ÚLTIMAS NOTÍCIAS:

Motociclista cai após frear para evitar colisão com ciclista em Livramento de Nossa Senhora

Projeto Glaucoma realiza atendimentos em Brumado neste sábado (26) e domingo (27)

Greve dos Correios termina após 15 dias; trabalhadores começam a retornar às atividades

Polícia Militar conclui 9ª edição da Operação Força Total com 16 armas apreendidas na Bahia

Colisão frontal entre ônibus e carro funerário deixa dois mortos na BR-020, em Correntina

Fiat Uno com restrição por furto ou roubo é recuperado pela PM em Caetité

Policial aposentado de 103 anos é condenado por homicídio em Salvador

Homem preso com revólver e maconha recebe liberdade provisória em Brumado

Hospital Municipal de Brumado inaugura nova emergência e adota sistema de classificação de risco

Brumado: Motorista perde controle de carro, bate em motociclista e atinge porta de loja no Centro

Setembro Amarelo - um simples abraço pode salvar uma vida

Mulher aciona PM após relatar agressão do companheiro durante discussão em Brumado


Estudantes de colégio baiano criam sabonete natural para combater dermatite

Foto: Divulgação

Alunos de um colégio de Candiba, no Sudoeste baiano, desenvolveram um sabonete para combater a dermatite, que causa inflamação, coceira intensa e erupções cutâneas. Com orientação do professor William Oliveira, a pesquisa foi feita por Bruna Hellen, Evelyn Fernandes, Ranielle Matos, que estudam no Colégio Estadual Antônio Batista. O sabonete é feito com base nas folhas de pitanga, pó de aroeira e própolis, produzido pelas abelhas. “Não conhecemos nenhuma outra proposta natural especificada para o tratamento exclusivo da dermatite. Nosso sabonete pretende tratar as erupções cutâneas da dermatite, se adaptar aos demais tipos de dermatite, mesmo com as suas diferentes causas, limpar a pele ressecada e descamada, sem agredir, e atuar como anti-inflamatório, ou seja, cuidar dos ferimentos causados pelo ressecamento”, diz Bruna Hellen.

Foto: Divulgação

Segundo a jovem, a proposta surgiu quando a equipe precisou criar um projeto para uma feira de ciência e identificou que uma de suas integrantes sofria de dermatite. Conforme a Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti), o projeto participou da Tenda da Ciência, feira promovida pelo Instituto Federal Baiano (IFBaiano), Campus Guanambi, e foi premiado com uma bolsa de quatro meses do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq). Pesquisa realizada pela Sociedade Brasileira de Dermatologia aponta que a doença genética afeta de 15% a 25% das crianças e cerca de 7% dos adultos no Brasil. 



Comentários

    Nenhum comentário, seja o primeiro a enviar.

Deixe seu comentário