Em sessão realizada nesta segunda-feira (15), em uma noite bem movimentada, Câmara Municipal rejeita Projetos de Lei, considerados como "Pacote da Maldade". Assim que os pacotes foram apresentados, a sessão já começou bastante tumultuada. O vereador Rey de Domingão (DEM), chegou a pedir obstrução para evitar os projetos. "O senhor não pode tirar o direito do vereador se expressar", disse o legislador após ter pedido negado pelo Presidente da Casa, o vereador José Carlos Marques Pessoa, o José Carlos de Jonas. Já o vereador Rubens Araújo (Podemos) questionou a chegada do projeto sem se quer ser apresentado à comissão formada pelos vereadores. "Que me desculpe ai minha infantilidade na casa, cria Comissão dessa natureza pra quando o projeto vier e discutir, ai só porque é de Urgência e Urgentíssima, ai não passa pelas comissões", expressou. Vanderlei Bastos, o Boca (PDT), disse que não iria votar projeto "goela a baixo". "Hoje me sinto envergonhado de fazer parte dessa casa [Câmara]. Me causa estranheza o gestor querer colocar de 'goela abaixo' esses projetos", disse. O clima esquentou tanto que o vereador Harley Souza (Republicanos) chegou a chamar a bancada evangélica de "safados". "Seu presidente, hoje eu me sinto envergonhado saber que existe vereadores aqui [safados]... falar verdade... [safados], falsos evangélicos que falam de Deus... Deus tá com vergonha de vocês pode ter certeza... eu tô com vergonha de está aqui dentro hoje... se eles pudessem me tirava desse lugar aqui seria a melhor coisa que faria na minha vida. Vocês são minha vergonha", discursou o vereador.













Aos senadores, no plenário da Casa, ele disse que o ministério trabalha para imunizar toda a população “vacinável”. Segundo ele, metade do público-alvo será vacinada no primeiro semestre e a outra metade, no segundo semestre. A vacina contra covid-19 não é indicada para menores de 18 anos, gestantes e lactantes porque não há estudos conclusivos sobre os efeitos do imunizante para esse público. “Vamos vacinar o país em 2021, 50% até junho, 50% até dezembro, da população vacinável. Esse é o nosso desafio e é o que estamos buscando e vamos fazer”, disse Pazuello. O ministro exaltou o trabalho do Instituto Butantan e da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) na produção das vacinas Coronavac e Oxford/AstraZeneca, respectivamente. Segundo ele, o Butantan trabalha para fabricar de 8 milhões a 12 milhões de doses por mês. Já a Fiocruz poderá produzir até 20 milhões de doses, por mês, assim que a fundação começar a fabricar o Ingrediente Farmacêutico Ativo (IFA), a partir de julho. Antes disso, ainda no primeiro semestre, a Fiocruz deverá entregar 100 milhões de doses. Ao mesmo tempo, o ministro criticou as condições impostas pelos demais laboratórios produtores de vacinas, como a Pfizer, Janssen, Moderna e Sputnik V. Segundo ele, ou a vacina é muito cara, as doses são insuficientes ou a entrega é tardia. Diante disso, ele acredita que o destino do Brasil é ser um produtor de vacina, e não um comprador.








