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Rio do Antônio: Professor de Ibitira acredita na Educação Científica como estratégia para o protagonismo estudantil

Foto: Arquivo Pessoal

Para o professor Marcos Alves Batista, 32, que leciona Química, desde 2007, no Colégio Estadual Professora Lia Publio de Castro, em Ibitira, distrito do município de Rio do Antônio, a iniciação científica transforma a vida do estudante. "Sou um apaixonado pela iniciação científica na Educação Básica. Nesta perspectiva de ensino, o estudante é figura central, ou seja, é protagonista", destaca o educador que, diariamente, antes da pandemia do novo Coronavírus, se deslocava 50 km de Caetité a Ibitira para dar aulas. Mesmo não contando como letivas, as atividades seguem de forma on-line, através da interação na plataforma digital, grupos de WhatsApp e em lives promovidas nos canais da escola no Instagram e no Youtube. O educador, que cresceu na comunidade de Cerquinha, no município de Igaporã, é filho do lavrador Nivaldo Lopes Alves e da agente comunitária Iseni Lopes Alves, dos quais muito se orgulha. Aos 16 anos foi morar em Caetité, onde graduou-se na Universidade do Estado da Bahia (UNEB). Foi a partir daí que a sua trajetória no magistério começou. Ao longo de 13 anos como professor, ele trabalhou no antigo Colégio Modelo de Caetité, hoje Centro Estadual de Educação Profissional (CETEP), e no Colégio Zelinda Carvalho Teixeira, em Maniaçu. O educador também é formador do Estado no Plano de Formação Continuada Territorial e trabalha na implantação da iniciação científica na escola, através da Secretaria Municipal de Educação de Caetité. O trabalho dos estudantes com a iniciação científica é desenvolvido durante todo o ano letivo. "Eles constroem os seus próprio saberes, aproveitando todos os seus conhecimentos. Tudo começa com a escolha das duplas em toda a escola e, na sequência, escolhem e delimitam o tema da pesquisa. Eles definem o que querem estudar, como farão esse estudo, o porquê do estudo, onde será a pesquisa e quais as fontes. Todos são acompanhados de perto para que, ao final do processo, eles consigam ter as suas pesquisas. Agora, eles produzem ao invés de copiarem. Ao final do ano, o colégio realiza, com o apoio de toda a comunidade escolar, a Feira de Artes Educação Cultura e Lazer (FACEC), que é o momento de socializar todo o conhecimento que foi construído no decorrer do ano", explica. 

 



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