O PAEES - Programa de Acesso Estudantil ao Ensino Superior tem sido procurado por estudantes que estão no ensino superior. A Lei (n° 1810) sancionada em setembro do ano de 2017 buscava atenuar a situação dos estudantes, que encontravam-se em estado de vulnerabilidade socioeconômica. O valor destinado a classe era de R$ 500, e sempre pago no 10 ° dia útil de cada mês. No entanto, segundo os estudantes, nos últimos três meses deste ano, a Prefeitura Municipal de Brumado vinha atrasando os pagamentos. Na última segunda-feira (05), a Gestão Municipal, através da Secretaria de Educação, comunicou a suspensão do Programa PAEES. O benefício era pago para possibilitar a permanência dos estudantes de Brumado nas cidades onde são ministradas as aulas. Em entrevista aao site 97NEWS o estudante Gabriel Nunes dos Santos disse que a quantia de R$ 500 deixou de ser paga em fevereiro deste ano. "O programa foi suspenso sem nenhum aviso prévio, sem transparência, e de uma forma totalmente arbitrária e unilateral. Não foi nos dada nenhuma justificativa, simplesmente foi suspenso", relatou. Nunes alegou ainda que o auxílio foi cortado, segundo a Secretaria de Educação, em virtude da suspensão das aulas presencias por conta da pandemia. "Essa declaração se contradiz porque a maior parte dos estudantes, especialmente os de Medicina, já tiveram as aulas presenciais retomadas, e os estágios estão sendo presenciais", criticou. Para o estudante, a atitude é ilegal. "Foi um equívoco que poderia ter sido facilmente solucionado. Foi algo ilegal", diz. Os universitários vão recorrer da decisão judicialmente.











De acordo com o Ministério da Infraestrutura, a concessão vai destravar o projeto, algo considerado fundamental para transformar a logística no estado. Além disso, contribuirá com a meta de ampliar a participação ferroviária na matriz de transportes do Brasil. O vencedor do certame ficará responsável pela finalização do empreendimento e operação do trecho, em uma concessão que vai durar por 35 anos, totalizando R$ 3,3 bilhões de investimentos. Desse total, R$ 1,6 bilhão serão utilizados para a conclusão das obras, que estão com 80% de execução. Nas contas do governo federal, a concessão da Fiol vai permitir a criação de 55 mil empregos diretos, indiretos e efeito-renda ao longo da concessão. A expectativa é a de que o T aerorecho 1 (Ilhéus-Brumado-Caetité) comece a operar em 2025, já transportando, segundo estudos, mais de 18 milhões de toneladas de carga, entre grãos e o minério de ferro produzido na região de Caetité. O minério de ferro compõe a maior parte da carga a ser transportada no trecho, mas também serão transportados alimentos processados, cimento, combustíveis, soja em grão, farelo de soja, manufaturados, petroquímicos e outros minerais.











