ÚLTIMAS NOTÍCIAS:

MPBA firma acordo com Prefeitura de Brumado para regularizar serviço de hemodiálise da Clinefro

Caminhão irregular é interceptado e recuperado em Brumado

Suspeito de feminicídio em Maetinga é encontrado vivo após simular suicídio; aponta investigação da Polícia

Brumado entra na rota do maior gasoduto em construção na Bahia e reforça vocação industrial

Polícia Militar prende suspeito de matar o próprio irmão horas após o crime em Brumado

TCM determina suspensão de licitação da Prefeitura de Aracatu após denúncia de irregularidades

Brumado: Discussão entre irmãos termina com jovem de 22 anos morto a tiros na Vila Presidente Vargas

Lula envia projeto que prevê fim da escala 6x1 e jornada de 40 horas

Rio do Antônio: Polícia age rápido e localiza suspeitos de espancar homem em estabelecimento comercial

Mulher é presa após esfaquear homem no centro de Tanhaçu

Caminhoneiro de Malhada de Pedras é sequestrado por quadrilha armada e tem carreta roubada no oeste da Bahia

Briga em bar termina com homem ferido e três pessoas presas em Rio do Antônio


Delegado Titular de Brumado participa da força-tarefa que investiga ataques em indígenas no sul da Bahia

Foto: Divulgação l SSP/BA

Uma força-tarefa montada pela Secretaria de Segurança Pública da Bahia (SSP-BA), que tem como objetivo impedir novos conflitos entre fazendeiros e indígenas, foi enviada ao extremo sul da Bahia, na terça-feira (13). Dentre os integrantes do grupo, está o Delegado Titular de Brumado, Paulo Henrique de Oliveira. A ação visa identificar e prender os envolvidos na morte de um adolescente Pataxó de 14 anos, em Prado. A equipe conta com integrantes das polícias Militar, Civil, Técnica e Rodoviária Federal (PRF). 

Foto: Divulgação

A força-tarefa foi criada após uma reunião de lideranças indígenas com o secretário de Segurança Pública, Ricardo Mandarino, na última sexta-feira (9), em Salvador. Na última segunda-feira (12), grileiros voltaram a atacar indígenas Pataxós na Aldeia Nova, que fica na cidade de Prado, extremo sul da Bahia. Para escapar dos tiros, homens, mulheres, crianças e idosos precisaram se refugiar nas matas. Ao todo, 38 famílias indígenas são vítimas dos ataques. 



Comentários

    Nenhum comentário, seja o primeiro a enviar.

Deixe seu comentário