ÚLTIMAS NOTÍCIAS:

Homem é preso com revólver e drogas durante abordagem em bar em Barra da Estiva

Mulher é contida pela PM após ameaçar outra com facão em via pública em Brumado

Rio do Antônio: Motociclista fica ferido após perder controle de moto em Ibitira

Motociclista cai após frear para evitar colisão com ciclista em Livramento de Nossa Senhora

Projeto Glaucoma realiza atendimentos em Brumado neste sábado (26) e domingo (27)

Greve dos Correios termina após 15 dias; trabalhadores começam a retornar às atividades

Polícia Militar conclui 9ª edição da Operação Força Total com 16 armas apreendidas na Bahia

Colisão frontal entre ônibus e carro funerário deixa dois mortos na BR-020, em Correntina

Fiat Uno com restrição por furto ou roubo é recuperado pela PM em Caetité

Policial aposentado de 103 anos é condenado por homicídio em Salvador

Homem preso com revólver e maconha recebe liberdade provisória em Brumado

Hospital Municipal de Brumado inaugura nova emergência e adota sistema de classificação de risco

Brumado: Motorista perde controle de carro, bate em motociclista e atinge porta de loja no Centro

Setembro Amarelo - um simples abraço pode salvar uma vida

Mulher aciona PM após relatar agressão do companheiro durante discussão em Brumado


Delações JBS: Geddel tinha preocupação com possível delação de Cunha

Foto: Reprodução

Na conversa com o presidente Michel Temer (PMDB), o dono da JBS, Joesley Batista, relata que sempre se reunia com o baiano e então ministro da Secretaria de Governo, Geddel Vieira Lima, para tratar de assuntos de interesse da gigante do setor de frigoríficos. De acordo com o site O Antagonista, em um trecho da delação premiada, o empresário relata que Geddel tinha preocupação constante com a possibilidade de Eduardo Cunha (PMDB), preso em outubro do ano passado, firmar acordo de delação na Lava Jato. Nas reuniões, narra Joesley Batista, Geddel questionava sempre sobre a situação do Lúcio Funaro. O peemedebista baiano sabia que o empresário era quem "provia o sustento de ambos" para garantir o silêncio. Geddel era explícito quanto ao temor de que ambos se tornassem colaboradores da Lava Jato. Em sua comunicação frequente, Geddel sempre perguntava a Joesley Batista: "E o passarinho? Está calmo?".



Comentários

    Nenhum comentário, seja o primeiro a enviar.

Deixe seu comentário