ÚLTIMAS NOTÍCIAS:

Brumado: Denúncia aponta suposta diferença em pagamentos do transporte escolar e cobra explicações da Prefeitura

Brasil reduz índices de reprovação, abandono e atraso, diz Censo escolar

Homem é preso suspeito de tentar explorar sexualmente adolescente na zona rural de Livramento de Nossa Senhora

Prefeitura de Brumado antecipa salários e injeta R$ 10 milhões na economia local

24º BPM recebe kit de aplicativo tático para reforçar atuação operacional em Brumado

Policia registra queda dos roubos e furtos nos eventos do São João da Bahia 2026

Vídeo de cantor com público reduzido em São João da Bahia viraliza e gera onda de apoio nas redes

Homem é levado à delegacia após ser flagrado com celulares durante festa junina em Presidente Jânio Quadros

Mulher desarma ex-companheiro após ameaças de morte e disparo de arma em Guanambi

Idoso morre após ser atropelado por motocicleta conduzida por adolescente em Livramento de Nossa Senhora

Brumado: Condenado por assalto de quase meio milhão é capturado após ação de inteligência da PM

Brumado: Adolescente fica ferido após colisão entre moto e caminhonete no Bairro Dr. Juracy


PDT pede ao TSE anulação do registro do Solidariedade

Foto: Divulgação

O PDT ingressou nesta quarta-feira (2) com um mandado de segurança no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) em que pede a anulação do registro do partido Solidariedade, criado pelo ex-pedetista Paulinho da Força, atual presidente nacional da nova legenda. De acordo com a Folha de São Paulo, na ação, o PDT pede que as assinaturas de apoio ao Solidariedade sejam verificadas em busca de fraudes. O processo solicita o descarte de assinaturas de eleitores que figuram em listas de outras siglas e de assinaturas que tenham sido validadas por cartórios eleitorais e não pelos tribunais regionais eleitorais. O PDT pede urgência na anulação do registro da agremiação, já que deputados pedetistas migraram para o Solidariedade e levaram consigo tempo de televisão do horário eleitoral gratuito e recursos do Fundo Partidário. Em nota, a assessora do deputado Paulo Pereira diz que a ação é "um ato de claro desespero" do PDT. "Com o processo judicial, a intenção do PDT é criar um factóide para desestimular os parlamentares que pretendem migrar para a nova legenda no período permitido pela legislação eleitoral, que se encerra no sábado, dia 5 de outubro", afirmou. A nota ainda critica o presidente do PDT, Carlos Lupi, e seus principais dirigentes, que seria uma "legenda comandada de forma centralizada, pouco democrática e por pessoas que não têm votos".



Comentários

    Nenhum comentário, seja o primeiro a enviar.

Deixe seu comentário