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Ambev vai doar R$ 255 para ambulantes que não poderão vender cerveja no Carnaval

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A Ambev vai doar R$ 255 para ambulantes que não vão poder vender cerveja no Carnaval deste ano devido à suspensão das festas. A estimativa da empresa é de que aproximadamente 20 mil trabalhadores sejam contemplados em todos os estados. Para fazer a distribuição, a Ambev criou o site “Ajude um Ambulante” e vai repassar R$ 150 depois que os trabalhadores fizerem o cadastro, comprovando que atuaram na função nos anos anteriores. Os outros R$ 100 serão doados em até 20 parcelas de R$ 5, cada vez que um cliente fizer uma compra de cerveja da fabricante, usando um cupom do programa que será distribuído pelos próprios ambulantes. Quanto às caixas térmicas que seriam usadas pelos ambulantes, a Ambev decidiu dar outra destinação. Cinco mil delas foram doadas para os postos de saúde transportarem vacinas contra a Covid-19.



Vacina contra HIV será testada no Brasil; estudo vai recrutar 3,8 mil voluntários

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Em conjunto com centros de pesquisa de diversos países, a Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) aderiu ao estudo para testar a eficácia de vacina contra o vírus HIV, que interfere na capacidade do organismo de combater infecções. Trata-se do estudo Mosaico, que vai avaliar dois imunizantes projetados para fornecer proteção contra diferentes variedades do vírus em todo o mundo. O professor da Faculdade de Medicina Jorge Andrade Pinto, coordenador do Grupo de Pesquisa em HIV/Aids em Crianças, Adolescentes e Gestantes e responsável pelos testes em Minas Gerais, explicou em vídeo para a UFMG as características da vacina e das etapas da pesquisa, de acordo com a Agência Brasil.

 

 

“O estudo Mosaico é um estudo de fase três de eficácia, que busca responder às seguintes perguntas: a vacina nessa população é segura? Há algum desconforto ou reação adversa? A vacina é capaz de produzir uma resposta imune, efetiva e protetora contra o HIV? E por último se essa vacina é, portanto, capaz de prevenir infecção na população vacinada?”. O coordenador do estudo explicou ainda qual é o tipo de imunizante. “São duas vacinas, uma vacina é de vetor viral contendo um vetor que é o adenovírus, em que são inseridos os componente imunogênicos do HIV, e uma vacina de proteína - de sequências proteicas do HIV”. Segundo Pinto, o estudo de fase três é um estudo duplo cego. “Nem a pessoa que está recebendo, nem a pessoa que aplica a vacina sabe qual está recebendo. Um grupo será vacinado e outro recebe um placebo, que é uma substância inerte que serve como grupo de comparação”. No Brasil, a pesquisa vai recrutar participantes em cinco capitais. Além de Belo Horizonte, por meio da Faculdade de Medicina da UFMG, o ensaio clínico será realizado em São Paulo (Hospital das Clínicas da USP), no Rio de Janeiro (Fiocruz e Hospital Geral de Nova Iguaçu), em Manaus (Fundação Medicina Tropical) e Curitiba (Centro Médico São Francisco). O estudo é parte de iniciativa desenvolvida pela HIV Vaccine Trials Network (HVTN) – financiada pela farmacêutica Janssen - e pelo National Institutes of Health (NIH), dos Estados Unidos. Serão 3,8 mil recrutados homens gays ou bissexuais e pessoas transgênero entre 18 e 60 anos, HIV negativo, não usuários de profilaxia pré-exposição (PrEP) e que não apresentem comorbidades que contraindiquem o uso da substância a ser testada. “Este é um estudo de longa duração, de cerca de 3 anos de acompanhamento, então é necessário que os voluntários que estejam interessados estejam dispostos também a permanecer neste segmento por esse período. O estudo mosaico será realizado no Brasil e também nos Estados Unidos, na América Latina, na Europa e busca, com isso, refletir a diversidade geográfica do vírus HIV”, finalizou o coordenador do estudo no Brasil.

