ÚLTIMAS NOTÍCIAS:

Homem é preso com revólver e drogas durante abordagem em bar em Barra da Estiva

Mulher é contida pela PM após ameaçar outra com facão em via pública em Brumado

Rio do Antônio: Motociclista fica ferido após perder controle de moto em Ibitira

Motociclista cai após frear para evitar colisão com ciclista em Livramento de Nossa Senhora

Projeto Glaucoma realiza atendimentos em Brumado neste sábado (26) e domingo (27)

Greve dos Correios termina após 15 dias; trabalhadores começam a retornar às atividades

Polícia Militar conclui 9ª edição da Operação Força Total com 16 armas apreendidas na Bahia

Colisão frontal entre ônibus e carro funerário deixa dois mortos na BR-020, em Correntina

Fiat Uno com restrição por furto ou roubo é recuperado pela PM em Caetité

Policial aposentado de 103 anos é condenado por homicídio em Salvador

Homem preso com revólver e maconha recebe liberdade provisória em Brumado

Hospital Municipal de Brumado inaugura nova emergência e adota sistema de classificação de risco

Brumado: Motorista perde controle de carro, bate em motociclista e atinge porta de loja no Centro

Setembro Amarelo - um simples abraço pode salvar uma vida

Mulher aciona PM após relatar agressão do companheiro durante discussão em Brumado


Governo deve vetar projeto que amplia deputados na Câmara

Foto: Reprodução l O Globo

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva tem até esta quarta-feira (16) para decidir se sanciona ou veta o projeto de lei complementar que amplia o número de deputados federais de 513 para 531. Apesar da aprovação acelerada no Congresso, o Palácio do Planalto sinaliza resistência à medida. Segundo aliados, Lula é contrariamente convicto ao aumento do número de parlamentares e defende, em vez disso, uma redistribuição das cadeiras com base nos dados atualizados do Censo Demográfico de 2022, sem a criação de novas vagas. A proposta, costurada pelo presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), surgiu como resposta à decisão do Supremo Tribunal Federal que determina o ajuste da representação proporcional dos estados de acordo com a população. Para evitar a retirada de cadeiras de unidades da federação, optou-se por acrescentar 18 novos assentos à Câmara, o que deve gerar um impacto fiscal estimado em R$ 65 milhões por ano. Apesar das críticas de alguns parlamentares — que apontam aumento de gastos públicos e falta de debate — o projeto foi aprovado com ampla maioria tanto na Câmara quanto no Senado, em tramitação relâmpago. Agora, a decisão está nas mãos do presidente da República, que enfrenta pressões em meio a um cenário de cobrança por responsabilidade fiscal e tensões constantes com o Congresso. O ministro da Casa Civil, Rui Costa (PT), afirmou nesta terça-feira (15) que considera “pouco provável” a sanção da proposta. A declaração reforça as especulações de veto, parcial ou total, por parte do Planalto. Caso Lula opte pelo veto, o projeto retorna ao Congresso, que poderá derrubá-lo com maioria absoluta em ambas as Casas. A decisão final pode acirrar ainda mais os ânimos entre Executivo e Legislativo, num momento em que o governo busca fortalecer sua base no Congresso para avançar com a pauta econômica.



Comentários

    Nenhum comentário, seja o primeiro a enviar.

Deixe seu comentário