ÚLTIMAS NOTÍCIAS:

Conselheira tutelar é ameaçada e alvo de tentativa de agressão em Maetinga

Delegado é preso em flagrante após suspeita de trocar placa de Hilux durante abordagem em Vitória da Conquista

Justiça condena homem por ameaçar secretário de Infraestrutura de Rio de Contas

Idoso de 80 anos perde R$ 1 mil em golpe aplicado por falsos vendedores de insumos agrícolas em Brumado

Homem morre após acidente de motocicleta na zona rural de Livramento de Nossa Senhora

Homem perde R$ 3 mil em golpe ao tentar comprar motocicleta anunciada nas redes sociais em Brumado

Homem é detido após suspeita de agredir companheira e adolescente em Brumado

Homem é conduzido à delegacia após suspeita de roubo em posto de combustíveis em Brumado

Neste Dia dos Pais, celebre quem sempre cuidou de você!

Brumado: Homem de 37 anos com mandado de prisão é capturado pela PM

Homem é detido após furto de bateria de caminhão em Brumado

PM apreende duas motocicletas por escapamento adulterado e outras irregularidades em Brumado


Municípios criados na década de 90 ainda são pobres e com baixa qualidade de vida

Foto: Divulgação

Há 16 anos, os municípios de Fernando Falcão, no Maranhão; e Amajari, em Roraima, eram antigos vilarejos afastados que, após mobilização política, se tornaram cidades. Hoje, próximos à maioridade, eles continuam quase tão pobres como quando nasceram. Reportagem do jornal Folha de S. Paulo, com base em dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), mostra que a maioria dos 595 municípios brasileiros criados desde 1997 nasceu com baixa qualidade de vida e até hoje se mantém abaixo da média dos estados. Além disso, 570 dessas cidades não evoluíram a ponto de superar o atual Índice de Desenvolvimento Humano dos seus estados (IDH), que considera renda, escolaridade e expectativa de vida. Às vésperas da sanção presidencial das regras para criação de municípios, líderes comunitários citam a distância até a sede como bandeira para a emancipação, enquanto críticos temem os gastos com mais prefeitos, vereadores e secretários municipais. Ainda conforme levantamento, a evolução das cidades de origem não superaram o IDH estadual após perder área e população com o desmembramento. Segundo o economista da Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan), Guilherme Mercês, emancipar-se não é garantia de que a verba pública vai ter aplicação eficiente. "É difícil uma cidade pequena ter uma estrutura administrativa eficiente a ponto de planejar boas políticas públicas", criticou. A Confederação Nacional dos Municípios (CNM) defende a emancipação em locais afastados da sede, como ocorre no Norte, no extremo Sul ou no Centro-Oeste: trazer estrutura para esses distritos combate o êxodo rural, afirma.



Comentários

    Nenhum comentário, seja o primeiro a enviar.

Deixe seu comentário