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Equipe econômica prepara 'cláusula de calamidade' para voltar do auxílio emergencial

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A cláusula já citada pelo ministro da Economia, Paulo Guedes, como necessária para recriar o auxílio emergencial deve ser incluída na Proposta de Emenda à Constituição (PEC) do Pacto Federativo, informou na sexta-feira (5), o secretário do Tesouro Nacional, Bruno Funchal. A PEC do Pacto Federativo está parada no Senado desde 2019 e propõe a descentralização, a desindexação e a desvinculação de gastos, com o objetivo de abrir espaço no Orçamento e dar maior autonomia para estados e município. Na última quinta-feira (4), após receber a visita do novo presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), Guedes afirmou que o auxílio emergencial poderá ser recriado para pelo menos metade dos beneficiários que receberam o pagamento em 2020. Segundo Bruno Funchal, o novo mecanismo a ser incluído na PEC do Pacto Federativo seria uma espécie de "cláusula de calamidade". Essa cláusula permitiria, em momentos de emergência, a suspensão temporária da chamada "regra de ouro" — que impede o governo de aumentar a dívida pública para pagar despesas correntes — e o aumento da despesa, por meio da abertura de créditos extraordinários — os quais não se sujeitam ao teto de gastos, criado em 2016 e que limita o crescimento das despesas públicas à inflação do ano anterior. Como contrapartida, informou o secretário, seriam acionados gatilhos a fim de conter o aumento dos gastos obrigatórios do governo. A necessidade da cláusula de calamidade se justifica porque as três PECs consideradas pelo governo como prioritárias no Senado – do Pacto Federativo, dos Fundos Públicos e a PEC Emergencial – só abrem espaço fiscal para a União a partir de 2022. Com isso, o governo teria que se endividar mais este ano, dentro do escopo da regra de ouro, que, por sua vez, exige autorização do Congresso Nacional. Com a cláusula de calamidade, o governo ficaria desobrigado dessa regra fiscal e não precisaria mais desse aval dos parlamentares. Porém, segundo Bruno Funchal, mesmo com a cláusula de calamidade, o governo federal ainda precisaria cumprir a meta fiscal, que prevê um déficit de até R$ 247,1 bilhões para 2021, segundo a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO). Como o crédito extraordinário deverá dificultar o cumprimento da meta, o governo precisaria pedir ao Congresso a alteração do valor da meta previsto para este ano por meio do envio de um projeto de lei complementar. 



Bahia cede 50 milhões de doses da Sputnik V para governo federal

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A Secretaria de Saúde da Bahia (Sesab) informou na quinta-feira (4) que cedeu ao governo federal o direito às 50 milhões de doses da Sputnik V, que estavam previstas em um acordo com o fundo soberano russo, firmado em agosto do ano passado. "O acordo que foi feito entre governo da Bahia e o fundo de desenvolvimento russo responsável pela vacina Sputnik V garantiu ao Brasil a prioridade no acesso a essas 50 milhões de doses. Nós cedemos ao governo federal para que possa distribuir a todos os municípios do brasil essas doses que foram garantidas inicialmente ao governo baiano", disse o secretário de saúde da Bahia, Fábio Vilas-Boas. De acordo com a Sesab, cerca de 500 mil doses do imunizante estão previstas para chegar no estado até abril deste ano.



Gasolina já subiu 13% nas refinarias em 2021 e deve ficar ainda mais cara

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Ainda é fevereiro, mas a Petrobras já anunciou dois aumentos para a gasolina e um para o diesel em 2021. Com um reajuste de 7,6% anunciado em 8 de janeiro e outro de 5% no dia 26 do mesmo mês, a gasolina já acumula cerca de 13% de alta nas refinarias neste ano. Já o diesel, pivô do descontentamento dos caminhoneiros que levou a paralisações isoladas nos últimos dias pelo país, foi reajustado em 4,4%. E os analistas são unânimes: deve vir mais alta de preços dos combustíveis por aí, já que os valores praticados pela Petrobras no mercado interno seguem abaixo do mercado internacional, que serve de referência para os reajustes da estatal. O aumento esperado dos preços reflete a expectativa de valorização do barril do petróleo, diante da previsão de manutenção da oferta restrita pela Opep (Organização de Países Exportadores de Petróleo) e Rússia; aliada ao crescimento projetado da economia mundial, com o avanço da vacinação contra a covid-19; e à incerteza com relação ao câmbio, diante do desequilíbrio das contas públicas nacionais. As informações são do site UOL.



