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Brumado: Empresário revoltado afirma que 'a lei do extintor foi uma brincadeira de mau gosto'

O empresário José de Amorim (esquerda) ao lado de um funcionário expressando a sua negativa à revogação da lei dos extintores (Foto: Marcos Paulo / 97NEWS)

A suspensão da lei que obrigava os proprietários de veículos automotivos a adquirirem o extintor ABC, acabou gerando um verdadeiro “abecedário” de indignação, já que os prejuízos das empresas que apostaram nas vendas do acessório acabaram sendo muito grandes, o que, em meio à forte crise econômica, acabou se tornando objeto de revolta. A reportagem do 97NEWS acabou registrando um caso desse gênero na cidade, onde o empresário José de Amorim (64) que tem o seu estabelecimento comercial na Av. Centenário (JA Extintores) colocou para fora toda a sua insatisfação pela medida do governo que ele classificou como “insana”. Diante disso ele expressou que “durante o tempo em que Lei estava em vigor, a demanda era tão grande que os nossos clientes demoravam até 4 meses para receber o extintor, mas, agora, está sobrando e temos que vender cada um por metade do preço, para não termos prejuízos maiores”. Questionado sobre os seus prejuízos, ele foi enfático em afirmar que “se eu não conseguisse cancelar a última compra, os meus prejuízos ultrapassariam a casa dos R$ 30 mil, mas como consegui, acabou perdendo cerca de R$ 10 mil”. Ele ainda relatou que “milhares de empresas no país investiram tudo o que tinham comprando esses extintores e agora estão a ‘chorar as pitangas’ e amargando grandes prejuízos. O governo deu uma demonstração inequívoca de que está mais perdido do que cego em tiroteio. Que Deus tenha misericórdia da nossa nação, pois do jeito que vai iremos para um buraco sem poder voltar”. 



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