No Brasil, 1.507.569 motoristas profissionais encerraram o ano de 2024 com o exame toxicológico vencido, conforme dados da Secretaria Nacional de Trânsito (Senatran). Esse teste é crucial para garantir que motoristas de ônibus, caminhões e carretas não estejam dirigindo sob a influência de substâncias psicoativas, ajudando a prevenir acidentes. Para Givaldo Vieira, presidente da Associação Nacional dos Detrans (AND), manter o exame em dia é uma medida de segurança importante, tanto para o condutor quanto para os demais usuários das vias. Além disso, o exame toxicológico serve para detectar e prevenir possíveis problemas de saúde, principalmente aqueles relacionados ao uso de substâncias nocivas. Essa reescrita mantém a essência do conteúdo, mas com uma estrutura própria. “O exame garante que o motorista profissional esteja preparado para conduzir pessoas e cargas, e assegura que eles estejam livres de algo que possa comprometer sua capacidade de conduzir veículos de forma segura”, afirma o presidente da Associação Nacional dos Detrans (AND), Givaldo Vieira. A lei determina que motoristas com menos de 70 anos e habilitados nas categorias C, D e E precisam fazer o teste a cada 2,5 anos. Quem não fizer o teste, pode ser multado em até R$ 1.467,35 e o valor pode dobrar em caso de reincidência.
Foto: Luciano Santos l 97NEWS 














Segundo os dados, o volume de produção no segundo semestre foi considerado melhor por 44,1% das empresas. Para 28,1% foi igual e para 27,8%, pior. Para 44,2% as vendas no mercado interno tiveram elevação, enquanto para 26,4% caíram e para 29,5% foram iguais. Para 53,7% as exportações se mantiveram no mesmo patamar. As vendas no mercado externo melhoraram para 24,8% e pioraram para 21,5%. A pesquisa “Rumos da Indústria Paulista”, mostra ainda que para o primeiro semestre de 2025, as indústrias paulistas esperam estabilidade em relação ao volume de produção (45,3%), às vendas ao mercado interno (44,1%) e às exportações (53,7%). Quando questionadas se pretendem contratar em 2025, 65,2% dizem que não e 34,8% que sim. A pesquisa foi realizada entre 02 e 18 de dezembro de 2024 e envolveu 290 indústrias de transformação de todos os portes, situadas no estado de São Paulo.













