ÚLTIMAS NOTÍCIAS:

Brasil não deve 'depender eternamente' de Bolsa Família, diz Governo

Motorista evita acidente após ônibus perder freios em avenida de Guanambi

Acidente grave entre carro e carretas deixa dois feridos em Vitória da Conquista

Perícia em local de crime na cidade de Guanambi é tema de artigo em Revista Científica Internacional

Unidade móvel do TRE-BA inicia atendimento em Malhada de Pedras

Câmera escondida em casa alugada registrava banhos dos moradores

Gusttavo Lima leva cavalo ao palco durante show e divide opiniões nas redes sociais

Apenas 22% do público-alvo se vacinou contra a gripe

Novo tratamento para gordura no fígado 'avançada'

Caravana Bahia Sem Fogo realiza semana intensa de prevenção e educação ambiental na Chapada Diamantina

Ciclista morre após acidente envolvendo motocicleta na BA-938 em Guanambi

Campanha usa título de eleitor gigante para chamar jovens para votar

Brasil atinge 1,6 mil mortes confirmadas por dengue

Belo chora em show após anunciar fim de casamento com Gracyanne

Brasil registra primeiro caso local de cólera em 18 anos; paciente é da Bahia

Confira os especialistas da semana na Clínica Mais Vida em Brumado


Estudante de medicina é preso por fazer provas do Enem no lugar de duas pessoas

Foto: Divulgação

Um estudante de medicina foi preso pela Polícia Federal suspeito de fraudar o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) ao fazer as provas em nome de pelo menos dois candidatos. A prisão ocorreu no início da tarde desta sexta-feira (29), em Belém (PA), e faz parte da operação Passe Livre, deflagrada dia 16 de fevereiro deste ano, em Marabá, sudeste do Pará. André Rodrigues Ataíde, de 23 anos, estava na casa de parentes quando foi surpreendido pelos agentes federais. Os policiais foram para cumprir o mandado de prisão preventiva por falsidade ideológica e uso de documento falso, além de estelionato com causa de aumento de pena. A defesa do investigado informou que vai recorrer da prisão. Ainda de acordo com informações da PF, as provas foram feitas em 2022 para um parente e em 2023 para um amigo. Ele teria falsificado a assinatura e nos dois casos, os candidatos foram aprovados em universidades.



Comentários

    Nenhum comentário, seja o primeiro a enviar.

Deixe seu comentário