ÚLTIMAS NOTÍCIAS:

Aracatu: Ataque em cavalgada termina em tentativa de homicídio e deixa ferido na zona rural

Operação no Conjunto Penal de Brumado reforça segurança e termina sem apreensões

Lamborghini apreendida em esquema de rifas ilegais na Bahia é leiloada por mais de R$ 3 milhões

Brumado ganha destaque em evento internacional sobre desenvolvimento sustentável em Vitória da Conquista

IFBA de Brumado abre 60 vagas em curso de Libras para mulheres em situação de vulnerabilidade econômica

Abastecimento de água será suspenso temporariamente em Brumado e Malhada de Pedras para manutenção

Suspeito de feminicídio em Maetinga é procurado; carta e possível veneno reforçam suspeita de crime premeditado

CIPRv apreende droga durante abordagem em Tanhaçu; dois ocupantes são conduzidos à Delegacia

Caetité: Disputa por ativos da Bamin envolve ferrovia, porto e interesse estratégico em urânio na Bahia

Maetinga: mulher é morta a facadas dentro de cada e ex companheiro é suspeito

TJ-BA anula decisão por falhas graves e reabre disputa de terras em Brumado com perícia obrigatória

Brumado: Prefeitura interven clínica de hemodiálise e assume após irregularidades graves


Esquema da Petrobrás começa a ser esclarecido

Preso em março pela Polícia Federal, sob a acusação de participar de um mega esquema de lavagem de dinheiro comandado pelo doleiro Alberto Youssef, o ex-diretor de Abastecimento e Refino da Petrobras Paulo Roberto Costa aceitou recentemente os termos de um acordo de delação premiada – e começou a falar. No prédio da PF em Curitiba, ele vem sendo interrogado por delegados e procuradores.

 

Os depoimentos são registrados em vídeo — na metade da semana passada, já havia pelo menos 42 horas de gravação. Paulo Roberto acusa uma verdadeira constelação de participar do esquema de corrupção. Aos investigadores, ele disse que três governadores, seis senadores, um ministro de Estado e pelo menos 25 deputados federais embolsaram ou tiraram proveito de parte do dinheiro roubado dos cofres da estatal.

 

Ele esmiúça, além disso, a lógica que predominava na assinatura dos contratos bilionários da Petrobras – admitindo, pela primeira vez, que as empreiteiras contratadas pela companhia tinham, obrigatoriamente, que contribuir para um caixa paralelo cujo destino final eram partidos e políticos de diferentes partidos da base aliada do governo. Conheça, nesta edição de VEJA, detalhes dos depoimentos que podem jogar o governo no centro de um escândalo de corrupção de proporções semelhantes às do mensalão.



Comentários

    Nenhum comentário, seja o primeiro a enviar.

Deixe seu comentário