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Artigo: Evolução moral e intelectual

Foto: Reprodução

Nos encontramos na família e no local que necessitamos para o nosso desenvolvimento. O planeta nos oferece oportunidades valiosas para evoluirmos na condição de espíritos imortais que somos. Aqui estamos para aprender e, consequentemente, para progredir, tanto no campo moral, quanto no intelectual. Pessoas há que priorizam a busca do conhecimento - o que é importante -, contudo, que esta seja acompanhada pela perseguição do aperfeiçoamento ético e moral. O nosso espírito é o resultado de tudo que conseguimos amealhar no nosso cabedal psicológico - imaterial -, o qual é caracterizado pelas nossas virtudes, mas também pelos nossos vícios. Cada virtude por nós alcançada ao longo dos tempos é incorporada, passando a nos compor, a nos personificar. Assim, se tínhamos o hábito de praticar um vício, como o de furtar, por exemplo, e o trabalharmos - voluntariamente (através das nossas reflexões) ou obrigatoriamente (por ocasião do delito flagrado e da punição devida), a tendência natural é dele nos desvencilharmos e, via e consequência, passarmos a não mais tê-lo em nossa essência. E isso não representa tarefa fácil! Um ensinamento de Santo Agostinho estabelece que devemos nos dedicar ao nosso aprimoramento moral, sendo hoje melhores do que fomos ontem, e amanhã melhores do que hoje.

Tal ensinamento representa um convite a um eterno burilamento da nossa atitude comportamental, lutando contra nós próprios - o pior combate -, identificando as nossas mazelas morais e as trabalhando, a fim de incorporarmos mais e mais virtudes ao nosso Ser. A ética e a moral compõem os princípios deontológicos de qualquer profissão, servindo-nos de elemento norteador de conduta enquanto trabalhadores que somos, conduzindo-nos à compreensão de que tudo na vida são normas e regras, e a elas devemos nos curvar! A busca do conhecimento, por sua vez, representa avanço intelectual tão importante quanto os progressos obtidos no campo da moral. Joanna de Ângelis (espírito), no pequeno grande livro "Vida Feliz", através das mãos de Divaldo Franco, numa abordagem sobre a importância do estudo e da boa leitura, assevera que "o conhecimento é um bem que, por mais seja armazenado, jamais toma qualquer espaço; pelo contrário, faculta mais ampla facilidade para novas aquisições". Fazendo uma analogia com a informática, podemos dizer que a nossa mente funciona tal qual um "HD" de capacidade infinita, e tudo que passamos a conhecer fica nele registrado para no momento oportuno eclodir, ajudando-nos numa melhor compreensão das situações que se nos apresentam no dia a dia. Analisando a atitude comportamental de um trabalhador rural - na sua grande maioria quase que analfabeto -, eis que assume atitude de nobreza quando, ao passar por nós, por exemplo, nos cumprimenta com um bom dia, boa tarde ou boa noite; um intelectual, às vezes, não apresenta a mesma atitude nobre. Isso equivale dizer que o primeiro é desprovido de cognição, mas possivelmente portador de alta envergadura moral, o que falta no segundo. Desta forma, que nos esforcemos para a conquista do nosso progresso moral e intelectual, pois ambos devem andar juntos e nos darão a condição imprescindível para evoluirmos enquanto espíritos! (Por: Irlando Lino Magalhães Oliveira/Comandante da 46ª CIPM - Livramento de Nossa Senhora e Especialista em Gestão da Segurança Pública e Direitos Humanos.)



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