ÚLTIMAS NOTÍCIAS:

Conselheira tutelar é ameaçada e alvo de tentativa de agressão em Maetinga

Delegado é preso em flagrante após suspeita de trocar placa de Hilux durante abordagem em Vitória da Conquista

Justiça condena homem por ameaçar secretário de Infraestrutura de Rio de Contas

Idoso de 80 anos perde R$ 1 mil em golpe aplicado por falsos vendedores de insumos agrícolas em Brumado

Homem morre após acidente de motocicleta na zona rural de Livramento de Nossa Senhora

Homem perde R$ 3 mil em golpe ao tentar comprar motocicleta anunciada nas redes sociais em Brumado

Homem é detido após suspeita de agredir companheira e adolescente em Brumado

Homem é conduzido à delegacia após suspeita de roubo em posto de combustíveis em Brumado

Neste Dia dos Pais, celebre quem sempre cuidou de você!

Brumado: Homem de 37 anos com mandado de prisão é capturado pela PM

Homem é detido após furto de bateria de caminhão em Brumado

PM apreende duas motocicletas por escapamento adulterado e outras irregularidades em Brumado


Após polêmica, Lula volta a chamar guerra em Gaza de genocídio e critica interpretação dada à sua fala

Foto: Reprodução l Ricardo Stuckert l PR

O presidente Lula (PT) voltou a dizer que o Estado de Israel comete um genocídio na Faixa de Gaza. A nova declaração foi feita nesta sexta-feira (23), durante um evento da Petrobras, no Rio de Janeiro. Desta vez, ele não comparou as ações militares israelenses à dos nazistas e pediu para que as pessoas não tirassem interpretações de sua fala. “Quero dizer para vocês, agora: eu não troco a minha dignidade pela falsidade. Quero dizer a vocês que sou favorável à criação do Estado Palestino livre e soberano. Que possa, esse Estado Palestino, viver em harmonia com o Estado de Israel. E quero dizer mais: o que o governo de Israel está fazendo contra o povo palestino não é guerra, é genocídio, porque está matando mulheres e crianças“, afirmou Lula. No final de semana, o presidente já havia comparada  as ações militares israelenses no território palestino aos crimes cometidos por Adolf Hitler contra judeus durante a 2ª Guerra Mundial. Essa comparação gerou forte reação do governo de Israel, que chegou a declarar que o presidente brasileiro era  ‘persona non grata’  em território israelense. “Não tentem interpretar a entrevista que eu dei na Etiópia. Leia a entrevista ao invés de ficar me julgando pelo que disse o primeiro-ministro de Israel. São milhares de crianças mortas e desaparecidas. E não está morrendo soldado, estão morrendo mulheres e crianças dentro de hospital. Se isso não é genocídio, eu não sei o que é genocídio”, justificou o presidente depois reiterou a declaração em suas redes sociais. Assim como fez no final de semana, o presidente também criticou a atuação do Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidos (ONU) na guerra entre Israel e o Hamas. Ele disse que o modelo do colegiado não permite que sejam levantadas soluções e ações efetivas para cessar conflitos.



Comentários

    Nenhum comentário, seja o primeiro a enviar.

Deixe seu comentário