ÚLTIMAS NOTÍCIAS:

Fisioterapeuta da Clínica Mais Vida fala sobre a importância da fisioterapia no alívio das dores causadas pela Chikungunya

Bahia ocupa 3° lugar no ranking nacional de habitações precárias, aponta fundação

Sindicato dos Comerciários conquista vários benefícios para todos os trabalhadores e trabalhadoras do comércio de Brumado e Região

Google Tradutor adiciona Guarani e outros idiomas da África, Ásia e América do Sul

Polícia Rodoviária Federal registra apreensão recorde de cocaína em 2021

Mãe tenta vender filho por R$ 400 e foge do hospital após parto

Brumado: Homem é preso após matar companheiro da ex-namorada com golpes de faca no bairro do Mercado

Planejamento das Eleições Gerais 2022 é debatido na sede do TRE-BA

Barra da Estiva: PM apreende seis carros com suspeita de serem clonados

CGU aponta R$ 2,6 bi em desvios do Farmácia Popular

Eleições no Clube Social de Brumado: Chapa 2 quer renovação e inclusão das mulheres na gestão

Estados dizem que cumpriram lei e vão recorrer no STF sobre ICMS no diesel

Em mais uma decisão, justiça suspende licitação que pretendia privatizar serviços de água e esgoto em Brumado

Confira os especialistas da semana na Clínica Mais Vida em Brumado

Neste domingo (15) haverá o fenômeno 'Lua de Sangue' triplamente especial

Sabadão! Tudo pronto para a festa 'Apaixona Brumado' no espaço Popeye Prime

STF suspende políticas estaduais sobre o ICMS do diesel a pedido do Governo Federal

Anvisa e Butantan se reúnem para tratar da CoronaVac para crianças


Brumado: Em carta aberta, médicos defendem, com o consentimento do paciente, usar métodos não comprovados ou novas medidas contra a Covid-19

Foto: Divulgação

Esta semana, em uma carta aberta a população brumadense, médicos que atuam na cidade de Brumado declararam apoio a novas medidas e métodos ainda não comprovados pela ciência para o combate ao novo coronavírus. Na carta eles pedem: "A democracia do paciente em ter o direito de opinar e decidir pelo próprio tratamento. A democracia do médico ter o direito de escolher e informar a melhor conduta terapêutica ao seu  paciente e, com sua anuência e permissão, prescrever as medicações que achar convenientes. Essa democracia está ameaçada por quem almeja cercear esses direitos." Na carta a categoria também defende protocolos amparados pelo Ministério da Saúde. "Quanto ao gestor, que crime comete ao anunciar uma 'Estratégia de Saúde Pública' amparada por Protocolos do próprio Ministério da Saúde? Embasada em uma série de experiências positivas observadas ao longo desses meses de pandemia? Amparada e legitimada por médicos de diversas especialidades, que se debruçaram voluntariamente sobre o tema, estudaram a fisiopatogenia da doença e encontraram formas de minimizar a gravidade dos acometimentos sistêmicos, evitando internamentos, agravo à saúde e tentando salvar vidas?", escreveram. Os médicos defendem ainda o tratamento a Covid-19 como novos métodos, mas ressaltam que a medida deve ser com o consentimento do paciente. "Quando, do diagnóstico aos métodos terapêuticos, não há eficácia no tratamento, o médico, com o consentimento do paciente, deve estar livre para usar métodos não comprovados ou novas medidas: diagnósticas, profiláticas e terapêuticas, caso estas sejam, uma promessa de vida, o restabelecimento da saúde ou o alívio de um sofrimento (Helsinque, 1962)".  Abaixo, leia a carta completa:

"A democracia do paciente em ter o direito de opinar e decidir pelo próprio tratamento. A democracia do médico ter o direito de escolher e informar a melhor conduta terapêutica ao seu  paciente e, com sua anuência e permissão, prescrever as medicações que achar convenientes. Essa democracia está ameaçada por quem almeja cercear esses direitos. Quanto ao gestor, que crime comete ao anunciar uma Estratégia de Saúde Pública amparada por Protocolos do próprio Ministério da Saúde? Embasada em uma série de experiências positivas observadas ao longo desses meses de pandemia? Amparada e legitimada por médicos de diversas especialidades, que se debruçaram voluntariamente sobre o tema,  estudaram a fisiopatogenia da doença e encontraram formas de minimizar a gravidade dos acometimentos sistêmicos,  evitando internamentos,  agravo à saúde e tentando salvar vidas? Onde está o caminho do meio? Onde está o bom senso e o respeito à dignidade humana? Estão na mesma vala onde são enterrados os corpos dos desvalidos que morreram à míngua, negligenciados,  sem alguma oportunidade de tratamento ou consolo. “Quando, do diagnóstico aos métodos terapêuticos, não há eficácia no tratamento, o médico, com o consentimento do paciente, deve estar livre para usar métodos não comprovados ou novas medidas: diagnósticas, profiláticas e terapêuticas, caso estas sejam, uma promessa de vida, o restabelecimento da saúde ou o alívio de um sofrimento” (Helsinque, 1962) ". Vejam a relação dos médicos e outros profissionais da área: Danilo Menezes CRM 17600; Erickson Dias Cambuí CRM 17554; Luiz Fabiano CRM 31181; Murilo Camelo Fernandes CRM 31386; Renata Britto CRM 31696; Lavínia Caires CRM 34198; Bruno Andrade CRM 23459; Carlos Alves de Jesus Júnior CRM 24695; Maurício Rios de Castro CRM 23660; Bruno Leandro Neves Brandão CRM 31322; Thiago Torres  CRM 27950; Carla Torres CRM 27951; Breno Fernandes CRM 32122- BA; Marcolino Souza Aguiar CRM 22958 e Joaquim de Castro Donato Júnior CRM 20176."



Comentários

    Nenhum comentário, seja o primeiro a enviar.

Deixe seu comentário