ÚLTIMAS NOTÍCIAS:

Confira os especialistas da semana na Clínica Mais Vida em Brumado

Chuvas abaixo da média na Bahia previstas para junho podem afetar safra de milho, aponta Inmet

Centro Espírita promove feijoada beneficente em Brumado neste domingo (26)

Tudo pronto para o Forró do Sítio Novo 2024 as 17h

PF fecha empresas de segurança que atuavam de forma ilegal em Vitória da Conquista e em mais 16 cidades da Bahia

Prefeitura de Brumado confirma realização de eventos juninos na cidade

Anagé: Policial denunciado pelo MP por estupro de vulnerável é preso no sul baiano

CDL de Brumado solicita instalação de semáforos em vias do centro comercial

Embasa e Bahiagás firmam protocolo de intenção para geração de bioenergia

Policiais de São Paulo poderão parar gravação de nova câmera corporal quando quiserem

Cidade do norte da Bahia registra 88 tremores de terra em um dia

Cem quilos de maconha são apreendidos pela Polícia em Guanambi

Brasil poderá dobrar produção de gás natural em 4 anos

Sextou! Faça seu pedido de frutas e verduras fresquinhas em Bete Fruits


Presidente do Tribunal de Justiça da Bahia admite que vai ter que colocar o 'pé no freio'

(Foto: Marcos Paulo / 97NEWS)

O presidente do Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA), Eserval Rocha, já recebeu o comunicado oficial do governador Rui Costa (PT) de que terá que se adequar ao orçamento já previsto na Lei Orçamentária deste ano e informou que já estuda formas de se adequar com os recursos que tem. O chefe do Poder Judiciário, desde que assumiu a presidência, já tinha tomado medidas com o objetivo de cortar gastos considerados excessivos, inclusive, alvos de ações do Conselho Nacional de Justiça (CNJ). “Estamos estudando [contenção de despesas]. Isso é uma coisa que começa e não termina. Isso é constante. A administração tem que acompanhar as necessidades”, disse, em entrevista na sede do Tribunal de Contas do Estado, durante posse do novo conselheiro Marcos Presídio. Eserval Rocha se encontrou com o governador nesta segunda-feira (30), mas informou que o assunto discutido não foi só o repasse de verbas. “Tivemos discutindo a situação de uma forma global, das dificuldades que passam não o Executivo ou o Judiciário, mas o Estado da Bahia. Realmente, há uma dificuldade muito grande no que diz respeito à arrecadação de tributos. Se cai a arrecadação de impostos, cria dificuldade orçamentária para todos os poderes”. Apesar das dificuldades no orçamento, o chefe do TJ-BA garante que os investimentos no Judiciário baiano estão mantidos. “Em termos de investimentos, o Tribunal não tem nenhum problema. Muito pelo contrário, todos têm conhecimento das inúmeras obras que temos em andamento. A questão orçamentária é geral. E o Tribunal de Justiça não poderia estar diferente. Essa situação está sempre a se agravar em vista dos eventos como reajuste dos servidores, Plano de Cargos e Salários, e o PCS, realmente, é um problema para o Tribunal de Justiça, e o aumento dos magistrados”, disse, ao negar atraso nos salários e creditou a um problema técnico que não gerou a folha de pagamento dos funcionários, mas o problema seria resolvido ontem mesmo.



Comentários

    Nenhum comentário, seja o primeiro a enviar.

Deixe seu comentário