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Brumado: Conheça o drama do cadeirante que tem que ser carregado para entrar em casa

O drama do cadeirante André Santana Meira é de emocionar (Foto: Marcos Paulo / 97NEWS)

A situação precária de várias ruas e avenidas da cidade de Brumado se evidencia ainda mais no período chuvoso, já que a força das águas muitas vezes causa estragos ainda maiores, deixando alguns locais totalmente intransitáveis. Apesar da alegria pela vinda das esperadas chuvas, existe o outro lado da moeda, que muitas vezes é composto por drama, dor e sofrimento. Esse é o caso do cadeirante André Santana Meira (31), o qual, após os estragos feitos pelas chuvas desta terça e quarta-feira, tem que passar por uma situação dramática, já que, para entrar em sua residência tem que ser carregado por amigos e familiares, já que os veículos estão impossibilitados de chegar à porta de sua casa que fica situada na Rua Olegário Augusto Viana, no Parque Alvorada. O repórter Marcos Paulo acompanhou o drama do cadeirante, que poderia ser evitado se as obras de recuperação da rua tivessem sido feitas pela Prefeitura Municipal. André já vive essa situação há cerca de 3 anos, onde, com 28 anos, após um problema nos nervos, acabou perdendo todos os movimentos do corpo. Segundo sua mãe Milvar Santana (52) já foram feitos sucessivos apelos ao setor de obras para que a rua fosse restaurada, mas, até o momento, nada foi feito, o que para eles acaba sendo uma grande insensibilidade, que causa essa situação dramática ao cadeirante, que tem que ser carregado cerca de 50 metros para poder entrar em sua casa. “É um drama que temos que passar 3 vezes por semana, cada vez que ele tem que ir para a sessão de fisioterapia”, relatou a mãe que ainda fez questão de destacar que “acredito que não é uma obra tão cara, mas até agora não foi feita. Quando não chove conseguimos colocar brita e o carro consegue ir para a porta da nossa casa, mas na época de chuva isso fica impossível, pois somente com um serviço especializado que esse problema possa ser resolvido, que não beneficiará somente a nós, mas a todos os moradores aqui da rua”. O repórter Marcos Paulo registrou em vídeo o momento em que o cadeirante teve que ser carregado na manhã de hoje (06) para poder entrar na sua casa, onde fica notória a péssima condição da rua, veja: 



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