despesas e da queda na arrecadação, em meio à crescente concorrência no setor de entregas e encomendas.



CCJ aprova projeto que amplia validade da CNH vencida como documento por 60 dias

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A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara dos Deputados aprovou um projeto de lei que amplia de 30 para 60 dias o prazo em que a Carteira Nacional de Habilitação (CNH) pode ser utilizada como documento de identificação após o vencimento do exame de aptidão física e mental. A proposta é de autoria do deputado José Nelto (União-GO) e altera o Código de Trânsito Brasileiro. Com a mudança, mesmo vencida, a CNH poderá continuar sendo aceita como documento civil por até dois meses. Por se tratar de matéria conclusiva nas comissões, o texto não precisa passar pelo Plenário da Câmara, salvo se houver recurso, e segue diretamente para análise do Senado. Segundo o autor do projeto, o prazo atual de 30 dias é insuficiente e pode causar transtornos aos cidadãos, especialmente em situações em que o motorista enfrenta dificuldades para agendar exames ou reunir a documentação necessária para a renovação. O parlamentar afirma ainda que a iniciativa busca evitar apreensão do documento e penalidades decorrentes exclusivamente do atraso na renovação. Apesar da ampliação da validade como documento de identificação, a regra para condução de veículos permanece inalterada. Dirigir com a CNH vencida continua sendo infração gravíssima, sujeita a multa, retenção do veículo e acréscimo de sete pontos no prontuário do condutor. O projeto agora aguarda análise do Senado Federal. Caso seja aprovado sem alterações, seguirá para sanção presidencial. Se quiser, também posso adaptar para versão curta, chamada de capa ou redes sociais.



Lula cobra debate sobre redução da jornada e fim da escala 6x1 no Conselhão

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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva defendeu, nesta quinta-feira (4), que o Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social Sustentável — o Conselhão — coloque na pauta das próximas reuniões a discussão sobre a redução da jornada de trabalho no Brasil e o fim da escala 6x1. A declaração foi feita durante encontro do colegiado, que reúne representantes do empresariado, movimentos sociais, pesquisadores, sindicalistas e artistas. Lula argumentou que os avanços tecnológicos das últimas décadas elevaram significativamente a produtividade industrial, mas não se refletiram em melhores condições para os trabalhadores. Como exemplo, citou a produção da Volkswagen, que, segundo ele, cresceu mesmo com um quadro de funcionários muito menor em comparação com anos anteriores. Diante desse cenário, o presidente voltou a defender a diminuição da jornada semanal de 44 para 40 horas, afirmando que a mudança não acarretaria prejuízos à economia e lembrando que diversos países já adotaram medidas semelhantes. No Congresso, uma Proposta de Emenda à Constituição que prevê o fim da escala 6x1 está em tramitação. Lula afirmou que, caso o Conselhão apresente uma recomendação formal pela alteração da jornada, o governo deve acelerar o processo. Além do tema trabalhista, o presidente pediu que o colegiado também discuta políticas mais rígidas de combate ao feminicídio e à pedofilia. “Precisamos de uma proposta mais contundente, para que as pessoas que matam mulher ou praticam pedofilia não sejam tratadas normalmente. Precisam de algo mais duro para essa gente que pratica esse tipo de crime”, declarou. As discussões devem entrar na agenda dos próximos encontros do Conselhão.



Mais controle, menos sustos: como o motorista está mudando sua relação com o IPVA e licenciamento?

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Durante muito tempo, o início do ano significava preocupação para quem tem carro: IPVA, licenciamento e revisões vinham juntos e pegavam muitos motoristas de surpresa. Hoje, no entanto, essa relação está mudando. A popularização de plataformas digitais, a ampliação de meios de pagamento e o aumento da conscientização sobre finanças pessoais têm levado os condutores a adotar uma postura mais organizada. Manter o veículo em dia deixou de ser uma dor de cabeça e passou a fazer parte de um planejamento financeiro mais responsável.

Planejamento financeiro vira rotina entre motoristas

Os primeiros meses do ano continuam concentrando os principais tributos automotivos, mas muitos motoristas têm aprendido a lidar com eles de maneira preventiva. O IPVA, imposto estadual que varia conforme o valor de mercado do veículo, é o que mais pesa no bolso. Em média, representa de 2% a 4% do preço do automóvel, de acordo com as alíquotas definidas por cada estado.

