ÚLTIMAS NOTÍCIAS:

Conselheira tutelar é ameaçada e alvo de tentativa de agressão em Maetinga

Delegado é preso em flagrante após suspeita de trocar placa de Hilux durante abordagem em Vitória da Conquista

Justiça condena homem por ameaçar secretário de Infraestrutura de Rio de Contas

Idoso de 80 anos perde R$ 1 mil em golpe aplicado por falsos vendedores de insumos agrícolas em Brumado

Homem morre após acidente de motocicleta na zona rural de Livramento de Nossa Senhora

Homem perde R$ 3 mil em golpe ao tentar comprar motocicleta anunciada nas redes sociais em Brumado

Homem é detido após suspeita de agredir companheira e adolescente em Brumado

Homem é conduzido à delegacia após suspeita de roubo em posto de combustíveis em Brumado

Neste Dia dos Pais, celebre quem sempre cuidou de você!

Brumado: Homem de 37 anos com mandado de prisão é capturado pela PM

Homem é detido após furto de bateria de caminhão em Brumado

PM apreende duas motocicletas por escapamento adulterado e outras irregularidades em Brumado


Maior produtora de rebanhos ovino e caprino do Brasil, Bahia sofre com abates clandestinos

Foto: Luciano Santos l 97NEWS

O estado da Bahia, é o maior produtor de rebanhos de ovino e caprino do Brasil. No entanto, enfrenta um grave problema de saúde pública. Segundo Roberis Silva, presidente da Associação Brasileira de Empresas do Agronegócio de Caprinos e Ovinos (Abreaco) relatou ao site Bahia Notícias, 90% da carne destes animais é abatida de maneira clandestina. De acordo com o dirigente, o estado segue a mesma média da região Nordeste, que apresenta realidade bem diferente do restante do Brasil - conforme estimativas do presidente, a média nacional é de 15%. Na visão dele, esta é uma realidade cultural fomentada, principalmente, pela negligência das vigilâncias sanitárias municipais, responsáveis por este tipo de fiscalização. “A carne de caprino e ovino é muito comercializada no interior do Nordeste. Na capital existe, mas no interior é mais forte. É uma carne comercializada nas feiras livre. Com o tempo, a gente evoluiu, mas isso não”, lamenta. “Os grandes culpados são as vigilâncias sanitárias dos municípios”, relata. Por conta disto, Roberis explica que a associação, criada em 2019, vem discutindo com os Ministérios Públicos da Bahia e de Pernambuco, principais produtores da região, para se encontrar uma saída para esta realidade. “Estamos propondo a agir com os órgãos para ajudar a encontrar uma solução. Não estamos nos queixando. É questão de saúde pública. Não há negociação quando o assunto é este. Mesmo assim, estamos nos propondo a discutir”, pontua. O dirigente, que também é veterinário, explica que, com a falta de um abatimento realizado em frigoríficos, as carnes podem estar contaminadas com zoonoses ou outras doenças. “Em plena pandemia, isso é uma oportunidade e tanto para poder alertar os consumidores”, destaca.



Comentários

    Nenhum comentário, seja o primeiro a enviar.

Deixe seu comentário