Em nota enviada a imprensa local, o prefeito de Brumado, o engenheiro Eduardo Lima Vasconcelos (PSB) rebateu alegações feitas pela Empresa Baiana de Águas e Saneamento (Embasa), também através de uma nota (veja aqui). Segundo o gestor, a não realização do projeto de esgotamento sanitário municipal não se justifica devido ao não enquadramento nos programas federais PAC-1 e PAC-2, já que, na condição de concessionária, a empresa deveria dispor de outros meios para cumprir com a obrigação pactuada há quase meio século. O prefeito explicou ainda que não se pode aditar contrato inexistente. "Em 01 de outubro de 2017, a concessão expirou e, desde então, a Embasa opera de forma irregular na cidade", afirma a nota.






















