ÚLTIMAS NOTÍCIAS:

Homem é preso com revólver e drogas durante abordagem em bar em Barra da Estiva

Mulher é contida pela PM após ameaçar outra com facão em via pública em Brumado

Motociclista cai após frear para evitar colisão com ciclista em Livramento de Nossa Senhora

Projeto Glaucoma realiza atendimentos em Brumado neste sábado (26) e domingo (27)

Greve dos Correios termina após 15 dias; trabalhadores começam a retornar às atividades

Polícia Militar conclui 9ª edição da Operação Força Total com 16 armas apreendidas na Bahia

Colisão frontal entre ônibus e carro funerário deixa dois mortos na BR-020, em Correntina

Fiat Uno com restrição por furto ou roubo é recuperado pela PM em Caetité

Policial aposentado de 103 anos é condenado por homicídio em Salvador

Homem preso com revólver e maconha recebe liberdade provisória em Brumado

Hospital Municipal de Brumado inaugura nova emergência e adota sistema de classificação de risco

Brumado: Motorista perde controle de carro, bate em motociclista e atinge porta de loja no Centro

Setembro Amarelo - um simples abraço pode salvar uma vida

Mulher aciona PM após relatar agressão do companheiro durante discussão em Brumado


Estudo da Oxford aponta que 3ª dose da vacina Astrazeneca aumenta a resposta imune

Foto: Divulgação

Um estudo realizado pela Universidade de Oxford, no Reino Unido, divulgado na segunda-feira (28) mostrou que uma terceira dose da vacina de Oxford-AstraZeneca aumenta ainda mais a resposta imune ao novo coronavírus. A pesquisa, que ainda não foi revisada por pares, indica que estender o prazo de aplicação da segunda dose para 45 semanas após a primeira injeção pode ter efeito semelhante. Para chegar a essa conclusão, os pesquisadores analisaram 30 participantes dos estudos clínicos da vacina, que receberam a segunda dose tardia e outras 90 pessoas que receberam uma terceira dose. Todos eles tinham menos de 55 anos. Os resultados mostraram que os níveis de anticorpos permanecem elevados por pelo menos um ano após uma única dose. Por outro lado, uma terceira dose do imunizante, administrada pelo menos 6 meses após a segunda dose, aumentou seis vezes os níveis de anticorpos e manteve a resposta das células T, aquelas com funções imunológicas de efetuação de respostas antivirais. A dose de reforço também resultou em maior atividade neutralizante contra as variantes Alfa (B.1.1.7, identificada na Inglaterra), Beta (B.1.351, originária da África do Sul) e Delta (B.1.617.2, descoberta na Índia). Atualmente, a vacina de Oxford-AstraZeneca é administrada em regime de duas doses, com 12 semanas de intervalo entre elas. Apesar dos resultados, especialistas ressaltam que ainda não há evidências de de que seja necessária uma dose de reforço do imunizante, principalmente neste momento, em que há escassez de vacinas no mundo.  



Comentários

    Nenhum comentário, seja o primeiro a enviar.

Deixe seu comentário