Antes visto como um gasto inesperado, o IPVA tem sido incluído cada vez mais nas planilhas de controle doméstico. Muitos condutores já reservam um valor mensal para o imposto, o que evita o impacto de uma despesa única em janeiro. Há também quem aproveite o desconto oferecido para pagamento à vista, uma prática que vem crescendo com o uso de aplicativos bancários e carteiras digitais.

O licenciamento, embora menos oneroso, é igualmente essencial. Sem ele, o carro não pode circular legalmente. Sua quitação garante a emissão do CRLV-e (Certificado de Registro e Licenciamento de Veículo eletrônico), documento exigido em fiscalizações e abordagens de trânsito. Motoristas que atrasam o licenciamento correm o risco de multa, pontos na CNH e até apreensão do veículo. 

Tecnologia aproxima motoristas da regularização

O avanço dos serviços digitais transformou a forma como os motoristas se relacionam com o Detran e com os impostos veiculares. Hoje, quase todos os estados permitem consultar licenciamento e o IPVA, além de permitir que sejam pagos pela internet.

A digitalização dos processos trouxe agilidade e autonomia. Aplicativos de bancos, secretarias estaduais e até plataformas especializadas permitem emitir guias, parcelar débitos e baixar o CRLV-e diretamente no celular. Isso reduziu filas, eliminou burocracias e facilitou o cumprimento das obrigações.

Outro fator que tem contribuído para a mudança de comportamento é o uso de alertas automáticos. Muitos motoristas ativam lembretes nos aplicativos ou nos próprios celulares para não esquecer prazos. Essa pequena medida tem evitado o acúmulo de juros e multas, além de reforçar a ideia de que manter o carro regularizado é uma questão de rotina — não de improviso.

Educação financeira ganha espaço entre condutores

A mudança de postura também reflete um avanço no campo da educação financeira. Com mais acesso a informações, motoristas passaram a compreender o impacto que a falta de planejamento pode ter no orçamento anual.

Economistas orientam que o IPVA e o licenciamento sejam tratados como despesas fixas, e não eventuais. A recomendação é reservar mensalmente uma pequena quantia equivalente à soma dos tributos e despesas automotivas, como seguro e manutenção. Assim, quando o início do ano chega, o valor já está separado, evitando sustos.

O hábito de planejar tem se mostrado eficaz não apenas para equilibrar as contas, mas também para reduzir o estresse financeiro. A previsibilidade dos gastos automotivos ensina o motorista a ter mais controle sobre o próprio orçamento, o que pode refletir em outros aspectos da vida financeira.

Um novo comportamento na direção das finanças

A transformação na relação do motorista com o IPVA e o licenciamento revela um movimento mais amplo: o de conscientização sobre a importância da organização financeira e da regularidade veicular.

Com mais informação, facilidade de acesso e ferramentas digitais, os condutores estão se antecipando aos prazos e evitando penalidades que antes eram comuns. O que antes era sinônimo de correria e preocupação, hoje se torna uma etapa previsível e administrável do calendário.

No fim das contas, essa mudança mostra que cuidar das finanças e manter o carro em dia não são tarefas separadas. Quando o motorista se organiza, ganha mais do que economia: conquista tranquilidade para seguir viagem sem sustos — nem no trânsito, nem no bolso.

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Aumento Aposentados: Use a nova margem com sabedoria

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O reajuste anual do INSS traz um alívio importante para aposentados e pensionistas, principalmente em um cenário de despesas crescentes. Com o novo valor, a renda mensal aumenta e a margem consignável também é atualizada, permitindo novas possibilidades de contratação de crédito.

Esse conjunto de mudanças desperta o interesse de muitos segurados que aguardam o início do ano para reorganizar o orçamento. 

Mesmo sendo um reforço positivo, a ampliação da margem exige cautela. O valor adicional pode ajudar em momentos pontuais, mas também pode comprometer a renda se utilizado sem planejamento.

O que representa a nova margem após o reajuste

Com a atualização anual do benefício, o limite máximo permitido para contratação de parcelas com desconto em folha também é recalculado.

Isso devolve aos aposentados um novo espaço para contratar crédito ou complementar operações já existentes. Esse aumento na margem ocorre de forma automática, porque acompanha o novo valor do benefício reajustado.

Para muitos segurados, acompanhar o  reajuste aposentados ajuda a entender por que a margem cresce e como isso interfere no planejamento financeiro do ano.

