ÚLTIMAS NOTÍCIAS:

Conselheira tutelar é ameaçada e alvo de tentativa de agressão em Maetinga

Delegado é preso em flagrante após suspeita de trocar placa de Hilux durante abordagem em Vitória da Conquista

Justiça condena homem por ameaçar secretário de Infraestrutura de Rio de Contas

Idoso de 80 anos perde R$ 1 mil em golpe aplicado por falsos vendedores de insumos agrícolas em Brumado

Homem morre após acidente de motocicleta na zona rural de Livramento de Nossa Senhora

Homem perde R$ 3 mil em golpe ao tentar comprar motocicleta anunciada nas redes sociais em Brumado

Homem é detido após suspeita de agredir companheira e adolescente em Brumado

Homem é conduzido à delegacia após suspeita de roubo em posto de combustíveis em Brumado

Neste Dia dos Pais, celebre quem sempre cuidou de você!

Brumado: Homem de 37 anos com mandado de prisão é capturado pela PM

Homem é detido após furto de bateria de caminhão em Brumado

PM apreende duas motocicletas por escapamento adulterado e outras irregularidades em Brumado


Mesmo com a proposta em aumentar o salário mínimo, ganho real não chegará aos baianos

Foto: Luciano Santos l 97NEWS

Na última terça (31), o governo brasileiro enviou ao Congresso Nacional a proposta de R$ 1.169 para o salário mínimo em 2022. O valor é R$ 69 maior que o salário mínimo atual, no entanto, o reajuste está abaixo da inflação, o que significa que não haverá um aumento real. Segundo economistas, mesmo se o ganho fosse de 10% ou 15%, não supriria o déficit orçamentário que o estado vive. Nos últimos anos a Bahia está vivendo o pior desempenho da história. E isso em decorrência do desemprego, do PIB, que não cresce, chegou a pandemia e a situação se agravou. Na Bahia, cerca de 80% da população, tem renda média de até 2 salários mínimos. Como o reajuste é muito abaixo do necessário e há cinco anos não houve aumento salarial que compensasse a alta dos preços. As consequências são o aumento do empobrecimento, da inadimplência. Outro fator é o preço da cesta básica, que tem o valor em média de R$ 461,18, o que representa 45,33% da porcentagem do salário mínimo líquido atual, que é R$ 1.100. No novo valor teto, a  porcentagem é 41,93%, isso sem considerar que houve um aumento no preço dos produtos. Ou seja, não haverá efetiva mudança, e quase metade do salário mínimo é destinado à alimentação.

 



Comentários

    Nenhum comentário, seja o primeiro a enviar.

Deixe seu comentário