ÚLTIMAS NOTÍCIAS:

Brumado: Denúncia aponta suposta diferença em pagamentos do transporte escolar e cobra explicações da Prefeitura

Brasil reduz índices de reprovação, abandono e atraso, diz Censo escolar

Homem é preso suspeito de tentar explorar sexualmente adolescente na zona rural de Livramento de Nossa Senhora

Prefeitura de Brumado antecipa salários e injeta R$ 10 milhões na economia local

24º BPM recebe kit de aplicativo tático para reforçar atuação operacional em Brumado

Policia registra queda dos roubos e furtos nos eventos do São João da Bahia 2026

Vídeo de cantor com público reduzido em São João da Bahia viraliza e gera onda de apoio nas redes

Homem é levado à delegacia após ser flagrado com celulares durante festa junina em Presidente Jânio Quadros

Mulher desarma ex-companheiro após ameaças de morte e disparo de arma em Guanambi

Idoso morre após ser atropelado por motocicleta conduzida por adolescente em Livramento de Nossa Senhora

Brumado: Condenado por assalto de quase meio milhão é capturado após ação de inteligência da PM

Brumado: Adolescente fica ferido após colisão entre moto e caminhonete no Bairro Dr. Juracy


Advogada procurou ministro do STF para ajudar membro do PCC

Foto: Divulgação

A advogada de um dos chefes do Primeiro Comando da Capital (PCC) contou para seu cliente que se reuniu com um ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) e que ele teria se comprometido a avaliar o caso do criminoso. A conversa foi revelada em uma escuta telefônica que compõe a investigação do Ministério Público de São Paulo sobre a facção. O diálogo entre a defensora Lucy de Lima e Edilson Nogueira, conhecido como Birosca, foi gravado em 2010. O objetivo do encontro era tentar autorização para migrar o condenado do regime fechado para o semiaberto. As informações foram publicadas no jornal Folha de S. Paulo. No entanto, a tentativa não prosperou. Segundo ela, o ministro teria solicitado mais informações sobre o processo. A advogada não foi localizada. Caso a Justiça reverta a decisão que rejeitou o pedido de prisão de 175 integrantes da facção, o secretário da Segurança Pública, Fernando Grella Vieira, afirmou não temer uma nova onda de ataques do PCC. Em 2006, cerca de 500 pessoas morreram em uma onda de ataques comandada pelo grupo, que movimenta cerca de R$ 120 milhões anuais com tráfico de drogas e mensalidades. A Justiça rejeitou a prisão, mas tornou réus 161 suspeitos de integrar o PCC que respondem a ação por tráfico e formação de quadrilha. A investigação durou três anos e meio.



Comentários

    Nenhum comentário, seja o primeiro a enviar.

Deixe seu comentário