Ainda assim, é importante lembrar que margem maior não significa renda livre, e sim um limite adicional que deve ser avaliado com responsabilidade.

Como avaliar o impacto da parcela no benefício

Antes de utilizar a nova margem, o segurado deve analisar como uma eventual parcela afetaria o valor líquido recebido. Mesmo com o reajuste aplicado, é fundamental que as despesas essenciais continuem sendo cobertas com folga.
 Por isso, simular valores e prazos permite visualizar com clareza se o compromisso cabe no orçamento.

Quanto mais longo for o prazo do crédito, maior deve ser a atenção ao impacto acumulado. A contratação só é positiva quando se mantém dentro do limite seguro da renda mensal.

Situações em que a margem pode ser útil

A nova margem pode ser uma aliada em momentos de necessidade real. Entre os exemplos estão despesas inesperadas, regularização de contas que comprometem o orçamento ou troca de dívidas mais caras por uma opção com desconto em folha.
 Nesses cenários, o crédito pode trazer previsibilidade e controle.

Ainda assim, é essencial que o uso da margem seja orientado por um objetivo claro. Quando utilizado apenas por impulso, o crédito pode reduzir a estabilidade financeira ao longo do ano.

Por que evitar o uso automático da margem ampliada

Muitos aposentados interpretam o reajuste como sinal para contratar crédito imediatamente, mas essa decisão pode gerar aperto financeiro nos meses seguintes.
 O aumento do benefício não deve ser visto como incentivo à contratação, e sim como um dado importante para reorganizar o orçamento do ano.

Evitar o uso automático da margem preserva a renda líquida e reduz o risco de comprometer o dinheiro necessário para despesas essenciais.

Como transformar o reajuste em vantagem financeira

O reajuste anual é uma oportunidade para revisar prioridades, ajustar despesas e planejar o ano com mais precisão. A nova margem só deve ser utilizada quando fizer sentido dentro desse planejamento. A combinação entre renda reajustada e uso consciente do crédito contribui para um ano mais equilibrado.

Ao acompanhar as informações oficiais sobre o reajuste, verificar o extrato atualizado e analisar o impacto das parcelas, o aposentado usa a margem com sabedoria. Assim, o aumento se torna um aliado do orçamento — e não um risco para a renda mensal.

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Contran aprova modernização da CNH: custo pode cair até 80% e facilitar acesso da população

Foto: Luciano Santos l 97NEWS

O Conselho Nacional de Trânsito (Contran) aprovou por unanimidade, nesta segunda-feira (1º), a resolução que moderniza o processo de obtenção da Carteira Nacional de Habilitação (CNH). O novo modelo simplifica etapas, amplia as opções de formação e pode reduzir em até 80% o custo total para tirar a carteira, hoje considerada inacessível para grande parte da população brasileira. Segundo levantamento da Secretaria Nacional de Trânsito (Senatran), cerca de 20 milhões de brasileiros conduzem veículos sem habilitação, enquanto outros 30 milhões já têm idade para obter o documento, mas não conseguem arcar com os custos, que podem chegar a R$ 5 mil. A expectativa do governo é que a mudança torne o processo mais democrático e inclua milhões de novos condutores. A resolução aprovada prevê curso teórico on-line e gratuito, flexibilização das aulas práticas e a possibilidade de aprendizagem com instrutores credenciados pelos Detrans, sem a obrigatoriedade de frequentar uma autoescola. O objetivo é ampliar as alternativas de preparação para a prova e reduzir a burocracia, permitindo que o candidato escolha o formato que melhor se adapta à sua realidade financeira e de aprendizagem. A abertura do processo para emissão da CNH também será simplificada: o candidato poderá iniciar o cadastro diretamente pelo site do Ministério dos Transportes ou pela Carteira Digital de Trânsito (CDT). A medida entra em vigor assim que for publicada no Diário Oficial da União (DOU), o que deve ocorrer nos próximos dias. A expectativa é de que estados e Detrans ajustem sistemas, credenciem instrutores e iniciem a nova fase de forma gradual. A mudança deve impactar diretamente o mercado de formação de condutores e abrir portas para profissionais autônomos, ao mesmo tempo em que democratiza o acesso à habilitação — hoje considerada essencial tanto para o trabalho quanto para a mobilidade individual.



