A Morning Star, empresa responsável por fornecer dados de câmbio ao Google, reconheceu na quinta-feira (26) um erro na coleta de informações, que levou à exibição incorreta da cotação do dólar no dia 25 de dezembro. A empresa explicou que o problema foi causado por imprecisões nos dados fornecidos por um contribuidor de taxas de terceiros, o que resultou em valores errados para o mercado brasileiro. A Morning Star afirmou que o problema foi resolvido e que está tomando medidas para evitar futuros erros. No entanto, a ferramenta de informações de câmbio do Google ainda estava inativa na noite de quinta-feira. No dia 25 de dezembro, o Google exibiu o valor do dólar a R$ 6,38, enquanto a cotação correta, que havia sido registrada no dia anterior, era de R$ 6,15, quando os mercados financeiros estavam fechados por conta do feriado de Natal. A situação chamou a atenção da Advocacia-Geral da União (AGU), que solicitou esclarecimentos ao Banco Central sobre a discrepância nos valores apresentados. A AGU avaliou a possibilidade de acionar a Procuradoria-Geral da União para tomar medidas contra o Google, caso seja comprovada a divulgação indevida da cotação.
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Os dois pontos foram aprovados em destaques ao primeiro projeto de lei complementar do pacote de corte de gastos. Na noite de terça-feira (17), os deputados tinham aprovado o texto-base por larga margem, 318 votos a favor (eram necessários 257) e 149 contrários. No entanto, a votação dos destaques tinha ficado para esta quarta-feira (18). O governo fechou o acordo para aprovar os destaques e garantir a continuidade do pacote de revisão de gastos públicos. O projeto segue para o Senado. Extinta em 2020, a cobrança do DPVAT tinha sido recriada sob o nome de SPVAT, que entraria em vigor em janeiro. A recriação do seguro enfrentava a resistência de governadores.










