ÚLTIMAS NOTÍCIAS:

Brumado: Denúncia aponta suposta diferença em pagamentos do transporte escolar e cobra explicações da Prefeitura

Brasil reduz índices de reprovação, abandono e atraso, diz Censo escolar

Homem é preso suspeito de tentar explorar sexualmente adolescente na zona rural de Livramento de Nossa Senhora

Prefeitura de Brumado antecipa salários e injeta R$ 10 milhões na economia local

24º BPM recebe kit de aplicativo tático para reforçar atuação operacional em Brumado

Policia registra queda dos roubos e furtos nos eventos do São João da Bahia 2026

Vídeo de cantor com público reduzido em São João da Bahia viraliza e gera onda de apoio nas redes

Homem é levado à delegacia após ser flagrado com celulares durante festa junina em Presidente Jânio Quadros

Mulher desarma ex-companheiro após ameaças de morte e disparo de arma em Guanambi

Idoso morre após ser atropelado por motocicleta conduzida por adolescente em Livramento de Nossa Senhora

Brumado: Condenado por assalto de quase meio milhão é capturado após ação de inteligência da PM

Brumado: Adolescente fica ferido após colisão entre moto e caminhonete no Bairro Dr. Juracy


Brumado: Portadora de HIV relata falta de oportunidade e discriminação

Foto: Luciano Santos l 97NEWS

Apesar das incertezas e desconfortos de ter uma doença que pode levar à morte e para a qual ainda não existe cura, portadores do vírus HIV concordam que o preconceito e o estigma da doença são também grandes obstáculos a serem vencidos. O medo da reação da sociedade ainda é o grande "Tabu" para muitos pacientes. Atualmente, há muitos avanços na medicina, mas o maior mal ainda é o preconceito. Em entrevista ao site 97NEWS, a diarista Débora de Jesus Souza, 32 anos, ressaltou que já trabalhou em muitas casas de família, no entanto, pelo fato de ser portadora da doença, ela se tornou um desempregada. "As pessoas não dão oportunidade, ninguém aceita", explicou. Segundo Débora, há duas décadas ela é portadora do vírus e faz uso do coquetel disponibilizado pelo Sistema Único de Saúde (SUS). "Com a medicação, eu não transmito mais a doença, sou apenas portadora do vírus. Minha rotina de vida é normal, assim como as outras, só tenho que tomar minha medicação sempre", relata. 

 

Foto: Luciano Santos l 97NEWS

Morando na rua com o companheiro, a diarista conta que vive de doações. "Meus benefícios do governo foram cortados, eu não tenho renda, ganho uma coisa aqui, outra lá, e vamos vivendo. Mas eu queria mesmo era um dinheiro para alugar uma casa e trabalhar", afirma. Por conta do uso abusivo do alcoól, Débora não atualizou os dados e perdeu o benefício. "Meu companheiro não tem benefício, eu tinha, mas como eu bebia muito, eu perdir. Gostaria que a Prefeitura me ajudasse nisso", diz. Conforme a diarista, durante o dia ela e o companheiro ficam na região da feira livre, mas a noite dorme na calçada da Igreja Matriz. "Nossa rotina é essa, quem poder nos ajudar, me encontra aqui na feira durante a manhã, ou a noite na Igreja Matriz", disse. O preconceito contra pessoas que vivem com HIV é tanto que a discriminação foi definida como crime através da Lei n° 12.984, de 2014, e pode levar à prisão por 1 a 4 anos e multa. 

 



Comentários

    Nenhum comentário, seja o primeiro a enviar.

Deixe seu comentário