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Operação Juízo Final interdita três funerárias em Salvador

Foto: Divulgação / Polícia Civil

Uma operação conjunta envolvendo quatro órgãos da prefeitura de Salvador, Coordenadoria de Defesa do Consumidor (Codecon), Guarda Civil Municipal (GCM) e as secretarias municipais de Desenvolvimento (Sedur) e Urbanismo e de Ordem Pública (Semop), além da Polícia Civil, foi deflagrada nesta quinta-feira (20). A ação teve como objetivo fiscalizar as condições de funcionamento dos estabelecimentos e inspecionar a qualidade do serviço oferecido à população.Batizada de Juízo Final, a operação embargou as funerárias Pax Pau da Lima, localizada no bairro de Pau da Lima; Porto, em Escada; e Pax Brasil, em Plataforma – esta última foi impedida de funcionar por estar com Termo de Viabilidade de Localização (TVL) vencido e por não ter a licença de publicidade. Nove autos de infração foram lavrados por falta de preço, falta de vidro fumê nas entradas, portas abertas e ausência do Código de Defesa do Consumidor expostos em alguns estabelecimentos. Os proprietários de três funerárias de Salvador foram intimados, nesta quinta-feira (20), a comparecerem na Delegacia de Defesa do Consumidor (Decon) para prestarem esclarecimentos sobre denúncias de irregularidades na venda de caixões e outros serviços funerários. A informação foi dada pela delegada Idalina Otero, titular da Decon. Segundo Otero, a operação teve como objetivo apurar denúncias de irregularidades neste tipo de comércio, que chegam à delegacia e à prefeitura. Segundo ela, novas operações deverão ocorrer nos próximos meses em funerárias de outros bairros da cidade. "Os estabelecimentos que apresentavam irregularidades também serão visitados para verificar se as correções foram implementadas", ressaltou. De acordo com Janete Garcia, coordenadora de cemitérios da Semop, a operação foi planejada após várias denúncias apresentadas à Codecon. "Recebemos muitas reclamações de funerárias que aproveitam o momento de dor para tirar proveito na questão financeira. Essa é uma operação, que visa, além de observar preços abusivos, a questão de documentação do espaço e sua publicidade", explicou.



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