A enfermeira Mônicas Calazans, de 54 anos, foi a primeira brasileira a receber uma dose da vacina contra a Covid-19 Coronavac, no domingo (17). A profissional da Saúde atua na linha de frente do combate à Covid-19, é funcionária da ala de UTI do Hospital Emílio Ribas, em São Paulo. A aplicação da primeira dose da vacina Coronavac, desenvolvida pela Sinovac e o Instituto Butantan, ocorreu no Hospital das Clínicas de São Paulo, minutos depois do encerramento da reunião extraordinária da Anvisa que aprovou o uso emergencial da vacina Coronavac e da vacina de Oxford, desenvolvida em parceria com a Fiocruz. Mônica faz parte do grupo prioritário para a vacinação contra a Covid-19. Além de ser profissional da saúde, ela é hipertensa. Ela fez discurso emocionado agradecendo a oportunidade.
Foto: Reprodução l CNN Brasil 













A previsão do Ministério da Saúde é que 24,7 milhões de doses de vacinas estejam disponíveis em janeiro. “O cronograma de distribuição e imunização é um anexo do nosso plano de imunização”, disse Pazuello, ao acrescentar que o cronograma pode sofrer mudanças. “Você faz a previsão quando contrata, mas às vezes adianta, às vezes atrasa, e a gente vai atualizando esse cronograma.” A expectativa de Pazuello é que alguns grupos prioritários comecem a receber a primeira dose da vacina contra a covid-19 no final de janeiro. A vacinação em massa deve começar a partir de fevereiro. Segundo o ministro, a vacinação da população em geral deve começar cerca de quatro meses após o término da imunização dos grupos prioritários. “São quatro grandes grupos prioritários e, após esses grupos prioritários, que a gente visualiza 30 dias para cada grupo prioritário, a gente começa a vacinar a população dentro das faixas etárias”, disse Pazzuelo. Segundo o ministro, esses 30 dias seriam suficientes para aplicar as duas doses da vacina.









