ÚLTIMAS NOTÍCIAS:

Homem é preso com revólver e drogas durante abordagem em bar em Barra da Estiva

Mulher é contida pela PM após ameaçar outra com facão em via pública em Brumado

Rio do Antônio: Motociclista fica ferido após perder controle de moto em Ibitira

Motociclista cai após frear para evitar colisão com ciclista em Livramento de Nossa Senhora

Projeto Glaucoma realiza atendimentos em Brumado neste sábado (26) e domingo (27)

Greve dos Correios termina após 15 dias; trabalhadores começam a retornar às atividades

Polícia Militar conclui 9ª edição da Operação Força Total com 16 armas apreendidas na Bahia

Colisão frontal entre ônibus e carro funerário deixa dois mortos na BR-020, em Correntina

Fiat Uno com restrição por furto ou roubo é recuperado pela PM em Caetité

Policial aposentado de 103 anos é condenado por homicídio em Salvador

Homem preso com revólver e maconha recebe liberdade provisória em Brumado

Hospital Municipal de Brumado inaugura nova emergência e adota sistema de classificação de risco

Brumado: Motorista perde controle de carro, bate em motociclista e atinge porta de loja no Centro

Setembro Amarelo - um simples abraço pode salvar uma vida

Mulher aciona PM após relatar agressão do companheiro durante discussão em Brumado


Servidor do INSS é acusado de fraudar R$ 2,3 milhões com benefícios a mortos e fantasmas

Foto: Reprodução

Um único funcionário do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) manipulou o sistema do órgão para desviar R$ 2,3 milhões em benefícios previdenciários e assistenciais, usando nomes de pessoas já falecidas ou que nunca existiram. Segundo o Tribunal de Contas da União (TCU), Gilson Barbosa Machado, servidor da Agência da Previdência Social de Parnaíba (PI), transferia benefícios do Maranhão para o Piauí, onde o grupo criminoso realizava os saques mensalmente. Para criar os beneficiários falsos, Gilson forjava documentos como certidões de nascimento, carteiras de identidade e comprovantes de residência. A mudança de localidade servia como falsa “prova de vida” nos sistemas do INSS. Após o INSS instaurar uma Tomada de Contas Especial, o caso chegou ao TCU em novembro de 2023. A Corte considerou que Gilson atuava com sete cúmplices: Felipe Oliveira de Araujo, Francisco das Chagas dos Santos, Isabel Cristina Pereira Oliveira de Sousa, Joanilda Passos do Nascimento, Jonathan Hans Silva Lima, Luiz Gonzaga Balbino de Lima e Maria do Socorro Pereira Lima. Na última quarta-feira (16), os ministros do TCU decidiram, por unanimidade, que os oito envolvidos devem devolver os R$ 2,3 milhões aos cofres públicos em até 15 dias. Gilson Barbosa Machado teve a aposentadoria cassada como punição administrativa.



Comentários

    Nenhum comentário, seja o primeiro a enviar.

Deixe seu comentário