Apesar das incertezas e desconfortos de ter uma doença que pode levar à morte e para a qual ainda não existe cura, portadores do vírus HIV concordam que o preconceito e o estigma da doença são também grandes obstáculos a serem vencidos. O medo da reação da sociedade ainda é o grande "Tabu" para muitos pacientes. Atualmente, há muitos avanços na medicina, mas o maior mal ainda é o preconceito. Em entrevista ao site 97NEWS, a diarista Débora de Jesus Souza, 32 anos, ressaltou que já trabalhou em muitas casas de família, no entanto, pelo fato de ser portadora da doença, ela se tornou um desempregada. "As pessoas não dão oportunidade, ninguém aceita", explicou. Segundo Débora, há duas décadas ela é portadora do vírus e faz uso do coquetel disponibilizado pelo Sistema Único de Saúde (SUS). "Com a medicação, eu não transmito mais a doença, sou apenas portadora do vírus. Minha rotina de vida é normal, assim como as outras, só tenho que tomar minha medicação sempre", relata.
