ÚLTIMAS NOTÍCIAS:

Homem é preso suspeito de agredir a própria mãe com pedaço de madeira em Caetité

Prazo para regularização do título de eleitor termina em três meses

SMTT altera sentido de circulação em trecho da Rua Urbano Rizério Amorim, em Brumado

Barragem Luiz Vieira atinge 36,28% da capacidade e reforça expectativa de recuperação hídrica na região

TRE-BA julga nesta segunda recurso que pode definir futuro político de Contendas do Sincorá

Sessão de abertura dos trabalhos legislativos em Rio do Antônio é marcada por críticas à gestão municipal e embates políticos

Delegado denuncia perseguição após intensificar combate ao crime em Riacho de Santana

Natural de Livramento de Nossa Senhora, jornalista e advogado Raimundo Marinho dos Santos morre aos 76 anos

SAC Móvel atenderá população de Brumado entre 27 de fevereiro e 4 de março

Jovem de 19 anos está desaparecido em Brumado e família pede ajuda da população

Dupla foge de abordagem policial e abandona revólver durante patrulhamento em Brumado

TOR apreende 776 papelotes de cocaína em ônibus de turismo durante ação em Urandi

Motocicleta com restrição administrativa é recuperada em Brumado

CIPRv apreende entorpecentes durante abordagem na BA-142, em Tanhaçu


Sintepav discorda de afirmação de representantes da Barbosa Mello de que não haverá demissões locais

(Foto: Marcos Paulo / 97NEWS)

O terror da demissão coletiva, pelo menos para a gerência local da Barbosa Mello, que é integrante do consórcio de empresas da Andrade Gutierrez que comanda as obras do Lote IV da Fiol em Brumado, está afastado neste momento. Segundo declarações do gerente de obras Alexandre Braga o risco de demissões em massa não existe. A afirmação foi prontamente confrontada pelo vice-presidente do Sintepav, Irailson Warneaux, que explicou que “esse tipo de afirmação é muito comum nos representantes das empresas que prestam serviço a Fiol, mas não é a realidade”. Ele ainda fez questão de salientar que “eles dizem isso somente para não perder os contratos e causar pânico nos empregados, mas a realidade é bem diferente, pois todos já sabem que a Valec está sem fazer os repasses há mais de 3 meses e, com isso, é inevitável que a obra seja paralisada e todos os cerca de 8 mil empregados sejam demitidos”. Nos próximos dias o impasse deverá ser esclarecido, já que as demissões já se iniciaram no Lote I, então, caso não haja uma intervenção imediata por parte do governo federal, liberando novo contingente de verbas, as obras da ferrovia devem mesmo ser paralisadas em todo o estado da Bahia.

 



Comentários

    Nenhum comentário, seja o primeiro a enviar.

Deixe seu comentário