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APLB-Sindicato da Bahia repudia agressão a professor em Brumado e cobra providências das autoridades

Foto: Reprodução l Vídeo

A APLB-Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Estado da Bahia, entidade que representa os trabalhadores em educação, emitiu nota de repúdio nesta quarta-feira (10) após a agressão sofrida por um professor em Brumado. O caso ocorreu dentro do Colégio Estadual de Tempo Integram (CETIB) na cidade de Brumado na última terça-feira (8), quando um aluno teria atacado o docente após uma discussão motivada pela tentativa do estudante de desligar o ar-condicionado da sala, após chegar atrasado. Na nota, o sindicato classificou o ato como “inadmissível” e exigiu providências imediatas das autoridades competentes para garantir a segurança dos profissionais da educação. A APLB destacou que “a violência não pode ser tolerada dentro do ambiente escolar” e que o episódio reforça a urgência de políticas públicas efetivas para combater agressões nas instituições de ensino. A entidade também manifestou solidariedade ao professor agredido e colocou sua assessoria jurídica à disposição para colaborar na busca por justiça. “Reafirmamos nosso compromisso com a valorização e proteção da categoria, defendendo um ambiente escolar seguro e pautado pelo respeito mútuo”, diz o comunicado. O caso acendeu o alerta sobre a escalada da violência no ambiente escolar em diversas regiões do estado. Para a APLB, é fundamental que o poder público atue de forma firme e estruturada para garantir condições dignas de trabalho aos educadores, além de promover ações que envolvam a comunidade escolar na cultura da paz. A APLB-Sindicato de Brumado também se manifestou contra a agressão. "É inadmissível que educadores que dedicam suas vidas à formação de cidadãos, sejam submetidos a qualquer forma de agressão, seja física, moral ou psicológica dentro do ambiente escolar. A escola deve ser um espaço de respeito, aprendizado e segurança, tanto para alunos, quanto para profissionais da educação", diz parte da nota. Em depoimento na delegacia, o aluno, que é menor de idade, pediu desculpas ao professor e afirmou estar arrependido. “Eu reconheço que não foi um ato legal. Não sou um aluno nem uma pessoa violenta na vida. Sempre tive bons comportamentos na escola e estou arrependido. A gente não pode bater na cara de ninguém. Peço desculpas pelo meu erro a professora, aos meus colegas, à comunidade escolar e a todas as pessoas que se sentiram ofendidas”, afirmou. A professora registrou um boletim de ocorrência na Delegacia Territorial de Brumado e o caso segue sendo investigado.



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