ÚLTIMAS NOTÍCIAS:

Motociclista cai após frear para evitar colisão com ciclista em Livramento de Nossa Senhora

Projeto Glaucoma realiza atendimentos em Brumado neste sábado (26) e domingo (27)

Greve dos Correios termina após 15 dias; trabalhadores começam a retornar às atividades

Polícia Militar conclui 9ª edição da Operação Força Total com 16 armas apreendidas na Bahia

Colisão frontal entre ônibus e carro funerário deixa dois mortos na BR-020, em Correntina

Fiat Uno com restrição por furto ou roubo é recuperado pela PM em Caetité

Policial aposentado de 103 anos é condenado por homicídio em Salvador

Homem preso com revólver e maconha recebe liberdade provisória em Brumado

Hospital Municipal de Brumado inaugura nova emergência e adota sistema de classificação de risco

Brumado: Motorista perde controle de carro, bate em motociclista e atinge porta de loja no Centro

Setembro Amarelo - um simples abraço pode salvar uma vida

Mulher aciona PM após relatar agressão do companheiro durante discussão em Brumado


Pesquisadores baianos desenvolvem tinta anticorrosiva para ser usada em pontes e viadutos

Foto: Divulgação l Secti

Uma pesquisa feita na Universidade Federal da Bahia (Ufba) desenvolve uma tinta anticorrosiva para metais ferrosos. A nova tecnologia, que é orgânica, promete oferecer maior proteção a estruturas metálicas em aços de baixo teor de carbono. O material pode ser usado em pontes, viadutos, plataformas de petróleo e navios, por exemplo. Pela resistência que apresentam, essas construções são feitas à base de aço ou outros metais ferrosos. No entanto, são suscetíveis à corrosão quando expostos a ambientes hostis, como aqueles com umidade e água salgada. O produto é desenvolvido pelo pesquisador Erlon Rabelo, sob orientação de Helinando Oliveira e Marcio Luís Ferreira, e colaboração de Mateus Matiuzzi. Segundo o orientador da pesquisa, Helinando Oliveira, a tinta apresenta vantagem se comparada a produtos convencionais no mercado. “O nosso objetivo é permitir o uso do produto em ambientes agressivos como em reservatórios de águas residuais ou em água do mar”, disse o orientador.  A nova tecnologia – que teve a patente concedida pelo Instituto Nacional da Propriedade Industrial (Inpi)  à Ufba e à Universidade Federal do Vale do São Francisco (Univasf) – está em fase de aprimoramento e busca financiamento para ser implementada no mercado. “Nosso plano é testar a proteção com diferentes estruturas bacterianas e reduzir os preços de produção, viabilizando a produção em escala industrial”, projeta Helinando. Segundo a Secretaria Estadual de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti), a pesquisa também conta com apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado da Bahia (Fapesb), da Fundação de Amparo à Ciência e Tecnologia do Estado de Pernambuco (Facepe), entre outras entidades. 



Comentários

    Nenhum comentário, seja o primeiro a enviar.

Deixe seu comentário