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Casos de arboviroses diminuem na Bahia nas primeiras semanas de 2026

Foto: Luciano Santos l 97NEWS

A Bahia registrou redução do número de casos de arboviroses nas primeiras semanas de 2026, comparados com os dados obtidos em 2025. De acordo com a Sesab (Secretária do de Saúde do Estado da Bahia), no período de 04 a 19 de janeiro foram registrados 264 casos prováveis de Dengue no estado, diferente dos 1.007 casos notificados em 2025, o que representa uma redução de 73,8%. Ainda conforme a secretaria, nesse período dois casos foram considerados graves, e nenhum óbito ocorreu. Em relação à chikungunya, o estado contabilizou 18 casos no período avaliado. Correspondendo a uma redução de 84,1% em comparação com o mesmo período de 2024, quando foram registrados 113 casos. O indicador de Zika também indica redução significativa, no início de 2026 nenhum caso foi registrado, contra 36 no ano anterior, uma redução de 100%. Apesar da redução dos casos, os cuidados devem continuar, principalmente em períodos como o verão, onde o aumento das temperaturas e chuvas frequentes aumentam o risco de proliferação do mosquito. As arboviroses transmitidas pelo mosquito Aedes aegypti apresentam sintomas que, muitas vezes, se confundem, mas cada uma possui características próprias que ajudam no diagnóstico. A dengue é conhecida por causar febre alta súbita, acompanhada de dor de cabeça intensa, dor atrás dos olhos, dores musculares e nas articulações. O vírus da zika costuma causar febre baixa, erupções cutâneas (rash), coceira, conjuntivite (olhos vermelhos) e dores leves nas articulações e músculos. A doença é especialmente preocupante durante a gestação, pois a infecção pode causar malformações congênitas, como microcefalia, no bebê. Já a chikungunya se caracteriza por febre alta acompanhada de dores articulares intensas, que podem durar semanas ou meses. Diferente da dengue, as dores articulares podem persistir por longos períodos, prejudicando a mobilidade de quem foi infectado.



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