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Governo marca reunião para discutir greve com professores e técnicos-administrativos federais

Foto: Reprodução

No dia que completa um mês da paralisação das primeiras 18 instituições federais, nesta quarta-feira (15), o governo marcou uma reunião com o Sindicato Nacional dos Docentes das Instituições de Ensino Superior (Andes). Atualmente, de acordo com a categoria, professores de 52 universidades e colégios federais estão em greve por reajustes salariais. Também há uma reunião no dia 21 de maio para tratar da greve dos técnicos-administrativos da rede. Segundo a Federação de Sindicatos de Trabalhadores Técnico-administrativos em Instituições de Ensino Superior Públicas do Brasil (Fasubra), profissionais de mais de 50 universidades e colégios federais aderiram à paralisação. No último dia 26, tanto os professores, quanto os técnicos-administrativos federais negaram a proposta do governo de reajuste. A expectativa é de que agora o governo apresente uma proposta bem próxima da reivindicação de professores e técnicos-administrativos. No dia 19 de abril, o governo federal apresentou uma proposta idêntica aos dois sindicatos, de 9% em janeiro de 2025 e mais 3,5% em maio de 2026. Os técnicos administrativos solicitam 37% de reajuste em três anos, gerando um impacto de R$ 8 bilhões. Já os professores pedem 22%, mas o impacto ainda não foi divulgado. Em ambos os casos, a reivindicação é por aumentos já em 2024. Na semana passada, o Ministério da Educação anunciou em suas redes sociais que o ministro Camilo Santana se reuniu com a ministra Esther Dweck, da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos, para "debater as carreiras de docentes e técnicos administrativos em educação das universidades e institutos federais de educação, ciência e tecnologia". Conforme o texto, foi debatida "a construção de uma nova proposta, juntamente aos secretários e equipe técnica das duas pastas, para valorizar os servidores da Educação e avançar na negociação".



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