Promotor de Justiça detona audiências de custódia no Brasil: 'parque de diversões para bandidos'

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O promotor do Ministério Público da Bahia (MP-BA), Davi Gallo, condenou os métodos empregados nas audiências de custódia realizadas pela Justiça brasileira. Na visão dele, não há critérios e os criminosos perigosos estão conseguindo sair todos os dias praticamente impunes.  Em entrevista nesta quarta-feira (3), à Rádio Metrópole, o promotor de Justiça destacou que a lei penal não pode ser interpretada a favor dos bandidos, e sim da sociedade. Ele tem visto que a maioria dos juízes faz uma avaliação superficial da vida dos criminosos e os coloca na rua em seguida durante as audiências de custódia. “Sou favorável que os criminosos de menor potencial ofensivo possam responder em liberdade, mas não temos visto critérios nessas liberações. Tem sido uma espécie de parque de diversões para os bandidos perigosos passar a noite na cadeia, ser apresentado ao juiz na audiência e sair às vezes na mesma hora. Isso desestimula a polícia a trabalhar”, apontou Gallo. Ele frisou que esse é um problema muito sério que a sociedade precisa repensar, inclusive escolhendo melhor seus representantes na política para que leis mais rígidas contra o crime sejam criadas e colocadas em prática. “Vou continuar brigando, lutando pra manter vagabundo periculoso na cadeia, mas está difícil. A polícia tenta conter o crime organizado que está instalado na Bahia, mas é uma gangorra que é a sociedade que paga o pior preço”, acrescentou.



Vacina de Oxford pode reduzir transmissão do coronavírus em 67%, aponta estudo

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A vacina de Oxford pode reduzir a transmissão do novo coronavírus em 67%, aponta dados de um estudo preliminar divulgado na terça-feira (2). Esse é o mesmo estudo que concluiu que o imunizante, desenvolvido pela Universidade de Oxford e pela AstraZeneca, teve eficácia de 76% com a aplicação de uma só dose do imunizante. Segundo o G1, a proteção começa três semanas após a aplicação e é mantida até 90 dias. A pesquisa também apontou uma eficácia de 82,4% com a segunda dose, caso ela seja três meses após a primeira. Esse novo resultado é melhor do que o encontrado anteriormente, que apontava uma eficácia de 54,9% quando o reforço foi aplicado após um mês e meio. Os pesquisadores mediram o impacto na transmissão por meio de swabs (haste semelhante a um cotonete, que coleta amostras do nariz e da garganta), com testes feitos todas as semanas nos participantes para detectar sinais do novo coronavírus. Se ele não for detectado, mesmo que a pessoa esteja infectada, é um sinal de que o vírus não pode ser transmitido. A pesquisa, que ainda não foi revisada por pares, apontou uma redução de 67% nos testes positivos entre os vacinados. O estudo de pesquisadores da Universidade de Oxford é o primeiro a documentar evidências de que a vacina contra a Covid-19 pode reduzir a transmissão do vírus, e a descoberta ressalta a importância da vacinação em massa como um caminho para sair da pandemia, aponta o jornal "The New York Times".



