ÚLTIMAS NOTÍCIAS:

Brumado: Motociclista fica ferido após colisão com ambulância no bairro São José

ACM Neto provoca prefeitos baianos e esquenta disputa para 2026

Vitória da Conquista e Salvador registram casos confirmados de Mpox na Bahia

Dupla é presa pela 46ª CIPM suspeita de aplicar golpe do 'Pix falso' em comércios de Livramento de Nossa Senhora

Jerônimo busca parceria internacional para produzir medicamentos de alto custo na Bahia

Prefeitura de Rio do Pires abre licitação de R$ 4,4 milhões para compra de combustíveis; valor é R$ 1 milhão maior que em 2025

Vitória da Conquista: Chuva forte derruba árvore, causa apagão de energia e alaga ruas


Justiça suspende resolução que permitia prescrição de medicamentos por farmacêuticos

Foto: Luciano Santos l 97NEWS

A Justiça Federal acatou um pedido do Conselho Federal de Medicina (CFM) e determinou a suspensão da Resolução n.º 5/2025 do Conselho Federal de Farmácia (CFF), que autorizava farmacêuticos a prescreverem medicamentos e realizarem atividades tradicionalmente desempenhadas por médicos. A decisão foi proferida pelo juiz da 17ª Vara Federal Cível da Seção Judiciária do Distrito Federal, que também determinou que o CFF se abstenha "de expedir novo ato normativo com matéria análoga à disposta na Resolução CFF n.º 05/2025". A norma do Conselho Federal de Medicina, publicada no dia 17 de março, permitia que farmacêuticos realizassem prescrição de medicamentos, exames físicos e renovação de prescrições previamente emitidas por outros profissionais de saúde. Segundo a Associação Médica Brasileira (AMB), tais atividades devem ser restritas aos médicos, uma vez que "a prescrição de medicamentos é o ato final de um processo complexo de exames físico e de exames subsidiários que permitem o correto diagnóstico das doenças, que só quando concluído é que se pode fazer a receita de um determinado fármaco". A decisão judicial reforça a divisão de competências entre os profissionais de saúde e atende às demandas do CFM e da AMB, que argumentam que a autonomia dos farmacêuticos na prescrição poderia comprometer a segurança dos pacientes. O Conselho Federal de Medicina ainda não se manifestou oficialmente sobre a determinação da Justiça.



Comentários

    Nenhum comentário, seja o primeiro a enviar.

Deixe seu comentário