ÚLTIMAS NOTÍCIAS:

Homem é preso com revólver e drogas durante abordagem em bar em Barra da Estiva

Mulher é contida pela PM após ameaçar outra com facão em via pública em Brumado

Rio do Antônio: Motociclista fica ferido após perder controle de moto em Ibitira

Motociclista cai após frear para evitar colisão com ciclista em Livramento de Nossa Senhora

Projeto Glaucoma realiza atendimentos em Brumado neste sábado (26) e domingo (27)

Greve dos Correios termina após 15 dias; trabalhadores começam a retornar às atividades

Polícia Militar conclui 9ª edição da Operação Força Total com 16 armas apreendidas na Bahia

Colisão frontal entre ônibus e carro funerário deixa dois mortos na BR-020, em Correntina

Fiat Uno com restrição por furto ou roubo é recuperado pela PM em Caetité

Policial aposentado de 103 anos é condenado por homicídio em Salvador

Homem preso com revólver e maconha recebe liberdade provisória em Brumado

Hospital Municipal de Brumado inaugura nova emergência e adota sistema de classificação de risco

Brumado: Motorista perde controle de carro, bate em motociclista e atinge porta de loja no Centro

Setembro Amarelo - um simples abraço pode salvar uma vida

Mulher aciona PM após relatar agressão do companheiro durante discussão em Brumado


Sintepav discorda de afirmação de representantes da Barbosa Mello de que não haverá demissões locais

(Foto: Marcos Paulo / 97NEWS)

O terror da demissão coletiva, pelo menos para a gerência local da Barbosa Mello, que é integrante do consórcio de empresas da Andrade Gutierrez que comanda as obras do Lote IV da Fiol em Brumado, está afastado neste momento. Segundo declarações do gerente de obras Alexandre Braga o risco de demissões em massa não existe. A afirmação foi prontamente confrontada pelo vice-presidente do Sintepav, Irailson Warneaux, que explicou que “esse tipo de afirmação é muito comum nos representantes das empresas que prestam serviço a Fiol, mas não é a realidade”. Ele ainda fez questão de salientar que “eles dizem isso somente para não perder os contratos e causar pânico nos empregados, mas a realidade é bem diferente, pois todos já sabem que a Valec está sem fazer os repasses há mais de 3 meses e, com isso, é inevitável que a obra seja paralisada e todos os cerca de 8 mil empregados sejam demitidos”. Nos próximos dias o impasse deverá ser esclarecido, já que as demissões já se iniciaram no Lote I, então, caso não haja uma intervenção imediata por parte do governo federal, liberando novo contingente de verbas, as obras da ferrovia devem mesmo ser paralisadas em todo o estado da Bahia.

 



Comentários

    Nenhum comentário, seja o primeiro a enviar.

Deixe seu comentário