Vacina russa contra a Covid-19 tem 91,6% de eficácia, mostra estudo

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Resultados preliminares publicados na terça-feira (2) na revista científica “The Lancet” mostram que a Sputnik V, vacina contra a Covid-19 produzida pelo instituto russo de pesquisa Gamaleya, tem eficácia de 91,6% contra os sintomas leves do coronavírus. Já contra casos moderados e graves, a eficácia foi de 100%. Os resultados foram obtidos após análise de cerca de 20 mil participantes monitorados continuamente. A vacina também teve resultado positivo para idosos. Dois mil participantes maiores de 60 anos participaram das pesquisas e a eficácia para esta faixa etária foi de 91,8%. Além da Sputinik V, já tiveram os resultados publicados em revista científica as vacinas da Pfizer/BioNTech, Oxford/AstraZeneca e Moderna. No final de semana, o presidente Jair Bolsonaro afirmou que, caso a Anvisa aprove, a Sputinik V será comprada pelo governo brasileiro.



Atitudes de prevenção precisam ser priorizadas no combate ao câncer

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Na próxima quinta-feira (4), o Dia Mundial do Câncer vai alertar a população acerca da  necessidade diária de ações anticâncer, tanto por parte da população, como das autoridades governamentais e instituições de saúde. O cenário de pandemia de covid-19 representou um enorme retrocesso na prevenção, no diagnóstico precoce e nos tratamentos de câncer em curso, fato que já começou a repercutir no diagnóstico tardio e que tende a se manifestar através do aumento da mortalidade pela doença no futuro. A prevenção continua sendo a melhor arma no combate ao câncer. Não fumar e combater o tabagismo; evitar bebidas alcoólicas; manter uma alimentação saudável, com alimentos ricos em fibras naturais, carnes brancas, cereais, frutas e legumes; reduzir o consumo de carnes vermelhas ou processadas; manter o peso adequado; vacinar-se contra HPV e Hepatite B; manter a prática regular de atividades físicas; fazer a profilaxia contra agentes infecciosos como vírus e bactérias; proteger-se contra os raios solares e manter as consultas e exames de rotina em dia são algumas das atitudes que podem fazer a diferença na prevenção e no combate contra o câncer. “Hábitos saudáveis são a chave para a longevidade com qualidade de vida. Precisamos adotá-los urgentemente”, recomendou a oncologista presidente da Sociedade Brasileira de Oncologia Regional Bahia (SBOC-BA) e integrante do Grupo “Mulheres na Oncologia”, Renata Cangussu.

Números

Os 10 tipos de câncer mais comuns em 2020 foram responsáveis por mais de 60% dos casos de câncer recém-diagnosticados e mais de 70% das mortes pela doença. O câncer de mama feminino é o tipo mais comum em todo o mundo (11,7% do total de casos novos), seguido por câncer de pulmão (11,4%), câncer colorretal (10,0%), câncer de próstata (7,3%) e câncer de estômago (5,6%). Com medidas preventivas simples, é possível evitar ou reduzir as chances de surgimento desses tumores, até mesmo nas pessoas que apresentam predisposição hereditária. Diversos estudos apontam que a mortalidade por câncer nos próximos meses e anos deve aumentar consideravelmente devido às mudanças de rotinas das pessoas e dos serviços de saúde ocasionadas pela pandemia. Dados da Globocan 2020 estimam que a carga global de câncer tenha aumentado para 19,3 milhões de novos casos e 10 milhões de mortes em 2020. Quando projetadas para 2040, as estimativas sobem para cerca de 30 milhões de casos, um aumento de 47% em relação ao observado em 2020. “O impacto negativo da pandemia nos números mundiais relacionados à incidência e mortalidade por câncer ficará muito mais perceptível ainda no futuro, infelizmente”, declarou Renata Cangussu. Segundo o Globocan 2020, os países classificados como de baixo ou médio Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) terão os maiores aumentos de incidência de câncer até 2040, com 95% e 64% de acréscimo, respectivamente, a partir de 2020. O maior impacto proporcional é esperado na África, com mais 89,1% de novos casos, seguido da América Latina, com mais 65,6%, e Ásia, com mais 59,2%. A maior incidência nesses países reflete a mudança de hábitos de vida, com tendência à adoção de costumes comuns atualmente em países com IDH alto e muito alto: tabagismo, dieta não saudável, excesso de peso corporal e sedentarismo. “No Brasil, como nos demais países, o que podemos fazer para minimizar as consequências da pandemia é reforçar as medidas de prevenção, diagnóstico e tratamento precoce do câncer”, frisou a oncologista.

