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Sesab também condena medicamentos sem eficácia científica e utilizados por médicos da Bahia

Foto: Divulgação

Após a Associação Médica Brasileira (AMB) divulgar boletim na última terça-feira (23) condenando o uso de remédios que fariam parte do chamado "tratamento precoce" contra a covid-19, mas sem comprovação científica de eficácia contra a doença. O secretário estadual de saúde da Bahia, Fábio Vilas-Boas, também fez um alerta sobre o risco de usar medicamentos sem eficácia comprovada para o tratamento da Covid-19. Ele citou como exemplo os casos de pessoas que tem tomado Ivermectina e desenvolvido doenças como hepatite, necrose hepática e falência hepática, levando à necessidade de transplante de fígado. “Na dose que vem sendo preconizada para a Covid, a Ivermectina faz mal. Ela tem causado hepatite, necrose hepática e falência ou insuficiência hepática. Algumas pessoas precisaram ser transplantadas de urgência. No Brasil, como não existe transplante de urgência, as pessoas estão morrendo intoxicadas por Ivermectina. Não tem benefício nenhum”, destacou. Para o secretário, o tratamento precoce com essas drogas tem sido um verdadeiro desastre. No município de Brumado, o prefeito municipal, Eduardo Lima Vasconcelos (PSB) e por meio de uma carta aberta à população, cerca de 16 médicos também recomendam o tratamento precoce, mesmo sem a comprovação científica.



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