O filme “Ambrosia: o manjar dos deuses” será gravado, neste mês de agosto, nos municípios de Vitória da Conquista e Brumado. O longa-metragem, dirigido por Vinícius Pessoa, tem no elenco os artistas Neusa Borges, Tony Tornado e Tânia Tôko. O drama LGBTQIAPN+ é uma produção longa-metragem da “Retrato Filmes”. A história tem o protagonista Dionísio, um jovem negro, gay e de corpo gordo que busca afeto em uma família disfuncional, enquanto tenta recriar o doce ambrosia, uma lembrança afetiva de sua avó e um possível elo com seu avô. O projeto foi contemplado nos Editais Paulo Gustavo da Bahia e traz à discussão a masculinidade, o afeto em corpos gordos, relações familiares e religião. Na trama, Dionísio será interpretado pelo ator, cantor e arte-educador, Romis Ribeiro. Tony Tornado e Neusa Borges darão vida aos avós do protagonista, Hera e Apolo. Tânia Tôko será Maria, tia do protagonista. O elenco terá ainda a participação dos atores Rosangela Moraes, Raimundo Moura e Luiz D’Luzia. O Centro de Extensão Comunitária da Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia (Uesb) será a principal base de operações da equipe. O filme envolve mais de 60 pessoas e coloca o interior baiano em evidência na cinematografia nacional. O processo de seleção dos atores foi realizado nas cidades de Vitória da Conquista, Brumado e Poções, onde a equipe de produção ofereceu oficinas de atuação. O processo seletivo foi realizado online, tendo um vídeo-teste, seguido por entrevistas na segunda fase de avaliações. No total, 250 pessoas se inscreveram.
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Diante da ausência de leis sobre IA no país, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) decidiu se adiantar e aprovar regras para regular a utilização desse tipo de tecnologia nas propagandas eleitorais. Pelas regras aprovadas, o uso de “conteúdo sintético multimídia” gerado por IA deve sempre vir acompanhado de um alerta sobre sua utilização, seja em qualquer modalidade de propaganda eleitoral. Nas peças no rádio, por exemplo, se houver sons criados por IA deve ser alertado ao ouvinte antes da propaganda ir ao ar. Imagens estáticas exigem uma marca d’água, enquanto material audiovisual deve fazer o alerta prévio e estampar a marca d’água. Em material impresso, o aviso deve constar em cada página que contenha imagens geradas por meio de IA. Uma regra já antiga é que nenhuma propaganda eleitoral pode “empregar meios publicitários destinados a criar, artificialmente, na opinião pública, estados mentais, emocionais ou passionais”. É vedado ainda o anonimato. Tudo deve sempre vir acompanhado da legenda partidária e ser produzido em português. 