Câncer de pulmão 

Em termos de mortalidade, embora tenha havido redução em alguns países como os Estados Unidos, o câncer de pulmão continua na frente, com 18% do total de mortes por câncer, seguido por câncer colorretal (9,4%), câncer de fígado (8,3%), câncer de estômago (7,7%) e câncer de mama feminino (6,9%). A redução da mortalidade por câncer de pulmão deve-se, sobretudo, a ações de combate ao tabagismo realizadas em várias partes do mundo e aos avanços nos tratamentos.

Câncer de mama

Com 2,3 milhões de novos casos, um em cada oito cânceres em 2020 foi de mama. A doença está à frente, inclusive, do câncer de pulmão, em número de diagnósticos, e configura-se como a quinta causa de mortalidade por câncer, com 685 mil óbitos em 2020. Nas mulheres, a doença é responsável por um em cada quatro casos de câncer e um em cada seis mortes por câncer. Para esse tipo de tumor, além da prática atividade física, manutenção do peso corporal adequado, adoção de uma alimentação saudável e redução do consumo de bebidas alcoólicas, a amamentação também é um fator protetor.

Outros tumores

Em incidência, após o câncer de pulmão, nos homens aparecem o câncer de próstata e o colorretal. Já para a mortalidade, o câncer de fígado e o colorretal ocupam as posições seguintes. Entre as mulheres, o câncer de mama é o tipo mais frequente e a principal causa de morte por câncer, seguido por câncer colorretal e câncer de pulmão para incidência. No quesito mortalidade, estão o câncer de pulmão e o câncer colorretal. “As pessoas precisam entender que a prevenção possível deve ser feita no dia a dia. Atualmente, uma em cada cinco pessoas em todo o mundo desenvolve câncer durante sua vida; um em cada oito homens e uma em cada 11 mulheres morrem da doença. Cabe não só às autoridades o desenvolvimento de ações conjuntas para mudar esse cenário, mas também a cada pessoa a adoção de hábitos saudáveis de vida”, finalizou a oncologista clínica Renata Cangussu.

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Fiocruz, Ministério e Anvisa investigam morte idoso após tomar vacina de Oxford

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Foi aberta uma investigação conjunta entre Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), Ministério da Saúde e a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) sobre o caso de um idoso de 83 anos que recebeu uma dose da vacina contra a Covid-19 da Oxford /AstraZeneca e faleceu. O caso será apurado por uma equipe do Centro de Referência de Imunobiológicos Especiais (Crie), órgão vinculado à Secretaria de Saúde do Amazonas. O objetivo é identificar se há relação entre a morte e a aplicação da vacina. Até o fim da apuração, não é possível afirmar que a morte aconteceu em decorrência da aplicação do imunizante, destaca reportagem do Bahia Notícias. A Anvisa informou à reportagem que a investigação segue o protocolo de vigilância epidemiológica e sanitária de eventos adversos pós-vacinação. “A Anvisa acompanha e aguarda os resultados, que poderão apontar ou descartar a relação de causalidade entre a aplicação do imunizante e o evento em Manaus”, afirmou a agência. Ainda de acordo com a Anvisa, diante do cenário de pandemia enfrentado pelo país, foi determinada “toda a urgência possível” para a conclusão da investigação. Segundo a reportagem, o Ministério da Saúde confirmou no último sábado (30) que recebeu a comunicação da vigilância em saúde do Amazonas sobre a morte do idoso. A Fundação Oswaldo Cruz, responsável no Brasil pela fórmula Oxford/AstraZeneca, também afirmou ter sido avisada. A expectativa é que a conclusão preliminar do Crie seja divulgada em 7 dias. Em investigações deste tipo, vários fatores são analisados, entre eles, o histórico de saúde do paciente e as condições de conservação e aplicação da vacina. Também é coletado material biológico para exames. De acordo com informações repassadas por familiares, o idoso tinha pressão alta controlada e apresentava leves sintomas de gripe quando foi vacinado na última sexta (29). A morte aconteceu no dia seguinte à aplicação do imunizante.



