ÚLTIMAS NOTÍCIAS:

Conselheira tutelar é ameaçada e alvo de tentativa de agressão em Maetinga

Delegado é preso em flagrante após suspeita de trocar placa de Hilux durante abordagem em Vitória da Conquista

Justiça condena homem por ameaçar secretário de Infraestrutura de Rio de Contas

Idoso de 80 anos perde R$ 1 mil em golpe aplicado por falsos vendedores de insumos agrícolas em Brumado

Homem morre após acidente de motocicleta na zona rural de Livramento de Nossa Senhora

Homem perde R$ 3 mil em golpe ao tentar comprar motocicleta anunciada nas redes sociais em Brumado

Homem é detido após suspeita de agredir companheira e adolescente em Brumado

Homem é conduzido à delegacia após suspeita de roubo em posto de combustíveis em Brumado

Neste Dia dos Pais, celebre quem sempre cuidou de você!

Brumado: Homem de 37 anos com mandado de prisão é capturado pela PM

Homem é detido após furto de bateria de caminhão em Brumado

PM apreende duas motocicletas por escapamento adulterado e outras irregularidades em Brumado


Novo marco fiscal aprovado pelo Congresso põe fim ao teto de gastos

Foto: Reprodução l Agência Senado

Encaminhado pelo então ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, a Proposta de Emenda Constitucional (PEC) do teto de gastos foi promulgada pelo Congresso Nacional em dezembro de 2016. A nova regra proibia o aumento das despesas públicas além da inflação por próximos 20 anos. Em 2020, outra PEC permitiu o furo do teto de gastos para a União bancar o auxílio emergencial e socorrer estados e municípios no combate à pandemia. No ano seguinte a PEC dos Precatórios abriu um espaço bilionário no Orçamento. Já em 2022, a poucos meses da eleição, uma nova Emenda Constitucional, batizada de PEC Kamikaze, criou benefícios sociais a um custo de R$ 41 bilhões fora do teto de gastos. 

Superado por várias vezes, o mecanismo de controle dos gastos caiu em descrédito. Já no fim da gestão Bolsonaro, a PEC da Transição permitiu ao presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva gastar R$ 145 bilhões fora do limite, tendo como contrapartida a criação de uma nova regra. A promessa resultou no marco fiscal, do ministro da Fazenda, Fernando Haddad -- mais flexível do que o teto de gastos. A nova âncora permite o aumento das despesas federais acima da inflação, num intervalo entre 0,6% e 2,5%. Os reajustes também ficam limitados a 70% do crescimento da arrecadação do governo. A Câmara dos Deputados concluiu na noite desta terça-feira (22) a aprovação do projeto de lei. A pauta já havia sido aprovada pelos deputados, mas sofreu alterações no Senado e por isso precisava ser analisada mais uma vez pela Câmara. A Câmara aprovou a nova versão do relator, deputado Cláudio Cajado (PP-BA), que integrou ao seu parecer a exclusão do Fundo Constitucional do Distrito Federal (FCDF) e do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica (Fundeb) da nova regra fiscal, conforme aprovado pelos senadores.



Comentários

    Nenhum comentário, seja o primeiro a enviar.

Deixe seu comentário