Brasil registra melhor índice histórico de redução da pobreza, aponta Ipea

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O Brasil alcançou, em 2024, os menores índices de pobreza de toda a série histórica iniciada em 1995, segundo nota técnica do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), com base em dados do IBGE. O levantamento mostra avanços significativos na distribuição de renda e queda consistente na extrema pobreza ao longo das últimas três décadas. A renda familiar per capita aumentou cerca de 70% no período analisado, enquanto a taxa de extrema pobreza despencou de 20% para 5%. O estudo ressalta que o progresso não foi contínuo: concentrou-se principalmente entre 2003 e 2014, retornando com força entre 2021 e 2024. Pesquisadores atribuem o recente avanço ao aquecimento do mercado de trabalho e à ampliação das transferências de renda, fatores que responderam por quase metade da redução das desigualdades e da queda na extrema pobreza registrada entre 2021 e 2024. Programas sociais como Auxílio Brasil, Auxílio Emergencial e Bolsa Família foram apontados como decisivos para o resultado. Apesar da melhora histórica, o cenário ainda exige atenção: 4,8% da população permanecia vivendo abaixo da linha de extrema pobreza em 2024, e 26,8% abaixo da linha de pobreza. O Ipea conclui que a melhora distributiva foi determinante para o recuo de mais de 60% na extrema pobreza na fase mais recente da análise.



Lula sanciona lei que amplia isenção do Imposto de Renda para salários de até R$ 5 mil

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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou nesta quarta-feira (26) a lei que amplia a faixa de isenção do Imposto de Renda para trabalhadores com remuneração mensal de até R$ 5 mil. O governo estima que aproximadamente 15 milhões de contribuintes deixarão de pagar o IR com a mudança. A cerimônia de assinatura ocorre no Palácio do Planalto, às 10h30, e contará com apresentação técnica do Ministério da Fazenda sobre o impacto das alterações. O texto também prevê abatimento parcial para rendas entre R$ 5 mil e R$ 7.350, que passarão a contar com desconto proporcional. Acima desse valor, não haverá benefício. Para compensar a redução na arrecadação, a legislação eleva a cobrança para contribuintes com renda anual superior a R$ 600 mil — faixa que será mais tributada a partir da entrada em vigor das novas regras, previstas para janeiro. A proposta foi enviada pelo Executivo em março, aprovada pela Câmara dos Deputados em outubro e concluída pelo Senado na semana passada. Até hoje, a isenção valia apenas para rendimentos mensais de até R$ 3.076. Outro ponto previsto no texto é a criação de alíquota de 10% sobre lucros e dividendos remetidos ao exterior, ampliando a taxação sobre ganhos internacionais. As novas medidas integram o pacote de reformulação tributária do governo federal, que promete ampliar o poder de compra das faixas de menor renda e promover maior equilíbrio na contribuição fiscal entre diferentes perfis de contribuintes.



Correios aprovam plano de reestruturação com fechamento de agências, PDV e crédito bilionário

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Os Correios aprovaram um amplo plano de reestruturação para garantir a sustentabilidade da estatal ao longo dos próximos 12 meses. O pacote prevê medidas como o fechamento de até mil agências consideradas deficitárias, a implementação de um Programa de Demissão Voluntária (PDV), mudanças nos planos de saúde dos empregados que permanecerem na empresa e a venda de imóveis. A direção da empresa também trabalha para concluir, ainda neste mês, uma operação de crédito estimada em até R$ 20 bilhões, apontada como essencial para a travessia financeira até 2026 — ano em que a estatal projeta começar a reduzir o déficit. O retorno à lucratividade está previsto para 2027. Embora o número exato de desligamentos ainda não tenha sido divulgado oficialmente, fontes ouvidas pela CNN afirmam que a estimativa gira em torno de 10 mil funcionários. Já os empregados que permanecerem deverão enfrentar mudanças nos benefícios, sobretudo na remodelagem dos planos de saúde. O fechamento de unidades físicas será compensado pela ampliação do portfólio voltado ao e-commerce, segmento que tende a ganhar maior protagonismo na nova estratégia. A venda de imóveis também integra o plano e deve render até R$ 1,5 bilhão aos cofres da estatal. A reestruturação foi dividida em três etapas: recuperação financeira, consolidação e crescimento. Mesmo com as mudanças, os Correios reforçaram que os serviços postais universais continuarão sendo prestados, classificados pela empresa como um “compromisso estratégico e social inegociável”.