Mais de 2 milhões de brasileiros já foram vacinados contra a Covid-19

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Mais de 2 milhões já foram imunizados contra a Covid-19 desde o inicio da vacinação no Brasil, segundo levantamento realizado pela CNN Brasil. Segundo a emissora, a estimativa é que o número seja ainda maior, pois há estados e municípios que não divulgaram os números de imunizados. O Brasil está há uma semana do início da vacinação e, segundo o Ministério da Saúde, foram adquiridas 6 milhões de doses da CoronaVac, imunizante produzido pelo Instituto Butantan em parceria com a farmacêutica SinoVac. Na Bahia, até às 14h deste sábado, 182 mil já haviam sido vacinados, segundo a secretaria estadual da Saúde.



Diarista é espancada até a morte após tentar salvar patroa de agressões do marido

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Uma diarista foi morta espancada após tentar salvar a patroa que era agredida pelo marido, em Aparecida de Goiânia, região metropolitana de Goiás. O crime aconteceu no início do mês de janeiro, mas só agora foi divulgado. O suspeito, que não teve o nome revelado, foi preso na última quarta-feira (27). Denise Alves Fernandes, de 54 anos, fazia faxina quando testemunhou o suspeito agredindo a companheira e tentou fazer com que ele parasse com a violência. “Ele então iniciou diversas agressões, entre socos e chutes, contra a diarista. Ela foi atingida na região da face e teve múltiplas lesões”, disse o delegado Carlos Levergger, responsável pelo caso. O suspeito estava escondido em uma empresa de reciclagem da cidade. Denise foi encaminhada ao Hospital de Urgências de Aparecida de Goiânia, mas morreu no dia 14 de janeiro, em decorrência de traumatismo cranioencefálico. O suspeito foi indiciado por homicídio qualificado. Ele pode pegar até 30 anos de prisão. As informações são do site UOL.



Polícia Federal abre inquérito para investigar conduta do ministro Pazuello

Foto: Reprodução l Agência Brasil

Por determinação do ministro Ricardo Lewandowski, do Supremo Tribunal Federal (STF), a Polícia Federal abriu, na sexta-feira (29), inquérito para investigar a conduta do ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, na crise sanitária do Amazonas, onde pacientes morreram pela falta de oxigênio medicinal nos hospitais e muitos foram transferidos para receber atendimento médico em outros Estados. A investigação deve tramitar no Serviço de Inquéritos Especiais (Sinq) porque Pazuello, na condição de ministro, tem foro privilegiado. O pedido de inquérito foi enviado ao Supremo no sábado (23) pelo procurador-geral da República, Augusto Aras, com base em uma representação do partido Cidadania e em informações apresentadas pelo próprio ministro Pazuello – além de apuração preliminar da própria PGR. A PGR afirma, no documento enviado ao STF na última semana, que o Ministério da Saúde recebeu informações sobre um possível colapso do sistema de saúde na capital do Amazonas ainda em dezembro, mas só enviou representantes ao estado em janeiro deste ano. Além disso, a PGR aponta indícios de atraso para o envio efetivo de oxigênio hospitalar às cidades amazonenses – a falta do insumo levou à morte de dezenas de pacientes com Covid-19 neste mês.



Bolsonaro chama Mourão de 'palpiteiro' e diz que só presidente troca ministros

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Após o vice-presidente da República Hamilton Mourão ter citado sobre uma possível reorganização no governo e ter dito que o ministro das Relações Exteriores, Ernesto Araújo, pode ser um dos nomes que deixarão o governo, o presidente Bolsonaro afirmou que quem troca ministro é ele. “Se alguém quiser escolher ministro, se candidate em 22 e boa sorte em 23”, disse em conversa com apoiadores nas proximidades do Palácio da Alvorada na quinta-feira (28). A declaração de Bolsonaro vem na semana que Mourão lamentou a falta de diálogo com Bolsonaro e disse que não está certo sobre possível manutenção da chapa em 2022, caso Bolsonaro se candidate à reeleição. “Quem troca ministro é presidente da República, certo? Agora é difícil governar o Brasil. Não é fácil, mas tudo bem. Não vou responder essa pergunta não”, pontuou o presidente. “Eu lamento que gente do próprio governo passe a dar palpites no tocante a troca de ministros. O que nós menos precisamos é de palpiteiro no tocante a formação do meu ministério. Deixo bem claro: todos os 23 ministros eu que escolho e mais ninguém e ponto final”, disse Bolsonaro.



Despesas do governo federal com alimentos passam de R$ 1,8 bilhão; só de leite condensado foi quase R$ 15 milhões

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Um levantamento feito pelo site Metrópoles com base em dados do Ministério da Economia mostra que, no último ano, o governo federal pagou mais de R$ 1,8 bilhão em alimentos, um aumento de 20% em relação a 2019. Além dos tradicionais arroz, feijão, carne, batata frita e salada, no “carrinho” estiveram incluídos biscoitos, sorvete, massa de pastel e outros alimentos. O balanço engloba todos os órgãos do Executivo. O gasto com leite condensado, que associado ao pão forma uma das comidas favoritas do presidente, foi de mais de R$ 15 milhões. Só em goma de mascar, foram cerca de R$ 2,2 milhões de reais. Além disso, chama atenção o valor pago em sorvete: R$ 20,4 milhões. A maior parte das compras e o montante mais alto estão ligados ao Ministério da Defesa. Foram mais de R$ 632 milhões com alimentação. A compra de vinhos, por exemplo, que somou R$ 2.512.073,59, foi quase toda bancada por eles. O segundo maior pagante é o Ministério da Educação, com R$ 60 milhões gastos. O Ministério da Justiça gastou bem menos, mas é o terceiro lugar entre os órgãos, com despesas que superam R$ 2 milhões. A maior parte foi para a Fundação Nacional do Índio (Funai), que teve entre os itens comprados milho de pipoca, leite condensado e até sagu. 

 

 



ONU defende que licenças para produção de vacinas sejam dadas ao Brasil e Índia

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O secretário-geral da Organização das Nações Unidas (ONU), Antonio Guterres, pede que empresas farmacêuticas concedam licenças para que laboratórios no Brasil e na Índia possam produzir as vacinas contra o novo coronavírus (Covid-19) e acelerar a distribuição do imunizante aos países mais pobres. De acordo com o UOL, o chefe da diplomacia das Nações Unidas fez questão de insistir, durante o Fórum Econômico Mundial, que ocorre neste ano em um formato virtual, na necessidade de que as vacinas não fiquem apenas nos países rico. No entanto, ele alerta que, enquanto a produção e a distribuição estão concentradas nos países mais ricos, a realidade é que laboratórios com ampla capacidade e tecnologia hoje não podem produzir por não terem o direito. Para que isso ocorra, patentes teriam de ser quebradas, ou acordos estabelecidos para permitir que essas vacinas sejam fabricadas em diferentes partes do mundo. Segundo Guterres, países como o Brasil ou a Índia têm uma “enorme capacidade” de produção de vacinas. Nesta segunda-feira (25), fabricantes de vacinas registraram as patentes dos imunizantes e, apesar da pressão de países em desenvolvimento, indicaram que não estavam dispostos a abrir mão dessa propriedade intelectual. O resultado, porém, é que laboratórios pelo mundo ficaram impedidos de produzir versões genéricas desses imunizantes. 

 



Fura-filas da vacinação não terão direito à segunda dose e poderão ser presos

Foto: Reprodução l Rede Social

Após os inúmeros casos de fura-filas da vacinação contra a Covid-19, quando pessoas fora do grupo prioritário foram imunizadas com as primeiras doses que o país aplicou, a juiza Jaiza Maria Pinto Fraxe, da justiça do Amazonas, determinou no sábado (23) que quem furou a fila não terá direito à segunda dose. Ao menos sete estados são apurados casos de pessoas que não fazem parte dos grupos prioritários, mas foram imunizadas. Em sua decisão, a magistrada pontua que não há explicação para estas atitudes: “ficam todos proibidos de tomar a segunda dose, podendo ficar sujeitos à prisão em flagrante delito em caso de insistirem no ilícito”, disse a juiza na sentença. A juiza acatou a um pedido do Ministério Público e da Defensoria Pública, que pleitearão agora pela transparência das listas dos vacinados. A determinação do Ministério da Saúde, definida no Plano Nacional de Imunização, define que a prioridade das vacinas devem ser para idosos e deficientes residentes em institutos de longa permanência, profissionais de saúde e indígenas aldeados.



Índia autoriza exportação de vacina para o Brasil, diz agência Reuters

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O governo da Índia autorizou as exportações comerciais de vacinas contra a Covid-19, disse o secretário de Relações Exteriores do país asiático à agência de notícias Reuters. A informação foi confirmada pela TV Globo. Além do Brasil, Marrocos também receberão as primeiras doses da vacina desenvolvida pela Universidade de Oxford e pela AstraZeneca, que são fabricadas pelo Instituto Serum da Índia (SII). Desde a semana passada, o Brasil vinha enfrentando dificuldades para liberar carga de 2 milhões de doses de vacina que comprou do Instituto Serum. Ontem, o ministro das Relações Exteriores brasileiro, Ernesto Araújo, chegou a dizer que não havia prazo para receber as doses.



Mais rápida, grave e letal entre jovens: médicos relatam

Foto: Reprodução l UOL

A velocidade e a gravidade da evolução da covid-19 em pacientes que buscam os prontos-socorros em Manaus têm chamado a atenção dos profissionais de saúde que atuam na linha de frente. Está inclusive formando infecções mais graves e em menos tempo do que a doença vista na primeira onda. Segundo o site UOL, relatos de profissionais atestam que a nova fase da covid-19 tem maior transmissibilidade causada por mutações que geraram uma nova variante no estado. Além disso, os dados mostram que pessoas mais jovens estão morrendo agora. Segundo registros de óbitos nos últimos 30 dias, quatro em cada dez vítimas fatais tinham menos de 60 anos no estado. "Algo de muito diferente está ocorrendo em Manaus. Não sei informar se é uma cepa nova ou se é algo diferente. Mas quem está na linha de frente está vendo um aumento da gravidade dos casos", contou a reportagem o infectologista e pesquisador Noaldo Lucena, que atua em clínica popular, atendimento domiciliar e hospitais públicos. As mudanças, diz, vão além da já sabida maior contagiosidade da nova variante do vírus. "Claramente estamos diante de um ser invisível que é muito mais patogênico e transmissível. Hoje chegam famílias inteiras com os sintomas ao mesmo tempo, antes era um de cada vez", disse ao site UOL Noaldo Lucena, infectologista.



Nova doença pode gerar pandemia mais letal que Covid-19, alerta especialista

Foto: Luciano Santos l 97NEWS

O microbiologista congolês Jean-Jacques Muyembe Tamfum, alertou para uma nova pandemia que pode ser mais letal que a Covid-19. Para a CNN, o especialista contou sobre o caso de uma paciente que apresentava sintomas da ebola, mas exames deram negativo para a doença. O cientista, que é um dos médicos que ajudou a descobrir o vírus ebola, no Congo, em 1976, teme que essa seja uma “doença X”, um conceito da Organização Mundial da Saúde (OMS) para alguma efermidade inesperada ou desconhecida que ainda pode aparecer. Tamfum acredita que um novo patógeno seguirá o mesmo padrão de transmissão de outras doenças, passando de animais para seres humanos. “Estamos agora em um mundo onde novos patógenos surgirão. E é isso que constitui uma ameaça à humanidade”, afirmou o pesquisador à CNN.